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17 de Out // | Política

Os senadores baianos Lídice da Mata (PSB), Otto Alencar (PSD) e Walter Pinheiro (sem partido) votaram a favor da manutenção do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em sessão realizada nesta terça-feira (17), em Brasília. Eles integraram o grupo de 26 senadores que queriam o afastamento de Aécio.

 

Contudo, 44 senadores votaram a favor de Aécio e derrubaram a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento do senador tucano. Lídice da Mata já tinha informado à imprensa que votaria contra o senador segundo informações do G1.

 

Otto Alencar não antecipou o voto e Walter Pinheiro pediu exoneração do cargo de secretário de Educação da Bahia para participar da votação. Fontes ligadas ao governo informaram ao G1 que a exoneração é temporária e que Pinheiro deve retomar o cargo logo após a votação. A decisão do STF pelo afastamento do cargo ocorreu depois que Aécio foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR).

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17 de Out // | Política

O presidente Michel Temer (PMDB) resolveu fazer graça em seus perfis nas redes sociais nesta terça-feira (17), com o episódio do telefone celular dele ter tido o número divulgado pelo site da Câmara dos Deputados. Temer postou a mensagem “Quando atender o telefone, não diga alô. Diga Alô, Temer”.

 

Após cerca de uma hora da publicação a mensagem já tinha 544 comentários, 199 compartilhamentos e mais de 1.300 curtidas no Facebook e o vídeo alcançava mais de 10 mil visualizações.  Michel Temer postou o áudio em que um repórter do jornal “O Globo” liga para ele, para atestar a vericidade da informação de que o número era mesmo do presidente.

 

A informação com o celular de Temer estava postada no site da Câmara juntamente a todo o material da delação do doleiro Lúcio Funaro. O conteúdo foi encaminhado à Casa pelo STF, após o relator do caso na Corte, ministro Edson Fachin, homologar a delação. Apesar do humor na mensagem, nesta terça a CCJ da Câmara dos Deputados segue analisando a denúncia contra Temer e dois ministros de seu governo.

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17 de Out // | Política

O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), pediu a prorrogação do prazo para o debate sobre a denúncia contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB), e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

 

Embora tenha sido solicitado nesta segunda (16), a ação só foi revelada nesta terça (17). A solicitação pede que a CCJ conte com mais três sessões válidas do plenário da Casa para discutir a peça apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e o parecer pela rejeição da mesma já entregue pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG).

 

O pedido foi feito por meio de carta endereçada ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Os deputados integrantes da CCJ começaram a debater nesta terça a denúncia contra Temer e os dois ministros. A reunião começou por volta das 10h30 e as discussões, por volta das 11h. Na primeira parte da reunião, antes do intervalo para almoço, 13 deputados discursaram segundo informações do Estadão Conteúdo.

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17 de Out // | Política

O Senado Federal derrubou nesta terça-feira (17), por 44 votos a 26, a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que havia determinado o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato segundo informações do G1. Com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares.

 

Com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, Aécio foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. Segundo a Procuradoria Geral da República, o tucano pediu e recebeu R$ 2 milhões da JBS como propina.

 

A procuradoria afirma também que Aécio atuou em conjunto com o presidente Michel Temer para impedir o andamento da Operação Lava Jato. Desde o início das investigações, Aécio Neves tem negado as acusações, afirmando ser "vítima de armação". A decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) resultou em uma crise institucional entre os poderes Legislativo e Judiciário.

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17 de Out // | Política

Suspeito de vazar informações sobre investigações envolvendo o grupo J&F, o procurador Ângelo Goulart Villela afirmou que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot "falseou a verdade" ao incluí-lo no que chamou de "trama" da delação premiada da empresa. Ele prestou depoimento a parlamentares da CPMI da JBS nesta terça (17).

 

Ângelo foi preso em maio deste ano."Eu tinha atribuição desde o princípio para atuar no caso Eldorado, tinha autonomia. O fato de ter que conversar com o coordenador da força tarefa não exime a minha atribuição para atuar", afirmou Villela, que citou declarações de Janot de que ele teria atuado por conta própria.

 

"Houve por parte do ex-procurador-geral (Rodrigo Janot) uma tentativa de falsear a verdade", disse Villela. "Se eu era um procurador infiltrado, ou seja, trabalhando para eles, como eu poderia estar embaraçando uma colaboração que seria benéfica a eles? Eu preciso fazer uma ginástica interpretativa para entender isso", disse. O procurador foi preso no dia 18 de maio segundo informações do Estadão Conteúdo.

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17 de Out // | Política

Em busca de protagonismo com vistas às eleições de 2018, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou nesta terça-feira (17) a criação de uma comissão mista de parlamentares e juristas para elaborar projetos de modernização da legislação contra tráfico de drogas e armas.

 

O colegiado deve ser presidido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). "A sociedade vai ver que a Câmara tem agenda de temas que afetam o dia-a-dia das pessoas", afirmou o presidente da Câmara, em entrevista coletiva ao lado do ministro do Supremo Alexandre de Moraes. O parlamentar fluminense ressaltou que a comissão deve trabalhar, inicialmente, por 120 dias.

