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26 de Jun // Gildásio Cavalcante | Política

O ex-presidente Lula (PT) segue liderando os cenários em pesquisa de intenções de voto realizada pelo Datafolha, com 29% a 30%, sendo seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC). O último vem registrando alta nos levantamentos: tinha 8% em dezembro do ano passado, aumentou para 14% em abril e aparece com 16% (os três índices sempre quando o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin). No cenário 1 de primeiro turno, Lula fica à frente com 30% das intenções de voto, seguido de Bolsonaro (16%) e Marina (15%). Alckmin vem em quarto, com 8%; Ciro Gomes (PDT) em quinto, com 5%. Luciana Genro (Psol); Eduardo Jorge (PV); e Ronaldo Caiado (DEM) estão empatados em sexto, com 2%.

 

Brancos e nulos somam 18%, enquanto 2% não souberam ou não opinaram. No cenário 2, com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), substituindo Alckmin, Lula mantém os 30%, Marina e Bolsonaro fica empatado com 15% em segundo lugar e o tucano aparece em terceiro, com 10%. Ciro Gomes fica em quarto, com 6%, enquanto Luciana Genro, Eduardo Jorge e Caiado mantêm os 2% cada um. Brancos e nulos somam 16%; 2% não souberam ou não opinaram. O cenário 3, com Alckmin e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, Lula segue com 30%; Marina e Bolsonaro continuam também com 15%. Joaquim Barbosa vem em terceiro, com 11%.

 

Geraldo Alckmin fica em quarto, com 8%. Neste cenário, Luciana Genro, Eduardo Jorge e Ronaldo Caiado estacionam em 2%, enquanto reduz ligeiramente a quantidade de brancos e nulos (14%) e 2% não souberam e não opinaram. O cenário com Barbosa e Doria representa mudanças sutis: Lula cai um ponto percentual (29%) e Marina (15%) abre uma pequena distância de Bolsonaro (13%). Barbosa vem logo em seguida, com 10%, seguido de Doria (9%). Luciana Genro e Eduardo Jorge permanecem com 2%, mas Caiado (1%) perde 1 ponto percentual. Brancos e nulos somam 15% e 2% não souberam ou não opinaram. No cenário 7, figura o juiz Sérgio Moro.

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25 de Jun // | Política

O PT alcançou a sua maior popularidade no Brasil desde a segunda posse da ex-presidente Dilma Rousseff. Segundo dados do Datafolha divulgados neste domingo (25), o partido é o favorito de 18% da população. O PSDB e o PMDB aparecem na segunda colocação, com 5% para cada. No entanto, 59% dos entrevistados manifestou que não possui preferência por partidos.

 

A pesquisa foi feita entre quarta-feira (21) e sexta (23) com 2.771 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Pouco antes das manifestações de junho de 2013, a preferência popular pelo PT estava em seu auge, com 29%. Ainda segundo o Datafolha, a legenda era líder isolada no quesito entre 2000 e junho de 2015. À época, o país tinha 11% de petistas.

 

O índice passou para 9% em dezembro do ano passado, mas voltou a crescer em maio deste ano, com 15% da preferência. O cenário voltou a ficar favorável ao PT em meio à crise no governo de Michel Temer, que registra a menor popularidade para um presidente desde 1989 A pesquisa do Datafolha mostra que a aprovação do governo do presidente Michel Temer caiu para 7%. É o menor índice desde 1989 - quando o então presidente José Sarney tinha 5% de popularidade, no meio da crise da hiperinflação..

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25 de Jun // | Política

Atuais aliados de Temer, deputados federais não descartam votar pela abertura de ação contra ele, a depender do conteúdo da denúncia contra o peemedebista, que deve ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nos próximos dias. Temer já é alvo de investigação por supostos crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e formação de quadrilha.

 

O vice-líder do PSDB, Luiz Carlos Hauly (PR), diz que a bancada tucana, vai analisar a consistência da peça do procurador para decidir que posição tomar. “Vamos analisar o que ele está propondo e avaliar as provas, porque temos que ter muita segurança no que fazer. Estamos em um momento muito crítico da vida pública brasileira e temos que tomar muita cautela. Se for com provas contundentes, evidentemente muda tudo”, disse Hauly.

 

O PPS, segundo o líder do partido na Casa, Arnaldo Jordy, também vai esperar o conteúdo da denúncia para tomar uma posição. Apesar de admitirem um possível voto contra Temer, PRB e DEM preferem ser cautelosos. O deputado Beto Mansur (PRB-SP) diz que os votos da bancada serão orientados pelo teor da denúncia de Janot, segundo informações do site Congresso em Foco.

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25 de Jun // | Política

A CPI da JBS, criada há quase um mês, ainda não foi instalada porque PMDB e PT não indicaram seus integrantes. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, o líder peemedebista no Senado, Renan Calheiros (AL), a quem cabe apontar os nomes do partido, não demonstra pressa. O parlamentar é desafeto de Temer.

 

O provável presidente do colegiado, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), afirmou à publicação que pediu as indicações há mais de 25 dias. “Percebo certa indisponibilidade”, disse sobre PT e PMDB. O líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), deve reunir sua bancada na segunda-feira (26) para, no dia seguinte, fazer a indicação.

 

A criação da CPI foi articulada logo depois da delação da JBS implicar o presidente em denúncias de corrupção. Com base nos depoimentos dos donos do frigorífico, o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, instaurou inquérito para investigar Temer por corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa. O procurador-geral da República deve oferecer nos próximos dias três denúncias contra o peemedebista.

