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19 de Nov // Foto: Arquivo/Agência Brasil | Saúde

Autoridades do governo de Cuba anunciaram que cerca de 8 mil profissionais que atuam no programa Mais Médicos e que prestam serviços no Brasil retornarão antes do fim do ano. Representantes dos ministérios de Saúde Pública e do Transporte informaram que há um plano para o regresso "ordenado e seguro" dos médicos, que começará na próxima semana e deve terminar em meados de dezembro.

 

Um grupo de 196 médicos cubanos retornou ao país. A reação ocorre no momento em que o governo de Cuba anunciou o rompimento da parceria por não aceitar as exigências do presidente eleito Jair Bolsonaro, que questionou a sua preparação e condicionou a presença dos profissionais no Brasil à obrigatoriedade de eles se submeterem à revalidação.

 

O vice-ministro do Transporte, Eduardo Rodríguez, disse que os profissionais da área de saúde retornarão por via aérea até o aeroporto internacional José Martí, de Havana, e de lá serão levados para suas casas. Rodríguez acrescentou que os profissionais terão assegurado o envio de todos os seus pertences, tanto no caso da bagagem quanto de artigos que enviem por meio de entidades operadoras de carga cubana, por via aérea ou marítima.

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19 de Nov // Foto: Fernando Vivas/Folhapress | Saúde

Com a barriga de seis meses de gravidez, Jaqueline Teixeira Lopes, 23, aguarda a chegada da pequena Pâmela em clima de incerteza. Moradora de Guaribas, na zona rural de Anguera (a 155 km de Salvador), ela se consulta mensalmente no posto de saúde. Mas não sabe como fará nos próximos meses -a médica que atende no posto de saúde é uma das quatro cubanas do programa Mais Médicos que atua na cidade.

 

Ela deve deixar o Brasil até o final deste mês, após Cuba não aceitar as condições impostas por Jair Bolsonaro. Para Jaqueline, não há segunda opção. As quatro médicas em unidades básicas de saúde da cidade são cubanas, o que faz de Anguera uma das cidades do país que ficarão sem médicos na atenção básica com o fim do contrato entre Cuba e o Brasil.

 

Para tentar frear esse impacto, o governo federal anunciou nesta última sexta-feira (16), que irá abrir edital para tentar convocar médicos e suprir vagas que ficaram sem profissionais. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) afirma que 1.478 cidades possuem somente médicos cubanos em suas equipes do Mais Médicos -mas que podem ter médicos concursados ou conveniados de outros programas segundo informações do Folhapress.

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18 de Nov // Foto: Fabio Pozzebom/ Agência Brasil | Saúde

A Associação Médica Brasileira (AMB) chamou de retaliação a decisão do governo de Cuba de retirar do Brasil os médicos cubanos que participam do Programa Mais Médicos. Em nota no último sábado (17), a AMB afirmou que o governo brasileiro transferiu “de forma temerária” para Cuba parte da responsabilidade pelo atendimento na atenção básica e que isso deixou o Brasil “submisso aos humores” do governo de outro país.

 

“Os impactos negativos previstos são os que estamos comprovando agora”, disse a nota. No comunicado, a AMB afirmou que o programa foi criado a partir de uma premissa equivocada: a de que não havia médicos em número suficiente no Brasil. O que não existe, segundo a entidade, são políticas públicas que atraiam e fixem esses profissionais nos municípios.

 

“O governo brasileiro acabou lançando mão de importação de mão de obra, trazida numa condição análoga à escravidão: obrigada a abrir mão de mais de 70% do que o Brasil desembolsava e alocada independentemente das condições de trabalho existentes”, lembrou a Associação Médica. De acordo com a nota, para resolver o problema definitivamente, é preciso criar uma carreira médica de Estado segundo informações da Agência Brasil.

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18 de Nov // Foto: Arquivo/Agência Brasil | Saúde

Mais de 900 médicos farão a segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2017. A prova foi aplicada no sábado (17) e será também neste domingo (18) em Brasília, Curitiba, São Luís, Manaus e Belo Horizonte. O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem trabalhar no Brasil.

 

O exame é feito tanto por estrangeiros formados em medicina fora do Brasil, quanto por brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal. A segunda etapa do Revalida 2017 é uma prova de habilidades clínicas na qual o participante percorre 10 estações para resolução de tarefas sobre investigação de história clínica.

 

Além da interpretação de exames complementares, formulação de hipóteses diagnósticas, demonstração de procedimentos médicos e aconselhamento a pacientes ou familiares. A exigência do Revalida foi um dos pontos anunciados pelo presidente eleito Jair Bolsonaro como requisito para a participação de profissionais cubanos no programa Mais Médicos. Cuba anunciou nesta semana a retirada de profissionais do país segundo a EBC.

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17 de Nov // Foto: Reprodução / EBC | Saúde

Representantes do Ministério da Saúde e da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) se reuniram nesta última sexta-feira (16) para discutir o processo de saída dos médicos cubanos do Mais Médicos, um dos programas mais conhecidos na saúde, e a entrada de novos médicos brasileiros. A medida ocorre após o governo de Cuba anunciar, na quarta-feira, que deixaria o programa criado no governo Dilma em 2013.

 

A decisão é atribuída a declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), que questiona a qualificação dos médicos cubanos. Jair Bolsonaro também tem manifestado intenção de modificar o acordo, exigindo revalidação de diplomas e contratação individual. Atualmente, de 16 mil médicos que atuam no Mais Médicos, 8.332 são cubanos em todo o país

 

A saída dos médicos preocupa municípios, que temem desassistência e uma espécie de "apagão médico", especialmente no Norte e Nordeste do país. A previsão é que os médicos comecem a deixar o país no próximo dia 25 deste mês e que a saída, feita de forma gradual, se estenda até 25 de dezembro. Segundo membros do ministério da Saúde, um edital para selecionar profissionais para as vagas seja publicado já na segunda-feira (19).

