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19 de Nov // G1 | Polícia

O homem apontado pela polícia da Bahia como autor do latrocínio contra o assessor da Prodeb, Michel Batista de Sá, em Salvador, foi preso nesta segunda-feira (19), em Santa Catarina. A vítima foi morta a tiros após ser torturada durante a negociação da venda de um carro. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Gabriel Bispo dos Santos estava escondido na cidade de Pomerode, interior do estado.

 

Ele foi achado em uma ação da Superintendência de Inteligência da SSP-BA e Polícia Civil de Santa Catarina. Gabriel participou do roubo seguido de morte contra Michel, em agosto deste ano, na capital baiana. Ainda no mês de agosto, a polícia informou que encontrou elementos que indicam a participação de Gabriel no crime e pediu a prisão temporária.

 

O rapaz de 22 anos estava foragido. Delegados e investigadores do DCCP estão formalizando o cumprimento do mandado de prisão, em Santa Catarina, e em seguida realizarão a transferência de Gabriel para Salvador. Michel Batista de Sá foi assassinado a tiros após ser torturado. O corpo dele foi encontrado atrás de um shopping de Salvador no dia seguinte ao crime. Michel foi sepultado no cemitério Jardim da Saudade, na capital baiana.

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18 de Nov // Foto: Site Bahia10.Com.Br | Polícia

Criminosos arrombaram uma lotérica e fizeram reféns em Cardeal da Silva, na região nordeste do estado, neste último sábado (17). O crime ocorreu na Avenida Lomanto Junior, no centro da cidade. De acordo com informações da Polícia Militar, testemunhas informaram que sete criminosos, ainda não identificados, participaram da ação. Eles utilizaram dois carros durante o crime, sendo um deles uma ambulância.

 

Uma porta de ferro da lotérica foi arrancada pelos bandidos. Os criminosos fizeram duas pessoas reféns, saquearam os celulares e documentos das vítimas. Os reféns, segundo a PM, foram liberados depois, na saída da cidade. Não houve registro de feridos. A PM não soube informar se algum valor da lotérica foi levado pelos criminosos segundo o G1.

 

O grupo abandonou um dos veículos utilizados na ação no distrito de Nova Pastora. A Polícia informou que eles também espalharam miguelitos, espécie de cruz formada por pregos entrelaçados, pela estrada para dificultando a locomoção das viaturas. Na fuga, o grupo espalhou ‘miguelitos’ na BA-400 para impedir a movimentação de veículos no local. Não há informações se os criminosos conseguiram levar alguma quantia em dinheiro.

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17 de Nov // Foto: Valter Campanato / Agência Brasil | Polícia

O diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, recebeu a sinalização de que não vai continuar no cargo no novo governo de Jair Bolsonaro (PSL), que toma posse em janeiro. O juiz federal Sergio Moro, escolhido para ser ministro da Justiça e da Segurança Pública a partir do ano que vem, está formando o grupo que vai levar a Brasília. O futuro ministro já deu indicações de que o perfil de sua equipe será de investigação.

 

O delegado Maurício Valeixo, atual superintendente da Polícia Federal do Paraná, é um dos principais nomes do juiz federal Sérgio Moro, cotado para assumir o posto de diretor-geral da polícia ou fazer parte do primeiro escalão do ministério. Os dois se conhecem há quase 15 anos e trabalharam juntos em diversos momentos segundo informações do Folhapress.

 

Valeixo foi diretor de Combate ao Crime Organizado (Dicor), o terceiro mais importante na hierarquia, na gestão de Leandro Daiello na direção-geral da PF. Ele também foi peça-chave na intermediação da prisão do ex-presidente Lula, em abril. Além de ter um perfil mais administrativo, setor preponderante na sua carreira, Rogério Gallorotem pouca proximidade com Sérgio Moro. O atual chefe da polícia é também membro do comitê executivo da Interpol.

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16 de Nov // Bahia Notícias | Polícia

Um dos suspeitos do latrocínio do professor universitário Danilo Fortuna Mendes de Souza, de 36 anos, ocorrido em setembro deste ano no Rio Vermelho, em Salvador, teve mandado de prisão temporária cumprido por policias da 1ª Delegacia de Homicídios Atlântico (DH/Atlântico). Segundo informações da Polícia Civil, o mandado foi cumprido na quarta-feira (14). A notícia, no entanto, foi divulgada apenas nesta sexta-feira (16).

 

Átila Santos de Souza já estava preso desde o dia 1ª de novembro. Ele, que responde a quatro processos por roubo, cumpria pena em regime semiaberto por outros crimes, mas estava foragido do sistema prisional. Enquanto Átila estava preso, a polícia seguiu com as investigações sobre a morte do professor, e o suspeito foi reconhecido por testemunhas.

 

“Nós solicitamos a prisão temporária dele, que foi deferida pela Justiça, após as investigações apontarem sua participação no crime", explicou a delegada Marta Karine, coordenadora da 1ª Delegacia de Homicídios. Outro envolvido no latrocínio do professor, Anselmo da Conceição também está com mandado de prisão em aberto e segue foragido. Qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito pode ser encaminhada à Polícia Civil.

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15 de Nov // G1 | Polícia

A TV Globo teve acesso com exclusividade ao inquérito que apura as execuções da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes na região central do Rio. Oito meses depois, a polícia acumula milhares de páginas, mas ainda tem poucas conclusões. Uma delas é de que uma terceira pessoa estava no carro usado pelos bandidos no dia 14 de março – antes, acreditava-se que eram dois criminosos.

 

Uma das principais dificuldades dos investigadores é que câmeras da prefeitura no local do crime não estavam funcionando. Mas novas imagens de uma câmera que registrou o carro de frente, antes de chegar ao local do crime, revelam um homem ao lado do motorista, no banco do carona. As imagens já conhecidas mostravam um outro homem no banco de trás.


