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22 de Mai // | Saúde
O Brasil voltará a exportar vacinas contra a febre amarela e, em julho, planeja vender para a Organização Mundial da Saúde (OMS) um total de 1 milhão de doses. O volume deve aumentar até o final do ano. A decisão será anunciada publicamente ainda nesta segunda-feira, 22, pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, que está em Genebra, na Suíça, para reuniões na OMS.
 
Na manhã desta segunda, em um encontro fechado com outros ministros da Saúde de países das Américas, ele já revelou o objetivo de exportação do Brasil. Entre os dirigentes da entidade internacional, o gesto do Brasil é comemorado. A OMS estima que não conte com vacinas em quantidades suficientes para atender a surtos pelo mundo e, portanto, criou uma espécie de fundo de vacinas que pode ser distribuída em caso de uma emergência.
 
No total, a OMS indica que já despachou para diferentes países africanos mais de 30 milhões de doses de vacinas em 2016. A volta da exportação brasileira ocorre dois meses depois que, em resposta ao surto de febre amarela no Brasil, a mesma OMS destinou ao País 3,5 milhões de doses de vacina contra a doença. Elas faziam parte do estoque de emergência controlado pelo Grupo de Coordenação Internacional sobre o Fornecimento de Vacinas.

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21 de Mai // Gildásio Cavalcante | Saúde

Pesquisadores do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) mostrou por meio de um estudo de âmbito nacional que o tratamento contra a pressão alta é mais eficaz se iniciado durante a fase de pré-hipertensão. Com o nome de “Prever Prevenção”, a pesquisa foi organizada com a participação de 31 cientistas de estados brasileiros e dos Estados Unidos, segundo informações da Agência Brasil.

 

Os pacientes escolhidos para o estudo precisavam registrar pressão arterial entre 120/80 milímentro Hg (mmHg) e 139/89 mmHg - na fase de pré-hipertensão. Inicialmente eles receberam orientações e material de apoio para modificar alguns hábitos como alimentação e prática de exercícios físicos. “Se a pessoa não reduzisse a pressão em três meses, tendo esse apoio, tendo esse material ilustrativo, ela era então convidada para participar do estudo propriamente dito”, contou uma das coordenadoras da pesquisa, Sandra Fuchs, professora de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

 

Depois de um ano e meio, usando o diurético à base de clortalidonia e amilorida, os cientistas constataram que houve uma redução de quase 45% de pressão alta nos pacientes, em comparação com os que receberam o placebo.

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21 de Mai // Gildásio Cavalcante | Saúde

O sucesso no tratamento do câncer de pâncreas está diretamente relacionado a um diagnóstico precoce, de acordo com alerta feito pelo A.C.Camargo Cancer Center, da cidade de São Paulo. No entanto, para ter sucesso no tratamento oncológico é necessário também haver avaliação de equipe médica multidisciplinar desde o primeiro momento do tratamento. Além disso, a cirurgia deve ser feita com preceitos oncológicos rigorosos.

 

Segundo o hospital, oito entre dez casos de câncer de pâncreas são diagnosticados em fase mais avançada da doença, o que está relacionado com o fato de os sintomas associados ao surgimento desses tumores serem inespecíficos e tardios. “Os principais sintomas são emagrecimento, perda de apetite, alterações do açúcar no sangue, dor abdominal e nas costas e coloração amarela da pele e dos olhos”.

 

Para a equipe do A.C. Camargo Cancer Center, mesmo com sintomas pouco claros é possível alterar o quadro prestando atenção nos fatores de risco para prevenir a doença e obter diagnóstico precoce. Entre os fatores de risco para surgimento da doença, o principal é o consumo de cigarro, seguido da hereditariedade.

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20 de Mai // Gildásio Cavalcante | Saúde

erca de 26 mil pessoas foram imunizadas neste sábado (20), durante o segundo 'Dia D' contra a gripe promovido pela Secretaria Municipal da Saúde.

De acordo com dados do órgão, a cobertura vacinal subiu para 44,8% do público-alvo, o que equivale a quase 318 mil pessoas vacinadas desde o início da campanha, iniciada 18 de abril.

A Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe segue na capital baiana até 26 de maio.

O número alcançado com as ações deste sábado ainda está distante da meta estabelecida pela secretaria, que é a de proteger pelo menos 90% das 673 mil pessoas que fazem parte do público alvo no município.

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19 de Mai // | Saúde
Um novo estudo da Universidade Estadual do Colorado (CSU, sigla em inglês) descobriu que o mosquito Aedes aegypti consegue transmitir múltiplos vírus em uma única picada, como os da dengue, zika e chikungunya. Os resultados foram publicados na revista "Nature Communications" nesta sexta-feira (19).
 
Os pesquisadores acreditam que os resultados jogam luz sobre como ocorre uma coinfecção - quando uma pessoa é atingida por duas ou mais doenças ao mesmo tempo. Eles dizem que o mecanismo ainda não é compreendido totalmente e que pode ser bastante comum em áreas afetadas por surtos, como o Brasil.
 
A equipe da CSU infectou os mosquitos em laboratório com os três tipos de vírus, depois realizaram testes para verificar qual a taxa de transmissão. De acordo com o estudo, ainda não há uma razão para acreditar que uma coinfecção possa ser mais grave do que ser atingido por um só vírus. As pesquisas sobre o assunto são escassas. O primeiro relato de coinfecção por chikungunya e dengue ocorreu em 1967, segundo o estudo.

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18 de Mai // | Saúde

Pesquisa da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), divulgada na terça-feira (16), revelou que 81% dos entrevistados se automedicam para tratar dor de cabeça. Também foi possível identificar que 50% aceitam indicação de remédios feita por não profissionais. O auxílio de médicos para tratar o sintoma é uma opção para 61% dos entrevistados.