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25 de Jun // | Política

Ex-ministro de Temer, Geddel Vieira chamou no sábado (24) de "ridícula" a possibilidade de fazer uma delação premiada e negou ao blog ainda exercer influência no governo. Geddel deu a declaração após ser questionado sobre avaliação, feita nos bastidores por peemedebistas, de que ele poderia aderir à delação para evitar eventual prisão diante do avanço das investigações sobre ele e das revelações feitas pelo doleiro Lúcio Funaro.


Ligado ao ex-deputado Eduardo Cunha, Funaro disse, em depoimento à Polícia Federal em 14 de junho, que estima ter pago a Geddel aproximadamente R$ 20 milhões em espécie, a título de comissão, decorrentes das operações de crédito que teria viabilizado junto à Caixa Econômica Federal. Na época, Geddel era vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa.

 

"Delação de que, meu Deus? Isso é ridículo. Estou quieto no meu canto. Não falo com Temer faz três meses e não tenho influência no governo. Delação não está na minha pauta. Estou cuidando dos meus filhos", disse Geddel ao blog. O ex-ministro procurou o blog após a reportagem pedir ao irmão dele, o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA), posicionamento sobre uma nomeação para um cargo na Secretaria do Patrimônio da União (SPU) na Bahia. A indicação teria sido feita pelos dois.

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25 de Jun // | Política

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá apresentar nesta semana denúncia contra o presidente Michel Temer junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva. O prazo para o oferecimento da denúncia termina na terça (27), mas é possível que a peça seja protocolada nesta próxima segunda-feira (26).


A acusação preparada por Janot deverá se basear nas investigações abertas a partir das delações de executivos da JBS no âmbito da Lava Jato. Além de Temer, é alvo do inquérito o ex-assessor do presidente e ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado com uma mala com R$ 500 mil.

 

Segundo o Ministério Público, o dinheiro era parte de propina paga pela empresa para ser favorecida, por influência do governo, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão federal que arbitra disputas entre empresas concorrentes. Para a Polícia Federal, a ligação de Rocha Loures com Michel Temer foi atestada numa conversa gravada, em março, na qual o presidente indica o ex-deputado como "homem de confiança" a um dos donos da JBS, Joesley Batista, para tratar problemas enfrentados pela empresa no governo.

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25 de Jun // | Política

Grande parte dos brasileiros acredita que o presidente Michel Temer teve participação direta nos escândalos de corrupção revelados pela delação dos executivos do frigorífico JBS, aponta pesquisa Datafolha. De acordo com o levantamento, para 83% da população, o peemedebista teve envolvimento direto nas irregularidades denunciadas.

 

Para 6%, o Temer não teve participação direta e 11% não souberam dizer. O instituto também sondou os entrevistados em relação a opinião deles sobre a delação selada pela Procuradora-Geral da República com os donos da empresa. A modalidade do acordo, que previu multa, mas não a prisão dos delatores, foi criticada por 64% dos brasileiros.

 

Outros 27% dos entrevistados afirmaram que o Ministério Público agiu bem ao firmar o acordo, por meio do qual os irmãos Joesley e Wesley Batista entregaram supostas provas e nomes sem serem denunciados criminalmente. Ainda segundo a pesquisa, 81% dos brasileiros disseram que os irmãos Batista deveriam ter sido presos pelos crimes que confessaram e 14% acham que não. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de junho, com 2.771 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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24 de Jun // | Política

O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, divulgou nota na noite desta sexta-feira (23) condenando o arquivamento do pedido de cassação do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Ele avalia que a ação do presidente do colegiado, João Alberto Souza (PMDB-MA), consegue, ao mesmo tempo, "debochar da sociedade" e "agredir o Estado Democrático".

 

O pedido de cassação foi protocolado pelos partidos Rede e PSOL por quebra de decoro parlamentar após a divulgação do conteúdo das delações premiadas de executivos da JBS. "A lamentável decisão do senador João Alberto, presidente do Conselho, frustra as expectativas de que o Congresso se paute pelos valores da transparência e da legalidade.

 

O arquivamento também lança dúvidas e especulações sobre eventuais acordos que possam estar sendo feitos nas sombras", critica o presidente da OAB no comunicado. A defesa de Aécio avaliou que a decisão do presidente do Conselho de Ética do Senado reitera a "absoluta correção" do seu cliente. Esta semana, a Corte Suprema adiou o julgamento do pedido de prisão preventiva do senador, apresentado pela Procuradoria-Geral da República. Ainda não há data para a retomada do julgamento.

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24 de Jun // | Política

A perícia da Polícia Federal concluiu que não houve edição nas gravações feitas pelo dono da JBS Joesley Batista em conversa com o presidente Michel Temer. Os peritos apontaram 200 interrupções no áudio feito no dia 7 de março no Palácio do Jaburu. As "descontinuidades" foram justificadas pelas características técnicas do gravador utilizado.

 

O equipamento possui um microfone sensível ao som ambiente. Ele é acionado automaticamente quando identifica um som, mas também para em momentos de silêncio. Em entrevista ao G1, o advogado de Temer, Antonio Claudio Mariz de Oliveira, alegou que ainda precisa ter acesso ao material da PF, mas que a perícia "não é uma verdade" absoluta.