 

A comissão vai elaborar projetos na área da segurança pública que serão votados pelo Congresso Nacional. Moraes, por sua vez, afirmou que a finalidade da comissão não é rever o aumento de crimes no Brasil. O objetivo, de acordo com ele, será estabelecer novos instrumentos processuais, de investigação e de cumprimento de pensa para combater o crime organizado. "O Brasil prende muito, mas prende mal", declarou o ministro.

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17 de Out // | Política

Diferente da truculência habitual no trato que Geddel Vieira Lima tinha com a imprensa quando o assunto não lhe era agradável, o deputado federal Lúcio Vieira Lima era mais bonachão. Fazia piada até quando era alvo de perguntas incisivas e, normalmente, se saía bem de embaraços causados pelo entrevistador.

 

Era uma boa estratégia, visto que a pedagogia do constrangimento impele aquele que pergunta a ficar calado. Entre os irmãos Vieira Lima que ocuparam cargos públicos, Lúcio é bem mais simpático se comparado a Geddel. As próprias publicações em redes sociais mostram que o mais jovem da dupla ria de si mesmo com mais frequência.

 

Desde o medo de avião até o cãozinho da filha, que ganhou perfil no Instagram, numa tentativa de formar um dog influencer, Lúcio era bem falante e tinha resposta para tudo – ou quase tudo. Era assim até bem pouco tempo. Já após a primeira prisão de Geddel, no começo de julho, o então presidente da Comissão Especial da Reforma Política submergiu um pouco e deixou de ser tão falastrão.

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17 de Out // | Política

Mais um capítulo envolvendo o nome da ex-mulher do ex-presidente Lula traz à tona a compra de um sítio por parte de dona Marisa. Em 26 de agosto de 2016, mesmo dia em que foi indiciada pela Polícia Federal no esquema do triplex do Guarujá, Marisa registrou em cartório a compra de uma área rural de 25 mil m² em São Paulo.

 

De acordo com a publicação, a escritura, anexada ao plano de partilhas de seu inventário, informa que a mulher de Lula teria pago R$ 230 mil pela propriedade. Uma semana depois de ser denunciada pelo MPF, em 22 de setembro, Marisa registrou em cartório a compra de outra área de 20,5 mil m², pela qual teria desembolsado outros R$ 530 mil.

 

As duas ‘novas’ propriedades fazem parte do chamado Sítio Engenho da Serra, mas conhecido como Los Fubangos, onde Lula fazia reuniões políticas. Ainda conforme a publicação, até então, Marisa havia informado à Receita Federal possuir o equivalente a apenas 36% da segunda área – o restante (64%), agora se sabe, estava em nome da família Higuchi. As informações são do site Antagonista.

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17 de Out // | Política

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tentou sensibilizar os poucos colegas do Senado com quem falou nos últimos dias. A Casa pode definir nesta terça-feira (17) se suspende a determinação. A competência da Primeira Turma do Supremo para decidir sobre o caso será questionada em plenário.

 

O vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), deve ser o autor. “A única coisa que peço é o meu direito de defesa. Permitam que eu apresente a minha defesa. Não posso ser condenado sem ter essa chance”, teria dito o senador de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha. O tucano tem dito que prefere receber logo o veredicto de seus pares.

 

De acordo com a publicação, consultado por Aécio, Sepúlveda Pertence, ex-presidente do Supremo, chancelou a linha adotada pelo tucano. “Natural que o parlamentar tenha, antes da decisão do Senado, que vale por uma verdadeira condenação, o direito de defender-se.” A coluna revela ainda que Aécio sabe que a situação é extremamente delicada, e ele nem arrisca o placar de seu caso aos aliados.

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17 de Out // | Política

Em delação premiada, o doleiro Lúcio Funaro detalhou o monitoramento do ex-ministro Geddel Vieira sobre sua esposa Raquel Pita, após sua prisão, em julho de 2016. Segundo o delator, o peemedebista "foi o primeiro a ligar" para sua mulher quando sua irmã, Roberta Funaro, foi solta após período de encarceramento no âmbito da Operação Patmos.

 

Ele teria dito que "graças a Deus" Roberta foi solta com o objetivo de tentar arrefecer os ânimos do doleiro para uma delação. Funaro está preso na Papuda, em Brasília, desde 1.º de julho de 2016, quando foi alvo da Operação Sépsis. No dia 5 de setembro último, o ministro Edson Fachin, do STF, homologou a delação premiada do corretor.

 

Ele narra que o ex-ministro monitorava sua situação desde que foi encarcerado por meio de ligações a sua mulher, Raquel Pita. Ele entregou registros de ligações de Geddel, cadastrado como "Carainho" na agenda de contatos. A mulher de Funaro disse que o peemedebista passou a fazer ligações "insistentemente" após a prisão do marido, querendo saber do "estado de ânimo" dele, e que esses contatos feitos em horários noturnos "passaram a incomodar".

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17 de Out // | Política

Ao contrário da prisão de Geddel Vieira Lima, que ensejou uma crise dentro do PMDB baiano, a operação de busca e apreensão deflagrada na segunda (16) pela Polícia Federal contra o deputado Lúcio Vieira Lima (BA) não deve ser capaz de provocar o mesmo terremoto na sigla. A avaliação é de peemedebistas ouvidos pelo Bahia Notícias.