 

Foram respondidos, de forma espontânea, 2.318 questionários online, distribuídos pelas redes sociais. O estudo foi divulgado como parte das atividades do Dia Nacional de Combate à Cefaleia, que ocorre em 19 de maio. "O número de pacientes que estão tomando medicação sem orientação foi um dado que nos deixou alarmados", afirmou o neurologista Marcelo Ciciarelli, membro da ABN e coordenador da pesquisa.

 

Ele destacou que a automedicação pode, muitas vezes, aumentar a frequência da dor, bem como a intensidade. O aconselhável, segundo o médico, é procurar um profissional quando ocorrem mais de três crises por mês por mais de três meses. A pesquisa identifica que 87% dos entrevistados sofrem de enxaqueca. Ciciarelli explica que este é um tipo primário da cefaleia – nome científico para a dor de cabeça – quando ela é a própria doença, e não o sintoma de outra, como ocorre em uma gripe, por exemplo.

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17 de Mai // | Saúde
Cientistas chineses identificaram uma mutação no vírus da zika que pode ter contribuído para a aceleração da propagação do vírus nos últimos anos. A descoberta, que aparece na edição desta quarta-feira (17) da revista “Nature”, pode ajudar a explicar por que esse vírus, descoberto na África em 1947, passou a provocar epidemias cada vez maiores a partir de 2013, quando um surto foi registrado na Polinésia Francesa.
 
Os pesquisadores, liderados por Gong Cheng, da Universidade Tsinghua, em Pequim, já tinham identificado em estudos anteriores que uma proteína produzida pelo vírus da zika, chamada NS1, era capaz de potencializar a capacidade de infecção dos mosquitos Aedes aegypti pelo vírus.
 
Análises de amostras de vírus da zika coletadas em dois momentos diferentes – em 2010, no Camboja, e durante a atual epidemia que afeta o Brasil e outros países – revelou que o vírus mais recente tem um potencial muito mais alto de infectar mosquitos do que o vírus coletado anteriormente. Eles identificaram, então, uma mutação na proteína NS1 nas amostras mais atuais do vírus que pode explicar esse aumento do potencial de aquisição do vírus pelo mosquito.

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17 de Mai // | Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, nesta quarta-feira, a distribuição e venda de sete lotes de paçoca após encontrar um alto teor de aflatoxinas, uma substância tóxica e cancerígenas. A interdição cautelar vale para todo o país e se aplica aos lotes 0042, 0029, 0040, 0026, 0023, 0092 e 0024 do produto Paçoca rolha, da marca Dicel.
 
A interdição foi feita considerando o comunicado de recolhimento voluntário encaminhado pela WK Produtos Alimentícios Ltda, empresa que distribui a mercadoria, após uma auditoria interna detectar a presença das toxinas. A firma fica responsável pelo recolhimento dos lotes com problema que estão em estoque no mercado.
 
Não é a primeira vez que a WK Produtos Alimentícios Ltda tem produtos retirados do mercado por causa da presença de substância cancerígena. Em março, a venda do lote 0027 da paçoca também foi suspensa em todo o país porque o produto excedeu o limite do teor da substância, espécie de micotoxinas encontradas em alimentos.

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17 de Mai // | Saúde

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, fez um apelo aos prefeitos para que acelerem a informatização dos dados que são repassados à União sobre como os municípios utilizam os recursos para despesas com saúde. De acordo com ele, a partir de 2018, o governo federal não transferirá mais verbas, caso as cidades deixem de informar como estão gastando o que recebem.

 

Também presente, o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, detalhou o futuro pacote de medidas de inclusão produtiva para geração de emprego e renda aos beneficiários do Bolsa Família. Segundo a Agência Brasil, após discursar na 20ª Marcha Nacional dos Prefeitos, Barros disse que o Ministério da Saúde apoiará as prefeituras com computadores, conectividade e qualificação de pessoal.

 

Ainda estabelecerá um prazo até o fim deste ano para que a informatização esteja completa."Disponibilizamos o Sistema e-SUS AB [Atenção Básica] gratuitamente para os prefeitos. Não há nenhuma razão para os prefeitos não implantarem informatização. Aliás, nós não repassaremos recursos para quem não nos informar como está gastando. Os prefeitos precisam se agilizar para conseguir rapidamente implantar a informatização para não correr risco de ter bloqueio de recursos", disse.

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17 de Mai // | Saúde
A visita à Bahia de executivos do laboratório ucraniano Indar, um dos líderes mundiais na produção de insulina, iniciada na terça-feira (16), marca a consolidação da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre a empresa e o laboratório público baiano Bahiafarma. O acordo tem como meta a produção local de insulinas para abastecer o SUS.
 
A cooperação entre o laboratório internacional e a Bahiafarma prevê a instalação de uma fábrica de insulinas na Bahia, que passa a ser a primeira planta de medicamentos biotecnológicos do Estado e a primeira de um laboratório público brasileiro a produzir o insumo. “Depois que a unidade estiver pronta, a tendência é que sejam encerrados os repetidos problemas de desabastecimento de insulinas no Sistema Único de Saúde”, afirma o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias.
 
“Este projeto consolidará a Bahiafarma como um dos únicos laboratórios oficiais capacitados a produzir insulina no País, o que implicará em ampliação do quadro de empregos com mão-de-obra qualificada e fortalecerá o desenvolvimento do Nordeste, com a implementação de um parque industrial de alta tecnologia.”