 

"Se existe um laudo dizendo que não houve manipulação, existem outros três dizendo que houve. É uma questão de análise e de julgamento final da autoridade responsável", contestou Mariz. A perícia faz parte do inquérito que investiga Temer e o seu ex-assessor, Rodrigo Rocha Loures. A gravação pode apontar a existência do crime de obstrução de Justiça. Eles também são investigados por corrupção passiva e organização criminosa. Na semana passada, um relatório parcial da PF já apontou indícios, “com vigor”, de corrupção passiva envolvendo o presidente.

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23 de Jun // | Política

Após a recusa da senadora Marta Suplicy (PMDB) de comandar o Ministério da Cultura, Michel Temer pretende insistir no convite. De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, quando voltar ao Brasil, o presidente, que está em viagem à Noruega, fará uma ofensiva para convencer a ex-petista.

 

Ainda segundo a publicação, Temer escalou ministros e assessores para dialogar com a senadora, que tem resistido por considerar que não vale a pena voltar a assumir o cargo – Marta foi ministra da Cultura entre 2012 e 2014, na presidência de Dilma Rousseff, quando ainda era filiada ao PT -, por um período de no máximo um ano e meio de governo.

 

Segundo a Folha, caso ela siga resistindo, Temer cogita se reunir pessoalmente com ela. A escolha de Marta tem como objetivo agradar a classe artística e, ao mesmo tempo, contemplar a bancada de senadores do PMDB, que não está coesa no apoio às reformas trabalhista e da previdência. Reforçando o interesse de nomear de Marta Suplicy para assumir a pasta, está o fato de que ter o aval dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM­RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB­CE).

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23 de Jun // | Política

O ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba desde outubro do ano passado, está há mais de um mês escrevendo à mão de dentro de sua cela os anexos de uma proposta de delação que negocia com o Ministério Público no âmbito da Lava Jato. Na segunda semana de maio, Cunha passou a colocar no papel as histórias que quer contar aos procuradores.

 

O ex-presidente da Câmara usa uma caneta esferográfica comum e folhas em branco soltas. Há três semanas o advogado Délio Lins e Silva, recém contratado por Cunha, teve um encontro com um assessor de confiança do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em Brasília. Forneceu uma amostra do que o ex-deputado pode revelar.

 

Entre as histórias que Cunha promete revelar, há suposto esquema de cobrança de propina relacionada à liberação de verba do Fundo de Investimento do FGTS. O sinal do Ministério Público à proposta foi positivo. Segundo pessoas com acesso ao deputado, Cunha resolveu pôr no papel as histórias após receber o recado de que o corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que atuava como operador do ex-presidente da Câmara, também resolveu contar o que sabe.

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23 de Jun // | Política

A derrota da reforma na trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, na última terça (20), abalou a relação entre o governo de Michel Temer (PMDB) e o PSDB. Partidos que apoiam o Palácio do Planalto têm pressionado o presidente a desalojar o PSDB dos ministérios a fim de evitar que a sigla decida abandonar a base aliada.

 

Alguns dos ministros tucanos são Antônio Imbassahy (PSDB-BA), Luislinda Valois (PSDB-BA) e Bruno Araújo (PSDB-PE). O argumento dessas legendas é de que a debandada do PSDB é apenas uma questão de tempo. Para eles, se Temer se antecipasse, ele poderia privilegiar com mais cargos no governo às legendas que vão contribuir para barrar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na Câmara.

 

O voto contrário feito pelo senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) na CAS contribuiu de maneira significativa para o placar de 10 votos a 9, favorável à oposição. Além disso, esses partidos acreditam que o parlamentar deu um exemplo de que o PSDB mente ao afirmar que vai manter o apoio às reformas, mesmo se deixar a base aliada. De acordo com a publicação, tucanos deixaram claro que, se o governo pressionar demais, não vão pensar duas vezes antes de deixar os ministérios.

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23 de Jun // | Política

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu, em ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a ex-presidente Dilma Rousseff e o seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, prestem depoimentos no inquérito aberto que apura a suposta compra de apoio de partidos políticos à campanha de reeleição da petista em 2014.

 

Janot também pediu que outras 11 pessoas, de quatro partidos, sejam investigadas formalmente no inquérito, que foi instaurado originalmente contra o atual ministro da Indústria e Comércio Exterior, Marcos Pereira (PRB), com base na delação premiada de executivos da Odebrecht.

 

A lista inclui nomes do PT, como o ex-tesoureiro da campanha Edinho Silva e seu ex-assessor Manoel de Araújo, os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Lava Jato. Completam a relação o marqueteiro João Santana, Eurípedes Júnior e Salvador Zimbaldi Filho, do PROS; Carlos Lupi e Marcelo de Oliveira Panella, do PDT; e Fábio Tokarski, do PCdoB.

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22 de Jun // Bocão News | Política

O deputado federal e presidente do PDT na Bahia, Félix Mendonça Jr, utilizou sua página no Facebook para demonstrar o que pode ser interpretado como insatisfação com o governo do Estado. No texto, ele diz que decidiu não viajar no São João para “tentar ver, junto com os deputados e amigos do PDT, qual melhor caminho para o partido aqui na Bahia”.

 

“Teoricamente sou contra a divisão de qualquer governo com partidos para se ter uma ‘base’ mas esta é a forma que existe hoje em dia, por minha vontade, o PDT aqui na Bahia ficaria totalmente independente, sem cargo algum ou secretaria ou empresa pois não é isto que transforma um partido em base ou não”, defendeu.