Apesar da película escura nos vidros do veículo, com um programa de computador, os analistas identificaram a presença de uma pessoa no banco do carona do carro segundo informações do G1. Enquanto o Cobalt usado pelos bandidos está parado na Lapa, dá para ver, no interior do carro, uma luz intensa no painel, que reflete na janela do motorista. Mas o que se acreditava ser um celular, segundo o inquérito era o reflexo de uma luz.

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12 de Nov // Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil | Polícia

A Polícia Federal induziu a Justiça a erro com a prisão de Joesley Batista, sócio da JBS, nesta última sexta-feira (9), segundo o advogado André Callegari, que cuida da defesa do empresário. "O delegado da PF fala em omissão, uma palavra forte, mas não cita qual foi a omissão. Não há omissão alguma. A prisão não tem fundamento. A colaboração da JBS é a mais consistente já feita no Brasil", diz Callegari.

 

Joesley, o ex-vice-governador de Minas Antonio Andrade e o ex-ministro Neri Gueller foram presos por cinco dias sob acusação de obstrução de Justiça e pagamento de suborno para ajudar a JBS no Ministério da Agricultura. O advogado de Joesley diz que todos os fatos narrados no relatório da PF que resultou na prisão foram apresentados pelo próprio empresário.

 

Todas as provas do inquérito da PF, segundo o advogado da JBS, foram entregues pela companhia. A PF disse que a Operação Capitu foi desencadeada a partir da delação do operador financeiro e doleiro Lucio Bolonha Funaro, mas a defesa da JBS contesta essa informação. Callegari afirma que o acordo de delação da JBS narrou o suborno a integrantes do Ministério da Agricultura e do MDB em maio do ano de 2017 segundo o Folhapress.

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10 de Nov // | Polícia

A Polícia Federal concluiu que o ex-ministro Geddel Vieira Lima e seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB), cometeram o crime de peculato ao pagarem empregados domésticos com verbas da Câmara dos Deputados. O delegado Bruno Benassuly Maues Pereira, que assina o relatório final da autoridade policial, encaminhou o documento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, relator do inquérito.

 

Ex-ministro está preso no Complexo da Papuda, em Brasília desde o início deste ano. Resta ainda uma última diligência que será realizada pela Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise da Procuradoria-Geral da República. Depois, caberá à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidir se oferecerá uma denúncia contra os políticos segundo o Estadão.

 

O relatório da Polícia Federal narra que nas mais de trinta inquirições realizadas confirmou-se que o deputado federal Lúcio Vieira Lima e família "se utilizavam de indicações de secretários/assessores parlamentares para contratar pessoas para exercer funções de cunho pessoal, sem qualquer ligação com a atividade parlamentar, incluindo piloto, motoristas que dirigiam para esposas e filhos dos parlamentares e empregados domésticos".

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09 de Nov // Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Polícia

A Polícia Federal afirmou hoje (9), que as investigações da Operação Capitu, deflagrada em cinco estados, deixaram claro que o empresário Joesley Batista, um dos sócios do Grupo J&F, dono da JBS, “mentiu e ocultou fatos” na delação premiada que firmou no âmbito da Operação Lava Jato. Para um dos delegados responsáveis pela apuração, o objetivo de Joesley era “tirar” a PF “da linha de investigação correta”.

 

Ele está entre os presos na ação. “A PF descobriu omissões intencionais e contradições graves que colocam em cheque a credibilidade da delação. Isso caracterizou obstrução de Justiça e prejuízo à instrução criminal do inquérito. Mentiram e omitiram sobre pontos. Há indícios fortes disso”, disse o delegado da Polícia Federal em Minas Gerais Mario Veloso.


Segundo Veloso, a delação pretendia “tirar a PF da linha de investigação correta, levando ao interesse desses colaboradores, colocando em risco a própria credibilidade da PF, responsável pela investigação, do MP e da própria Justiça”. O delegado afirmou que quando as conclusões das investigações foram confrontadas com delações, houve quatro oportunidades para que os colaboradores fornecessem informações, o que não ocorreu.

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09 de Nov // Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Sena | Polícia

O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), os ex-executivos da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud, além de outras sete pessoas, foram presos nesta sexta-feira (9), em uma operação que investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

 

Os 19 mandados de prisão temporária e 63 de busca e apreensão são cumpridos no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso. A PF fez buscas no gabinete do vice-governador de MG, que também chefiou a Agricultura de março de 2013 a março de 2014. Ele foi preso em uma fazenda em Vazante, no Noroeste de Minas.

 

O advogado de Joesley disse não conhecer os fundamentos da prisão e que não iria se manifestar. Batizada de Capitu, a operação é um desdobramento da Lava Jato e feita em conjunto com a Receita Federal. A operação é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB.

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08 de Nov // G1 | Polícia

A Polícia Federal cumpriu mandados de prisão contra 10 deputados estaduais do Rio e mais 12 pessoas em um desdobramento da Lava Jato. Entre os alvos da Operação Furna da Onça também está Affonso Monnerat, secretário de governo Fernando Pezão. O governador não é investigado. As investigações apontam que os envolvidos recebiam propinas que variavam de R$ 20 mil a R$ 100 mil - além de cargos.

 

Três dos parlamentares foram presos no ano passado: Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi. O deputado estadual Chiquinho da Mangueira foi preso por volta das 7h25 desta quinta-feira (7); André Corrêa, seu colega de Alerj e ex-secretário de Meio Ambiente, às 8h10. A investida, desta vez, mira esquema de compra de apoio político de parlamentares.

 

O alvo é o grupo político da base do MDB do ex-governador Sérgio Cabral. O nome da operação é referência a uma sala de reuniões localizada ao lado do plenário da Alerj onde deputados se reúnem para rápidas discussões. De acordo com as investigações, a organização criminosa, chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral, pagava propina a vários deputados estaduais, a fim de que patrocinassem interesses do grupo criminoso na Assembleia.