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17 de Mai // | Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia o pedido de registro de uma nova vacina contra a gripe desenvolvida exclusivamente para idosos. De acordo com a Sanofi Pasteur, que produz o imunizante, a vacina apresentou 24,2% mais eficácia na proteção contra a gripe em comparação com a vacina contra influenza trivalente aprovada atualmente no Brasil.

 

A nova vacina reduziu em 39,8% as pneumonias na população idosa. O imunizante foi lançado em 2010 nos Estados Unidos e, desde então, cerca de 67 milhões de idosos foram vacinados. O possível lançamento no Brasil leva em conta o crescimento da população idosa no país, segundo o diretor geral da Sanofi Pasteur, Hubert Guarino.

 

Ele explica que, com o envelhecimento, ocorre um declínio da função imunológica e a resposta dos anticorpos após o recebimento da vacina tradicional não é tão alta quanto poderia ser. A nova vacina foi desenvolvida para pessoas a partir de 65 anos. A sua eficácia, quando comparada à vacina trivalente hoje disponível, apresentou superioridade de 36,4% em temporada de alta circulação do vírus H3N2, o tipo de influência com maior prevalência no ano estudado (2014).

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16 de Mai // | Saúde
A Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) incluiu a Cannabis sativa na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB) sob a categoria de "planta medicinal". Trata-se de uma lista que define os nomes oficiais de fármacos, princípios ativos, plantas medicinais e outras substâncias de interesse médico no país.
 
A medida não modifica as regras relativas à maconha no país e não libera seu uso como planta medicinal em qualquer circunstância. Apenas formaliza a Cannabis como um componente possível em futuros pedidos de registro de medicamentos ou outras regulamentações que podem ser discutidas sobre seu uso como planta medicinal.
 
A inclusão faz parte da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 156, de 5 de maio de 2017, que foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio. A agência já tinha aprovado, em janeiro de 2017, o registro do primeiro remédio à base de maconha no Brasil. Com o nome comercial Mevatyl, o medicamento contém tetraidrocanabinol (THC) em concentração de 27 mg/mL e canabidiol (CBD) em concentração de 25 mg/mL.

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16 de Mai // | Saúde
violência interpessoal é a principal razão pela qual jovens de 10 a 19 anos perdem a vida precocemente no Brasil, revelou a Organização Mundial da Saúde (OMS) à BBC Brasil. A informação vem de um estudo global sobre óbito de adolescentes , publicado nesta terça-feira (16). A OMS estima que 1,2 milhão de adolescentes morrem por ano no mundo - três mil por dia.
 
De acordo com a entidade, as principais causas de mortes entre adolescentes brasileiros de 10 a 15 anos são, nesta ordem: violência interpessoal, acidentes de trânsito, afogamento, leucemia e infecções respiratórias. Já jovens na faixa de 15 a 19 anos morrem em decorrência de violência interpessoal, acidentes de trânsito, suicídio, afogamento e infecções respiratórias.
 
A OMS repassou esse ranking estimado com exclusividade à BBC Brasil, mas não ofereceu números absolutos para ilustrar a lista, pois o estudo foi organizado por regiões. O Global Acceleration Action for the Health of Adolescents (Ação Global Acelerada para a Saúde de Adolescentes, em tradução livre) não avalia países individualmente, mas áreas econômicas do planeta. O Brasil está inserido na categoria "países de renda baixa-média das Américas".

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15 de Mai // | Saúde
Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) finalizaram o sequenciamento completo do genoma do vírus responsável pelo atual surto de febre amarela no país. A partir dessa análise, eles encontraram variações inéditas em algumas de suas sequências genéticas. Não há registro anterior dessas mutações na literatura científica mundial, de acordo com a instituição.
 
Sobre um possível impacto das mutações para a vacina disponível no Brasil, a equipe de cientistas explica que o imunizante adotado atualmente protege contra diferentes genótipos do vírus, incluindo o sul americano e o africano, e que as alterações detectadas no estudo não afetam as proteínas do envelope do vírus, que são centrais para o funcionamento da vacina.
 
"Temos que entender que essa alteração não está ocorrendo no principal tipo de proteína viral, que são as proteinas do envelope, no exterior do vírus. A vacina vai proteger certamente. Um exemplo disso é que em qualquer lugar do mundo que você tem variantes da febre amarela, a vacina protege com a mesma eficácia. A princípio não muda nada", disse uma das pesquisadoras, Myrna Bonaldo.

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15 de Mai // | Saúde
Ao desenvolver a campanha Combate ao Mosquito, lançada na manhã desta segunda-feira (15), o governo estadual levou em consideração a crise hídrica enfrentada no Nordeste. A medida conta com ações contra o Aedes aegypti, principal vetor de doenças como dengue, chikungunya e zika. 
 
A campanha do governo estadual vai contar com intervenções educativas nas escolas, nas comunidades e peças veiculadas em jornais, TVs, outdoors e nas diversas redes sociais. Conforme destacou o secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, o déficit hídrico somado às frequentes interrupções no abastecimento de água têm favorecido a proliferação de larvas.
 
"A principal localidade onde encontramos larvas nas residências é em recipientes que acumulam água, sejam em caixas d'água descobertas ou mal cobertas, mas também em latas de água e panelas, que as pessoas vêm guardando em momentos de suspensão temporária do abastecimento de água", observou o titular, orientando a população a se mobilizar contra os focos do mosquito.

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15 de Mai // | Saúde

O Hospital da Mulher, em Salvador, vai atender casais que tenham algum tipo de dificuldade para ter filhos. Uma equipe multidisciplinar atenderá os casais que tenham problemas para concepção, sendo diagnosticado ou não. O aconselhamento reprodutivo investiga, diagnostica e ajuda no tratamento de baixa complexidade, que não necessite de manipulação de sêmen ou óvulo.