 

O pedetista disse ainda que a condição para ser aliado a uma proposição de governo “se dará pelos programas de governo, pela correção das pessoas que tratamos, pela seriedade, trabalho e principalmente pela vontade de querer ver um Brasil melhor, com um futuro para as novas gerações, com a educação em massa e de qualidade como o principal pilar de consolidação do avanço brasileiro”.

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22 de Jun // | Política

Com o intuito de reforçar sua defesa em meio à delação da JBS, o presidente Michel Temer (PMDB) planeja fazer mais uma mudança na sua equipe jurídica. Agora, o peemedebista quer alterar o comando da Advocacia Geral da União (AGU), substituindo a ministra Grace Mendonça por Gustavo do Vale Rocha.

 

Atualmente no cargo de subchefe de assuntos jurídicos (SAJ) da Casa Civil, Rocha é também um dos homens de confiança do presidente. De acordo com a publicação, Grace tem sido acusada pelo Palácio do Planalto de ser "fraca", "insegura" e de estar fazendo "jogo duplo", segundo informações de O Globo.

 

Caso semelhante aconteceu ao deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), que foi substituído por Torquato Jardim no comando do Ministério da Justiça. No caso de Grace, ela passou a ter seu posto ameaçado depois que protocolou um documento no Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo a indivisibilidade das chapas eleitorais – posição contrária à defendida por Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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22 de Jun // | Política

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou grande "indignação" ao tomar conhecimento através da imprensa de um encontro que teria ocorrido no domingo (18) entre figuras carimbadas do PT e outros partidos de esquerda, além de representantes de movimentos ligados à pauta de mesmo perfil ideológico.


Um dos principais motivos de grande preocupação de Lula é o fato de petistas, como o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), terem se reunido com integrantes do PSOL e de movimentos esquerdistas para implementar estratégias sem o consentimento de toda liderança do partido. Eles ainda teriam discutido no encontro a implementação de um programa comum de governo para o país, em uma eventual disputa eleitoral para a Presidência da República.


Lula demonstrou enorme insatisfação com o senador de seu partido, Lindbergh Farias. O ex-mandatário do país soube da reunião apenas na última terça-feira (20), através da imprensa. O encontro "reservado" entre grupo de petistas, representantes de movimentos esquerdistas e dirigentes do PSOL teria o intuito de discutir uma agenda comum, com base em uma estratégia eleitoral para a oposição ao governo do presidente Temer.

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22 de Jun // | Política

Cotado como possível candidato à Presidência da República em 2018, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa disse que ainda resiste à ideia de disputar a eleição, apesar de estar sendo procurado por partidos. "A verdade é que eu resisto", disse, em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

 

"Estou mais para não ser”. Ele foi procurado por lideranças de siglas como Rede, PSB e PT. Nesta semana, se reuniu também com artistas como Marisa Monte, Lázaro Ramos, Fernanda Torres, Fernanda Lima, Caetano Veloso e Thiago Lacerda. O objetivo do encontro era convencê-lo a mudar de ideia.

 

"O maior obstáculo à ideia sou eu mesmo", afirma Barbosa. Ele aponta que preza “muito a liberdade”. "Gozo dessa liberdade na sua plenitude, com independência total para fazer e falar o que bem entendo. Isso não tem preço". Barbosa argumentou também aos artistas que "não tem dinheiro" e que não há “ninguém atrás de mim com recursos" para desenvolver uma campanha. O ex-ministro também questionou:

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22 de Jun // | Política

Durante perícia no celular do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), a Polícia Federal conseguiu recuperar mensagens enviadas por ele ao presidente Michel Temer e que haviam sido apagadas. Nas mensagens, Rocha Loures conversa com Temer sobre possíveis cargos que ele poderia ocupar no governo.

 

A Polícia Federal afirma que as anotações não têm data, mas desconfia que sejam de 2014, quando Loures concorreu para deputado federal, mas foi derrotado. Em uma das mensagens ele afirma que teve "uma ótima conversa com Henrique" e que pediu apoio a ele para permanecer em Brasília. Ele afirma que poderia ocupar a vice-presidência da Caixa, que foi ocupada anteriormente pelo atual ministro Moreira Franco.


"Michel, acabo de ter ótima conversa corn Henrique. Pedi a ele apoio para permanecer em Brasilia. Ele concordou e sugeriu a VP Caixa ocupada anteriormente pelo Moreira. Ressaltou-me que pelo meu periil e estilo posso ajudá-Io e apoiá-lo (agora e no futuro)", diz a mensagem. Uma segunda mensagem enviada por Loures diz: "Michel, pode ser ltaipu. ldealmente, como sabe, gostaria de estar em Brasilia ao seu lado servindo nosso govemo, ao PMDB e ao Paraná.

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22 de Jun // | Política

O operador financeiro Lucio Funaro entregou à Polícia Federal registros de pelo menos 12 ligações do ex-ministro Geddel Vieira Lima para sua esposa, Raquel, para corroborar o que disse em seu depoimento, de que Geddel havia tentado sondá-lo para saber de sua disposição em fazer uma delação premiada.

 

As ligações foram feitas via aplicativo de celular --mais difícil de ser grampeada-- entre os dias 17 de maio e 1º de junho deste ano, sendo que a primeira aconteceu logo depois da publicação das primeiras informações sobre a delação premiada dos executivos da JBS pelo jornal O Globo.

 

As imagens da tela do celular da esposa de Funaro foram entregues à PF com a descrição de serem ligações entre a esposa de Funaro e "Carainho" --nome sob o qual Geddel estava registrado no celular. O número que aparece nas ligações é efetivamente o do ex-ministro do governo Temer. A primeira ligação feita para a esposa do operador financeiro --tratado como homem de confiança da cúpula do PMDB-- aconteceu às 22h59 do dia 17 de maio.

