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23 de Set // Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil | Saúde

O brasileiro se julga pouco preparado para enfrentar a morte. Apesar disso, 79,5% concordam que a morte é um fenômeno tão natural quanto crescer, e 81,2% que “a morte é a única certeza que temos” segundo informações da Agência Brasil. O levantamento foi feito pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil  (Sincep).

 

68% dos entrevistados concordam com a frase “eu sei que a morte virá, mas não me sinto pronto para isso”. Mesmo aceitando a naturalidade do fim da vida, o levantamento mostra que 82,4% das pessoas a relacionam com um grande sofrimento e acreditam que não há nada mais dolorido que a perda de uma pessoa.

 

Segundo o estudo, 75% dos entrevistados têm muito medo de perder alguém. Apenas 1,6% avaliaram não ter receio nenhum de que alguma pessoa próxima morra. O levantamento entrevistou mil pessoas em todo o país. Falar sobre a morte também não é muito presente no cotidiano dos entrevistados: 73,7% deles admitem que o tema tem sido evitado nas conversas. As pessoas com mais de 55 anos são as que mais falam sobre o assunto.

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23 de Set // Foto: Carta de Notícias | Saúde

A Radioterapia Estereotáxica Corporal, conhecida como radiocirurgia, é um procedimento não invasivo, que obtem 89% de êxito na destruição de nódulos no pulmão em pessoas mais velhas, que tem outros problemas de saúde, segundo o estudo do Hospital Sírio-Libanês publicado na Global Oncology - revista da Sociedade Americana de Oncologia.

 

A pesquisa, que teve início em 2007 e durou até 2015, avaliou os resultados em 54 pacientes do hospital classificados como frágeis, geralmente idosos que já tiveram problemas de saúde, como doenças associadas ao cigarro ou cardíacas. Eles também precisavam estar com o tumor em fase inicial, com menos de 5 centímetros.

 

“A radiocirurgia traz oportunidade de cura que se aproxima do resultado de uma cirurgia. No nosso estudo, 89% tiveram um controle do tumor no local e, em dois anos, 80% dos pacientes estavam vivos”, diz Carlos Vita Abreu, radio-oncologista do Hospital Sírio-Libanês. A média de idade das pessoas submetidas ao procedimento era de 75 anos. O especialista diz que nenhum paciente morreu nem teve complicações graves após fazer o procedimento.

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21 de Set // Foto: Baz Ratner/Reuters | Saúde

Um informe da OMS, pelo Banco Mundial e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância aponta que, apesar dos avanços importantes nos últimos 25 anos no combate à pobreza, a morte de crianças continua em níveis "inaceitáveis". A cada cinco segundos, uma criança de menos de 15 anos não sobrevive a doenças, violência ou acidentes no mundo.

 

Em 2017, 6,3 milhões morreram e, segundo o levantamento, a maioria delas poderia ter sido salva. De acordo com as agências, desse total de mortes, 5,4 milhões delas ocorreram com crianças de menos de 5 anos. No Brasil, as entidades também apontam para uma estagnação nos avanços para evitar as mortes neonatais no Brasil entre 2016 e 2017.

 

Em 1990, o País registrou 96 mil mortes. Mas o volume caiu para apenas 23 mil em 2016, com um dos maiores avanços entre os países emergentes. No ano passado, o total era de 25 mil. Proporcionalmente, a taxa também registrou uma pequena alta. Em 1990, o índice era de 26 mortes para cada mil nascimentos. Em 2016, essa taxa era de apenas oito para cada mil. Um ano depois, esse número era de nove mortes para cada mil nascimentos.

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21 de Set // Foto: Agência Brasil | Saúde

As internações hospitalares de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o país, por doenças causadas pela falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade, ao longo de 2017, geraram um custo de R$ 100 milhões no país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ao todo, foram 263,4 mil internações.

 

O número ainda é elevado, mesmo com o decréscimo em relação aos casos registrados no ano anterior, quando 350,9 mil internações geraram custo de R$ 129 milhões. Segundo a OMS, cada dólar investido em água e saneamento resultaria em uma economia de US$ 4,3 em custos de saúde no mundo.

 

Atualmente, de acordo com o Instituto Trata Brasil, apenas 44,92% dos esgotos coletados no país são tratados. O Brasil tem uma meta de universalização do saneamento até o ano de 2033. Este objetivo previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico, representaria um gasto de cerca de R$ 15 bilhões anuais, ao longo de 20 anos. E este é um dos desafios para os governantes a serem eleitos em outubro segundo informações da Agência Brasil.

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21 de Set // Foto: Alex Silva/ Estadão | Saúde

O Brasil registrou 11.433 mortes por suicídio em 2016, o equivalente a 31 casos por dia. Os dados, que representam um aumento de 2,3% em relação ao ano anterior, fazem parte do novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. O governo, porém, estima que o número real de casos seja maior devido à subnotificação nos registros.

 

"Estimamos um subdiagnóstico de 20% de mortes por suicídio. Temos ainda mortes que são classificadas como de intenção não determinada, e não sabemos se foi um acidente ou uma tentativa de suicídio que levou à morte", afirma a diretora de vigilância de doenças e agravos não transmissíveis, Fátima Marinho.