 

O setor também avalia o potencial reprodutivo das pacientes, caso tenham que passar por algum tipo de cirurgia, como nos casos de endometriose. O hospital mantém médicos e psicólogos preparados para acolher e dar o direcionamento necessário, o que também se estende aos companheiros das mulheres.

 

Para ter acesso aos serviços, as pacientes precisam ser encaminhadas pelos seus médicos, por meio da Central Estadual de Regulação. De acordo com o ginecologista e obstetra Agnaldo Viana, especialista em reprodução humana, algumas pacientes acompanhadas pela unidade de saúde já têm obtido sucesso com o tratamento. “A paciente pode chegar com uma suspeita ou diagnóstico de infertilidade.

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12 de Mai // | Saúde

Salvador registrou um aumento no Índice de Infestação Predial (IPP) do início deste ano até o momento. De acordo com o Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta sexta-feira (12) pela Secretaria Municipal de Salvador (SMS), o IIP passou de 1,5% em janeiro para 3,1%. Ou seja, a cada 100 imóveis visitados, três apresentaram focos do mosquito.

 

O estudo revelou ainda que os depósitos preferenciais estão dentro dos domicílios como baldes, tonéis e outros recipientes utilizados para armazenamento de água. De acordo com Isabel Guimarães, coordenadora de Vigilância à Saúde, a intermitência no abastecimento de água que acomete a capital nos últimos meses pode ser um dos fatores determinantes para o aumento do indicador.

 

"Vários fatores contribuem para o aumento do indicador nesta época do ano. As condições climáticas com chuvas e forte calor facilita a reprodução dos mosquitos. Outro fator a ser considerado é o armazenamento de água em depósitos a nível de solo, local onde as equipes de campo mais encontram focos do Aedes aegypti, sendo que esta situação está ligada a intermitência no fornecimento de água.

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12 de Mai // | Saúde
O Dia de Mobilização Nacional da Campanha de Vacinação contra a Influenza (gripe) será realizado neste sábado (13), nos 417 municípios baianos, com 3.600 postos de vacinação disponíveis para a população alvo. São 3,6 milhões de pessoas aptas a tomarem a vacina este ano. Até o momento, apenas 813.603 pessoas foram até um posto para se vacinar.
 
O público alvo da campanha são idosos a partir de 60 anos, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), professores, os trabalhadores da saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas sócioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
 
Esta é a 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A ação começou no dia 17 de abril e será encerrada no dia 26 de maio. De acordo com Ramon Saavedra, coordenador do Programa Estadual de Imunizações, a estratégia de vacinação contra a influenza foi incorporada ao Programa Nacional de Imunizações em 1999, tendo por finalidade reduzir internações, complicações e mortes na população alvo.

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11 de Mai // | Saúde
O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (11), o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia no Brasil. O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika.
 
Segundo a pasta, o fim da emergência ocorre devido à queda no número de casos de zika e microcefalia no país. Do início do ano até 15 de abril, foram registrados 7.911 casos de zika no país, o que representa uma redução de 95,4% em relação a 2016. Na mesma época do ano passado, havia 170.535 casos da doença. Em 2017, foram confirmados 230 novos casos de microcefalia e 2.837 casos suspeitos continuam sob investigação.
 
Ao todo, desde o início da emergência em saúde, em novembro de 2015, o Ministério da Saúde recebeu 13.490 notificações de casos suspeitos de microcefalia, dos quais 2.653 foram confirmados. No primeiro ano da emergência - desde o início da emergência até o fim de 2016 - o país teve 2.205 casos confirmados de bebês afetados, de um total de mais de 10 mil notificações de suspeitas. Além disso, 259 mortes de fetos e recém-nascidos tiveram a confirmação de relação com o vírus nesse período.

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10 de Mai // | Saúde
As novas regras para cancelamento de planos de saúde individual, familiar ou empresarial entram em vigor nesta quarta-feira. As normas foram definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). De acordo com a Resolução Normativa 412, as operadoras devem oferecer canais de cancelamento, seja presencialmente, por internet ou telefone.
 
Agora, as seguradoras terão que encerrar automaticamente o contrato e poderão cobrar multa para clientes que realizaram o cancelamento antes do prazo previsto no contrato. Além disso, o consumidor que deixar de pagar as mensalidades e não oficializar o cancelamento pode ser cobrado pelos meses que deixou de pagar até a operadora cancelar efetivamente o serviço.
 
A nova norma diz ainda que os contratos devem prever a forma de cancelamento. No caso de plano de saúde do empresarial, o cancelamento deve ser solicitado ao setor de Recursos Humanos da empresa. Se não houve o rompimento do contrato em 30 dias, consumidor pode pedir o encerramento diretamente à operadora.

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09 de Mai // | Saúde

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) lançou nesta última segunda-feira (8) o Plano Estadual da Mãe Saudável, que tem o objetivo de reduzir a sífilis congênita, ou seja, transmitida de mãe para filho. Apenas em 2016, a doença atingiu 2.706 gestantes baianas, que deram à luz 1.444 crianças contaminadas.

 

Durante o evento, que aconteceu na Maternidade de Referência José Maria de Magalhães Netto, o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, lembrou que a sífilis é um problema extremamente grave, mas com 100% de chance de cura em casos de tratamento adequado.

 

"O estado vai garantir a compra e distribuição para os municípios da penicilina benzatina, medicamento utilizado para o tratamento as sífilis", afirmou. Vilas-Boas ainda destacou que o estado está investindo cerca de R$ 60 milhões para reestruturação das maternidades para que tenham condições de atender a demanda. A meta inicial do governo é reduzir em 20% a incidência da doença em menores de um ano até 2021.