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07 de Nov // G1 | Polícia

Doze pessoas foram presas durante as duas operações da Polícia Federal que teve o objetivo de desarticular duas organizações criminosas especializadas em fraudar licitações e desviar recursos públicos, que atuavam em diversos municípios da região sul da Bahia. De acordo com a PF, uma outra pessoa foi presa em flagrante, por posse ilegal de arma de fogo. A identidade dos suspeitos presos não foi divulgada.

 

O órgão apura fraude de R$ 34 milhões de empresários que eram beneficiários do Bolsa Família. 11 suspeitos, que tinham mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Federal, foram presos e dois se encontram foragidos. A Polícia Federal informou que 50 mandados de busca foram cumpridos, nas casas dos suspeitos, empresas e prefeituras.

 

Foram apreendidos documentos, computadores, celulares e cerca de R$ 18 mil segundo o G1. Segundo o órgão, o material será utilizado nas investigações. As buscas foram feitas nas prefeituras de Aurelino Leal, Barra do Rocha, Buerarema, Camacã, Camamu, Eunápolis, Gongogi, Ibirapitanga, Ibirataia, Igrapiúna, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Itagibá, Itapé, Ituberá, Maraú, Nazaré, Santa Luzia, Ubaitaba, Ubatã, Valença e Wenceslau Guimarães.

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07 de Nov // G1 | Polícia

Um homem foi preso suspeito de matar a facadas a companheira grávida na cidade de Barreiras, na região oeste da Bahia, durante uma briga. O crime ocorreu na noite do último sábado (3), dentro do apartamento onde o casal morava, no Residencial Boa Sorte. Os dois filhos do casal, um criança de 2 e outra de 4 anos, presenciaram o homicídio. A Polícia Civil informou que o suspeito deverá responder pelo crime de feminicídio.

 

O suspeito, Rafael Silva dos Santos, de 25 anos, foi localizado no município de Igaporã, localizado no sudoeste do estado. A Polícia Civil informou que o homem fugiu com o filho menor para a cidade após cometer o crime. A vítima foi Girlane Santana Silva, de 20 anos. Ainda de acordo com a polícia, o homem confessou o homicídio contra a companheira.

 

Segundo a polícia, no dia do crime, PMs foram acionados e encontraram a jovem morta dentro de um dos quartos da casa. A equipe da polícia civil também compareceu no local para levantar informações, mas não houve manifestação de testemunhas que teriam presenciado o crime. Vizinhos disseram somente ter ouvido uma briga com gritos e, logo em seguida, viram o suspeito sair da residência com o filho caçula do casal, de 2 anos.

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06 de Nov // Foto: Gazeta Press | Polícia

O delegado da Polícia Civil de São José dos Pinhais, Amadeu Trevisan, acredita que Cristiana Brittes e a filha dela Allana mentiram em depoimento. Segundo o delegado, a família será indiciada por homicídio qualificado e coação de testemunhas. De acordo com Trevisan, as duas combinaram uma versão com Edison Brittes Júnior, suspeito de ter matado o jogador Daniel, marido de Cristiana e pai de Allana.

 

"Eles estão mentindo", disse o delegado. O corpo de Daniel Corrêia, foi encontrado no dia 27 de outubro na região de Curitiba. Cristiana e Allana foram ouvidas pela polícia ontem (5). Edison Júnior teve o depoimento adiado na manhã desta terça-feira porque seu advogado não compareceu à delegacia, mas em entrevista à RPC confessou ter matado o jogador.

 

Edison Júnior diz que reagiu "sob forte emoção" ao ver Daniel deitado ao lado da sua esposa segundo o G1. O empresário alega que o jogador tentou estuprar Cristiana. "Já conseguimos reconstruir tudo que aconteceu na casa no dia do assassinato. Vamos ouvir mais algumas testemunhas hoje e teremos o depoimento do Edison amanhã", explicou Trevisan. Ainda segundo Trevisan, não há provas de que o jogador tentou estuprar Cristiana.

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02 de Nov // G1 | Polícia

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que a Polícia Federal (PF) passe a investigar novas suspeitas relacionadas às investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. As informações são da Procuradoria-Geral da República (PGR). O pedido da procuradoria foi feito na noite desta última quarta-feira (31).

 

A vereadora e seu motorista foram assassinados em março deste ano, dentro de um carro na Região Central do Rio de Janeiro segundo informações do G1. Raquel Dodge informou ao ministro Raul Jungmann que foram tomados dois depoimentos no Rio Grande do Norte sobre as novas suspeitas e pediu a Jungmann a adoção de providências imediatas.

 

Dodge também pediu que a Polícia Federal dê proteção às famílias dos novos depoentes. Os detalhes sobre os suspeitos e as linhas de apuração são mantidos em sigilo pela justiça. O pedido não trata de federalização da investigação. A decisão sobre a federalização cabe ao Superior Tribunal de Justiça que pode determinar ou não que a Polícia Federal assuma uma investigação quando há suspeita de fraude ou omissão nas apurações.

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01 de Nov // G1 | Polícia

Uma loja da Magazine Luiza foi invadida por assaltantes e 28 pessoas que estavam no local, entre clientes e funcionários, foram feitos reféns, nesta quinta-feira (1º), na Estrada do Coco, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Uma das vítimas é uma bebê. Ninguém ficou ferido. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, a ação durou mais de 3h. Quatro homens foram presos.

 

Os suspeitos planejavam roubar mercadorias do estabelecimento, mas foram surpreendidos por policiais civis e militares. Durante a ação, os criminosos usaram uma arma dos seguranças da loja para ameaçar as vítimas. Os reféns foram liberados aos poucos, após negociação com policiais do Bope e da Coordenação de Operações Especiais da Polícia Civil.