 

Essa é a segunda vez que os dados nacionais sobre suicídio são divulgados pelo Ministério da Saúde. A primeira foi em 2017, quando foram registrados 11.178 casos no país. O objetivo é alertar para a necessidade de discutir o problema e alternativas de prevenção. Em 2016, a taxa de mortalidade por suicídio no Brasil foi 5,8 casos a cada 100 mil habitantes. Para comparação, em 2007, esse índice era de 4,9 mortes a cada 100 mil habitantes -um aumento de 17%.

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20 de Set // Foto: Reprodução / Mais Goiás | Saúde

Em uma tentativa de reverter a queda nos índices de vacinação, o governo estuda tornar obrigatória a exigência da carteirinha de imunização como requisito para a matrícula nas escolas. Na Bahia, a apresentação já é obrigatória, de acordo com portaria publicada em agosto deste ano. A iniciativa foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

 

Atualmente, a apresentação da carteirinha de vacinação já é cobrada por parte das redes de ensino durante a matrícula dos alunos, mas não há uma regra federal sobre o tema. Agora, a ideia, que tem apoio do Ministério da Saúde, é fazer uma portaria conjunta com o Ministério da Educação para regulamentar essa exigência.

 

A cobrança de um documento que comprove a vacinação foi defendida pela coordenadora do Programa de Imunizações, Carla Domingues, durante uma audiência na PGR ."Já vemos estados tendo ações de, em conjunto com as câmaras legislativas, olharem as cadernetas de vacinação. Será que não é o momento da Saúde, em conjunto com o MEC, ter um decreto nacional com obrigação de que cada escola observe a caderneta?", sugeriu.

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19 de Set // Foto: Carlos Severo / Fotos Públicas | Saúde

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI anunciou que concedeu à farmacêutica americana Gilead patente sobre o sofosbuvir, medicamento que cura a hepatite C. Com isso, a Fiocruz-Farmanguinhos fica impedida de produzir o genérico, que já estava registrado pela Anvisa e geraria uma economia de R$ 1 bi para o Ministério da Saúde.

 

Países como Egito, Argentina e China não concederam patente à Gilead e produzem os genéricos. Outros países, como o Chile, estudam quebrar a patente do remédio. Em nota, o Instituto afirma ter deferido a patente para uma molécula intermediária para a síntese do Sofosbuvir, relativa a duas reivindicações feitas pela empresa Gilead.

 

"Como em todo exame de patentes, a decisão do Instituto sobre o pedido relacionado ao sofosbuvir se baseou nos critérios técnicos" disse o órgão. O instituto afirma também que "cada país tem independência para conceder ou não uma patente; cabe mencionar que África do Sul, Colômbia, Escritório Europeu de Patentes, EUA, Índia, Japão e Rússia concederam patentes semelhantes à que foi agora deferida pelo INPI", segundo o Folhapress.

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19 de Set // Foto: Agência Brasil | Saúde

A Campanha Nacional de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite, encerrada na sexta (14) ultrapassou a meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a cinco anos incompletos. De acordo com balanço divulgado na segunda-feira (17) pelo Ministério da Saúde, foi registrada cobertura vacinal de 95,4% para a pólio e de 95,3% para sarampo.

 

“O sucesso da campanha é responsabilidade de todos que entenderam a importância de mantermos elevadas coberturas vacinais para evitar que doenças eliminadas voltem a circular no país. A vacina é a forma mais eficaz de proteger nossas crianças contra essas doenças”, enfatizou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

 

Mais de 4,4 mil municípios cumpriram a meta. Entre os estados, 15 conseguiram atingir a meta para as duas vacinas e dois (São Paulo e Tocantins), apenas para poliomielite. Foram aplicadas, em todo o país, 21,4 milhões de doses das vacinas. A Bahia ficou entre os estados que não alcançaram o índice: a cobertura foi de 92,7% para cada um dos imunizantes. Foram aplicadas 786,9 mil doses da vacina contra poliomielite e 787,7 mil contra sarampo.

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18 de Set // Jornal do Brasil | Saúde

Uma regra editada há dez anos para dar mais segurança a medicamentos distribuídos no SUS foi revogada pelo Ministério da Saúde. Com a mudança, fabricantes de remédios vendidos para o governo federal ficam desobrigados a apresentar o Certificado de Boas Práticas de Fabricação, documento fornecido pela Anvisa em todos os processos de compra.

 

Basta apresentar o registro do produto, também obtido na Anvisa. O Ministério da Saúde afirmou que a iniciativa não altera a segurança do mercado ou de medicamentos distribuídos no SUS. Como justificativa, cita o fato de que o certificado de boas práticas já é exigido no momento em que o remédio é registrado na Anvisa.

 

Não haveria, portanto, alteração nas exigências, apenas mais racionalidade. A pasta alegou ainda que a mudança atende a um pedido feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o tema. Presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini discorda. "A mudança afrouxa as exigências. Isso porque o certificado de boas práticas é renovado a cada dois anos. O registro, a cada cinco", disse.

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18 de Set // Foto: Gazeta Morena | Saúde

Os atendimentos de emergências cardiovasculares nos hospitais do Brasil são 82,2% maiores do que aqueles em que uma cirurgia ou procedimento é agendado com antecedência. A conclusão está no levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O Brasil registra 360 mil mortes por doenças cardiovasculares todos os anos.

 

Apenas no ano passado, houve 1,1 milhão de internações por doenças cardiovasculares, das quais 929,5 mil (82,2%) foram de urgência. Segundo a Agência Brasil, a incidência de pacientes do sexo masculino é maior: 84% foram internados em caráter de emergência, enquanto o mesmo tipo de procedimento envolveu 79% de mulheres.