 

Segundo um integrante da sigla ouvido pela reportagem, desde a segunda prisão de Geddel, Lúcio estava mais distante das funções como presidente do PMDB em Salvador, além de ter diminuído a influência no diretório estadual, com a assunção do deputado estadual Pedro Tavares à presidência, provocada pelo afastamento do ex-ministro da Secretaria de Governo da função.

 

“Não temos visto nenhuma interferência de Lúcio. Ele, apesar de ser deputado pelo PMDB, anda totalmente afastado das tarefas do partido em Salvador. Não está tendo o mesmo impacto exatamente por isso”, relatou. As primeiras conjecturas feitas a partir do caso apontam que Lúcio não tem a mesma força política do irmão, o que minora o poder destrutivo da operação para o partido na Bahia.

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17 de Out // | Política

Entra em pauta no Senado nesta terça (17) o ofício do STF com as medidas cautelares contra o senador Aécio Neves. A votação acontece após o STF ter decidido que medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal e impostas a parlamentares devem ser submetidas à análise da Câmara ou Senado quando impedirem ou dificultarem o exercício do mandato.

 

Ao Bahia Notícias o senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que o clima na Casa é de "perplexidade". "Porque muitos senadores não vão comparecer e dão a chance de proteger o Aécio", contou. Questionado sobre o significado da ausência dos senadores Otto Alencar afirmou não saber ao certo.

 

"Não sabe se é uma estratégia, mas é estranho já que a sessão está marcada há muito tempo, não foi uma sessão marcada de última hora, já faz dias que ela foi marcada", afirmou. O senador baiano defende que a decisão seja definida através de voto aberto. "O voto tem que ser aberto para cada um dizer suas razões, dar seus motivos. O próprio senador Aécio Neves em 2011, enquanto líder da Casa, decidiu pela alteração e pelo voto aberto", completou Otto.

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16 de Out // | Política

O presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, engrossou o coro dos partidos da base aliada que querem lugar na chapa majoritária da eventual candidatura à reeleição do governador Rui Costa (PT) em 2018. Nesta segunda-feira (16), ele reivindicou uma vaga para a sigla.

 

“O PDT é um grande partido e tem uma história de luta exemplar na política do país”, afirmou o deputado. Félix Mendonça não chegou a citar possíveis nomes, mas movimentos populares ligados à legenda manifestaram apoio ao posicionamento e sugerindo figuras para a vaga segundo informações do Bahia Notícias.

 

Entre os citados, estão o próprio deputado, o diretor-geral do Instituto Anísio Teixeira, Desidério Bispo de Melo, e o sociólogo Joviniano Neto.  Além do PDT, disputam espaço na majoritária PSB, PSD, PR, PCdoB, PP e o próprio PT. No entanto, há muito postulante para pouca vaga. Na majoritária, só há espaço para três, além do próprio Rui Costa: um candidato a vice e dois ao Senado Federal.

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16 de Out // | Política

O presidente Michel Temer escreveu uma carta a deputados e senadores se defendendo de acusações contra ele. No texto, Michel Temer diz que é vítima de “uma campanha implacável com ataques torpes e mentirosos” e que há uma “conspiração” para derrubá-lo do cargo segundo informações da Agência Brasil.

 

A carta foi enviada por Temer a parlamentares da base aliada e da oposição no momento em que a segunda denúncia da Procuradoria-geral da República (PGR) contra ele está sendo analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Temer inicia a carta, entregue hoje (16), dizendo que a “indignação” é o que o faz se dirigir a eles.

 

“São muitos os que me aconselham a nada dizer a respeito dos episódios que atingiram diretamente a minha honra. Mas para mim é inadmissível. Não posso silenciar. Não devo silenciar”, escreveu. O presidente diz aos parlamentares que “afirmações falsas, denúncias ineptas alicerçadas em fatos construídos artificialmente sustentaram as inverdades que foram divulgadas” e que “a armação está sendo desmontada”.

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16 de Out // | Política

A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que vai apresentar informações referentes à delação do empresário Lúcio Funaro para reforçar um pedido de anulação do impeachment da petista em tramitação no Supremo Tribunal Federal. Em delação, Funaro afirmou que repassou a Eduardo Cunha, R$ 1 milhão.

 

O dinheiro foi para comprar apoio de deputados favoráveis ao afastamento de Dilma. Detalhes da delação do empresário foram tornados públicos nos últimos dias após a divulgação do vídeo da colaboração de Funaro, que consta do procedimento que corre na Câmara a respeito da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

 

Para o advogado de Dilma, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, desde o início do processo de impeachment da petista a defesa tem sustentado que o afastamento dela é nulo porque foi baseado em "decisões ilegais e imorais" tomadas por Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar a "sangria da classe política brasileira". "Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado comprou votos em favor do impeachment", afirmou Cardozo.

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16 de Out // | Política

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), tinha a chave do “bunker” onde foram encontrados R$ 51 milhões em Salvador. A informação foi dada em depoimento à Polícia Federal (PF) pelo dono do imóvel, Sílvio Silveira, em 5 de setembro.

 

Lúcio foi alvo de uma operação da PF, deflagrada na manhã desta segunda-feira (16). "Que considerando a amizade (que tem com Lúcio), o declarante concordou prontamente (com o pedido de Lúcio para emprestar o apartamento), chegando à unidade 202 juntamente com Lúcio para lhe mostrar o apartamento e lhe entregar a chave", contou Silveira.

