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De contestado a querido, Vinícius fala sobre Ba-Vi, Mancini e garante que vai manter dança

O meia Vinícius chegou ao Fazendão rodeado de dúvidas. Na época, eram seis meses sem jogar e a responsabilidade de substituir Régis, que era destaque da equipe e tinha se machucado. Logo na estreia, gol contra o Atlético-GO e a esperança de uma boa continuidade, mas as boas atuações não se repetiram com frequência.

 

Apesar dos três gols marcados na Série A, ele foi contestado. "Sabíamos que o Régis estava em um momento bom e eu vim para substituir. A cobrança dos torcedores era em relação a estar no mesmo nível ou melhor. Mas as coisas foram acontecendo. É um clube onde tive mais cobranças em relação aos outros que passei".

 

"Sempre penso em trabalhar mais para as coisas acontecerem", disse "Vina". A partir do Campeonato Baiano deste ano, as coisas mudaram. Ele é o artilheiro do clube na temporada, com três gols, um deles no clássico Ba-Vi, com direito a uma dança que causou polêmica e uma grande confusão no Barradão. Suspenso pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Bahia (TJD-BA), ele deixou claro que vai manter os passos para celebrar com a torcida.

 

"Falei com todo o pessoal do Bahia que vou continua sim, mas hoje evitando de comemorar de frente para alguma torcida, mesmo que esteja perto. É comemorar com nossa torcida ou no banco de reservas, mas vou continuar", indicou. O paranaense também falou ao Bhia Notícias sobre o veto de Mancini em relação aos jogadores abraçados no próximo clássico, a vida em Salvador e o objetivo de se tornar um ídolo no Fazendão. Clique aqui e leia a entrevista completa!


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