Carnaval

Em Salvador, carioca sincera elogia Carnaval: 'A energia daqui não se compara a nada'

A universitária Aline Nogueira, 30 anos, ainda não está acreditando nos últimos dias que viveu. No sábado, ela estava em um bloquinho na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e hoje ela está em Salvador com todas as honras, para aproveitar a folia baiana. No intervalo, ela acabou virando a "carioca sincera" ao preferir o Carnaval baiano ao do Rio, questionada ao vivo na GloboNews. 
Nesta segunda-feira (27), ela contou que veio pela primeira vez para o Carnaval de Salvador no ano passado e se apaixonou. "Eu sou apaixonada por Carnaval, apaixonada por música. Foi incrível (em Salvador). Começamos a pagar 1 ano antes, fui a vários camarotes, fui a bloco. Só não vim no Campo Grande, mas no Barra-Ondina fui em quase tudo. Fiquei apaixonada", explica.
 
O que a encantou tanto? Tudo. "A energia daqui não compara a nada. Todo mundo sempre diz e você só acredita quando vem. Isso aqui é muito bom", elogia. Artista preferido? Ela prefere não destacar um. "Tanta gente boa. Todo mundo canta música de todo mundo e acaba não fazendo diferença quem é o artista", diz. 
 
Ela relembra tudo que aconteceu nos últimos dias. "Eu dei a entrevista no bloco, no sábado, na Barra da Tijuca. Fui para outro bloco, quando cheguei em casa, celular descarregado, aí que fui descobrir que o prefeito tinha postado e o patrocinador tinha aprovado a ideia. Um monte de gente adicionou, muito carinho de todos os lados", afirma.
 
Agora, ela espera fazer "tudo que puder" - subir no trio, ir em camarote, na rua. "Tudo que puder vou fazer". Felipe Bratfisch, gerente regional de comunicação da Ambev, explicou que a empresa agiu rápido, no que classificou de "ação de oportunidade".
 
"Hoje em dia as coisas são muito rápidas, esse viral aí chegou pra gente no grupo do WhatsApp, a gente tem um grupo que alinha as ações de Carnaval com a Saltur. Aí surgiu isso aí primeiro como brincadeira, a ideia foi virando um plano, a gente envolveu nossa assessoria de imprensa, nossa equipe, e viabilizamos a vinda dela pra cá", conta. "A gente identificou uma pessoa que queria sair do quadrado e a Skol ajudou ela a sair do quadrado". Correio da Bahia




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