 

O primeiro grupo, com 21 vítimas, entre elas a bebê, foi liberado pelos criminosos às 15h35. As outras 7 pessoas, no entanto, continuaram reféns até por volta das 16h, quando o último suspeito da ação se entregou. Ele foi identificado como Antônio Jorge Peluso. Os outros três presos foram capturados no momento em que tentavam fugir do estabelecimento com um caminhão e um veículo com produtos roubados, cerca de 30 minutos antes.

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31 de Out // Foto: David Ramos / Getty Images | Polícia

O juiz encarregado de julgar as irregularidades da transferência de Neymar ao Barcelona acredita que o atacante poderá ser condenado a até seis anos de prisão, informaram fontes judiciais próximas ao caso. Além do atleta, também serão julgados os pais do craque, o presidente do Barcelona, Josep Bartomeu, e seu antecessor, Sandro Rosell. O processo foi aberto a partir de uma denúncia do grupo brasileiro DIS.

 

O grupo é do ex-dono de parte dos direitos federativos do atleta, que se considera prejudicado na transferência de Neymar em 2013. Nesta quarta-feira (31), o juiz José María Vázquez Honrubia considerou que a acusação feita pode render uma condenação "de quatro a seis anos de prisão", para Neymar, segundo um relatório do magistrado que a agência AFP teve acesso.

 

Como o brasileiro pode receber sentença superior a cinco anos de prisão, o julgamento deverá ter três juízes. Com isso, a audiência pode atrasar e segue sem data para começar. Inicialmente, o Barcelona divulgou que a transferência girou em torno de 57,1 milhões de euros (40 milhões para a família de Neymar e 17,1 para o Santos), no entanto, a justiça espanhola afirma que o verdadeiro valor da negociação seria de 83,3 milhões de euros.

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27 de Out // Foto: Divulgação | Polícia

A Polícia Federal quer saber de que números de telefone e de que dispositivos partiram mensagens em massa durante a eleição por meio do WhatsApp. A PF enviou nesta semana um ofício para a empresa requisitando essas e outras informações, inclusive o conteúdo do material transmitido pelo aplicativo. A polícia quer identificar se as mensagens eram negativas ou positivas em relação aos candidatos.

 

Um inquérito foi instaurado após a Folha revelar a atuação de empresários apoiadores de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, na compra de pacotes de mensagens para disseminar material antipetista (Fernando Haddad, do PT, é o adversário de Bolsonaro no 2º turno). A prática é ilegal e tornou-se também alvo de investigações no âmbito da Justiça Eleitoral.

 

A polícia se diz pessimista sobre o tipo de ajuda que o WhatsApp poderá fornecer aos investigadores. O caso está sob sigilo. A investigação tem prazo inicial de 30 dias, mas pode ser prorrogada. Nos últimos anos, a empresa, em alguns casos, tem informado às autoridades não ter acesso a dados e, por isso, diz não ter como ajudar. Logo após a reportagem da Folha de S.Paulo, o WhatsApp bloqueou contas suspeitas de fazer disparos.

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24 de Out // G1 | Polícia

O presidente nacional do PROS, Euripedes Júnior, se apresentou à Polícia Federal ontem (23) em Brasília. Ele estava sendo procurado desde a semana passada quando foi deflagrada a Operação Partialis que apura desvio de recursos públicos federais destinados à saúde no Pará. Apesar de ser alvo de mandado de prisão, Euripedes Júnior não foi detido e também não prestou depoimento porque o período eleitoral não permite.

 

Nenhum eleitor pode ser preso, salvo em flagrante ou por condenação de crime inafiançável, a partir de cinco dias antes da eleição e dois dias depois de encerrada a votação, ou seja, a partir de terça-feira (23) até a próxima terça (30), Euripedes não pode ser preso. Euripides estava sendo procurado pela Polícia Federal e também estava com nome na lista da Interpol.

 

O advogado de Euripedes, Bruno Pena, negou que o presidente do PROS estivesse foragido. A defesa informou, ainda, que está buscando revogar a ordem de prisão e que se isso não for possível, Euripedes vai se apresentar à PF na próxima terça-feira (30). A Operação Partialis investiga um suposto esquema de desvios de mais de 2 milhões de reais em contratos da prefeitura de Marabá para compra de gases medicinais no interior do Pará.

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22 de Out // Foto: José Cruz/Agência Brasil | Polícia

A Polícia Federal abriu 469 inquéritos para investigar crimes eleitorais no 1º turno da campanha. A informação é do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Além disso, 455 pessoas foram conduzidas para depoimentos e outros 266 apreendidos. De acordo com o ministro, os principais crimes registrados foram propaganda eleitoral irregular, promoção de informações falsas e compra de votos.

 

“Aqueles que têm interesse de produzir notícias falsas fiquem sabendo que não existe anonimato na internet e a Polícia Federal tem tecnologia e recursos humanos para chegar neles aqui ou em qualquer lugar do mundo”, alertou. Jungmann participou ontem (21), no Tribunal Superior Eleitoral, de uma entrevista convocada pela presidente do tribunal, ministra Rosa Weber.

 

Na ocasião, perguntada se a Justiça Eleitoral falhou no combate às notícias falsas (fake news) durante a campanha eleitoral deste ano, a ministra Rosa Weber respondeu que não viu falhas na ação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas reconheceu que não esperava que a onda de desinformação se voltasse contra a própria instituição e que ainda não há uma solução para impedir o problema segundo informações da Agência Brasil.

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21 de Out // Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil | Polícia

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar esquemas de disseminação massiva de fake news nas eleições. A investigação foi instaurada nos termos solicitados na véspera pela procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge. Dodge pediu a apuração de "eventual utilização de esquema profissional, por parte das campanhas [seja de Bolsonaro, seja de Haddad], com o propósito de propagar notícias falsas".