 

Patrícia Santos Queiros, que administra o condomínio onde fica o apartamento, disse já ter visto Sílvio pedir vantagens aos irmãos. "Que Sílvio tem alguma relação com os irmãos não sabendo se apenas profissional ou de amizade, que o que já viu foi Sílvio ligando para os irmãos para, por exemplo, pedir que vias sejam pavimentadas em acessos a empreendimentos que as empresas do grupo do qual Sílvio faz parte fizeram a construção", relatou.

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16 de Out // Estadão | Política

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou nesta segunda-feira (16) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a votação no Senado Federal sobre as medidas cautelares contra o tucano Aécio Neves (MG) seja aberta, sob pena de nulidade caso ocorra de forma secreta.

 

A votação que pode derrubar o afastamento do mandato do senador mineiro e o seu recolhimento noturno está marcada para esta terça-feira (17). Na petição, o parlamentar da Rede cita reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que mostra a articulação para que a votação seja secreta, ou seja, sem a divulgação dos votos de cada parlamentar.

 

Para que as restrições impostas pela Primeira Turma do Supremo sejam revogadas, Aécio precisa de ao menos 41 votos entre os colegas de Senado. O regimento interno do Senado prevê votação secreta para deliberação sobre prisão de parlamentar. A Constituição, porém, não diz que modelo deve ser adotado. Até 2001, o artigo 53 estabelecia votação secreta - a expressão foi suprimida pela Emenda Constitucional 35.

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16 de Out // | Política

A quantidade de brasileiros que apoia pelo menos uma forma de governo "não democrática" e que simpatiza com a ascensão de militares no poder é maior do que a média global, de acordo com um levantamento realizado pelo americano Centro de Pesquisas Pew feito em 38 países segundo informações do Folha de S. Paulo.

 

23 % dos entrevistados no Brasil diz não gostar da democracia representativa. Essa parcela apoia ao menos uma das seguintes formas de governo: tecnocrático, militar ou com um "líder forte". Nos 38 países, esse percentual é de 13%, com 23% descartando formas de governo "não democráticas".

 

Considerando os brasileiros que apoiam ao menos uma forma de governo “não democrática”, mesmo que considerem “boa” a forma da democracia, o índice é elevado a 62%. O levantamento foi feito entre fevereiro e maio deste ano, entrevistando 41.593 pessoas em 38 países de cinco continentes. No Brasil, participaram pessoalmente 1.008 pessoas, entre março e abril. A margem de erro é de 4,7 pontos percentuais.

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16 de Out // | Política

O Congresso Nacional terá, nesta semana, dias decisivos para autoridades investigadas. Os senadores se reúnem na terça-feira (17) para decidir se dão aval à ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) que impôs o afastamento do mandato e o recolhimento domiciliar noturno do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

 

Na Câmara, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará a discussão do parecer que recomenda a rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). A votação do relatório na comissão deve ser ainda nesta semana.

 

Depois de o Supremo Tribunal Federal decidir que o Congresso Nacional deve avalizar medidas cautelares que comprometam o mandato de um parlamentar, senadores vão votar a decisão da Primeira Turma do tribunal que atingiu Aécio. Segundo a Secretaria Geral do Senado, se a decisão do Supremo for derrubada, Aécio Neves poderá retornar imediatamente às atividades parlamentares.

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15 de Out // | Política

A armação do golpe que derrubou a presidente eleita legitimamente Dilma Rousseff da presidência ganhou um capítulo com uma nova revelação no sábado (14). De acordo com o operador Lúcio Funaro, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recebeu das mãos dele R$ 1 milhão para "comprar" votos a favor do impeachment.

 

"Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro, que ele pudesse ter algum recurso disponível pra comprar algum voto ali favorável ao impeachment da Dilma. E eu falei que ele podia contar com até R$ 1 milhão e que eu liquidaria isso para ele em duas semanas no máximo", disse Funaro.

 

Em depoimento à Procuradoria Geral da República (PGR) no dia 23 de agosto, conforme vídeos divulgados pelo jornal Folha de S.Paulo, o dinheiro foi entregue após um pedido de Eduardo Cunha. Uma procuradora questiona Lúcio Funaro, durante o depoimento: "Ele (Cunha) falou expressamente comprar votos?". Funaro respondeu: "Comprar votos". O dinheiro foi entregue em Brasília, Rio e São Paulo, disse.

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15 de Out // | Política

O ministro da Secretaria da Presidência, Moreira Franco, utilizou sua conta no Twitter, para criticar a delação premiada do operador financeiro Lúcio Funaro e desqualificar o ex-procurador da República Rodrigo Janot. Franco diz que a delação é "uma encomenda remunerada", após o naufrágio da primeira denúncia da PGR contra o presidente Temer.

 

"Como o objetivo da dupla Joesley e Rodrigo Janot era derrubar Michel Temer, após a derrota na 1ª denúncia, só um fato novo justifica a segunda flecha", afirmou Franco pelo Twitter, em referência à segunda denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente da República, ainda sobre o comando de Rodrigo Janot.