 

Para o coordenador do Centro de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sergio Timerman, há uma demanda excessiva nos atendimentos hospitalares. “Não podemos esquecer que uma pessoa que entra num hospital de forma emergencial, normalmente, fica hospitalizada por um tempo maior.” O levantamento mostra ainda um aumento no número de atendimentos conforme a idade avança.

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17 de Set // G1 | Saúde

A campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo foi prorrogada até sexta-feira (21) na Bahia. De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira (17) e tem como objetivo alcançar a meta de 95% de vacinados no estado. Até agora, 92,57% do público-alvo foi imunizado.

 

De acordo com Ramon Saavedra, coordenador do programa Estadual de Imunização da Sesab, a orientação é de que os municípios baianos que ainda não atingiram a meta deem continuidade à vacinação, conforme orientações técnicas já estabelecidas. São 131 municípios que ainda não conseguiram atingir a meta vacinal.

 

Na Bahia, até o momento, 785.585 crianças foram imunizadas contra a poliomielite e, 786.274 foram vacinadas contra o sarampo. A meta, tanto para polio como para sarampo, na Bahia, é de 849.361 para cada vacina. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, até a última quinta-feira (14), 78% do público-alvo havia sido imunizado na capital baiana. Ou seja, cerca de 29 mil crianças ainda faltavam ser vacinadas segundo o G1.

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17 de Set // Foto: Divulgação | Saúde

A Sociedade Brasileira de Urologia que estimular mais adolescentes a se cuidarem e procurarem um especialista. Para isso, lançaram a campanha #VemProUro. O objetivo é orientar os pais a levar os jovens de 15 a 19 anos de idade a médicos especialistas. Diferentemente das meninas, os meninos não têm o mesmo hábito de buscar orientação médica.

 

“É preciso que os adolescentes vejam o urologista como o médico que vai segui-los durante muitos anos e não só como o médico do homem dos 45 anos anos", disse o coordenador da campanha, Daniel Suslik. Ele ressalta que os homens procuram o profissional na fase adulta para o exame de toque que evita o câncer de próstata.

 

“[O homem] Fica sem ninguém; vai a um urologista por algum problema geniturinário específico, mas não tem o seu médico de referência”, destacou Zylbersztejn. O coordenador da campanha da Sociedade de Urologia afirma que a ida ao urologista desde a adolescência evita doenças como a varicocele, que é uma dilatação dos vasos do testículo que pode levar a uma redução da produção de espermatozoides e, no futuro, até causar infertilidade.

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16 de Set // Foto: Getty Images | Saúde

Apenas em 2018, o câncer deve matar 9,6 milhões de pessoas, segundo levantamento Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), da OMS. O número representa uma em cada oito mortes entre homens e uma em cada 11 mortes entre mulheres. O relatório da Globocan apontou ainda que o câncer de pulmão é o que mais mata em todo o mundo.

 

Junto ao câncer de mama, o câncer de pulmão é o que registra maior número de novos casos em todo o mundo. Apenas neste ano, devem ser diagnosticados 2,1 milhões de cada tipo. O relatório Globocan estima, segundo informações do G1, que 18,1 milhões de novos casos de câncer surgirão neste ano.

 

No ano de 2012, quando a última pesquisa foi publicada, eram previstos cerca de 14,1 milhões de novos casos e 8,2 milhões de mortes. "Estes novos números enfatizam que ainda há muito a ser feito para tratar o aumento alarmante do fardo do câncer globalmente e que a prevenção tem um papel central a desempenhar", afirmou o diretor do Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), Christopher Wild, em comunicado.

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16 de Set // Folhapress | Saúde

A um custo de R$ 7 milhões, pesquisa sobre drogas realizada com 17 mil entrevistas em todo o Brasil está há dez meses engavetada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. O estudo, encomendado pela Senad em 2014 e entregue em 2017, mapeia e detalha o uso de drogas no país e, pela primeira vez, inclui áreas rurais e de fronteira.

 

Foi realizada pela Fiocruz, que venceu o edital, e envolveu 400 profissionais - entre pesquisadores da área de epidemiologia e estatística, entrevistadores de campo e equipe de apoio. A demora na divulgação já virou alvo de investigação do MPF, em inquérito aberto em abril pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão.

 

Segundo o Ministério da Justiça, os resultados não foram divulgados ainda porque houve "alteração da metodologia usada, que pode comprometer a comparação de dados com os levantamentos anteriores". Mas a metodologia utilizada, segundo a Fiocruz, foi a mesma que consta do edital: equivalente à da Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios). A Fiocruz não pode divulgar documentos sobre a pesquisa sem autorização da Senad.

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14 de Set // Agência Brasil | Saúde

A tuberculose tem maior incidência, tanto na população prisional como na população em geral, em municípios com extrema desigualdade na distribuição de renda. Em localidades com boa distribuição de renda, a incidência da doença é menor. A conclusão é de pesquisa de doutorado de Daniele Maria Pelissari e do professor Fredi Alexander Diaz Quijano.

 

Os professores são da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o estudo, nas cidades com maior desigualdade a população não encarcerada também está submetida a condições de fragilidade econômica e vulnerabilidade social, o que determina a incidência da tuberculose.