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21 de Jun // | Política

Um dos três votos da base aliada que ajudaram a derrotar a reforma trabalhista em comissão do Senado, o senador Hélio José (PMDB-DF) afirmou ter sido alvo de retaliação do governo com a demissão de dois indicados seus em órgãos do Executivo. Em um discurso de oposição, acusou o presidente Michel Temer de chantagem e cobrou sua renúncia.

 

"Nós não podemos permitir que o governo transforme votações em balcão de negócios. Esse governo está podre. Esse governo corrupto tinha que ter vergonha na cara e renunciar", afirmou Hélio José. O peemedebista surpreendeu na terça-feira, 20, o governo ao votar contra o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

 

Um texto alternativo, contra a reforma, foi aprovado por 10 votos a 9. "A reforma trabalhista é equivocada. Vem precarizar ainda mais as relações de trabalho. É inadmissível, um governo mergulhado nesse emaranhado de corrupção, tome esse tipo de atitude de retaliação de quem quer fazer as coisas de forma adequada. É uma falta de consideração", afirmou Hélio José. "Não dá para ser coagido, chantageado, por causa de posto no governo."

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21 de Jun // | Política

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira, 21, ao juiz federal Sérgio Moro, dos processos em primeira instância da Operação Lava Jato, em Curitiba, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não interferiu no Banco Central, durante seu governo. O ministro foi presidente do BC durante todo governo Lula, de 2003 a 2010.

 

Meirelles foi ouvido como testemunha de defesa de Lula, no processo por corrupção e lavagem de dinheiro no pagamento de R$ 12 milhões em propinas ao petista pela Odebrecht. O valor teria sido pago na compra de um terreno para ser a sede do Instituto Lula e de um apartamento no edíficio em que mora, em São Bernardo do Campo.

 

“Quando nós conversamos a primeira vez e ele me convidou para ser presidente do Banco Central eu coloquei isso, que tinha a independência do banco como uma das condições. Durante o curso da administração isso foi respeitado, na medida em que todas as decisões que foram tomadas pelo Banco Central naquela oportundiade prevalenceram e na medida que ele manteve no cargo, então isso significa na prática, o respeito à independência da instituição”, disse Meirelles ao ser questionado pelo criminalista Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula.

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21 de Jun // | Política

A decisão do STF de adiar o julgamento do novo pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) não aliviou a pressão do partido para que ele renuncie em caráter definitivo da presidência da sigla. Integrantes da cúpula tucana avaliam que a sua permanência como presidente afastado é um fator de constrangimento e dizem esperar de Aécio um "gesto de grandeza", que seria a renúncia.

 

"Para o partido é uma posição incômoda e desagradável ele estar apenas afastado. Mas essa é uma decisão pessoal do Aécio e precisamos respeitar esse fato", disse o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman, vice-presidente nacional do PSDB. A situação do senador mineiro seria o tema de uma reunião da Executiva do PSDB que estava marcada para a manhã de hoje.

 

O encontro deveria sacramentar a antecipação da convenção do partido para o segundo semestre, mas foi cancelado. O motivo oficial do adiamento foi a falta de quórum por causa dos festejos juninos. Como antecipou o Estado/Broadcast, a renovação da cúpula tucana, que seria em maio de 2018, será em agosto ou setembro. Os caciques do partido gostariam, porém, que Aécio não esperasse essa data.

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21 de Jun // | Política

O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro afirmou à Polícia Federal que o presidente Michel Temer fez "orientação/pedido" para que fossem feitas duas "operações" de crédito junto ao Fundo de Investimentos do FGTS, para duas empresas privadas. As operações, segundo Funaro, geraram "comissões expressivas, no montante aproximado de R$ 20 milhões".

 

O dinheiro, segundo Funaro, foi destinado principalmente à "campanha para Presidência da República no ano de 2014" e à campanha do ex-deputado federal Gabriel Chalita à Prefeitura de São Paulo em 2012. As empresas beneficiadas foram a BR Vias, da família Constantino, dona da aérea Gol, e a LLX, que hoje se chama Prumo Logística e tem como sócio Eike Batista.

 

As declarações de Funaro, prestadas no último dia 14, foram anexadas aos autos da Operação Patmos, que investiga Temer, e tornadas públicas na terça (20). Funaro também afirmou ter ouvido do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que havia "conhecimento do presidente Michel Temer a respeito da propina sobre o contrato [para construção] das plataformas entre a Petrobras Internacional e o grupo Odebrecht".

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21 de Jun // | Política

A ausência do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) na votação da reforma trabalhista ocorrida na terça-feira (20) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado surpreendeu o Planalto. Segundo informações da revista Veja, a ausência do congressista foi decisiva para a derrota, já que ele deu lugar a Otto Alencar (PSD-BA).

 

Como suplente, seu correligionário baiano votou contra a reforma, que acabou sendo rejeitada na comissão por 10 votos contra e 9 a favor. Petecão disse que teria votado a favor da reforma e que votará favoravelmente no plenário, mas se esquivou da responsabilidade sobre o resultado. "Meu irmão, eu não votei. Tem que ir atrás de quem votou", afirmou o senador por telefone ao jornal Zero Hora.

