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'Se cometi um ato grave, vou responder', afirma Victor Chaves após ser indiciado

Réu em processo por contravenção penal após de ser acusado de agredir a esposa, Poliana Bagatini, o cantor Victor Chaves comentou a respeito do processo na última quarta-feira (19). O sertanejo, aliás, garantiu que não está preocupado com o resultado da investigação. As informações são do Purepeople.
 
"Não há com o que se preocupar. Se cometi um ato grave, vou responder por isso. Senão, o tempo vai esclarecer. Estou tranquilo com isso porque nunca prejudiquei uma pessoa fisicamente, nunca bati em ninguém", declarou à "Rádio Gaúcha". Depois de ter um show cancelado por causa da polêmica, o músico despistou sobre se separar de Poliana.
 
"Quem está envolvido é a minha mulher, mãe dos meus filhos, independente de continuar minha esposa ou não. Tem gente que fala que já nos separamos. Não falo da minha vida particular. O problema é que ela cometeu um ato de me acusar de uma coisa da qual preciso me defender. Não posso deixar isso assim. Isso está sendo devidamente apurado." Victor disse que ficou satisfeito após ser indiciado por contravenção penal por vias de fatos e chegou a comemorar o processo.
 
"Para mim, foi uma vitória, pois fui indiciado por vias de fato. Era uma vitória já contada, pois se não fosse, estava errado. Afinal de contas, não machuquei ninguém. Não estou me defendendo, por isso não falei nada no primeiro mês, pois se você é acusado de ter agredido alguém e vai dizer para todo mundo que você não agrediu, fica parecendo óbvio que você está se defendendo. Então, prefiro que a Justiça esclareça isso para ficar claro."
 
Victor, que refletiu nas redes sociais sobre o caso, atribuiu a falta de educação na sociedade pelas reações que recebeu depois da acusação vir à tona. "O que me espanta nos últimos acontecimento foi averiguar o estado caótico da nossa educação. Ela vai de mal a pior. O fim do túnel é quando alguém aponta o dedo para você, sempre na internet, e fala: 'O que você fez foi horrível?'. Aí eu pergunto: 'O que eu fiz?', e a pessoa não tem resposta. Isso é a calamidade de uma situação que se reflete na cultura."




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