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16 de Nov // | Saúde

O PT divulgou na quinta-feira (15), uma nota de repúdio contra a forma pela qual Jair Bolsonaro conduziu a questão do programa Mais Médicos, que acabou por inviabilizar a presença no Brasil de 8.500 médicos cubanos. O preconceito ideológico, a ignorância sobre políticas públicas e a falta de sensibilidade social de Jair Bolsonaro vão deixar 60 milhões de brasileiros sem a assistência de 8.500 médicos cubanos

 

Os médicos participam do programa Mais Médicos, que foi criado no ano de 2013 pelo governo da então presidenta Dilma Rousseff. Em cinco anos de cooperação no país, mediada pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS/OMS), os médicos cubanos fizeram mais de 113 milhões de atendimentos nas localidades mais isoladas e mais pobres do Brasil.

 

Eles atuam em 2.885 municípios e são os únicos médicos em 1.575 deles. Trouxeram sua experiência em saúde pública reconhecida internacionalmente. Com este exemplo de solidariedade, criaram laços de confiança e gratidão com o povo brasileiro. Foi justamente por favorecer o povo que o programa foi atacado desde o início pelos setores de direita e antipetistas do Brasil e as corporações profissionais mais atrasadas e elitistas.

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16 de Nov // Foto: Givaldo Barbosa/O Globo | Saúde

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) alertou nesta quinta-feira (15) que a saída dos 8,5 mil profissionais cubanos do programa Mais Médicos pode deixar cerca de 28 milhões de pessoas pelo país sem assistência médica, caso não haja substituição deles. Em nota assinada pelo presidente da entidade, Glademir Aroldi, a CNM afirmou que as cidades com menos de 20 mil habitantes podem ser as mais afetadas.

 

Ele destacou ainda que, segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde, 1575 cidades são atendidas apenas por médicos cubanos, e que 80% dessas localidades têm esse contingente populacional. “Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas”.

 

O presidente da entidade também alertou que a situação aflige os prefeitos e pode “levar a estado de calamidade pública” e pediu solução rápida da questão. A nota ainda destacou que os profissionais atuam em 2.885 municípios, a maioria em áreas mais vulneráveis, como na região norte do país, no semiárido nordestino, em cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano, terras indígenas e periferias de grandes centros urbanos.

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15 de Nov // Nilton Fukuda/Estadão | Saúde

O Ministério da Saúde anunciou nesta última quarta-feira (14) que vai lançar um edital para substituir os médicos cubanos que vão deixar o programa Mais Médicos. Segundo a pasta, será respeitada a convocação prioritária dos candidatos brasileiros formados no Brasil seguida de brasileiros formados no exterior. A medida foi anunciada após o governo de Cuba decidir retirar os médicos do país do programa Mais Médicos.

 

O Ministério da Saúde foi comunicado da decisão pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) na quarta. Desde 2016, o Brasil vem substituindo médicos cubanos por brasileiros no programa. Até então, cerca de 11.400 profissionais de Cuba trabalhavam no Mais Médicos. Neste momento, 8.332 das 18.240 vagas do programa estão ocupadas por eles.

 

Segundo o Ministério da Saúde, outras medidas para ampliar a participação de brasileiros vinham sendo estudadas, como a negociação com os alunos formados através do Fies. "Essas ações poderão ser adotadas, conforme necessidade e entendimentos com a equipe de transição do novo governo", diz texto divulgado pela pasta. Em nota nesta última quarta-feira, o governo do estado lamentou a saída de Cuba do Mais Médicos.

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14 de Nov // Foto: Reprodução | Saúde

Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) revela que o Brasil gasta R$ 3,48 per capita por dia para cobrir as despesas com saúde de seus mais de 207 milhões de habitantes do país segundo informações da Agência Brasil. O valor, segundo o estudo, inclui ações e serviços prestados pelo governo em seus três níveis de gestão – federal, estadual e municipal – ao longo da última década.

 

Ainda acordo com o Conselho Federal de Medicina, a quantia é resultado de uma análise detalhada de informações disponíveis e relativas às contas públicas do segmento no ano de 2017. Os cálculos, a partir de dados oficiais, apontam ainda que, nesse mesmo ano, o gasto por habitante com saúde em todo o país foi de R$ 1.271,65.

 

De 2008 a 2017, os gastos públicos per capita com a saúde no país não tiveram reajustes que superassem os valores de reposição previstos no IPCA, o principal indicador de inflação no Brasil e que, no período, subiu cerca de 80%. O estudo destaca que, mesmo tendo ganhos médios de 3% ano nesse intervalo de dez anos, resultando em um acumulado de 26%, a perda do gasto per capita comparado ao medidor inflacionário chega a quase 42%.

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14 de Nov // Bahia Notícias | Saúde

A Bahia teve a 3ª menor média de investimento em saúde em 2017, conforme pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) na terça-feira (13). O levantamento aponta que, para cada habitante do estado, foram destinados R$ 777,80. O valor é maior apenas que o do Maranhão (R$ 750,45) e do Pará (R$ 730,67). Confira abaixo a relação publicada pelo CFM com os investimentos em saúde em todos os estados.

 

Os montantes apresentados são resultado da soma de recursos de impostos e transferências constitucionais da União a cada uma das unidades federativas e do que é dispensado também pelas administrações estaduais e municipais, com recursos próprios. O gasto médio per capita por estado com saúde é de R$ 1.271,65, de acordo com o estudo do CRF.

 

Apenas quatro estados ficaram acima da média nacional: Roraima (R$ 1.771,13), Mato Grosso do Sul (R$ 1.496,13), Tocantins (R$ 1.489,18), e Acre (R$ 1.306,91). "Enquanto os municípios brasileiros aumentaram gradativamente sua participação na composição das despesas públicas, os Estados, aos poucos, têm retraído sua presença proporcional nas contas da saúde", avaliou Hermann Tiesenhausen, do Conselho Federal de Medicina.