 

Já nas cidades com melhor condição socioeconômica, as prisões concentram ainda grande número de doentes porque têm condições mais vulneráveis. “Identificamos que a importância relativa da exposição às prisões sobre a incidência da tuberculose varia segundo as condições socioeconômicas dos municípios. Isso significa que estratégias focalizadas para o fim da tuberculose devem considerar o contexto socioeconômico”, explicou Daniele.

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14 de Set // Folhapress | Saúde

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) divulgou uma nota pública nesta última quarta-feira (12), segundo informações do Folhapress, em que se manifesta "contra a tentativa de impedir que o governo brasileiro produza o genérico do medicamento Sofosbuvir, antirretroviral responsável por um dos tratamentos mais eficazes para a hepatite C".

 

A disputa de mercado sobre o medicamento pode afetar gravemente à doença no Brasil. A Folha de S. Paulo revelou que a farmacêutica americana Gilead está barrando a compra de um medicamento genérico para hepatite C que geraria uma economia de cerca de R$ 1 bilhão ao ano para o governo brasileiro.

 

A Gilead produz o sofosbuvir, um antiviral que cura a hepatite C em 95% dos casos e revolucionou o tratamento desde 2014. Antes, a terapia mais eficaz disponível, usando interferon, curava em apenas 50% dos casos e tinha graves efeitos colaterais. O Ministério da Saúde anunciou um plano para eliminar a hepatite C até 2030 usando os novos antivirais de alta eficácia. Mas o tratamento que usa o sofosbuvir chega a custar R$ 35 mil por paciente no Brasil.

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13 de Set // Foto: Agência Brasil | Saúde

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) divulgou nota na quarta (12) para contestar os números divulgados pelo Conselho Federal de Medicina sobre os leitos de Terapia intensiva registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. De acordo com a pasta do governo do estado, a Bahia possui 1,12 leito para cada 10 mil habitantes.

 

Contudo, um levantamento divulgado nesta última quarta-feira  pelo Conselho Federal de Medicina, aponta que a proporção de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é de 0,64 para cada 10 mil habitantes. O índice está abaixo do nacional (1,04/10 mil) e é o sexto menor do país.

 

"De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa populacional da Bahia no ano de 2018 é de 14.812.617 habitantes. Isso significa que exitem 2 leitos de Terapia Intensiva para cada 10 mil pessoas. Ao considerarmos apenas o total de leitos Sistema Único de Saúde, a proporção é de 1,12 leito para cada 10 mil habitantes", relata o comunicado da Secretaria da Saúde do Estado segundo informações do Bahia Notícias.

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13 de Set // Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil | Saúde

Pesquisa mostra que Salvador é a capital do Brasil com menor índice de fumantes da região Nordeste, com aproximadamente 4,1%. A capital baiana também se destacou no estudo pelo baixo índice de pessoas que afirmaram consumir 20 cigarros ou mais por dia, apenas 1,1%. Na região Nordeste, cinco capitais tem o maior percentual de fumantes.

 

São eles: Recife (9,2%), Natal (7,6%), João Pessoa (6,8%), Maceió (6,5%) e Fortaleza (5,6%). A capital que lidera o ranking é Curitiba, com 15,6%. Outra boa notícia é que o consumo de cigarro está em queda no Brasil, pelo menos 36% no período de 2006 até 2017. Ainda assim, há muito trabalho a ser feito.

 

Segundo o Ministério da Saúde, pouco mais de 10% da população brasileira fuma, o que equivale a pelo menos 20 milhões de fumantes. A Organização Mundial da Saúde afirma que, em média, um fumante reduz em 15 anos sua expectativa de vida, além disso, pelo menos 50% morre por alguma doença relacionada ao uso contínuo do tabaco. Dados do relatório The Tobacco Atlas (ou Atlas do tabaco), mostram que o brasileiro fuma, em média, 333 cigarros ao ano.

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12 de Set // G1 | Saúde

O número de mortes provocadas pela gripe H1N1 na Bahia subiu para 31, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Saúde do Estado. Os dados foram coletados até 25 de agosto. No boletim anterior, com notificações até o dia 15 do mesmo mês, eram 29 mortes. O número de casos registrados no estado também subiu de 246 para 250.

 

As mortes foram registradas em 18 das 417 cidades baianas. A influenza pode ser do tipo H1N1, H3 sazonal, A ou B segundo informações do G1. Em geral, a Bahia teve 350 casos do vírus, segundo o boletim da Sesab. No entanto, a Sesab não detalhou quantos casos cada um dos outros três tipos do vírus teve.

 

Em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador, uma servidora da Câmara de Vereadores, de 57 anos, foi diagnosticada com influenza tipo B há 10 dias. De acordo com o coordenador do Núcleo de Saúde de Feira de Santana, Edy Gomes, a mulher está internada em estado grave na UTI do Instituto Nobre de Cardiologia (Incardio). Segundo Edy Gomes, a paciente foi levada para a unidade de saúde no último dia 28 de agosto.

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11 de Set // Foto: Divulgação/SMS | Saúde

Mais de 89 mil crianças ainda não foram vacinadas contra a poliomelite e o sarampo na Bahia, segundo informações divulgadas nesta última segunda-feira (10) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). A campanha foi prorrogada e segue até a sexta (14). A população-alvo é de 849.361 mil para cada vacina: uma diferença de 89.411 mil crianças.