 

"Seria um delivery de matéria-prima: Janot pedia e Joesley pagava", acrescentou o ministro, ao citar as denúncias realizadas em delação premiada pelo dono do grupo J&F, Joesley Batista, preso desde o mês passado. Neste sábado, o advogado do presidente Michel Temer, Eduardo Pizarro Carnelós, atacou o vazamento "criminoso" dos vídeos com depoimentos de Funaro ao Ministério Público.

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15 de Out // | Política

A Mesa Diretora do Senado estuda não cumprir a decisão do juiz Márcio Luiz Coelho de Freitas, da Justiça Federal de Brasília, que impediu a realização de votação secreta no caso do afastamento e recolhimento noturno impostos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

De acordo com o jornal O Globo, a determinação irritou parlamentares, que acusam o Judiciário de mais uma vez interferir nas competências do Poder Legislativo e criticam o fato de um juiz de primeira instância "palpitar" sobre questões internas do Parlamento. A situação do senador afastado é delicada. 

 

A votação secreta é defendida e articulada por aliados de Aécio porque poderia facilitar um voto a favor do tucano evitando, por outro lado, desgaste perante o eleitorado. Entretanto, se a decisão de Freitas for mantida, pode dificultar as pretensões de Aécio em retomar o mandato. A Mesa deve se reunir segunda para decidir sobre isso. Na liminar, o juiz afirma que uma eventual votação secreta seria "ato lesivo à moralidade administrativa":

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15 de Out // | Política

A colaboração premiada do doleiro Lúcio Funaro traz detalhes do suposto esquema de pagamento de propinas ao Partido Progressista (PP), com recursos desviados da Caixa Econômica Federal. Em depoimento ao Ministério Público, Funaro acusou o atual presidente da Caixa, Gilberto Occhi, de desviar recursos para o partido.

 

Na época, ainda no governo de Dilma Rousseff, Occhi ocupava a vice-presidência de Governo do banco estatal. Funaro afirmou no depoimento, conforme reportagem do Jornal Nacional, que foi informado por um empresário que Occhi teria uma meta de repasse de propina para cumprir segundo informações do Estadão.

 

"Sabia até que tinha uma meta do Gilberto Occhi, de produzir um valor x por mês", disse Funaro, em um dos vídeos do depoimento prestado ao Ministério Público. Ele não soube detalhar valores. "Qualquer verba da Caixa para sair, tudo quanto é verba do governo, tinha que passar pela diretoria dele. Tinha que passar na vice-presidência dele", disse Funaro, em relação à atuação de Occhi.

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15 de Out // | Política

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, chamou neste domingo (15) de "incompetente" o advogado de defesa do presidente Temer, Eduardo Carnelós. O parlamentar disparou críticas após Carnelós ter classificado como "vazamento criminoso" a divulgação dos vídeos da delação do operador financeiro Lúcio Funaro.

 

"Não teve vazamento. O advogado é incompetente", disse Maia à Coluna do Estadão. Os vídeos da delação de Funaro foram divulgados no site da Câmara em 22 de setembro, junto com os outros documentos relacionados à segunda denúncia contra Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco por organização criminosa.

 

O material foi enviado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, por meio de ofício expedido em 21 de setembro, uma semana após a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar a denúncia. Após receber o ofício da presidente do STF, o secretário-Geral da Mesa Diretora, Wagner Soares, determinou que os vídeos fossem divulgados. Soares assumiu o posto por indicação de Maia.

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15 de Out // | Política

O secretário de Governo, Antônio Imbassahy (PSDB), conseguiu se manter na pasta de articulação política do presidente Temer mesmo após fortes pressões de deputados federais do chamado “centrão”. Na coluna Painel da Folha de São Paulo foi publicada uma nota atribuída a um deputado deste “bloco informal” da Câmara.

 

A nota descreve uma “brincadeira” feita com o tucano de Salvador. “Ministro, você é o homem mais forte do governo”. Sem entender a piada, Imbassahy ouviu o complemento: é que todo mundo pediu a sua cabeça e você se segurou. De fato, além de organizar as planilhas de cargos e liberação de emendas, Imbassahy tem sido o anteparo de Temer.

 

A função de Relações Institucionais sempre coloca quem a assume na mira de quem quer alguma coisa e a pedida em tempo de crise é ininterrupta. O que se diz nos bastidores é que após a votação da segunda denúncia contra Temer, Imbassahy já estará tão desgastado que o melhor a fazer é pedir para sair. Até porque, o ex-prefeito de Salvador precisa pensar no seu futuro político eleitoral.

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15 de Out // | Política

Os deputados federais baianos gastaram R$ 11,9 milhões com cota parlamentar em passagens aéreas e publicidade. O levantamento realizado pela coluna Satélite mostra os cinco maiores “gastadores”: Benito Gama (PTB), Valmir Assunção (PT), José Carlos Aleluia (DEM), Arthur Maia (PPS) e Mário Negromonte Jr. (PP).

 

Entre janeiro e setembro deste ano, Gama gastou R$ 374,1 mil; Assunção utilizou R$ 366 mil seguido de Aleluia com R$ 365,1 mil. Maia consumiu R$ 359,7 mil e Negromonte Jr. gastou R$ 352,4 mil. Ainda de acordo com o levantamento, as despesas com divulgação do mandato (R$ 3 milhões) e com passagens aéreas (R$ 2,5 milhões) foram as mais utilizadas.