 

"O problema não foi eu. O problema foi quem votou contra: os senadores Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE)", sustentou. Para ele, a situação deu indícios de que a base do governo Michel Temer está frágil. "Eu não tenho que dar explicações sobre a minha ausência. Deveria me explicar se eu não votasse com o governo", diz Petecão, que não lamenta a ausência na votação. "Não lamento porque tinha compromisso no Acre", disse.

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20 de Jun // | Política

O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro afirmou à Polícia Federal que o presidente Michel Temer fez "orientação/pedido" para que fossem feitas duas "operações" de liberação de crédito junto ao Fundo de Investimentos do FGTS para duas empresas privadas. Essas operações, segundo Funaro, geraram "comissões expressivas, no montante aproximado de R$ 20 milhões".

 

As declarações de Funaro, prestadas à PF no último dia 14, foram anexadas aos autos da Operação Patmos, que investiga Temer, e tornadas públicas nesta terça-feira (20). O dinheiro, segundo Funaro, foi destinado "principalmente" à "campanha para Presidência da República no ano de 2014" e à campanha do ex-deputado federal Gabriel Chalita à Prefeitura de São Paulo em 2012.

 

Segundo Funaro, ambas as operações "foram por orientação/pedido do presidente Michel Temer". Segundo Funaro, as duas empresas beneficiadas foram a BrVias e a LLX. Funaro também afirmou ter ouvido do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que havia "conhecimento do presidente Michel Temer a respeito da propina sobre o contrato das plataformas entre a Petrobras Internacional e o grupo Odebrecht". "Essa informação lhe foi repassada por Cunha", disse Funaro.

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20 de Jun // | Política

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara. No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS).

 

O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma. O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica. Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça e, por fim, pelo plenário do Senado.


Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara. Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.

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20 de Jun // | Política

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou recursos apresentados pelas defesas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do deputado cassado Eduardo Cunha e retirou quatro investigações relacionadas às delações premiadas de executivos da Odebrecht do juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba (PR).

 

Os trechos das delações que citam Lula e Cunha foram encaminhados a Moro a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. As defesas de ambos recorreram, argumentando que os quatro casos citados não tem relação com irregularidades cometidas na Petrobras.

 

A respeito de Lula, os executivos e ex-funcionários da empreiteira citaram situações nas quais o petista teria favorecido a construtora em Angola. Foram mencionados também suspostas irregularidades na construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia. Tanto esses episódios quanto os das citações de Cunha irão à Justiça Federal do Distrito Federal. Fachin aponta que os crimes devem ser apurados onde foram cometidos ou onde ocorreram as tentativas de praticá-los.

Política

20 de Jun // | Política

No dia em que sua defesa apresentará as alegações finais ao juiz Sérgio Moro, no caso do tríplex, o ex-presidente Lula (PT) disse que "não acredita" que será preso pela Lava Jato. O petista reafirmou nesta terça-feira (20) à rádio Tupi AM, a sua inocência e disse que "para ser preso no Brasil ou em qualquer país do mundo, a pessoa tem que ter cometido um crime".

 

O ex-presidente chamou a peça de acusação feita pelo Ministério Público de "piada" e disse esperar que Moro "leia os autos do processo para que possa, definitivamente, anunciar ao Brasil a sua inocência". Ainda na entrevista, Lula chegou a dizer que já pediu que os procuradores da Lava Jato, responsáveis pela denúncia contra ele, "deveriam ser exonerados a bem do serviço público porque inventaram uma grande mentira".

 

O ex-presidente criticou, também, os meios de comunicação e disse que, junto com os procuradores, "não sabem como sair da mentira que contaram". Nesta ação, o ex-presidente é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propinas da OAS que, em troca, teria fechado três contratos com a Petrobras, supostamente por ingerência de Lula. A acusação é de recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira por meio de um tríplex no Guarujá.

Política

20 de Jun // | Política

O PCdoB entrará oficialmente nas tratativas internas para pleitear uma vaga ao Senado Federal na chapa majoritária do governador Rui Costa (PT) em 2018. A posição foi firmada em reunião da Comissão Política Estadual da legenda nesta segunda-feira (19), em Salvador.

 

A opções apresentadas serão Isaac Carvalho, ex-prefeito de Juazeiro, o deputado federal Daniel Almeida e a deputada federal Alice Portugal, que apareceu com 26% das intenções de voto na pesquisa do Instituto Paraná - atrás apenas do ex-governador Jaques Wagner (PT), que teve 36%).

 

O presidente estadual do partido, Davidson Magalhães, afirmou que a legitimidade do pleito é decorrente de uma expressiva inserção do partido nos movimentos sociais, por ter três mandatos na Assembleia Legislativa e três na Câmara Federal, além do PCdoB estar alinhado com o projeto desde os primeiros enfrentamentos ao carlismo. O documento aprovado na reunião também destaca o potencial político-eleitoral dos nomes selecionados.

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20 de Jun // Bahia Notícias | Política

A disputa pelo governo da Bahia no próximo ano foi iniciada há algum tempo e os dois principais atores não escondem que a batalha será disputada até mesmo no âmbito administrativo. O governador Rui Costa e o prefeito de Salvador, ACM Neto, estão em conflito declarado e utilizam, ainda que dentro da legalidade, os instrumentos disponíveis para brigar por espaço midiático.

 

Somente na última semana foram dois episódios que devem ser guardados para o processo eleitoral de 2018. O primeiro envolve o sistema metroviário Salvador-Lauro de Freitas. A prefeitura embargou um viaduto por problemas de licenciamento ambiental, sempre sob o argumento de não politizar a questão.