 

De acordo com o boletim, até a tarde desta segunda, 765.212 mil crianças foram vacinadas contra a poliomelite e 759.950 mil contra o sarampo no estado segundo informações do G1. A meta do estado é imunizar, ao menos, 95% desse público, que é constituido por crianças de 1 a menos de 5 anos (4 anos 11 meses e 29 dias).

 

Contudo, a cobertura vacinal atual corresponde a 89,47% do público-alvo. A campanha de vacinação contra as doenças acabaria no dia 31 de agosto, mas foi prorrogada até a primeira quinzena de setembro justamente por conta da baixa cobertura. Em Salvador, cerca de 40 mil crianças ainda não foram vacinadas. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, dos 134 mil pacientes esperados, apenas cerca de 94 mil foram imunizados.

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10 de Set // Agência Brasil | Saúde

Auditoria do Ministério da Transparência e CGU identificou pagamentos irregulares no programa Mais Médicos para ajuda de custo e bolsa formação dos profissionais. De acordo com relatório, o prejuízo pode ter ultrapassado R$ 2 milhões. O volume de recursos se refere a mais de 2% do total analisado, de R$ 87 milhões, relacionados a esse tipo de repasse.

 

A avaliação do programa teve como alvo a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, mas também incluiu fiscalizações em 198 municípios, 233 UBS e 14.265 médicos. “Em 26% das equipes houve descumprimento, por parte de médicos, da carga horária mínima obrigatória de 40 horas semanais”, destacaram.

 

Foi constatada também a falta de detalhamento na prestação de contas apresentadas pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que firmou acordo com o Governo Federal para executar o programa. De acordo com a equipe da Controladoria, a SGTES não tem controle sobre os produtos e serviços realizados e não acompanhou a execução técnica e financeira definida nos planos de trabalho segundo informações da Agência Brasil.

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09 de Set // | Saúde

Antes da transferência para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) teve o procedimento cirúrgico viabilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Santa Casa de Juiz de Fora (MG). O cirurgião vascular Paulo Gonçalves de Oliveira Junior deverá receber R$ 367,06 pela operação segundo a revista Piauí.

 

O hospital será remunerado em R$ 1.090,80. Oliveira Junior participava de um almoço de família em Juiz de Fora quando foi chamado da Santa Casa de Misericórdia da cidade para que fosse com urgência para o hospital. Até então, os médicos não conseguiam conter a hemorragia e nem identificar de onde vinha.

 

A equipe médica fez uma ultrassonografia e verificou um hematoma na barriga, sem saber se era na parede na região epigástrica ou no fígado. Os médicos começaram a cirurgia e, ao abrirem o abdômen, se depararam com um sangramento abundante. Chegaram a acreditar que o fígado havia sido atingido. Foi então que Oliveira Junior, especialista em cirurgia de veias e artérias, foi acionado para tentar identificar onde era a hemorragia.

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06 de Set // Foto: Reprodução / EBC | Saúde

O número de brasileiros que não praticam atividades físicas vem aumentando, de acordo com um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado na terça-feira (4), em uma revista internacional. Conforme o estudo, que levou em conta dados de quase dois milhões de pessoas em 168 países, 27% dessas pessoas não fazem exercícios.

 

No Brasil, as taxas de inatividade aumentaram 15% desde 2002. De acordo com a Folha de São Paulo, informações mais recentes, apontam que 47% dos brasileiros não se exercitam o suficiente. Os dados mostram ainda que a América Latina e Caribe são as localidades com maior prevalência de inatividade física, 39%.

 

A taxa global aponta que pouco mais de um quarto das pessoas tem atividade física insuficiente, número próximo ao de 2001. Os casos em que as pessoas gastam menos de 150 minutos semanais com exercícios de intensidade moderada ou menos de 75 minutos com intensos são considerados pela OMS como prática de atividade física insuficiente. A Organização Mundial da Saúde espera que até 2025 a taxa de sedentarismo diminua 10%.

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05 de Set // G1 | Saúde

O Brasil teve 8 mortes por sarampo em 2018, informou o Ministério da Saúde nesta quarta-feira (5). Foram 4 mortes em Roraima (3 estrangeiros e um brasileiro) e 4 no Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 do município de Manaus e 2 do município de Autazes). Os estados têm surto da doença e juntos já registraram 1533 casos confirmados de sarampo.

 

Até o dia três de setembro, foram 1.579 casos de sarampo confirmados em todo país pelo ministério. No Amazonas foram confirmados 1.232 casos e 7.439 estão em investigação. Já Roraima registrou 301 casos da doença. Outros estados também apresentaram casos, mas o governo não classifica como "surto".

 

A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomelite foi prorrogada até o próximo dia 14 de setembro na tentativa de que a meta seja alcançada segundo o G1.. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 11,2 milhões de crianças independentemente da situação vacinal e criar uma barreira sanitária de proteção da população brasileira. Todas as crianças com idade de 1 até 5 anos devem comparecer nas unidades de saúde.

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05 de Set // G1 | Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou hoje ( 5) a suspensão da venda de 26 planos de saúde de 11 operadoras a partir de 10 de setembro. A medida é resultado do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, realizado a cada três meses pela agência. 75,5 mil usuários desses planos continuarão a ter assistência regular.