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14 de Nov // Bahia Notícias | Saúde

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou um levantamento nesta última terça-feira (13), colocando Salvador como a terceira capital brasileira com menos investimento em saúde no ano de 2017. Segundo o estudo do Conselho, para cada habitante da capital baiana, foi destinado um valor de R$ 243,40. A cidade fica à frente apenas de Rio Branco no Acre (R$ 214,36) e Macapá (R$ 156,67).

 

A média nacional ficou em R$ 398,38 per capita aplicados pelas prefeituras em ações e serviços de saúde. Na avaliação do Conselho Federal de Medicina, a demanda pelos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) tem pressionado cada vez mais as despesas dos municípios com saúde, em especial nas capitais segundo o Bahia Notícias.

 

"Muitos perderam seus planos de saúde, ampliando a demanda por serviços na rede púbica. Como é de responsabilidade dos municípios a gestão plena da atenção básica, as cidades estão ampliando gradativamente seus gastos para compensar o que deveria ser financiado pelo governo federal", avaliou o coordenador da Comissão Nacional Pró-SUS, Donizetti Giamberardino. Confira abaixo a lista completa divulgada pelo Conselho.

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13 de Nov // Foto: Correio da Bahia | Saúde

O estado da Bahia é o terceiro pior do Brasil em investimento na saúde. Segundo o cálculo divulgado nesta terça-feira (13), feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir de dados oficiais, no ano passado o gasto por habitante com saúde no Estado foi de R$ 777,80, o que coloca essa unidade da federação em 24º lugar no ranking nacional. Estudo inédito foi divulgado pelo Conselho Federal de Medicina.

 

R$ 2,13 ao dia: esse é valor per capita destinado pelos três níveis de gestão (federal, estadual e municipal) para cobrir as despesas com saúde dos mais de 15 milhões de brasileiros que vivem no Estado da Bahia. Esse é o resultado de uma análise detalhada das informações mais recentes disponíveis, relativas às contas públicas do segmento do ano de 2017.

 

Em todo o país, o gasto médio per capita com saúde no ano passado foi de R$ 1.271,65. Entre os 26 estados, no entanto, esse valor varia de R$ 703,67, no Pará, a R$ 1.771,13, em Roraima. As informações levantadas pelo Conselho Federal de Medicina consideraram as despesas em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde.

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13 de Nov // Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil | Saúde

Diante da proximidade do verão, o Ministério da Saúde emitiu nesta última segunda-feira (12) um alerta para que populações que moram em áreas onde há recomendação da vacina contra a febre amarela busquem a dose de forma antecipada, antes do período de maior transmissão da doença, entre dezembro deste ano e março de 2019segundo informações do Folhapress. Grande parte da população deve ser imunizada.

 

Localidades recém-afetadas pelo vírus e de grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo, permanecem com um quantitativo elevado de pessoas não imunizadas e em risco de adoecer. “A doença tem alta letalidade, em torno de 40%, o que torna a situação mais grave”, destacou.

 

O objetivo do alerta, segundo a própria pasta, é evitar correria e longas filas em busca da imunização. A cobertura vacinal para a febre amarela deve ser de, no mínimo, 95% da população de todo o país. Desde o surto registrado em dezembro do ano passado, a vacinação contra a doença foi ampliada e alcança 4.469 municípios – incluindo 940 cidades localizadas nas proximidades das capitais e áreas metropolitanas das regiões Sudeste e Sul.

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12 de Nov // Foto: BNews/Vagner Souza | Saúde

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que está examinando o nome do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) para assumir o Ministério da Saúde. Mandetta é ortopedista pediátrico, não se candidatou novamente e portanto ficará sem mandato no próximo ano segundo informações da Agênca Brasil. Ele se reuniu de manhã com Bolsonaro e conversaram sobre a possibilidade de assumir a pasta.

 

Segundo Bolsonaro, Mandetta, de 53 anos, se for nomeado para a Saúde terá missões específicas. “Tem que tapar os ralos”. “Queremos facilitar a vida do cidadão e economizar recursos”, acrescentou Bolsonaro, em defesa da implantação do prontuário eletrônico. “Não temos como falar em investir mais em saúde porque estamos no limite em todas as áreas.”

 

Bolsonaro conversou com a imprensa ao sair de casa hoje para novamente ir à agência do Banco do Brasil sacar dinheiro. Foi a terceira vez que Bolsonaro saiu nos últimos dias para ir ao banco. Bolsonaro avisou que, assim que assumir o governo, vai retirar o sigilo das operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS). “A [caixa-preta] vai ser aberta. Na primeira semana, não haverá mais sigilo no BNDES. Nenhum”.

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12 de Nov // Foto: Divulgação | Saúde

Um medicamento utilizado para tratar a hepatite C crônica é capaz de eliminar o vírus da chikungunya e da febre amarela. O estudo é realizado por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo segundo a Agência Brasil. Todos os testes para uso humano do Sofosbuvir já foram realizados.

 

Agora é possível que a substância seja empregada em uma eventual epidemia. Para um dos pesquisadores, o professor Lúcio Freitas-Junior, a utilização do Sofosbuvir para o tratamento da chikungunya é interessante porque o processo para a obtenção de um novo fármaco é demorado, levando em torno de 12 anos, e caro, podendo chegar a R$ 1,5 bilhão de reais.

 

"O Sofosbuvir é uma droga que passou por todo o processo de aprovação para uso humano. Isso possibilita que ela venha a ser utilizada contra a chikungunya em um ou três anos. O custo seria muito menor, estimado em cerca de US$ 500 mil reais”, disse Lúcio Freitas-Junior. A doença apresenta quadro semelhante ao da dengue, mas porque pode provocar sequela, dores articulares altamente debilitantes, que se estendem por meses ou anos.