 

A iniciativa foi tomada após a Folha de S. Paulo noticiar, nesta última quinta-feira (18), que empresários apoiadores do candidato Jair Bolsonaro pagaram empresas para propagar mensagens contrárias ao PT, em massa, no Whatsapp. A investigação da PF tem prazo inicial de 30 dias, mas pode ser prorrogada. Será conduzida pela sede do órgão em Brasília.

 

No documento em que requer a investigação, enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a procuradora-geral cita também reportagens do jornal O Globo, publicada na sexta (19), e da BBC (publicada em dezembro de 2017) sobre o disparo, em grandes proporções, de informações que, no entendimento dela, "em tese, podem caracterizar ofensas aos dois candidatos, partidos políticos ou coligações e, também, com conteúdos inverídicos".

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18 de Out // Foto: Reprodução / EBC | Polícia

A Polícia Federal (PF) encontrou mensagens eletrônicas trocadas pelo ex-assessor de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, com um integrante da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR). As mensagens, registradas em 2016, envolvem o secretário-geral da gestão da PGR, Alexandre Camanho, e foram encontradas após quebra de sigilo do ex-deputado Rocha Loures, o “homem da mala”.

 

As mensagens indicam que o procurador Alexandre Camanho tinha uma relação próxima com Rocha Loures, que na época era o braço-direito do então vice-presidente Michel Temer. Alexandre Camanho indica nomes para o ministério do presidente e sugere repassar informações ao presidente por meio de Rocha Loures segundo informações do jornal O Globo.

 

Ainda de acordo com o veículo, em um dos diálogos, Camanho diz ao assessor que tinha um “assunto importante e urgente” para tratar, mas pede que seja fora do Palácio por ser “muito expositivo”. Alexandre Camanho é atualmente um dos principais auxiliares da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Na época das conversas, Raquel Dodge ainda não era procuradora-geral da República e Camanho não era subordinado a ela.

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17 de Out // Foto: Lula Marques/ Agência PT | Polícia

O presidente Michel Temer lidera um esquema de corrupção há mais de 20 anos, desde a época em que era deputado federal por São Paulo, apontou a conclusão do inquérito dos Portos, entregue na terça-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A PF indiciou Temer e outras dez pessoas, entre elas a filha dele, Maristela Temer, e o coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente.

 

Além disso, o órgão pediu o bloqueio de bens de todos os suspeitos e a prisão de quatro deles. O presidente é acusado de ter recebido propina, paga por meio de Lima Filho, para editar uma Medida Provisória que beneficiou empresas do setor de portos. Em maio de 2017, Temer ampliou os contratos de concessões de empresas portuárias de 25 para 35 anos.

 

As concessões também poderiam ser prorrogados sucessivamente, até 70 anos. Segundo o inquérito, empresários do setor portuário procuraram Temer, quando ele ainda era vice-presidente, em 2013. Naquela época, a presidente Dilma Rousseff aprovou uma mudança na lei do Portos, de 1993 segundo informações do G1. No entanto, Dilma vetou 13 itens da medida provisória proposta pela Câmara dos Deputados e Senado, na chamada MP dos Portos.

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17 de Out // G1 | Polícia

A perícia realizada pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) concluiu que o incêndio que atingiu o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em Salvador, foi provocado por um curto-circuito na rede elétrica do imóvel localizado no CAB. Com isso, foi descartada a existência de ação criminosa. A informação foi divulgada pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) na noite desta última terça-feira (16).

 

A conclusão é baseada em indícios encontrados pelos peritos da Coordenação de Engenharia, que mostram que as chamas tiveram início na instalação elétrica. O sistema não passava por reparos há 14 anos, segundo o presidente da Casa, Ângelo Coronel, na época do inêndio. A presença de materiais inflamáveis utilizados na reforma do imóvel facilitaram a propagação do fogo.

 

O caso estava sob investigação da 11ª Delegacia Territorial de Salvador (DT/Tancredo Neves). Com o laudo pronto, o inquérito foi encaminhado para o Ministério Público da Bahia (MP-BA). O incêndio ocorreu no último dia 28 de julho deste ano. Desde então, o prédio estava interditado e as sessões estavam sendo realizadas no edifício anexo Senador Jutahy Magalhães, que fica ao lado da sede da Alba, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

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11 de Out // G1 | Polícia

Um novo bafômetro, que consegue captar o cheiro do álcool no ar, começou a ser usado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia, nesta quinta-feira (11), véspera do feriado prolongado do dia 12 de outubro. Segundo a PRF, além de trechos da BR 324 em Salvador, os novos equipamentos serão utilizados pela PRF em Simões Filho, Feira de Santana, Jequié e Vitória da Conquista.

 

O equipamento capta a presença de álcool dentro do carro abordado e, em seguida, indica se o condutor deve realizar o teste tradicional, assoprando o bafômetro. Caso não seja constatada a presença de álcool, o aparelho acende uma luz verde e o policial libera o motorista. Se existir algum indício de álcool, ainda que mínimo, aparece uma luz amarela.

 

Já a luz vermelha indica que no local há muito álcool, o que significa que o condutor, realmente, tem que ser parado e submetido ao teste de alcoolemia pelo bafômetro tradicional. A PRF disse ainda que o motorista pode se negar a falar, mas que a negação ao teste é uma infração de trânsito gravíssima, que tem a mesma penalidade de dirigir depois de beber álcool, com multa de R$ 2.934,70 e possibilidade de suspensão por 12 meses da CNH e retenção do veículo.

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10 de Out // Foto: Reprodução / JN | Polícia

O ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) foi preso nesta quarta-feira (10) enquanto prestava depoimento à Polícia Federal na Operaçã Cash Delivery, que investiga pagamento de propinas em campanhas eleitorais, em Goiânia segundo informações do G1. O advogado dele, Antônio Carlos Almeida, conhecido como Kakay, confirmou a informação e declarou estar "perplexo" com a prisão do ex-governador.