 

Mas as operadoras ficam impedidas de vender para outros interessados até que comprovem a melhoria no atendimento. Entre abril e junho, ANS recebeu 17.171 reclamações em seus canais de atendimento. No período, 93,2% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

 

Paralelamente à suspensão anunciada nesta quarta, houve a reativação de 20 planos de 11 operadoras, que ficam liberados para comercialização a partir do dia 10. As operadoras com planos suspensos, por um período mínimo de três meses, são: Salutar, SIM, Unimed Angra dos Reis, Federação das Unimed Norte- Nordeste, Ami, Pame, Samoc, Gamec, Ameno, Saúde Casseb e Coopus. Veja aqui as listas dos planos suspensos e reativados.

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05 de Set // G1 | Saúde

Mais de 1,5 milhão de crianças e adolescentes devem ser vacinados na Bahia durante a campanha contra o HPV, segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). A ação para reforçar a imunização do público-alvo, meninos e meninas de 11 a 14 anos, foi lançada pelo Ministério da Saúde nesta última terça-feira (4).

 

De acordo com a Sesab, 924.352 meninas e 693.034 meninos devem ser vacinados na Bahia. A campanha vai até o dia 28 de setembro. No entanto, a imunização segue disponível nos postos durante todo o ano. A ideia da campanha é convocar pais e adolescentes para se vacinarem e tomarem a segunda dose.

 

Conforme o Ministério da Saúde, a eficácia da imunização só é garantida após a aplicação da segunda dose. A vacina contra o HPV entrou para o calendário de vacinação brasileiro há cinco anos e a taxa de cobertura vacinal do público-alvo nunca passou dos 50%. Desde o lançamento, 4 milhões de meninas de 9 a 14 anos completaram o esquema de vacinação com as duas doses necessárias, totalizando 41,8% das crianças a serem vacinadas.

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04 de Set // Foto: Ascom Sespa | Saúde

O Ministério da Saúde lançou hoje (4) uma campanha publicitária para mobilizar e informar adolescentes sobre a vacinação contra HPV. De acordo com nota, mais de 20 milhões de brasileiros devem buscar os postos de saúde para imunização.  A expectativa é vacinar 9,7 milhões de meninas de 9 a 14 anos e 10,8 milhões de meninos de 11 a 14 anos.

 

Para garantir a vacinação deste público, o Ministério da Saúde investiu R$ 567 milhões na aquisição de 14 milhões de vacinas. “É importante alertar que cobertura vacinal só está completa com as duas doses, por isso quem tomou a primeira dose deve voltar aos postos após seis meses”, explicou Carla Domingues.

 

Ela é  coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde. Desde a incorporação da vacina contra HPV no Calendário Nacional de Vacinação, 4 milhões de meninas de 9 a 14 anos procuraram as unidades do SUS para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 41,8% das crianças a serem vacinadas. Com a primeira dose, foram imunizadas 4 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 63,4%.

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03 de Set // Foto: Agência Brasil | Saúde

O Ministério da Saúde prorrogou até 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite e Sarampo. Até esta segunda-feira (3), segundo dados da pasta, 88% das crianças foram imunizadas contra as doenças em todo o país. A meta é vacinar 95% do público-alvo, composto por crianças de um a cinco anos incompletos.

 

Até o momento, apenas sete estados atingiram o índice: Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão. Outros 12 estados estão abaixo da média nacional. De acordo com boletim do ministério, a Bahia vacinou 85,1% das crianças contra pólio e 84,58% contra sarampo.

 

"Estamos dando mais uma oportunidade para que essas crianças sejam vacinadas contra a pólio e o sarampo. Vinte estados ainda não atingiram a meta da campanha. É preciso que os gestores de saúde, bem como pais e responsáveis, se conscientizem da importância da vacinação contra essas doenças. Para estarmos protegidos contra a pólio e sarampo é preciso atingir a meta de 95% nacionalmente", convocou em nota o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

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02 de Set // Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Saúde

Dados do Ministério da Saúde apontam que a Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite e o Sarampo atingiu 86% do público-alvo, o que representa a imunização de nove milhões e meio de crianças de um a menores de cinco anos, em todo país. O número está abaixo da meta do governo, de 95%, que foi atingida apenas por seis estados.

 

São eles: Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Amapá e Sergipe. O estado da Bahia está abaixo da média nacional, tendo vacinado 81,78% do público alvo contra sarampo e 82,3%, para poliomielite. Os piores números ficaram com Roraima: 72,16% (Polio) e 71,91% (Sarampo).

 

O estado com maior vacinação foi o Amapá, que ultrapassou o público-alvo, imunizando 102,91% (Sarampo) e 102,52% (Polio). Segundo o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização, foram aplicadas em todo Brasil mais de 19 milhões de doses das vacinas. Apesar da campanha ter se encerrado na sexta (31), o Ministério da Saúde orientou aos estados, a promover uma nova mobilização no sábado (1º de setembro).

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02 de Set // Foto: Carlos Bassan | Saúde

A Bahia e Salvador ficaram abaixo da meta na Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite e o Sarampo. Na capital, apenas 66% do público-alvo foi vacinado, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde. No estado, dados preliminares do Ministério da Saúde indicam que o índice ficou pouco acima de 80%.

 

A meta estipulada pelo governo federal era vacinar pelo menos 95% do público-alvo durante a campanha nacional, que teve início no dia 6 de agosto e terminou oficialmente na sexta (31). O Ministério da Saúde orientou aos estados que estimavam estar abaixo da meta de vacinação, a promover uma nova mobilização.

