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Em jogo único, Bahia visita o Sergipe na estreia da Copa do Brasil nesta quinta (16)

Não dá pra vacilar. Se quiser seguir na Copa do Brasil, o Bahia precisa construir o resultado já na estreia diante do Sergipe, nesta quinta-feira (16), às 20h30, no estádio Batistão, em Aracaju. Ao contrário das edições anteriores, a primeira fase do torneio será decidida em jogo único. Portanto, é eliminar ou ser eliminado. Sem partida de volta, o tricolor joga pelo empate.
 
“Para começar bem o sonho, vamos ter que passar pelo Sergipe, uma equipe que a gente respeita. Vamos ter que jogar muito bem lá”, afirma o técnico Guto Ferreira. Se avançar, o Bahia enfrenta o Paraná na segunda fase, também em jogo único, em Curitiba. O caráter decisivo do jogo fez o treinador abrir mão do rodízio que vem utilizando neste início de ano. Portanto, o time deve ser o mesmo que empatou com o Altos por 0x0, domingo, em Teresina.
 
“Existem prioridades dentro do planejamento. Neste jogo, nós procuramos entrar com uma equipe que possa ser bastante competitiva. A equipe que está jogando a Copa do Nordeste, digamos que é a equipe base. Não que a outra não seja. A outra está galgando espaço. A equipe que está jogando a Copa do Nordeste é a equipe que deve ser a base”, confirmou o técnico tricolor. 
 
Recuperando-se de um estiramento no quadril, Allione segue fora. Diogo Rosa deve ser mantido no time, apesar do técnico Guto Ferreira não confirmar a escalação dele. “Se eu responder essa pergunta, vou estar dando praticamente a escalação da equipe. Vamos deixar assim: Diego vem crescendo e fez uma bela partida em Teresina, mas ele é o que mais jogou em sequência, então ainda não tenho uma posição final devido a isso”, desconversou.
 
O Bahia deve ir a campo com Jean, Eduardo, Tiago, Jackson e Armero; Renê Júnior, Edson, Diego Rosa, Régis e Zé Rafael; Hernane. O meia Renato Cajá, que seria reserva, não viajou a Aracaju porque o Bahia recebeu uma proposta pelo jogador - de um clube não revelado. Focado no Sergipe, o treinador viu a atuação do adversário em partidas da Copa do Nordeste.
 
Observou a derrota para o Vitória no Barradão (3x1) e os dois triunfos no Batistão, contra América-RN (1x0) e Botafogo-PB (2x0). “Houve um crescimento da equipe deles. Temos um apanhado de cada coisa e sabemos como é o estilo de trabalho do Betinho, que é um grande treinador e gosta de fazer as equipes jogarem. Temos que chegar lá e fazer o nosso melhor”, analisou o técnico tricolor. Correio da Bahia

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