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11 de Nov // Foto: Reprodução / Vix | Saúde

O Ministério do Meio Ambiente encerrou em Brasília, a Semana Nacional de Conscientização sobre Perdas e Desperdícios de Alimentos. A programação do último dia contou com uma estrutura montada na Ceasa da capital federal, e incluiu oferta gratuita de oficinas de combate ao desperdício, com dicas sobre como tirar o melhor aproveitamento de alimentos, evitando o descarte daquilo que ainda pode ser consumido.

 

Ao longo dos últimos dias, exposições e outras oficinas, como a de hortas urbanas, também movimentaram o local. Evento terminou no sábado (10). Na casa das famílias brasileiras, arroz, carne vermelha, feijão e frango são os alimentos mais jogados fora, segundo a Secretária de Articulação Institucional e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Rejane Pieratti.

 

Ela explica que planejamento é fundamental para se evitar o desperdício. "Começo planejando o que eu preciso comprar. A maioria das pessoas vai ao supermercado e compra coisa que não vai usar e vai perder dentro da geladeira", afirmou, em entrevista à Rádio Nacional de Brasília. Os dados mais recentes da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o desperdício no país datam de 2013 segundo informações da Agência Brasil.

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05 de Nov // Foto: Pixabay | Saúde

A remoção do apêndice pode reduzir em 19% o risco de Parkinson, conforme estudo na revista científica Science Translational Medicine. O papel do órgão na ocorrência da doença é explicado, segundo os pesquisadores, pelo acúmulo, no apêndice, de uma proteína associada ao Parkinson. Estudos já haviam demonstrado excesso de formatos mutantes dessa proteína no cérebro de pacientes com Parkinson.

 

"Ela é capaz de viajar pelo nervo que conecta do trato gastrointestinal (onde está o apêndice) até o cérebro, se disseminar e ter efeitos neurotóxicos", disse Viviane Labrie, uma das autoras do estudo da remoção do apêndice. Realizada pelo Instituto de Pesquisa Van Andel, o estudo levantou os registros médicos de 1,6 milhão de suecos desde o ano de 1964.

 

Por meio dos documentos, os cientistas puderam separar os pacientes que tinham passado pela cirurgia de retirada do apêndice e relacionar os grupos com e sem o órgão com aqueles que desenvolveram o Parkinson. Ao fim do estudo, os pesquisadores observaram que a incidência da doença entre os pacientes que tinham removido o órgão era 19 3% menor do que entre os indivíduos que não tinham passado pela cirurgia segundo o Estadão.

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04 de Nov // Foto: Reprodução / Agência Brasil | Saúde

Um estudo de três pesquisadores da UnB evidenciou o desconhecimento de médicos heterossexuais quanto à homossexualidade. Visando identificar percepções equivocadas que podem prejudicar o atendimento de pacientes, Renata Corrêa-Ribeiro, Fabio Iglesias e Einstein Francisco Camargos questionaram 224 profissionais atuantes no Distrito Federal, a partir de perguntas formuladas por estudiosos norte-americanos.

 

Ao final do experimento, constatou-se que os participantes acertaram, em média, apenas 11,8 dos itens (65,5% das 18 respostas dadas). Alguns deles atingiram somente dois acertos. O número de erros foi maior entre católicos e evangélicos, que indicaram 11,43 alternativas corretas, em média. A pontuação dos médicos que informaram ter outras religiões ou nenhuma foi de 12,42 acertos.

 

Os participantes tinham, em média, 42 anos de idade, e eram majoritariamente mulheres (149 profissionais – 66,5%). À época da aplicação do questionário, a maioria (208 pessoas – 92,9%) exercia a atividade após concluir a residência médica. Com medo de serem hostilizadas, as pessoas pertencentes a esses grupos podem acabar deixando, por exemplo, de fazer consultas periódicas, tão importantes na detecção de doenças em estágio inicial.

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04 de Nov // G1 | Saúde

Já são 14 mortes e 2.564 casos confirmados de sarampo no Brasil em 2018, segundo atualização do Ministério da Saúde. O Amazonas tem 2.126 casos confirmados e Roraima, 345. Foram quatro mortes em Roraima, oito no Amazonas e duas no Pará. No Amazonas e em Roraima, o aumento de casos registrados deve-se a notificações de semanas anteriores, que estavam em investigação e foram confirmadas.

 

O Amazonas ainda tem 7.611 casos sendo investigados e Roraima, 50. Segundo o ministério, os surtos de sarampo que o Brasil enfrenta nos dois estados estão relacionados à importação do vírus de genótipo D8 da Venezuela — país que enfrenta um surto da doença desde 2017. Casos isolados também relacionados à importação foram identificados em seis estados.

 

São eles: São Paulo (3), Rio de Janeiro (19); Rio Grande do Sul (43); Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (17), Distrito Federal (1) e Sergipe (4). O Brasil atingiu a meta geral de vacinação de crianças contra sarampo e poliomelite estabelecida pelo Ministério da Saúde. A meta era vacinar 95% do público-alvo (crianças de 1 a cinco anos). A cobertura vacinal ficou em 95,4% para a pólio e 95,3% para sarampo segundo informações do G1.

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02 de Nov // Foto: Reprodução / Rede Brasil Atual | Saúde

Os gastos públicos com saúde no Brasil equivaleram a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2015. O país está na 64ª posição em gastos com saúde, no ranking com 183 países, “ligeiramente superior” à média da América Latina e Caribe, que gasta 3,6% do PIB, e abaixo dos países desenvolvidos, que aplicam, em média, 6,5% do PIB em saúde segundo dados divulgado ontem (1º) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

 

“Constata-se que a despesa pública em saúde no Brasil está em patamar mediano em comparação com a média internacional, mas relativamente inferior ao volume de recursos empregados nos sistemas de saúde universais dos países europeus, como Reino Unido e Suécia, que apresentam boa qualidade”, diz o estudo que tem dados do Banco Mundial.