 

Em Salvador, foram vacinadas cerca de 89 mil crianças com idade entre um e cinco anos, de um total de 134 mil que compõem o público-alvo. Considerando toda a Bahia, o público-alvo da campanha era de 849.361 pessoas. No caso da poliomielite, 82,3% desse total foi vacinado. Já para o sarampo, o índice foi de 81,78%. Apenas seis estados atingiram a meta do Ministério da Saúde: Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Amapá e Sergipe.

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01 de Set // Foto: André Borges / Agência Brasília | Saúde

Terminou nesta sexta-feira (31) a Campanha Nacional de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite. No entanto, até a última quinta, apenas o estado do Amapá havia atingido a meta do Ministério da Saúde de vacinar 95% do público-alvo. De acordo com o último boletim da pasta, divulgado na quinta, a Bahia vacinou aproximadamente 70% do público-alvo.

 

O quadro é especialmente preocupante em Salvador, posicionada como segunda capital com pior índice: 44% para pólio e 43,7% para sarampo. O que muita gente não sabe é que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) afirma que a vacinação é obrigatória nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.

 

Apesar de não haver multas, não vacinar os filhos configura descumprimento do dever familiar, previsto na Constituição. Em entrevista ao Bahia Notícias, o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Cesau) do Ministério Público da Bahia (MP-BA), promotor Rogério Queiroz, explicou que existe a possibilidade de punição aos pais. No entanto, a chance é “muito remota” segundo o Bahia Notícias.

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31 de Ago // Foto: Reprodução / EBC | Saúde

A poucas horas do fim da campanha nacional de vacinação contra sarampo e poliomielite, balanço do Ministério da Saúde aponta que cerca de 2,2 milhões de crianças entre um e cinco anos de idade ainda não foram vacinadas. O índice equivale a 20% do público-alvo da campanha, formado por 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária.

 

O objetivo é reforçar a imunização e conter o avanço do sarampo no país, doença que já leva a surtos na região Norte. O Ministério da Saúde passou a orientar estados e municípios que ainda não atingiram a meta de vacinar 95% das crianças para que mantenham postos de saúde abertos por horário estendido neste sábado (1º).

 

Na prática, a medida deve funcionar como um segundo "dia D" da campanha de vacinação. O primeiro ocorreu em 18 de agosto. A mobilização, porém, dependerá da adesão das secretarias de saúde. A recomendação é que pais verifiquem com a secretaria de seu município quais postos estarão abertos. Até a manhã desta sexta-feira (31), apenas três estados já tinham alcançado a meta de vacinar até 95% das crianças dessa faixa etária. Folhapress

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31 de Ago // Foto: Osnei Restio | Saúde

A apresentação da Carteira de Vacinação de crianças e adolescentes com até 18 anos de idade será obrigatória, em creches e escolas da rede pública ou particular de toda a Bahia. Publicada no Diário Oficial do Estado na quinta-feira (30), a medida foi assinada pelos secretários estaduais da Saúde e da Educação, Fábio Vilas-Boas e Walter Pinheiro.

 

A obrigatoriedade está relacionada à observância do atual cenário epidemiológico que apresenta risco potencial de reintrodução de doenças imunopreveníveis já eliminadas das Américas, a exemplo da poliomielite, bem como a necessidade de conter a circulação do vírus do sarampo, reintroduzido recentemente no território nacional.

 

Para garantir a alta cobertura vacinal, acontecerá uma articulação da Secretaria da Saúde do Estado com escolas e creches para realizar vacinação programada, além do funcionamento das Unidades Básicas de Saúde em horários alternativos. "O Brasil está vivendo um momento grave da saúde pública. Existe a ameaça de voltarmos a ter epidemias de sarampo, poliomielite e a reintrodução urbana da febre amarela", disse o secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas.

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29 de Ago // Foto: Valter Campanato /AB | Saúde

O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo gasto com esses dispositivos. Pesquisa nos EUA apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento é do centro de pesquisas Pew Research Center.

 

Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país. Metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens.  O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes.

 

No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos. “Meninos e meninas tiveram percepções diferentes da quantidade de tempo que passaram usando várias tecnologias. Meninas são de alguma forma mais prováveis do que meninos de dizer que passam muito tempo em redes sociais (47% a 35%)”.

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29 de Ago // Foto: Reprodução / Biosom | Saúde

Em meio às discussões que envolvem o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado nesta quarta-feira (29), Salvador registra queda de 33,3% no percentual de fumantes passivos no local de trabalho. Em 2009, esse índice era de 10,5%. Já em 2017, o número caiu para 7%. Houve redução também no caso de fumantes passivos em domicílio.

 

Ao longo desses nove anos, a capital baiana apresentou queda de 41,4% no número de fumantes, passando de 11,1% para 6,5% nesse período. Esses dados são do levantamento do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017), do Ministério da Saúde.

 

“Houve um avanço importante na redução da exposição de pessoas ao fumo passivo, e esse impacto foi verificado após a regulamentação da lei que proíbe o ato de fumar cigarros, charutos, narguilés e outros produtos em locais fechados. Ainda é preciso continuar fiscalizando os locais de trabalho e dar continuidade com a política de aumento dos preços de cigarros. O aumento no preço tem impacto direto na redução de fumantes no país”.