 

Como resposta, o governador apontou que a falta de avanços na integração entre ônibus e metrô vai “forçar” uma nova licitação de sistema complementar de alimentação do sistema metroviário. Ambos, como frisam, estão dentro dos argumentos legais e negam qualquer politização da questão. É um discurso que cumpre bem o papel, já que a população acata argumentações legalistas com certa facilidade.

Política

20 de Jun // | Política

As investigações do Ministério Público Federal (MPF) mostram que a conta do presidente Michel Temer (PMDB) receberam dois cheques emitidos pelas empresas OAS e JBS, cada um no valor de R$ 500 mil. As informações são da Globo News. As investigações se basearam nas delações de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef.

 

Deste total, parte foi repassada pelo peemedebista à campanha do ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, ao governo do Rio Grande do Norte. Alves foi preso recentemente em uma operação da Polícia Federal sob acusação de lavagem de dinheiro, superfaturamento das obras da Arena das Dunas, em Natal, e de receber propina de empreiteiras.

 

O montante de R$ 9 milhões repassado a Alves teria sido depositado na conta de Temer que, por sua vez, fez um cheque no valor de R$ 500 mil e depositou na conta do candidato ao governo do Rio Grande do Norte. Além dessa quantia, Henrique Alves também recebeu de Michel Temer, em 2014, mais meio milhão de reais, desta vez doados ao então candidato a vice-presidente pela JBS.

Política

20 de Jun // | Política

Nesta terça-feira (20), a primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve apreciar o pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB) feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O político mineiro é acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

 

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, o tucano vive tensão máxima com a possibilidade de ver a Corte aprovando o pedido de prisão. O congressista afastado e se grupo mais próximo têm dúvida a respeito dos votos dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

 

Como estratégia para protelar o processo, a defesa do senador deve argumentar que o caso deveria ser julgado no plenário, sob o crivo dos 11 ministros. A colunista do diário paulista também frisa que há, entre lideranças do PT, uma torcida para que o tucano fique solto. Na visão de setores do partido, a prisão do senador tornaria mais difícil o discurso da seletividade se, e quando, o ex-presidente Lula for condenado pelo juiz federal Sergio Moro.

Política

20 de Jun // | Política

O relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), disse hoje (19) que apesar da crise política, há margem para a aprovação das reformas previdenciária e trabalhista pelos parlamentares. “O ambiente mudou. Mas eu não sinto ainda, em relação ao tamanho da base de apoio, uma mudança”, disse Maia sobre as reformas.

 

Para o relator, o papel do Congresso deve aumentar diante das denúncias de corrupção envolvendo o governo federal. “O protagonismo do Legislativo vai ter que ser muito maior para compensar o enfraquecimento do Executivo neste momento”, ressaltou, ao discursar em evento na Associação Comercial de São Paulo.

 

O deputado citou a possibilidade de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar uma denúncia contra o presidente Michel Temer. “Não estará falando a verdade quem disser que nós estamos em um momento político no Brasil de normalidade. Não estamos. O procurador-geral deverá entrar nos próximos dias com a solicitação para processar o presidente da República”, acrescentou. Caso a denúncia seja apresentada, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

Política

19 de Jun // | Política

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou na segunda (19) que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, mentiu em entrevista à revista “Época”. Segundo o ex-parlamentar, Batista se encontrou com ele e com o ex-presidente Lula, em 2016, para discutir os pedidos de impeachment da então presidente Dilma, que tramitavam na Câmara.

 

Na entrevista à revista, Joesley afirmou que se encontrou pessoalmente com Lula em apenas duas oportunidades. Uma teria acontecido em 2006 e a outra em 2013. O empresário afirmou à revista que nunca manteve conversas não-republicanas com o ex-presidente. A resposta de Cunha consta em uma carta que o ex-deputado escreveu dentro do Complexo Médico-Penal de Pinhais.

 

O complexo fica na Região Metropolitana de Curitiba, onde cumpre pena após ter sido condenado na Operação Lava Jato. No texto, feito à mão, Eduardo Cunha diz que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o acordo de delação de Joesley junto ao Judiciário seja anulado. “Espero que o Supremo Tribunal Federal reveja esse absurdo e bilionário acordo desse delinquente”.

Política

19 de Jun // | Política

Relatório parcial da Polícia Federal entregue ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta segunda-feira (19) que trata da investigação sobre o presidente Michel Temer e seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures conclui que houve a prática de corrupção passiva. A Polícia Federal pediu ainda mais prazo ao ministro Edson Fachin para finalizar o relatório.

 

A polícia não se manifestou sobre obstrução de Justiça porque depende da perícia, não concluída ainda, das gravações secretas feitas por Joesley Batista, um dos donos da JBS, de acordo com apuração da Folha. Ao todo, os peritos analisam quatro áudios, um deles de uma conversa do empresário com Temer, no Palácio do Jaburu, em 7 de março.

 

O prazo dado por Fachin para o inquérito ser finalizado se encerrou neste último domingo (18) - sendo esta segunda-feira o primeiro dia útil, quando a conclusão deveria ser entregue. O ministro é o relator da Operação Lava Jato no Supremo, responsável também por casos ligados à delação da JBS, homologado por ele em abril. O teor das informações prestadas pela Polícia Federal ainda não foi divulgado pelo Supremo Tribunal Federal.