 

O ex-governador tinha depoimento marcado para as 15h, mas teria chegado duas horas mais cedo e entrado pelos fundos para evitar os jornalistas. Segundo a defesa de Perillo, ele "recebeu o decreto de prisão quando estava iniciando o seu depoimento [...] e optou por manter o depoimento por ser o principal interessado no esclarecimento dos fatos".

 

A assessoria de comunicação da Polícia Federal informou ao G1 que o ex-governador Marconi Perillo continuava em depoimento às 16h30. A corporação disse ainda que o mandado dele é de prisão preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. Motoristas que passavam em frente ao prédio buzinavam em apoio à detenção. O político é considerado suspeito de receber R$ 12 milhões em propina de empreiteiras para os pleitos eleitorais em 2010 e 2014.

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10 de Out // G1 | Polícia

Após audiência de custódia realizada na tarde desta terça-feira (9), a Justiça decretou a prisão preventiva de Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, suspeito de matar o mestre de capoeira Moa do Katendê, durante uma discussão política na madrugada de segunda-feira (8). A decisão foi do juiz Horácio Pinheiro. Agora, o suspeito será encaminhado para o sistema prisional, onde vai aguardar o julgamento.

 

Romualdo Rosário da Costa, mais conhecido como mestre Moa, de 63 anos foi esfaqueado após dizer ao suspeito do crime, que era contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e que tinha votado no PT. Paulo foi preso e confessou o crime. O primo da vítima, Germínio do Amor Divino Pereira, que ficou ferido no mesmo ataque, teve alta ontem.

 

Divino Pereira contou como o crime aconteceu. O compositor, dançarino capoeirista, ogã-percussionista, artesão e educador na propagação da cultura afro-brasileira completaria 64 de vida no dia 29 de outubro. O músico baiano Gilberto Gil usou as redes sociais nesta última terça-feira (9), para homenagear a vítima. O cantor baiano destacou em uma publicação pelo Instagram, a contribuição cultural do capoeirista para o estado e outros legados.

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08 de Out // G1 | Polícia

O mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, que foi morto em Salvador, na madrugada desta segunda-feira (8), foi esfaqueado após dizer ao suspeito do crime, identificado como Paulo Sérgio Ferreira de Santana, que era contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) segundo informações do G1. Homem foi preso e confessou o crime.

 

Conforme a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), durante uma conversa em um bar da localidade do Dique Pequeno, que fica no Engenho Velho de Brotas, a vítima, que tinha 63 anos, se mostrou contrária à posição política do suspeito, que se aproximou do grupo em que ele estava para dizer que era eleitor do candidato Jair Bolsonaro.

 

Segundo informações da SSP, o suspeito, que tem 36 anos, reagiu com violência após ouvir o mestre de capoeira afirmar que o grupo com o qual ele estava votava no PT. Em seguida, Paulo saiu do bar e foi em casa, onde pegou uma faca do tipo peixeira e depois retornou para o local onde Moa estava e esfaqueou o capoeirista. Um outro homem que estava no local, que é parente de Moa, foi atingido no braço e levado para o Hospital Geral do Estado.

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08 de Out // Foto: Adenilson Nunes / BNews | Polícia

Paulo Sérgio Ferreira Santana, de 36 anos, foi preso em flagrante por policiais militares, na madrugada desta segunda-feira (8), logo após ter assassinado o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, de 63 anos. Ele foi apresentado à imprensa no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Pituba, após ser detido em casa, por policiais militares.

 

O crime ocorreu em um bar localizado nas imediações do Dique do Tororó, em Salvador. Além da morte, Paulo Sérgio ainda foi responsável por ferir um parente da vítima, identificado como Germínio Pereira, 51, com a mesma faca usada para assassinar o mestre de capoeira. "Tivemos um homicídio consumado e um tentado", confirmou a delegada Milena Calmon.

 

No entato, a responsável pelo caso destaca que é precoce dizer que o suspeito é apoiador de Bolsonaro, mas que a discussão iniciou por causa de divergência política. "A gente está agora ouvindo testemunhas [que deverão ser ouvidas ainda nesta segunda e vamos puxar todo perfil dele. Isso ainda não tem nada definido sobre política. Falou em depoimento que estava discutindo sobre política e em seguida a vítima teria lhe ofendido verbalmente".

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04 de Out // G1 | Polícia

Um homem de 40 anos morreu em confronto com policiais militares após invadir uma casa e manter a ex-companheira e a filha, de 7 anos, em cárcere de privado por quase 7 horas. O caso ocorreu na terça-feira (2), em Paulo Afonso. De acordo com Polícia, após atirar contra os policiais, o homem tentou pular o muro da casa para fugir e acabou baleado.

 

Conforme a polícia, a ex-mulher do suspeito, o atual marido dela e a filha dele estavam na residência quando Fernando Francisco da Silva chegou ao local, que fica na Rua Men de Sá, por volta das 13h. O marido dela percebeu que o suspeito estava armado, se escondeu e conseguiu fugir segundo informações do G1.

 

Segundo a Polícia Civil, Fernando da Silva ameaçou as duas reféns de morte e arranhou a perna da ex-mulher após tentar estuprá-la. O marido dela chamou a polícia por volta das 20h, que foi para o local do crime. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi encaminhado para o Hospital de Paulo Afonso, mas não resistiu aos ferimentos. Um revólver calibre 38, munições, cinco pedras de crack e cerca de R$ 300 foram apreendidas.

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02 de Out // Bocão News | Polícia

No próximo domingo (7), mais de 25 mil policiais militares e civis vão atuar em todo a Bahia. O policiamento será montado a uma distância de 100 metros dos 9.576 locais de votação e haverá patrulhamento no entorno das seções eleitorais. Em casos de flagrante, os autores serão encaminhados para a Polícia Federal ou Delegacias Territoriais.