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29 de Ago // Foto: Valter Campanato / AB | Saúde

Um canal no aplicativo WhatsApp vai possibilitar que a população consulte se a notícia sobre saúde que recebeu nas redes sociais é verdadeira ou falsa. O anúncio foi feito nesta última segunda-feira (27), pelo Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, qualquer cidadão poderá adicionar gratuitamente o número (61) 99289-4640 nos contatos do celular.

 

“Ele servirá exclusivamente para verificar com os profissionais de saúde nas áreas técnicas da pasta se um texto ou imagem que circula nas redes sociais é verdadeiro ou falso. Ou seja, é um canal exclusivo e oficial para desmascarar as notícias falsas e certificar as verdadeiras”, informou o ministério, por meio de nota.

 

No comunicado, o diretor de Comunicação Social do Ministério da Saúde, Ugo Braga, classifica as chamadas fake news como “praga da modernidade” que vem sendo usada de toda forma para manipular, enganar, iludir e prejudicar. “No caso da saúde, é muito mais grave, porque a notícia falsa mata”, reforçou o diretor, ao citar o WhatApp como principal veículo de transmissão de notícias falsas segundo informações da Agência Brasil.

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26 de Ago // Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Saúde

Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da USP divulgado este ano, reforçou a ligação entre o consumo de álcool e o suicídio. Foram analisados 1,7 mil casos na cidade de São Paulo entre 2011 e 2015 a partir de exames toxicológicos e mais de 30% das vítimas apresentavam diferentes concentrações de teor alcoólico no sangue.

 

Entre os homens essa porcentagem chegou a 34,7%. A maior parte dos analisados (49% corresponde a adultos jovens, com idade entre 25 e 44 anos. Dentro dessa faixa etária mais de 61% apresentavam álcool no sangue segundo informações da Agência Brasil. O estudo foi divulgado em um jornal científico.

 

Desde 2012 a taxa de suicídio em brasileiros de 15 a 29 anos subiu quase 10% de acordo com a edição de 2010 do Mapa da Violência, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa mundial de mortes entre pessoas dessa faixa etária - mais de 90% estão ligados a distúrbios mentais segundo levantamento.

Saúde

26 de Ago // Foto: Reprodução/ EBC | Saúde

Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que o Brasil tem aumento de mortes em pessoas de 30 a 69 anos causadas por doenças crônicas. Compõem a lista doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e enfermidades respiratórias crônicas. Essas enfermidades correspondem a cerca de 7 em cada 10 mortes de brasileiros.

 

Há alguns anos o país apresentou sucesso em tentativas de controle de complicações e óbitos causados por essas doenças, porém, essa frente tornou a ser motivo de preocupação. O levantamento obtido pela Folha, mostra um aumento na taxa de mortalidade geral e prematura no Brasil por causa das principais doenças crônicas.

 

Em 2016, ano dos dados disponíveis mais recentes, doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas responderam por 421 mortes a cada 100 mil habitantes. Para comparação, até 2015, essa taxa vinha em queda, com 418,9 mortes nessa proporção naquele ano. Na população entre 30 a 69 anos, que engloba a faixa de mortes prematuras, a alerta é ainda maior. Em 2016, a taxa foi de 354,8 mortes a cada 100 mil habitantes.

Saúde

25 de Ago // Bahia Notícias | Saúde

Um momento que deveria ser de alegria e celebração a vida se tornou um momento de agonia para algumas baianas. Nas duas últimas semanas, três mulheres tiveram que dar à luz fora dos leitos hospitalares devido à falta de obstetras nas unidades de saúde pública do estado. Uma delas chegou ao hospital e teve que realizar o parto no corredor.

 

Outra, devido a falta de atendimento, saiu da unidade e teve o filho em um banco de praça. Uma terceira grávida, desta vez adolescente, teve a criança na sala de espera do hospital. Dados fornecidos pela Sesab apontam que, em 2018, foram realizados cerca de 529 partos por dia em hospitais públicos da Bahia.

 

As informações se referem a partos vaginais e cesárias. Não há informação se as crianças nascidas em condições como as citadas no início desta matéria são contabilizadas pelo estado. O conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), José Augusto da Costa, avalia que o problema na área de obstetrícia na Bahia reside na falta de valorização dos profissionais desta especialidade segundo o Bahia Notícias.

Saúde

23 de Ago // Foto: Pixabay | Saúde

De acordo com o INCA, o câncer infantil é a doença que mais causa morte em crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Ao contrário dos adultos, onde exposições a fatores de risco como tabagismo, álcool e obesidade podem influenciar no aparecimento de câncer, para as crianças ainda não existe um motivo claro que explique o desenvolvimento da doença.

 

O diagnóstico do câncer em uma criança pode ser bastante complexo, pois alguns sinais podem ser confundidos com doenças comuns da infância. Nesse caso, o papel dos pais é de extrema importância. Além disso, o pediatra, como primeiro médico que a família procura, tem de estar atento para que algum sintoma não passe despercebido.

 

A pediatra Dalvaci Petrucci, do Hapvida Saúde, alerta: “Toda doença diagnosticada precocemente tem mais chances de cura e com o câncer infantil esse diagnóstico deve ser mais urgente ainda. É uma tarefa difícil, mas perda de peso exagerada, hematomas sem explicação, cansaço fácil, são apenas alguns dos sintomas que nos fazem ficar mais alerta que algo está errado com a criança”, diz a pediatra segundo informações da Hapvida Saúde.





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