 

O estudo ainda chama atenção, ainda que, mesmo o país tendo um sistema de saúde público universal, o gasto privado em saúde no Brasil é superior ao gasto público, diferente do padrão dos países desenvolvidos. O documento aponta que a relação entre a despesa federal primária com saúde e a receita corrente vem subindo continuamente, passando de 6,7% em 2008 para 8,3% no ano de 2017 segundo informações da Agência Brasil.

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01 de Nov // Agência Brasil | Saúde

Um estudo desenvolvido pelo Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) da Universidade de São Paulo (USP) concluiu que uma pessoa infectada com o vírus da gripe está mais propensa a desenvolver uma pneumonia segundo informações da Agência Brasil. A bactéria pneumococo pode ser encontrada no nariz de uma pessoa, mas não necessariamente provoca a doença no paciente.

 

“O corpo naturalmente mata ou evita que o pneumococo - que está colonizado no nariz - vá para o pulmão e cause pneumonia. Pessoas que estão com sistemas imunológicos normais geralmente não têm pneumonia, apesar de ter essa colonização [da bactéria], ou seja, apesar de expostas ao pneumococo”, afirmou o pesquisador e professor Helder Nakaya

 

Helder Nakaya é pesquisador e professor da Faculdade de Ciências de Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, O estudo mostrou que, por causa do vírus da gripe, houve um grande aumento das bactérias do nariz dos voluntários que participaram do estudo. Os mecanismos imunológicos para combater a colonização de pneumococos já tinham sido estudados em camundongos, mas eram ainda pouco conhecidos em humanos.

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31 de Out // Foto: Shutterstock | Saúde

Entidades médicas destacaram na última segunda-feira (29), Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC), que os cuidados adequados permitem uma vida significativa após esse tipo de ocorrência. A campanha global alertou que, em todo o mundo, cerca de 80 milhões de pessoas são sobreviventes de um AVC, sendo que mais de 50 milhões vivem com algum tipo de incapacidade permanente.

 

Os dados mostram que em torno 87% de todos os casos são do tipo isquêmico, resultado de uma obstrução num vaso sanguíneo. Essa obstrução pode acontecer devido ao depósitos de gordura que revestem as paredes dos vasos. Já o hemorrágico é responsável por 13% dos casos, resultado de um vaso enfraquecido que rompe e sangra no cérebro circundante.

 

Os sinais de alerta de que alguém está tendo um AVC, de acordo com a campanha, incluem: dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo; súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação; dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida. Agência Brasil

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30 de Out // Foto: Agência Brasil | Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou, em relatório divulgado nesta terça-feira (30), que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde segundo informações da Agência Brasil. A situação é mais grave em algumas regiões do mundo, como a Ásia e a África e também nos países de renda média e baixa.

 

A publicação do relatório antecede a realização da Primeira Conferência Global da OMS. O tema do encontro é "Melhoria da Qualidade do Ar, Combate às Mudanças Climáticas". Nos países com renda baixa e média, 98% dos menores de 5 anos são expostos a níveis maiores do que é recomendado para a saúde, enquanto nos países de renda elevada, o percentual é de 52%.

 

Na África e no Mediterrâneo Oriental, 100% das crianças com menos de 5 anos estão expostas a níveis acima do recomendável. No continente americano, países de renda baixa e média, como o Brasil, expõem 87% das crianças menores de 5 anos a esses níveis de partículas finas. Além da poluição das grandes cidades, as crianças muitas vezes estão expostas a partículas geradas dentro de suas próprias casas pela queima de carvão e querosene.

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27 de Out // Foto: Agência Brasil | Saúde

A desigualdade de gênero é reforçada pela falta de serviços básicos, concluiu um estudo do Instituto Trata Brasil. Divulgada nesta quarta-feira (24), a pesquisa O Saneamento e a Vida da Mulher Brasileira apontou que uma em cada quatro mulheres no Brasil não tem acesso adequado a infraestrutura sanitária e saneamento. A falta de saneamento é uma das principais causas de incidência de doenças diarreicas.

 

A doença leva as mulheres a se afastarem, em média, por 3,5 dias ao ano de atividades rotineiras, como escola ou trabalho. A incidência de afastamentos por motivo de diarreia ou vômito é maior entre as mulheres, com 80,1 casos para cada mil habitantes, segundo dados do ano de 2013. A proporção entre os homens é de 73,4 para cada mil habitantes.

 

Este fator também impacta a mulher pelas características familiares no Brasil que levam a afastamentos mais frequentes delas como cuidadoras dos filhos ou pais idosos que adoecem. No Norte e no Nordeste do país, segundo a pesquisa, o atendimento regular de água chega a 53,2% das mulheres. Além disso, 70% das mulheres que não têm banheiro em casa estão na localizadas na região Nordeste segundo informações da Agência Brasil.

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26 de Out // Foto: Zanone Fraissat/Folhapress | Saúde

A automedicação é praticada por 79% dos brasileiros com mais de 16 anos. É o que revela pesquisa do ICTQ (instituto de pós-graduação para profissionais do mercado farmacêutico), feita em setembro deste ano, em 129 municípios das cinco regiões do país. Para o cardiologista Marcos Vinícius Gaz, do Hospital Israelita Albert Einstein, o fácil acesso é uma das razões para o uso indiscriminado de remédios no Brasil.

 

O índice de quem admite tomar remédio sem prescrição médica chega a 91% na faixa etária de 25 a 34 anos. Foram ouvidas 2.126 pessoas, e a margem de erro do levantamento é de dois pontos. “Qualquer pessoa pode comprar um analgésico no balcão da farmácia como se fosse um chiclete. Muitas vezes, até sem a orientação do farmacêutico”, afirma o médico.

 

“Todo mundo sempre tem um remédio para indicar quando você tem dor. Me indicavam, eu tomava, mas a dor voltava”, conta Ana Silmara Azevedo. Diagnosticada com hérnia de disco, a auxiliar administrativa chegou a procurar o pronto-socorro em intervalos de 20 dias com dor intensa, antes de receber o tratamento correto. Ana descobriu que havia desenvolvido a síndrome dolorosa miofascial, problema muscular relacionado à hérnia de disco.