 

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a escolta das urnas até os locais de votação e a guarda das seções eleitorais para impedir a violação dos equipamentos ficarão a cargo da Polícia Militar, que também vão prevenir crimes eleitorais, como transporte clandestino de eleitores, compra de votos e desordens nas seções.

 

Os policiais dos departamentos de Polícia Metropolitana (Depom) e de Polícia do Interior (Depin) vão trabalhar em regime especial, com efetivo reforçado, além do efetivo da Coordenação de Operações Especiais (COE), que ficará de prontidão. Equipes formadas por delegados titulares, coordenadores regionais, escrivães e investigadores reforçarão todas as unidades do estado durante o processo eleitoral segundo informações do Bocão News.

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02 de Out // Foto: Reprodução / EBC | Polícia

A Polícia Federal instaurou, de janeiro até o momento, 1.659 inquéritos e 11 termos cinscunstanciados a fim de apurar possíveis crimes eleitorais. O estado do Rio de Janeiro é o que consta o maior número de investigações em andamento, 533. O Ceará é o segundo na lista com 108 investigações, seguido por São Paulo (92) e Rio Grande do Sul (82).

 

As apurações já resultaram em 120 apreensões que somadas alcançam a cifra de R$ 10,7 milhões. Os dados foram divulgados pela PF durante a inauguração do Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições (CICCE), criado para acompanhar em tempo real todas as demandas de investigações de crimes eleitorais.

 

O CICCE fica instalado em Brasília, mas vai centralizar as informações sobre apurações de todo Brasil, entre elas, as que envolvem a produção e disseminação de fake news. De acordo com o Estadão, integram o CICCE, além da Polícia Federal, representantes do TSE, Procuradoria-geral Eleitoral, Conselho de Controle de Atividade Financeira (COAF), Tribunal de Contas da União, Agência Brasileira de Inteligência e outros nove órgãos públicos.

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01 de Out // | Polícia

Uma avaliação psiquiátrica realizada por um profissional particular, a pedido da defesa de Adelio Bispo de Oliveira, agressor do deputado federal Jair Bolsonaro (PHS), apontou insanidade mental. De acordo com os exames, Adélio sofre de distúrbios que alteram sua percepção da realidade. Adélio está preso desde o último dia 6 de setembro.

 

As informações foram obtidas pelo jornal Correio Braziliense por meio de fontes ligadas às investigações. Adelio foi preso em flagrante, logo após esfaquear Jair Bolsonaro no abdome em 6 de setembro, quando o candidato do PSL fazia campanha no calçadão da rua Halfeld na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

 

Durante o primeiro inquérito para investigar o caso, que conclui que Adelio agiu sozinho, a Polícia Federal não solicitou exame psiquiátrico, por considerar que não seria uma atribuição dos investigadores. Para a PF, o agressor agiu por "divergências ideológicas" ao tentar matar o candidato do PSL à Presidência. O capitão reformado do Exército ficou quase um mês internado, primeiro na Santa Casa da cidade mineira e, depois, no Hopsital Albert Einstein.

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27 de Set // Foto: Reprodução / UOL | Polícia

Deflagrada na manhã da última quarta-feira (26), a Operação Lava Jato 55 descobriu um imóvel em Curitiba, onde teria funcionado um comitê clandestino de campanha do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O endereço é na Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 2863, no bairro de Água Verde, e atualmente abriga um lar para idosos.

 

Por conta disso, o espaço não foi alvo de buscas da Polícia Federal (PF), na Operação Integração II, 55ª fase da Operação Lava Jato. A operação policial teve como ponto de partida a delação premiada do ex-diretor-geral do Departamento de Estrada de Rodagem (DER) no Estado, Nelson Leal Júnior.

 

De acordo com a publicação, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) reuniram provas da colaboração, que culminou na prisão do irmão de Beto Richa e seu ex-secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, também conhecido como Pepe Richa. Outros 18 mandados de prisão foram expedidos pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

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26 de Set // G1 | Polícia

Um levantamento feito pela Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), vinculada à Polícia Militar da Bahia, aponta que 1.231 animais silvestres foram apreendidos em 2018, em todo o estado segundo informações do G1. Isso significa que foi apreendida uma média de quatro animais silvestres na Bahia em cada dia deste ano.

 

Somente na última grande operação, realizada na segunda-feira (24), em Feira de Santana, mais de 358 aves silvestres foram apreendidas em uma feira livre. De acordo com informações da Polícia Militar, os animais e o material estavam com 20 pessoas, que foram encaminhadas para a Central de Flagrantes.

 

Na unidade, o grupo assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência e, em seguida, foi liberado. Segundo a Polícia Militar, quem mantém aves silvestres em cativeiro pode ter pena de seis meses a um ano de prisão. Em março, outra operação, desta vez em Salvador, apreendeu 22 aves silvestres da raça sphorophila nigricollis, conhecida popularmente como "papa-capim". Durante a ação, realizada no bairro do Cabula, doze homens foram presos.

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26 de Set // G1 | Polícia

Seis homens foram mortos e um ficou ferido na terça (26) durante uma operação conjunta das Polícia Federal , Polícia Rodoviária Federal e das Polícias Militar de Pernambuco e da Bahia. Os homens faziam parte de uma quadrilha que estava tentando assaltar um avião de transporte de valores na pista de pouso do aeroporto de Salgueiro, Pernambuco.

 

O dinheiro seria utilizado para abastecer um banco da cidade. De acordo com informações da Polícia Federal, os assaltantes invadiram a pista no momento da aterrissagem do avião e abordaram o os vigilantes dos carros-fortes que transportariam o dinheiro. Os bandidos atiraram no piloto e o obrigaram a parar a aeronave.