Política

19 de Jun // Estadão | Política

Na véspera da apreciação, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou na manhã desta segunda-feira, dia 19, que o partido tem que aguardar a decisão da Justiça com “confiança e serenidade” e que pode sair da base do governo de Michel Temer a qualquer momento.

 

Segundo Alckmin, o PSDB está acompanhando a crise dia a dia. “Podemos sair da base a qualquer momento. Sair é deixar de ter ministério, o que, aliás, eu acho completamente secundário. Quando houve o impeachment, fui contra que o PSDB ocupasse ministérios, sempre fui. Não deveria ter entrado, indicando ministros, mas a maioria decidiu”, ressaltou.

 

O tucano paulista voltou a dizer que agora o importante é terminar as reformas. “É o que temos defendido. A reforma trabalhista, que vai estimular emprego e diminuir a informalidade, deve estar aprovada até o final do mês. Vamos aguardar a sanção pelo presidente da República. A reforma previdenciária, logo logo vamos saber o seu destino. É mais difícil porque é uma PEC. E a reforma política é até setembro. Se não for feita até lá não valerá para a próxima eleição.”

Política

19 de Jun // | Política

O presidente Michel Temer afirmou em vídeo divulgado nesta segunda-feira (19) que seu governo cortou privilégios que beneficiavam "algumas poucas empresas" no Brasil. Sem citar o empresário Joesley Batista, ele ainda fez críticas pessoas que "apontam o dedo para outros tentando fugir da punição" e assegurou que criminosos serão punidos.

 

"Já está claro o roteiro que criaram para justificar seus crimes: apontam o dedo para outros tentando fugir da punição. Aviso aos criminosos que não sairão impunes. Pagarão o que devem e serão responsabilizados pelos seus ilícitos", declarou o presidente em vídeo publicado no Twitter antes da sua viagem à Rússia.

 

Nesta segunda, a defesa de Temer deu entrada em dois processos na Justiça contra o sócio da JBS. Na gravação divulgada no Twitter, ele ainda afirmou que tomou medidas contra o crescimento ilícito de empresas. "Acabamos com os favores, que privilegiavam apenas algumas poucas empresas. Cortamos as práticas que permitiam a criminosos crescer à sombra dos ilícitos e do dinheiro público jorrado sem limite e com juros camaradas", disse.

Política

19 de Jun // | Política

O presidente Michel Temer finalizou na manhã desta segunda-feira (19) as duas ações contra o dono da JBS, Joesley Batista, e pouco antes de seguir para a Base Aérea, para embarcar para viagem de cinco dias para a Rússia e Noruega, deu entrada nos dois processos na Justiça. Uma das ações será por danos morais, onde pedirá indenização financeira, e a segunda, será uma queixa crime, por difamação, calúnia e injúria, crimes contra a honra.

 

O presidente decidiu acionar o advogado do PMDB, Renato Oliveira Ramos, para representar contra o empresário. A ação criminal foi impetrada na Justiça Federal e a cível, na Justiça comum. Na ação inicial, Temer não estabeleceu um valor de indenização, mas isso poderá ser feito em um segundo momento, caso o juiz indique que pode especificar um montante.

 

A ideia do presidente, caso consiga ganhar as ações na Justiça, é doar os valores referentes a elas a uma instituição da caridade. Temer dedicou uma parte do fim de semana para discutir com seus advogados não só as ações a serem apresentadas na Justiça contra Joesley, que anunciou que faria em nota oficial divulgada sábado. No feriado, Temer se reuniu também com o ex-ministro do STF Carlos Velloso, que irá ajudá-lo na defesa da denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá apresentar contra o presidente, nos próximos dias.

Política

19 de Jun // | Política

Sob novos ataques do empresário Joesley Batista, o presidente Michel Temer embarca no final da manhã desta segunda-feira (19) para a Rússia e Noruega. Na noite deste domingo (18), o peemedebista reuniu seus principais auxiliares como Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência da República.

 

Na pauta do encontro, estavam a votação da reforma da Previdência na Câmara e o arquivamento da iminente denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar em breve. De acordo com o jornal Valor, outra preocupação do presidente Temer durante essa viagem é a situação do seu ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi também bombardeado por Joseley Batista.

 

Segundo o diário, o chefe do Executivo teme a prisão do peemedebista baiano depois que foi citado como mensageiro de Temer para as negociações do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro, ambos presos em Curitiba. Geddel antecipou-se a um possível pedido de prisão contra ele pelo Ministério Público Federal (MPF), colocando seu passaporte e seu sigilo bancário à disposição do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. 

Política

19 de Jun // | Política

O presidente Michel Temer (PMDB) quer garantir que durante sua viagem à Europa após a eclosão da delação da JBS não tenha contratempos aqui no Brasil. O Palácio do Planalto articula sua base no Congresso Nacional para barrar a denúncia que deve ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na próxima semana.

 

De acordo com o jornal O Globo, os articuladores políticos foram orientados ao longo do fim de semana, em reuniões no Palácio do Jaburu, a trabalhar para encontrar um relator favorável ao governo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que precisa analisar a admissibilidade da denúncia, antes da votação em plenário.

 

Para que a estratégia funcione, o governo peemedebista quer manter o apoio do principal aliado, o PSDB. Na Europa, Temer quer demonstrar uma normalidade do seu governo, que se encontra mergulhado em uma crise política. O diário fluminense aponta que o presidente teria demorado a confirmar a ida à Rússia e à Noruega por haver um temor de que a denúncia contra ele fosse apresentada enquanto estivesse fora do país.





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