 

Uldurico Junior (PV) foi o deputado baiano que mais gastou com publicidade do mandato (R$ 204,6 mil). Já nas passagens aéreas, Alice Portugal (PCdoB) voou na frente e desembolsou R$ 111,5 mil, seguida de Valmir Assunção que gastou R$ 106,8 mil. Entram ainda na cota despesas com telefonia; serviços postais; manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar; assinatura de publicações; fornecimento de alimentação ao parlamentar e hospedagem.

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14 de Out // | Política

Em depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República (PGR), o doleiro Lúcio Funaro explicou como as propinas pagas por Joesley Batista, sócio da JBS, chegavam a lideranças do PMDB, como o ex-deputado federal Eduardo Cunha e o presidente Michel Temer segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

 

De acordo com Funaro, o objetivo com a propina era obter créditos do FI-FGTS para Eldorado Celulose, empresa do grupo J&F. "Eu tinha uma conta interna com ele [Joesley], ele me creditou na conta corrente o valor da propina", explicou o delator. Registrado no dia 23 de agosto deste ano, o depoimento foi divulgado nesta última sexta-feira (13).

 

Nas gravações, Funaro afirma que 95% do que recebeu de Joesley foi por meio da emissão de notas fiscais. Outro método era pagar boletos de supermercado ou de contas "que um doleiro que se chama Tony" o mandava. "Ele cobrava um percentual e me entregava em dinheiro vivo. O dinheiro chegando na minha mão, eu distribuía para quem eu tinha que pagar – que, nesse caso, era o Eduardo Cunha", delatou.

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14 de Out // | Política

Em delação premiada, o operador financeiro Lucio Funaro descreveu como o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha atuava: "Eduardo funcionava como se fosse um banco de corrupção de políticos, ou seja, todo mundo que precisava de recursos pedia para ele, e ele cedia. Em troca mandava no mandato do cara", afirmou.

 

"Não precisava nem ir atrás de ninguém, fazia fila de gente atrás dele." A reportagem do jornal Folha de S. Paulo, teve acesso à gravação em vídeo do depoimento prestado por Funaro à Procuradoria-Geral da República no dia 23 de agosto deste ano. O acordo de colaboração foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

 

Sobre o repasse de propinas na Caixa, Funaro afirmou que entre 60% e 65% do valor de cada operação ficava com Geddel, depois que assumiu a vice-presidência de Pessoa Jurídica do banco, em 2011. Ele deixou o cargo em 2013, mas mantém ascendência na Caixa, segundo o operador. "O resto [40% a 35%] eu e o Cunha meiávamos ou eu dava 5% a mais para o Cunha e o resto para mim, dependia da operação e da necessidade de caixa que ele tinha", disse Funaro.

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14 de Out // | Política

O operador financeiro Lúcio Funaro afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) que recebeu 5 milhões de francos suíços em 2014 a pedido do ex-deputado e presidente da Câmara Eduardo Cunha para financiar campanha de candidatos a deputado do PMDB do Rio de Janeiro segundo o Folha Press.

 

"Ele disse: 'Esse dinheiro é do Jacob Barata. É um dinheiro que ele acertou com o Picciani de doação de campanha. Vai ser usado, se não me engano, metade para campanha de deputados federais, e metade para a campanha de deputados estaduais do PMDB do RJ'", declarou ele a procuradores.

 

Funaro disse que foi informado por Cunha de que o repasse fora acertado entre o presidente regional da sigla, Jorge Picciani (PMDB-RJ), e o empresário Jacob Barata Filho. A reportagem teve acesso à gravação em vídeo do depoimento prestado por Funaro à Procuradoria Geral da República no dia 23 de agosto deste ano. O acordo de colaboração foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal).

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13 de Out // | Política

Acusado de chefiar uma quadrilha que assaltou o estado e rejeitado por mais de 90% da população brasileira, Michel Temer movimenta o resta de sua base aliada para executar uma operação de salvamento do senador Aécio Neves que conta com auxílio do ministro Antonio Imbassahy (PSDB), articulador político do governo.

 

Um dos principais aliados do peemedebista e ainda obrigado a recolhimento noturno pelo Supremo Tribunal Federal, Aécio passou a falar co Temer pelo telefone. Segundo a jornalista Andreia Sadi, da Globonews, Temer escalou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para costurar acordos com senadores e salvar Aécio.

 

Um dos principais aliados de Michel Temer disse à jornalista que o peemedebista "ajuda Aécio, mas com cautela, porque não quer deixar a digital". Articulador principal do golpe que destruiu a economia e a imagem do País, e alçou Michel Temer ao poder, Aécio pode não se salvar do afastamento em votação no Plenário do Senado. O Partido dos Trabalhadores (PT) iniciou um novo processo no conselho para que Aécio Neves perca o mandato.

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13 de Out // | Política

Antes de ser procurador-geral da República, entre 2003 e 2005, Rodrigo Janot fez estágio no posto de secretário-geral da PGR. Àquela altura, Cláudio Fonteles ocupava a cadeira mais importante do Ministério Público Federal. Foi ali que Janot começou a tomar intimidade com os métodos pouco ortodoxos de investigação.