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26 de Out // Foto: Reprodução / Folha | Saúde

"A saúde não é um brinquedo político, ela deve ser usada para promover o bem-estar e qualidade de vida. E isso só vai acontecer quando nos comprometermos a fazer da atenção primária à saúde a base da assistência universal." A afirmação é do diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a assinatura ontem (25), de um acordo internacional em Astana, capital do Cazaquistão.

 

194 países membros da Organização Mundial de Saúde, incluindo o Brasil, se comprometeram a fortalecer a atenção primária. Chamada de "Declaração de Astana", o acordo também comemora o 40º aniversário da histórica Declaração de Alma Alta, que exortou o mundo a fazer dos cuidados primários de saúde o pilar da cobertura universal de saúde em 1978.

 

Ocorre que, embora nos últimos 40 anos a expectativa de vida tenha aumentado e a mortalidade infantil caído pela metade, por exemplo, o progresso em saúde tem sido desigual e injusto entre países e dentro dos países. "Devemos reconhecer que não alcançamos esse objetivo [saúde para todos]. Em vez de saúde para todos, conseguimos saúde para alguns. Temos ficado muito focados em combater doenças específicas, muito focados no tratamento, em detrimento da prevenção de doenças", disse Ghebreyesus.

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25 de Out // Foto: Reuters | Saúde

Com a proximidade da definição das eleições presidenciais, um número maior de brasileiros passou a buscar apoio de psicanalistas e psicólogos. O mal-estar relacionado ao clima agressivo do período eleitoral chegou aos consultórios. O psicanalista Admar Horn, integrante da Sociedade Brasileira de Psicanálise (SBP), afirmou que 80% dos pacientes têm expressado sofrimento relacionado às eleições.

 

"Meus pacientes sentem uma angústia porque estão diante do desconhecido", acrescentou. Entre os principais motivos desse sentimento, estão um "ambiente perigoso" e "um medo terrível de um retorno a um regime de extrema direita". Da mesma forma, o psicólogo Antonio Rito contou que os novos pacientes o procuram "com angústia e mundo medo".

 

"Em quase 20 anos de profissão, é a primeira vez que vivencio isto", contou Antonio Alberto Rito. Para ele, há um "clima de polarização, de negação do outro, de raiva muito forte" entre os pacientes. "Uma paciente chegou a me dizer que se eu não votasse no Bolsonaro, não viria nunca mais". Há relatos de sintomas como alterações do estado de ânimo, insônia, pesadelos e crises de bulimia segundo informações da Agence France-Presse.

Saúde

25 de Out // G1 | Saúde

Mais de 100 moradores do bairro de Patamares, em Salvador, já foram diagnosticados com a doença misteriosa que causa coceira e deixa a pele avermelhada segundo infrmações do G1. Há cinco dias, eram mais de 70. O número foi atualizado nesta última quarta-feira (24), durante coletiva realizada pelas Secretarias de Saúde do Município e do Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), que investigam os casos em conjunto.

 

Conforme os órgãos, ainda não há a quantidade exata de vítimas, mas todas apresentam os mesmos sintomas. O problema, segundo as investigações, dura de 5 a 6 dias. As vítimas não apresentam febre, nem diarreia. Elas têm vermelhidão e coceira acompanhada de bolhas na pele. Segundo as secretarias, outros 17 casos registrados em duas cidades vizinhas.

 

Camaçari e Lauro de Freitas, na região metropolitana, estão sob análise, mas não têm a mesma característica dos ocorridos em Patamares. De acordo com os órgãos, um protocolo será encaminhado para as unidades de saúde, com orientações de exames que devem ser solicitados e de que forma que devem ser notificados. Além disso, um formulário que traz perguntas sobre a rotina dos últimos dias e sintomas também tem sido usado com pacientes.

Saúde

24 de Out // Agência Brasil | Saúde

Levantamento divulgado hoje (23) pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, mais de 41 mil leitos hospitalares no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2008, o total de leitos na rede pública era de 344.573. Em 2018, o total chegava a 303.185. Já os leitos classificados como não SUS aumentaram de 116.083 em 2008 para 134.380 este ano.

 

O sistema de saúde brasileiro passou de 460.656 leitos em 2008 para 437.565 em 2018, totalizando 23.091 leitos a menos – o equivalente a seis leitos fechados por dia durante um período de dez anos. Em 2008, o Brasil contava com 2,4 leitos (SUS e não SUS) para cada mil habitantes, caindo para o índice de 2,1 leitos na mesma proporção de pessoas em 2018.

 

“O estudo mostra comportamentos diferentes se compararmos quantitativos de leitos SUS e não SUS. Enquanto o primeiro teve mais fechamentos que habilitações, o segundo grupo mostrou um aumento de aproximadamente 18.300 unidades. Isso significa que os leitos públicos diminuíram mais drasticamente”, destacou a CNM que usou a base de dados do próprio Ministério da Saúde para lançar o estudo segundo informações da Agência Brasil.

Saúde

24 de Out // Bahia Notícias | Saúde

O número de casos da dermatite misteriosa que atinge a população de Salvador e Região Metropolitana chegou a 79, de acordo com informações divulgadas pelas secretarias de Saúde do Estado e de Salvador, na terça (23). De acordo com o órgão municipal, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância à Saúde de Salvador segue com as investigações a fim de identificar a causa do surto de dermatose.

 

O Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde e a Fiocruz-Ba instalaram armadilhas para captura de mosquitos Aedes aegypti e albopictus, principais transmissores de arbovírus no Brasil, além de outros de importância médica como carrapatos, pulgas e ácaros.O objetivo é investigar a doença segundo informações do Bahia Notícias.