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08 de Mai // | Saúde
Nos primeiros meses de 2017, até o dia 15 de abril, o Brasil registrou 113.381 casos suspeitos de dengue, 43.010 de chikungunya e 7.911 de zika. Somadas, as três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti tiveram uma redução de 88,9% no número de casos em comparação ao mesmo período de 2016. Os dados são de boletim epidemiológico elaborado pelo Ministério da Saúde.
 
É importante observar que o ano passado teve um número muito alto de casos de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos): foi o segundo ano com maior número de dengue desde o início dos registros, em 1990, perdendo só para 2015. Também foi recordista em zika e chikungunya, doenças que chegaram mais recentemente ao país e que, portanto, não têm muitos dados anteriores para comparação.
 
Em 2017, forma 113.381 casos de dengue até 15 de abril. No ano passado, havia 1.180.472 casos na mesma época. A região Sudeste concentrou o maior número de casos, 32,9% do total registrado no país, mas a região com maior incidência foi o Centro-Oeste, com 160 casos a cada 100 mil habitantes. Houve 17 mortes por dengue este ano, em contraste com 507 mortes no mesmo período do ano passado.

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08 de Mai // | Saúde
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Greenwich, em Londres, na Inglaterra, acredita que aumentar os níveis de álcool no sangue - até certo ponto - pode melhorar nossa resistência à dor. Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores realizaram 18 estudos, com mais de 400 participantes, que passavam por situações de dor antes e a pós o consumo de bebidas alcoólicas e não alcoólicas.
 
Os cientistas descobriram que cerca de duas canecas de cerveja, que equivalem à uma elevação de 0,08% no teor de álcool no sangue, aumentavam o limite do organismo humano à dor em até um quarto. Segundo esta equipe, o álcool seria um analgésico eficaz, o que poderia explicar porque pacientes com dores crônicas fazem, muitas vezes, uso exagerado do álcool.
 
Os pesquisadores salientam, porém, que uso prolongado do álcool acarreta muitas consequências negativas à saúde. O efeito do álcool no alívio da dor seria semelhante ao do uso da codeína. Não ficou claro para os pesquisadores, no entanto, se o álcool reduz as dores porque mexe com os receptores cerebrais ou porque, ao beber, a pessoa ficaria mais relaxada. Sabe aquela dor de cabeça chata que te importunou durante todo o expediente?

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02 de Mai // | Saúde
De Deborah Secco a Beyoncé, são muitas as celebridades que ajudaram a popularizar o jejum intermitente — dieta na qual a pessoa fica sem comer durante 16 horas intercalando os dias, ou 24 horas duas vezes por semana. No entanto, pesquisadores afirmam na "JAMA Internal Medicine", que tal dieta é menos eficaz do que se pensava anteriormente.
 
Uma equipe de cientistas da Universidade de Illinois em Chicago, nos EUA, recrutou cem voluntários com excesso de peso e os distribuiu aleatoriamente por três grupos: um de alimentação comum; um que faria a tradicional dieta de contagem de calorias; e o terceiro que realizaria o jejum intermitente. Foi constatado que os participantes que praticavam o jejum consumiam 25% da sua ingestão calórica diária normal no “dia do jejum” e 125% no dia seguinte.
 
Enquanto isso, o grupo com restrição calórica consumiu 75% de sua ingestão diária, e o grupo que não mudou seus hábitos não registrou alteração na ingestão de alimentos. Entretanto, ao final de seis meses, aqueles da dieta do jejum e aqueles do regime com restrição calórica perderam, em média, a mesma quantidade de peso: estavam entre 5,3% e 6% mais magos do que os que não fizeram dieta.

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02 de Mai // | Saúde

A longa fila de espera para cirurgia bariátrica no Brasil provoca mortes evitáveis e custos ao sistema de saúde. Pesquisa estimando consequências da demora no acesso ao procedimento mostra que, a cada mil pacientes que aguardam a cirurgia, cinco morrem por ano de espera. No Brasil, o tempo médio de espera por cirurgia bariátrica na rede pública é de três a quatro anos.

 

Como a estimativa dos pesquisadores é de que até 9 milhões precisem da cirurgia no País - aqueles na fila e os que ainda necessitam de encaminhamento - e só 1,5% deles sejam operados, a não realização da bariátrica causa até 45 mil óbitos evitáveis por ano. Já o custo extra ao sistema público de saúde, segundo o estudo, é de U$ 720 milhões anuais. A cada mil pacientes, são US$ 80 mil (aproximadamente R$ 256 mil) gastos a mais, a cada ano, por complicações da obesidade.

 

Liderado pelo médico Ricardo Cohen, coordenador do centro de obesidade e diabete do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o estudo usou um modelo estatístico para calcular todos os prejuízos sofridos pelos pacientes que esperam na fila. Os pesquisadores compararam indicadores de eficácia e custo em vários cenários: não realização de cirurgia, operação imediata após a indicação do procedimento e espera de um, dois, quatro e sete anos na fila.

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01 de Mai // | Saúde
A pedido da bancada feminina, o relator alterou o artigo. Agora, pela nova redação, fica vedado trabalho em atividades consideradas insalubres em grau máximo enquanto durar a gestação. Para atividades de grau médio ou mínimo de insalubridade, a gestante deverá ser afastada quando apresentar um atestado de saúde emitido por um médico de confiança.
 