 

Quando era subprocurador, Janot foi um dos responsáveis por incorporar ao patrimônio do MPF sofisticados equipamentos de escuta telefônica, a exemplo do Sistema Guardião empregado pela Polícia Federal em investigações especiais. Para justificar o alto investimento, ele afirmava que o aparato tecnológico ajudaria a interceptar as tramóias dos agentes do crime, entre eles, políticos que transgrediam a lei.

 

Ao assumir a chefia da PGR, em 2013, Janot incrementou o serviço de espionagem já existente. E ampliou os alvos de seu monitoramento: passou a usar a estrutura para bisbilhotar os passos de procuradores que ocupavam gabinetes vizinhos ao seu na Procuradoria-Geral. O responsável pela grampolândia, termo adotado pelos procuradores ouvidos por ISTOÉ, era o ex-secretário-geral Lauro Pinto Cardoso Neto.

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13 de Out // | Política

A Procuradoria Geral da República tomou conhecimento de que o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) pediu ajuda a empresários para custear a defesa do irmão, o ex-ministro Geddel que está preso desde 8 de setembro por ter sido vinculado a um bunker de R$ 51 milhões, encontrado em um apartamento em Salvador.

 

A apreensão foi decorrente da Operação Tesouro Perdido, desdobramento da “Cui Bono?”, que investiga irregularidades na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal. Como o imóvel foi cedido a Lúcio pelo empresário Sílvio Silveira e a Polícia Federal aprendeu uma fatura de uma funcionária do deputado no local, a investigação agora tramita no Supremo Tribunal Federal.

 

A investigação tramita no Supremo porque p parlamentar possui foro privilegiado. De acordo com a coluna Radar, da Veja, que divulgou a informação da Procuradoria Geral da República, empresários que se negaram a apoiar Lúcio agora temem ver seus nomes atrelados a uma eventual delação premiada de Geddel. Amigo pessoal do presidente Temer, Geddel deverá ser questionado sobre os R$ 51 milhões encontrados pela PF.

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13 de Out // | Política

O senador Aécio Neves está comemorando a decisão do STF de submeter ao Congresso a decisão sobre o mandato parlamentar. O voto de decisão da presidente Cármen Lúcia desempatando em favor do tucano de Minas provocou reações de insatisfação modestas na sociedade e de satisfação imodesta da classe política.

 

Dito isso, a coluna Painel da Folha de São Paulo desta sexta-feira (13) traz a informação de que a bancada do PT no Senado, que protestou contra o que considerou excessos do Judiciário quando o Supremo Tribunal Federal suspendeu o mandato de Aécio Neves, votará para mantê-lo afastado quando o caso for examinado pelo plenário, na terça-feira (17).

 

O tucano deve ter o retorno aos trabalhos aprovado. A tendência é essa, mas os petistas argumentarão que, com a solução encontrada para o embate entre os dois Poderes, o Senado agora precisa analisar a gravidade das acusações que pesam contra Aécio na Justiça e não pode repetir o erro que, para eles, foi cometido quando o Conselho de Ética arquivou pedido de cassação do tucano, em julho.

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13 de Out // | Política

Apesar de ter criado regras duras para barrar a existência de partidos com baixo desempenho nas urnas, a reforma política recém-aprovada pelo Congresso também trouxe uma alteração que permite, em casos excepcionalíssimos, a eleição de candidatos dessas legendas que tenham obtido votação muito expressiva.

 

Em linhas gerais, deputados e senadores aprovaram duas medidas antinanicos. 1) A exigência, a partir de 2018, de uma votação nacional mínima de 1,5% na eleição para a Câmara dos Deputados (piso que chegará a 3% em 2030) para que as siglas tenham acesso a verbas do fundo partidário e a tempo de propaganda em TVs e rádios.

 

2) A proibição, a partir das eleições de 2020, de coligações, mecanismo utilizado pelas pequenas e médias siglas para aumentar suas chances de eleger representantes para o Legislativo. Nesta segunda criou-se um "refresco" para os candidatos supervotados das legendas nanicas. Funciona assim: pelas atuais regras, somente os partidos que atingem o chamado quociente eleitoral elegem representantes para as Câmaras municipais, Assembleias Legislativas e Câmara dos Deputados.

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12 de Out // | Política

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD) e o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Antonio Imbassahy (PSDB) foram vaiados por parte do público presente nesta quinta-feira (12) à principal missa no Santuário Nacional em Aparecida.

 

Kassab e Imbassahy estão no evento representando o presidente Michel Temer (PMDB), que gravou uma mensagem pelo dia da padroeira. O governador, um dos pré-candidatos à sucessão presidencial, participa todos os anos da solenidade em Aparecida segundo informações do Uol.

 

As vaias ocorreram logo após o anúncio dos nomes das autoridades --entre as quais, prefeitos da região e deputados estaduais e federais-- e na sequência de uma mensagem em vídeo enviada pelo papa Francisco e exibida em telões. No evento, ele foi representado pelo cardeal Dom Giovanni Batistta Re. Na mensagem, o papa pediu aos cristãos brasileiros que não desanimem diante das dificuldades e de problemas como a corrupção.