 

A SMS informou que utilizará um questionário elaborado por infectologistas e epidemiologistas na tentativa de descobrir a causa do surto de dermatite que atinge a população de Salvador e Região. Ao, a subcoordenadora da vigilância epidemiológica da SMS, Cristiane Cardoso, afirmou que a principal hipótese investigada é a relação com algum inseto. Dois fatores corroboram com essa possibilidade: a região e a aparência das lesões.

Saúde

23 de Out // Foto: Divulgação | Saúde

Segundo dados do Ministério da Saúde, a TPM, ou tensão pré-menstrual, é a “vilã” na vida de 70% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Para se ter uma ideia, são mais de 200 sintomas físicos e emocionais que podem acometer as mulheres nesse período, tais como: cólicas, insônia, irritabilidade, inchaço, dor de cabeça e é claro, a compulsão alimentar segundo informações da Hypeness.

 

As mulheres que sofrem com tudo isso sabem o quanto o chocolate traz efeitos positivos. A fim de desenvolver um chocolate que realmente alivia os sintomas da TPM, a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak realizou um estudo com 355 mulheres, na faixa etária entre 24 e 43 anos para chegar a receita que originaria o primeiro chocolate “anti-TPM” do Brasil.

 

Conhecida por aliar alimentação e ciência, a nutricionista tem um acervo de receitas terapêuticas com resultados cientificamente comprovados, sendo o chocolate “anti-TPM” uma delas. “Em meio a uma pesquisa sobre estresse e ansiedade, chamada Mood and Food, fui analisando o efeito do chocolate 70% nos sintomas da TPM”, afirmou a nutricionista. Segundo ela, o chocolate sozinho não melhora significativamente os principais sintomas da TPM.

Saúde

22 de Out // Folhapress | Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de uma nova vacina contra influenza para idosos com 65 anos ou mais, um dos grupos considerados de maior risco de desenvolver complicações da gripe. A nova vacina, chamada de Fluzone Sênior, protege contra três tipos de vírus -influenza A H1N1, A H3N2 e influenza tipo B-, conforme recomendação anual da OMS, que avalia os vírus de maior circulação.

 

O produto é fabricado pela empresa Sanofi Pasteur com sede na França. De acordo com a diretora-médica da empresa, Sheila Homsani, isso ocorre porque a vacina desenvolvida para idosos têm uma dose mais alta de antígenos, o que faz com que a população produza uma quantidade maior de anticorpos contra o vírus e, assim, fique mais imune à doença.

 

"O Brasil possui uma população idosa crescente que precisa se proteger mais contra a gripe. O cuidado com esse grupo é uma necessidade notada há algum tempo, pois os adultos a partir dos 65 anos são, particularmente, mais vulneráveis a complicações associadas ao vírus Influenza. Isso acontece porque o sistema imunológico é mais fraco e a resposta de anticorpos não é a mesma de indivíduos mais jovens", afirma segundo o Folhapress.

Saúde

21 de Out // Foto: Reprodução | Pixabay | Saúde

Novos tratamentos contra o câncer foram aprovados pela Anvisa nesta semana. Três tipos de câncer contarão com os novos medicamentos, de próstata e dois tipos de câncer renal. Para pacientes com câncer de próstata, foi aprovado o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 miligramas (mg).

 

Conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o remédio, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não metastático resistente à castração.

 

As pessoas diagnosticados com carcinoma de células renais, um tipo de câncer nos rins, passaram a contar com uma nova indicação terapêutica, resultado da combinação de dois produtos biológicos usados em tratamentos oncológicos. Os medicamentos são o Opdivo (nivolumabe) e o Yervoy (ipilimumabe), que integram o rol de novas opções de terapias para o combate ao câncer, denominadas imunoterapias segundo a Agência Brasil.

Saúde

21 de Out // Foto: Myke Sena/Jornal de Brasília | Saúde

Um terço do lixo produzido nos países da América Latina e Caribe, o que representa 145 mil toneladas de resíduos, é descartado em locais inadequados diariamente, segundo relatório do setor de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil responde por 25% do volume destinado de forma inadequada na região segundo informações da Agência Brasil. A pesquisa foi divulgada pela ONU.

 

Além disso, a geração diária de resíduos sólidos urbanos nesses países da América Latina e Caribe vai aumentar 25% até 2050, segundo o estudo. Os dados fazem parte do relatório Perspectivas sobre a Gestão de Resíduos na América Latina e no Caribe, documento lançado na semana passada em evento de sustentabilidade em Buenos Aires, na Argentina.

 

“Mesmo com algumas melhorias alcançadas, cerca de 170 milhões de pessoas ainda estão expostas às consequências desse problema em decorrência dos graves impactos causados ao meio ambiente e à saúde da população”, disse Carlos Silva Filho, diretor presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e membro do comitê diretivo da pesquisa divulgada pela ONU Meio Ambiente.

Saúde

20 de Out // Foto: Reprodução / Noraldino Junior | Saúde

Nos últimos dez anos, o Brasil perdeu seis leitos hospitalares por dia. Conforme um estudo preparado pela Confederação Nacional dos Municípios, são 23.088 vagas a menos. No Sistema Único de Saúde (SUS), foram fechadas 41.388 vagas, 12% a menos do número apresentado em 2008. Já a rede particular apresentou tendência inversa e ampliou a capacidade em 18.300 leitos.

 

Os especialistas explicam que a redução geral das vagas é causada, em parte, pela mudança no atendimento psiquiátrico. No passado, ele era centrado no ambiente hospitalar e, graças ao movimento antimanicomial, passou a ser feito prioritariamente nos Centros Psicossocial. O estudo mostra que dos 41 mil leitos fechados na década, 21 mil eram psiquiátricos.

 

Além da Psiquiatria, a redução de vagas é justificada no caso da dermatologia e da endocrinologia, que muitos casos são cuidados em ambiente ambulatorial. Já na pediatria e obstetrícia, a oferta de leitos minguou de forma expressiva. No caso de vagas para atendimentos de crianças, a redução de leitos SUS no período entre os anos de 2008 e 2018 foi de 26%. Na obstetrícia, a redução na capacidade de atendimento hospitalar foi de 16,87%.