Essa deverá ser a versão que será votada no plenário nesta quarta-feira. O texto votado ontem na comissão, elaborado por Marinho, tinha redação diferente: ele previa que as grávidas e lactantes poderiam ser liberadas para trabalhar em locais com qualquer grau de insalubridade desde que apresentassem um atestado médico comprovando que o ambiente não faria mal à mãe e ao bebê.
 
bancada feminina, no entanto, não considerou que o texto dava todas as garantias às mulheres. A justificativa do relator para permitir o trabalho em ambientes insalubres é diminuir a discriminação em algumas profissões, em hospitais e postos de gasolina, por exemplo, que preferem não contratar mulheres em idade fértil. Isso porque, de acordo com as leis atuais, as mulheres têm que ficar afastadas de ambientes insalubres pelo período de gestação, licença maternidade e lactação.

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30 de Abr // Gildásio Cavalcante | Saúde

Um dos grandes e mais comuns problemas de saúde no mundo todo é a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), popularmente conhecida como pressão alta.

 

Seu diagnóstico consiste no paciente apresentar níveis de pressão arterial superiores a 140x90 mm hg, acima dos 120x80 mm hg, considerados padrão. 

 

De acordo com o clínico geral do Hospital e Maternidade São Cristóvão em São Paulo, Vagner Sanches Nakayama, os portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica têm um significativo aumento de risco quanto a eventos cardiovasculares a curto ou longo prazo, devendo o quanto antes iniciar tratamento.

 

“Uma grande preocupação com relação ao diagnóstico da pressão alta é sua traiçoeira natureza assintomática em grande parte da população hipertensa. Então, demora para ser diagnosticada e tratada. Normalmente, só é descoberta quando há uma primeira complicação cardiovascular, normalmente um Acidente Vascular Cerebral (geralmente um AVC isquêmico, gerando uma espécie de obstrução ao fluxo arterial, impedindo a passagem de oxigênio e nutrientes para as células cerebrais)”, explica o especialista. 

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29 de Abr // tribuna da bahia | Saúde
O mau hálito ou halitose é um problema que afeta cerca de 50 milhões de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Halitose (Abha).
 
Além de atrapalhar a convivência social por conta dos diversos constrangimentos que proporciona, o mau hálito pode ser indicativo de algum problema como cárie, distúrbio no trato gastrointestinal, rinite, sinusite, diabete e/ou transtorno hepático e renal.  Apesar de ter diversas causas, em 90% dos casos de mau hálito o problema se encontra na boca.
 
“Poucos sabem, mas o consumo excessivo de proteínas pode potencializar o aparecimento do odor indesejado, pois as mesmas contribuem para a mudança do pH alcalino, o que propícia o desenvolvimento de bactérias. Além disso, as proteínas de origem animal favorecem a formação de muco, fator que causa o acúmulo de biofilme lingual (saburra), um dos principais vilões do bom hálito”, explica Rosane Farias de Menezes, dentista da Caixa Seguradora Odonto.
 
“Outra causa da halitose está relacionada com a baixa produção de saliva, que ajuda a remover partículas alimentares da boca e funciona como uma proteção natural contra as bactérias na cavidade bucal. Por isso, pessoas com a boca seca tem mais chances de ter mau hálito”, complementa Rosane.

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28 de Abr // | Saúde

Uma delegação de Cuba deve chegar ao Brasil na próxima semana para discutir com o governo brasileiro uma solução para o impasse em torno do programa Mais Médicos. A crise começou há duas semanas, depois que o governo cubano decidiu suspender o envio de 710 médicos que já haviam concluído o treinamento para trabalhar em cidades brasileiras.

 

A decisão foi tomada diante do descontentamento com o número de profissionais que, concluído o prazo de três anos de permanência no Mais Médicos, obtiveram na Justiça o direito de ficar no Brasil, à revelia do governo cubano. Há pelo menos 88 liminares concedidas na Justiça a médicos cubanos que não desejam retornar a seu país.

 

Em entrevista Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, confirmou a agenda para a próxima semana. Ele disse que, por enquanto, não está prevista sua participação no encontro. No ano passado, Brasil e Cuba renovaram um contrato - feito com a participação da Organização Pan-Americana de Saúde - de recrutamento de profissionais cubanos para trabalhar no Mais Médicos.

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27 de Abr // | Saúde
As pessoas que vivem com HIV/Aids têm 40% a mais de risco de desenvolver doenças do coração. Uma pesquisa inédita no mundo vai testar um novo medicamento para prevenir os problemas cardiovasculares deste grupo. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27) pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HDV), em Manaus.
 
A instituição é a única da região Norte e uma das oito no país que vão participar do estudo, que é coordenado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Segundo o diretor de Ensino e Pesquisa da Fundação, Marcus Lacerda, as pessoas com HIV estão morrendo mais por causa de infartos e derrames cerebrais do que de outras doenças.
 
“O próprio vírus faz com que haja aumento de colesterol e triglicerídeos e destrói vasos. Ainda que esteja muito baixo no sangue, o vírus vai fazendo alterações cardiovasculares. Além disso, as drogas para o tratamento do HIV também aumentam os triglicerídeos e o colesterol. Então, juntando a droga do coquetel com o próprio vírus, isso faz com que haja mais infartos”, disse. O novo tratamento consiste no uso de um medicamento chamado de Pitavastatina, que tem em sua composição a estatina, uma substância que é utilizada para o controle do colesterol.

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26 de Abr // | Saúde
Escolas públicas de todo o país terão, a partir deste ano, atualização do calendário vacinal de alunos e ações de promoção à saúde, como prevenção à obesidade, cuidados com a saúde bucal, auditiva e ocular, combate ao mosquito Aedes aegypti, incentivo à atividade física e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
 
As estratégias fazem parte do novo edital do Programa Saúde na Escola, lançado hoje (25) pelo governo federal. A portaria, assinada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, e pelo ministro da Educação, José Mendonça Filho, estabelece 12 ações a serem cumpridas pelos gestores por um período de dois anos.
 