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12 de Out // | Política

O presidente Michel Temer divulgou nesta quinta-feira (12), nas redes sociais um vídeo por conta da celebração do dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, comemorado hoje segundo informações do Estadão Conteúdo. Na mensagem, além de narrar parte da história da santa, Temer diz que roga a Deus por dias melhores.

 

"Olhemos para o futuro com fé e esperança; façamos nossa parte. Logo virão resultados de paz e progresso para todo o povo brasileiro", diz o presidente.  "Eu e minha família nos unimos aos romeiros, aos devotos e devotas de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogando a Deus por dias melhoras para todas as famílias do Brasil", completou.

 

No vídeo, Temer explica a história de Nossa Senhora e diz que o terceiro centenário do encontro da imagem de Nossa Senhora nas águas do rio Paraíba, faz da data de hoje um momento especial. "Hoje, em todo o Brasil, milhares de fiéis, prestam sua homenagem a Nossa Senhora. Por meio de orações, em peregrinações, e em tantos outros gestos de devoção, mostram a força da fé que nos inspira como sociedade e como país", comenta.

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11 de Out // Bocão News | Política

Com um arco de aliança com dez partidos, a escolha para a chapa ao governo do Estado encabeçada por Rui Costa (PT) deve ser pragmática. A avaliação é do senador Otto Alencar (PSD). Para ele, cada um personagem político que quer uma das vagas deve ter a consciência do seu peso político e eleitoral.

 

Ao ser indagado se lealda seria uma componente para escolha dos nomes da chapa, uma vez que a senadora Lídice da Mata (PSB), assim como Otto, tem votado a favor de proposta que tenha respaldo do governador Rui Costa, o pessedista concorda. “Lealdade, compromisso, gratidão são virtudes que precisam ser notadas no político”, disse, mas ressalvando.

 

“Acho que a chapa deve ser composta por aquele que pode contribuir mais para a vitória, para ganhar as eleições. Se em março ou abril, Lídice for essa figura, pode ser Lídice. Se quem chegar assim for Leão, pode ser Leão”. Em nome do pragmatismo político, Otto sugere ainda que a chapa poderá ser composta, inclusive, por nomes de partidos que possam ser atraídos pelo governo. “Alguém pode chegar da oposição e contribuir com a chapa. Por que não?”.

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11 de Out // | Política

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anexaram no sistema da Justiça Federal nesta quarta-feira (11) seis novos recibos de 2011, referentes a pagamentos do aluguel do apartamento vizinho ao de Lula em São Bernardo do Campo (SP). O imóvel é alvo de um processo relacionado à Operação Lava Jato.

 

A defesa do ex-presidente afirmou também que possui os originais dos recibos e pediu ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, uma audiência formal para que os documentos sejam entregues. Os advogados ainda pediram que seja feita uma perícia nos documentos segundo informações do G1.

 

A propriedade do apartamento faz parte da denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), que acusa o político de receber propina da Odebrecht em decorrência de contratos entre a empresa e a Petrobras. De acordo com a denúncia, o imóvel foi comprado por Glaucos da Costamarques, a pedido do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula. Costamarques e Bumlai também são investigados na operação.

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11 de Out // | Política

Nos últimos dias, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu uma romaria de líderes e parlamentares da base aliada com queixas ao governo Michel Temer. Na pauta das conversas, esses líderes levam a Maia cenários de desembarque do governo, em meio à discussão do processo da segunda denúncia contra o presidente.

 

Entre os partidos que procuraram Maia nos últimos dias estão siglas do chamado "Centrão", como PR, PP, PSD, além de ala do PSDB e do PMDB, partido de Michel Temer. Rodrigo Maia recebeu relatos de que a pressão nas bases eleitorais dos deputados cresceu no ambiente da segunda denúncia segundo o blog de Andréa Sadi.

 

E que eles temem se desgastar para salvar Temer novamente e acabarem sem mandato em 2018. Aos parlamentares e líderes de partido, Maia concorda que o ambiente piorou em relação à primeira denúncia. E tem demonstrado aos interlocutores que tem se distanciado do Planalto. Temer mandou o ministro da articulação política, Antonio Imbassahy (PSDB), procurar Maia para tentar apagar o incêndio de terça (10).

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11 de Out // | Política

O presidente Temer tem uma obstrução parcial na artéria coronária e deve passar por cateterismo, segundo a Globo. A Secretaria de Imprensa do Planalto não confirma o suposto problema de saúde do presidente. O peemedebista teria estudado realizar o procedimento, mas teria decidido esperar o desfecho da 2ª denúncia da Câmara.

 

A expectativa do governo é que o caso esteja liquidado até o fim de outubro. O Planalto espera votar a admissibilidade da denúncia na próxima semana na CCJ da Câmara e na semana seguinte no plenário da Casa. Segundo a TV Globo, somente após o presidente conseguir suspender o processo do qual é alvo o procedimento seria realizado.

 

Em 29 de setembro de 2017, uma sexta-feira, Michel Temer foi ao Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. A visita não constava na agenda oficial do presidente. O Palácio do Planalto só confirmou que Michel Temer fora fazer exames após ser questionado pelo Poder360. Procurado nesta última terça-feira (10), pelo Poder360, a assessoria de imprensa do governo não confirmou que o suposto problema de saúde do presidente. 





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