Saúde

18 de Out // Foto: Agência Brasil | Saúde

Um grupo de médicos defendeu na segunda (15), durante o 32º Congresso Mundial da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (Figo), a necessidade de reduzir as elevadas taxas de cesáreas no Brasil segundo a Agência Brasil. Esses números, no entanto, não sou novidade no país, lembrou o diretor da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Corintio Mariani Neto.

 

Ele alertou que, embora as taxas venham se mantendo estáveis nos últimos anos, ainda são muito altas. Países como a Holanda, por exemplo, apresentam taxa média inferior a 15%, informou. Na Europa, a taxa alcança 25% e nos Estados Unidos, 32,8%. A Febrasgo vai aproveitar a realização do congresso para divulgar campanha permanente da entidade sobre o tema.

 

A Febrasgo quer que sejam adotadas no país condutas para reduzir a quantidade de cesáreas, com a adoção de equipes multiprofissionais que incluam a enfermeira obstétrica e a obstetriz. Segundo Mariani Neto, alguns fatores contribuem para a alta taxa de cesáreas no país. A primeira é o desejo da paciente. Outro ponto é que as mulheres estão engravidando pela primeira vez tardiamente, o que aumenta a chance de surgir indicação de cesariana.

Saúde

18 de Out // Foto: Reprodução | Saúde

O Congresso derrubou ontem (17), um veto do presidente Temer e, com isso, liberou o piso de R$ 1.550,00 para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A remuneração mínima atual da categoria é de R$ 1.014,00 e estava congelada desde 2014. Após o Congresso aprovar o reajuste, Temer vetou. O governo argumentou que o novo piso representará aumento dos gastos públicos.

 

O Ministério do Planejamento informou que a medida terá imapcto de R$ 4,8 bi. O governo disse que aumento de despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato do Executivo pode ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal. A votação foi realizada por meio de cédula e, no plenário da Câmara, não houve oposição à derrubada do veto.

 

Um grupo de agentes comunitários acompanhou a votação e aplaudiu a aprovação. Quando Temer vetou o reajuste, o governo alegou considerar o aumento inconstitucional por não ter sido uma iniciativa do Executivo. O reajuste não constava da versão original da medida provisória enviada pelo governo. O texto apenas estabelecia normas para o exercício profissional da categoria, como jornada de trabalho de 40 horas semanais segundo o G1.

Saúde

16 de Out // Foto: Luiz Carlos Murauskas/Folhapress | Saúde

O crescimento recente no número de exames de imagem, como ressonâncias, raios-x e tomografia, em crianças, levanta a questão se esses procedimentos são adequadamente indicados. O quadro levou a Sociedade Brasileira de Pediatria a lançar uma campanha pelo uso mais racional dessas ferramentas. Entre 2008 e 2017, dobrou o número de tomografias computadorizadas em pacientes com até 19 anos.

 

Mas, no mesmo período, essa faixa etária da população brasileira diminuiu. Alguns estados brasileiros apresentaram crescimentos superiores a 200% na quantidade de exames -como o Espírito Santo, com aumento de 466%; Rio de Janeiro, com 420%; Acre, com 351%; Santa Catarina, com 249%; e Mato Grosso, com 214% segundo o Folhapress.

 

Em São Paulo, estado com a maior quantidade de exames, o crescimento foi de 94%. Mesmo a maior disponibilidade de tomógrafos no país não explica tamanho crescimento dos números de exames, segundo a Sociedade de Pediattia. "O que queremos enfatizar é que todos os médicos devem atender os pacientes de modo individualizado e que todos os exames de imagem sejam pedidos de maneira racional e crítica", diz Luciana Rodrigues.

Saúde

16 de Out // Agência Brasil | Saúde

Com uso mais frequente de analgésicos, um novo tipo de dor de cabeça tem sido cada vez mais relatados por pacientes em consultórios médicos segundo informações da Agência Brasil. Segundo Márcio Nattan Portes Souza, neurologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia.

 

“A gente observa que o paciente sabe disso, que começa a diminuir o efeito do analgésico. Então, antes [a dor de cabeça] melhorava completamente, agora não melhora tanto. Antes, ele [o paciente] ficava três dias sem dor depois que tomava um analgésico, agora ele fica meio dia e a dor volta”, disse o médico do Hospital das Clínicas de São Paulo.

 

A declaração foi dada durante o Congresso Brasileiro de Neurologia. O especialista lembra que, por ser um desconforto comum entre a população, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. “A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um neurologista”, afirma.

Saúde

15 de Out // Foto: Sidnei Barros | Saúde

Quase 75% dos casos de cegueira podem ser reversíveis. O número de pessoas cegas ou com visão comprometida no mundo chega a 253 milhões, segundo dados da Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Agência Internacional de Prevenção da Cegueira (IAPB). Do total, cerca de 90%, moram em países em desenvolvimento, que não dispõem de sistemas de saúde básica mais avançados.

 

Segundo o presidente do CBO, José Ottaiano, um indivíduo que tem uma miopia de 4 ou 5 graus, por exemplo, se ele não corrigir esse erro refrativo, é enquadrado como deficiente visual ou sem uma visão adequada. Ele também explicou que a catarata é considerada uma cegueira reversível. “Se você não operar, o indivíduo fica com uma deficiência visual”.

 

As principais causas de cegueira são os chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo, hipermetropia, que são corrigidos por graus de óculos; catarata; glaucoma; e degeneração macular relacionada à idade. Ottaiano disse que, de 1990 para 2015, houve uma queda de 4,58% para 3,37% nos problemas visuais em termos de cegueira. “A população mundial vem andando para a frente, apesar das diferenças e particularidades entre os países”.





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