Para incentivar a participação de municípios, o Ministério da Saúde vai destinar R$ 89 milhões em recursos, a serem transferidos em parcela única. O prazo de adesão começa no dia 2 de maio e segue até 14 de junho. “É de livre adesão o programa. Portanto, faço aqui um apelo aos prefeitos, governadores, diretores de escolas e professores que façam adesão ao programa para que possamos ter o máximo de integração entre saúde e educação em benefício de todas as crianças brasileiras”, avaliou Barros.

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25 de Abr // | Saúde

Com o objetivo de contar com a ajuda da população para combate de doenças, a Fundação Oswaldo Cruz criou um aplicativo que recebe dados regionais de seus usuários. De acordo com a bióloga Márcia Chame, que está à frente de um projeto de biodiversidade da Fiocruz, é preciso aumentar os meios de monitoramento das informações para ampliação da base de dados utilizados nas pesquisas.

 

"Acreditamos que a sociedade é parte do processo. Por isso, desde 2005 começamos a desenvolver um aplicativo em que qualquer pessoa no país pode nos ajudar no monitoramento de animais silvestres. Não só macacos, mas carnívoros, roedores e todo tipo de animais", disse à Agência Brasil.

 

O aplicativo permite receber uma série de registros, inclusive fotos. "Ele funciona offline, de modo que no meio do campo há um georreferenciamento. As pessoas podem checar seus dados no mapa disponível e atrás dessas informações temos esses modelos". A professora acrescentou que, embora exista a sensação de que a febre amarela é uma doença nova no Brasil, ela veio da África há muito tempo e hoje alarma a população.

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24 de Abr // | Saúde

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para o aumento de casos de hepatites virais em todo o mundo. A estimativa da entidade é que 325 milhões de pessoas no planeta vivam com um quadro crônico de infecção viral por hepatite B ou hepatite C. A maioria dos pacientes não têm acesso a exames de diagnóstico e, portanto, não têm tratamento.

 

"Como resultado, milhões de pessoas estão sob risco de uma progressão lenta para um quadro de doença crônica do fígado, câncer e morte", destacou a OMS. A diretora-geral da entidade, Margaret Chan, afirmou que a hepatite viral hoje é reconhecida como um grande desafio de saúde pública, que exige uma resposta imediata por parte dos países-membros.

 

"Vacinas e medicamentos para combater a hepatite existem e a OMS está empenhada em ajudar a garantir que essas estratégias cheguem a todos aqueles que precisam". Segundo a Agência Brasil, dados da instituição mostram que as hepatites foram responsáveis pela morte de 1,34 milhão de pessoas em 2015. O número é comparável ao total de mortes provocadas por tuberculose e pelo vírus HIV.

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23 de Abr // Gildásio Cavalcante | Saúde

As doenças respiratórias são as principais vilãs da população no outono e costumam aumentar 40% durante a estação, de acordo com estatísticas da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

 

A chegada da estação traz variações de temperatura e transição do clima, o que impacta diretamente no organismo. E o sistema respiratório é um dos que mais sofre com tais alterações. A causa disto tem a ver com a umidade do ar: no frio, o ar fica mais seco, concentrando mais poluentes.

 

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o outono de 2017 será marcado por mudanças rápidas nas condições do tempo, com temperaturas que vão oscilar entre 18°C e 28°C.

 

Durante esta época do ano, as pessoas também tendem a ficar confinadas em ambientes fechados, facilitando a transmissão dos vírus e bactérias. Isso afeta o organismo por conta da mucosa nasal, que fica menos eficaz na infiltração de impureza.

 

O conjunto de ações faz com que o sistema respiratório perca um pouco da capacidade de defesas contra microrganismos nocivos. É o que acontece com a jornalista Carolina Piscina, cujos problemas respiratórios se agravam no outono.

 

"Associo muito isso às mudanças no tempo, um dia está muito calor e no outro mega frio. A sinusite é um problema muito recorrente, desde aquelas que são mais leves, e consigo controlar com remédios sem receita, até os casos em que preciso ir ao hospital e tomar antibióticos", conta.

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21 de Abr // | Saúde

Pesquisadores da Universidade Emory, nos Estados Unidos, descobriram que um muco expelido da pele de uma rã indiana pode ajudar no combate a alguns tipos de vírus da gripe. "Rãs diferentes produzem peptídeos (cadeias de aminoácidos) diferentes, dependendo de onde é seu hábitat", afirmou o especialista em gripe e coautor do estudo Joshy Jacob.

 

Jacob ressaltou que os humanos também produzem proteínas que agem como defensoras do organismo. "É um mediador imune natural inato presente em todos os organismos vivos. Acabamos de encontrar um produzido pelo sapo que por acaso é eficaz contra o tipo de gripe H1", completou. Espécimes da Hydrophylax bahuvistara sofreram pequenos choques elétricos para estimular a secreção dos peptídeos de defesa.

 

Batizado de "urumin", o peptídeo antiviral não é tóxico para mamíferos, mas "parece perturbar a integridade do vírus da gripe, como visto através de microscopia eletrônica", apontou o especialista. Ratos de laboratório foram protegidos contra uma dose letal do vírus da gripe H1 com uso do peptídeo. Os pesquisadores ressaltaram a necessidade de novos estudos.

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20 de Abr // | Saúde
O ex-ministro da Saúde do governo Dilma (nos anos 2014-2015), Arthur Chioro (PT), elevou o tom das reclamações ao modelo administrativo do presidente Michel Temer (PMDB), cujas reformas, segundo ele, podem desembocar no encerramento do Serviço Único de Saúde (SUS), com consequentes prejuízos.
 