 

Durante a tentativa de roubo teve troca de tiros entre a polícia e os criminosos segundo o G1. Nenhuma quantia foi roubada. A Políica Federal informou que além dos seis mortos e do homem que ficou ferido, outros quatro integrantes da quadrilha foram presos. Com os suspeitos mortos, a polícia encontrou seis fuzis AK 47 e uma pistola ponto 50. A polícia disse que continua realizando buscas por outros integrantes da quadrilha que conseguiram.

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26 de Set // Foto: Ana Zimmerman/RPC | Polícia

A Polícia Federal (PF) cumpre 92 mandados judiciais na 55ª fase da Operação Lava Jato na manhã desta quarta-feira (26) em cidades do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo segundo o G1. Um dos alvos de prisão temporária é o empresário Luiz Abi Antoun, conforme o delegado Joel Cicotti, de Londrina, no norte do Paraná.

 

O empresário é primo do ex-governador Beto Richa (PSDB). O advogado dele Anderson Mariano, disse que o cliente está em viagem ao Líbano, com autorização da Justiça Estadual. A passagem de retorno ao Brasil está marcada para outubro, para as audiências da Operação Publicano, de acordo com o advogado.

 

O diretor da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias João Chiminazzo Neto é alvo de uma ordem preventiva de prisão. A investigação mira os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, estelionato e peculato em um esquema relacionado à administração das rodovias federais no Paraná. Um dos esquemas, intermediado pela ABCR, movimentou R$ 240 mil mensais em 2010 em propina, segundo o MPF.

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26 de Set // G1 | Polícia

A Polícia Federal instaurou nesta última terça-feira (25) o segundo inquérito que tem como objetivo dar continuidade às investigações e apurar a participação de outras pessoas no ataque contra o candidato à Presidência da República pelo PSL, deputado Jair Bolsonaro, no início deste mês, em Juiz de Fora, na Zona da Mata em Minas Gerais.

 

De acordo com o delegado Regional de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais Rodrigo Morais, será investigado também o possível envolvimento de uma organização criminosa no atentado. “Vamos apurar se Adélio tem alguma conexão com algum grupo ou organização criminosa”, informou Morais.

 

No entanto, o delegado Rodrigo Morais afirmou, em entrevista à TV Globo, que todas as informações e dados colhidos até o momento sustentam que Adélio Bispo de Oliveira não teve ajuda de ninguém na hora da agressão. O atentado contra Bolsonaro ocorreu no último dia 6 durante uma caminhada que ele realizava com simpatizantes de sua campanha em uma das ruas do centro de Juiz de Fora em Minas Gerais segundo informações do G1.

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26 de Set // Foto: Divulgação | Polícia

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia não possui dados e estatísticas sobre a ocorrência de denúncias sobre casos de importunação sexual e atos libidinosos contra pessoas em locais públicos no estado. O tema se tornou lei na segunda (24), a partir da sanção do presidente em exercício, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

 

A lei torna crime atos de importunação sexual , além de aumentar a pena para a prática de estupro coletivo. O texto da lei caracteriza como importunação sexual o ato libidinoso praticado contra alguém, e sem a autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro.

 

A pena prevista é de um a cinco anos de cadeia. A lei também torna crime a divulgação, por qualquer meio, vídeo e foto de cena de sexo ou nudez ou pornografia sem o consentimento da vítima, além da divulgação de cenas de estupro. A proposta ganhou força quando foram registrados casos de homens que se masturbaram e ejacularam em mulheres em ônibus. Um dos episódios de maior repercussão ocorreu em São Paulo onde um foi preso.

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25 de Set // G1 | Polícia

A Justiça da Bahia determinou a prisão preventiva de duas pessoas que são donas de uma fazenda, na cidade de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia, onde suspeitos de assaltar um carro-forte escondiam drogas. A informação foi divulgada pela Polícia Civil. Os donos de propriedade ainda não tiveram mandado de prisão cumprido.

 

O assalto ao carro-forte ocorreu na última segunda (17), na cidade de Boa Nova, que é vizinha a Livramento de Nossa Senhora. Na quinta (20), durante uma operação contra o grupo, a polícia encontrou 400 kg de maconha, além de explosivos, enterrados na fazenda. Na ocasião, três suspeitos foram presos em flagrante.

 

Na última quarta-feira (19), um dia antes, um homem foi preso e outro morreu em confronto com policiais civis e militares, em uma outra propriedade. Durante a ação, R$ 177 mil foram recuperados e 600 kg de maconha apreendidos. Nas duas ações, foram apreendidos também munições de fuzil, uma pistola, 14 celulares e cinco carros, sendo um deles blindado. Os nomes deles não foram divulgados. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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23 de Set // Folhapress | Polícia

A Polícia Federal (PF) afastou a suspeita de que Adélio Bispo de Oliveira, que no último dia 6 tentou matar o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ) em Juiz de Fora (MG), tenha recebido pagamento em sua conta bancária para executar o crime. Adélio Bispo de Oliveira foi preso em flagrante após conseguir atingir Jair Bolsonaro com um golpe.

 

Ele está no Presídio Federal de Campo Grande no Rio Grande do Sul. A investigação concluiu que o dinheiro localizado com Oliveira tem apenas "origem sustentável", como uma rescisão recente pelo trabalho em um escritório de advocacia, e remuneração pelo trabalho de garçom, pelo qual recebia cerca de R$ 70 por dia.

 

A Polícia Federal apurou que o cartão de crédito internacional encontrado em poder de Adélio Oliveira na verdade nunca foi utilizado e foi emitido automaticamente pelo banco logo após o valor da mesma rescisão trabalhista ter sido depositado em sua conta. Em teorias conspiratórias compartilhadas em redes sociais, o cartão também foi citado como suposta evidência de que Oliveira teria recebido dinheiro de origem suspeita segundo o Folhapress.





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