“No quadro de crise é fundamental reafirmar direito universal à saúde, que é denominada pelo conjunto de condições de vida, acesso a emprego, previdência…Nunca estivemos tão perto do fim do SUS. A reforma trabalhista vem aí para ceifar direitos dos trabalhadores e é a possibilidade de vermos o fim do SUS”, afirmou, durante entrevista exclusiva ao Bocão News.
 
“Nós vivemos agora um desmonte do estado democrático de direito. Está aí o exemplo das reformas trabalhistas e há várias pistas de que vamos enfrentar nos próximos anos ou nos próximos meses, talvez nas próximas semanas, estratégias cada vez mais importantes de desmonte do SUS enquanto uma política pública. O novo regime fiscal aprovado pelo Congresso que congela os gastos públicos por 20 anos já dá uma mostra disso”, argumentou.

Saúde

19 de Abr // | Saúde

O fundador da Microsoft, Bill Gates, revelou em Genebra que fechou um acordo com o governo e entidades dos EUA, em 2016, para destinar US$ 18 milhões para modificar geneticamente os mosquitos Aedes aegypti, tornando-os estéreis. Respondendo ao Estado, Gates relatou que os testes estão sendo realizados principalmente em Antioquia, Colômbia, nos subúrbios do Rio, e também na Indonésia.

 

O experimento ocorre depois que, na Ásia, cientistas obtiveram resultados positivos no Vietnã e em outros países tropicais. Seus assessores apontam que a iniciativa tem o potencial de ser a iniciativa de saúde de maior impacto da Gates Foundation que, ao longo dos últimos anos, destinou mais de US$ 500 milhões para tratar doenças.

 

A estratégia consiste em contaminar o mosquito com a bactéria Wolbachia. Como consequência, os descendentes não teriam a capacidade de transmitir doenças. A bactéria está presente em 60% dos mosquitos e insetos. Mas não no Aedes aegypti. "Essa é a novidade. Estamos realizando os testes e, até o fim do ano, saberemos se isso vai funcionar", contou Gates. Se os testes derem resultados positivos, a proteção para populações de locais com a presença endêmica do mosquito poderia aumentar em 40%.

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18 de Abr // | Saúde
Os efeitos adversos graves da vacina contra a febre amarela, embora raros, preocupam as autoridades médicas e de pesquisa dentro e fora do Brasil. Para tentar identificar as causas, pesquisadores da Bio-Manguinhos, da Fiocruz, e da Universidade Rockefeller, dos EUA, iniciaram uma parceria para estudar fatores individuais para o problema, que pode ter origem genética.
 
Entre os possíveis efeitos adversos da vacina contra febre amarela, o mais grave é a doença viscerotrópica, que pode causar choque, derrame pleural e abdominal, e falência múltipla dos órgãos. Segundo o pesquisador Reinaldo de Menezes Martins, os efeitos adversos ocorrem em uma a cada 300 mil pessoas vacinadas e a média é de uma morte a cada 10 a 20 casos em que há reação à vacina.
 
Ainda não foram encontrados mutações no vírus da vacina ou problemas ligados à produção que pudessem explicar esses eventos adversos, que segundo ele, devem ter origem genética. “Essas reações acometem muitas vezes pessoas absolutamente saudáveis. Resta estudar algum fator individual que faz com que certas pessoas sejam sujeitas a esses eventos adversos. Imaginamos que esse fator individual deve ser de natureza genética.”

Saúde

18 de Abr // | Saúde

O número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, passando de 5,5% da população em 2006 para 8,9% em 2016. A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada na segunda (17) pelo Ministério da Saúde, revela ainda que as mulheres registram mais diagnósticos da doença

 

O grupo passou de 6,3% para 9,9% no período, contra índices de 4,6% e 7,8% registrados entre os homens. De acordo com o estudo, o indicador de diabetes aumenta com a idade e é quase três vezes maior entre os que têm menor escolaridade. Nas pessoas com idade entre 18 e 24 anos, por exemplo, o índice é de 0,9%.

 

Já entre brasileiros de 35 a 44 anos, o índice é de 5,2% e, entre os com idade de 55 a 64 anos, o número chega a 19,6%. O maior registro, entretanto, é na população com 65 anos ou mais, que apresenta índice de 27,2%. Já em relação à escolaridade, os que têm até oito anos de estudo apresentam índice de diagnóstico de diabetes de 16,5%. O percentual cai para 5,9% entre os brasileiros com nove a 11 anos de estudo e para 4,6% entre os que têm 12 ou mais anos de estudo.

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17 de Abr // | Saúde
A parcela de brasileiros obesos cresceu 60% em dez anos, apontam dados da nova edição da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde. Em 2016, esse percentual foi de 18,9%. Já em 2006, era de 11,8%.  Ao mesmo tempo em que houve avanço na obesidade nos últimos anos, a pesquisa mostra que a guerra contra a balança pode estar perto de dar seu primeiro sinal de trégua.
 
Isso porque, em 2016, o índice de obesos ficou estável em relação ao ano anterior. Cenário semelhante ocorre quando considerados todos os brasileiros com excesso de peso, parcela que supera mais do que a metade da população, ou 53,8%. Em 2015, percentual foi de 53,9%. 
 
São considerados acima do peso todos aqueles com IMC (índice de massa corporal, medido pelo peso dividido por altura ao quadrado) igual ou superior a 25 kg/m2. Já a obesidade ocorre quando o índice é igual ou maior que 30 kg/m2. Ao todo, a pesquisa ouviu 53.210 pessoas com mais de 18 anos de todas as capitais do país. O levantamento foi realizado entre fevereiro e dezembro de 2016.




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