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18 de Jun // | Economia

Pode ser votado em Plenário na próxima semana, projeto que permite a venda de etanol diretamente do produtor aos postos de combustíveis. O texto teve o pedido de urgência aprovado na terça-feira (12) e seu objetivo é aumentar a concorrência no mercado de combustíveis e, consequentemente, baixar o preço para o consumidor.

 

O projeto do senador Otto Alencar (PSD-BA) susta um artigo da resolução da Agência Nacional de Petróleo sobre o fornecimento e a venda de etanol combustível que determina que o fornecedor só pode vender o etanol a outro fornecedor cadastrado na ANP, a um distribuidor autorizado pela agência ou ao mercado externo.

 

"Hoje, as usinas produtoras de etanol para atendimento do mercado interno têm sua comercialização restrita a outros fornecedores cadastrados na ANP ou a um grupo restrito de distribuidoras autorizadas pela agência, que praticamente monopolizam o fornecimento do etanol para os postos de combustíveis", explicou o senador Otto Alencar. Para ele, a limitação da negociação impede o livre comércio e produz ineficiência econômica.

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18 de Jun // | Economia

A guerra comercial travada entre Estados Unidos e China terá mais efeitos negativos do que positivos para o Brasil. Além de o País ser frontalmente afetado pela restrição à siderurgia, o aumento da tensão internacional pode reduzir os preços das commodities, atingindo em cheio economias dependentes desses produtos, como a brasileira.

 

O primeiro impacto das barreiras levantadas pelo governo Trump no Brasil se deu nas restrições à importação de aço e de alumínio. Essa decisão foi tomada sob o argumento de defesa nacional, e os países que exportam para os Estados Unidos tiveram de se submeter a cotas ou aplicação de taxações.

 

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras de aço segundo o Estadão. No ano passado, o país foi o comprador de um terço das vendas ao exterior - quase cinco vezes mais que o segundo principal parceiro, a Alemanha. A maior parte dos embarques é de semiacabados, para a fabricação de laminados. "A restrição veio na pior hora possível. O setor opera com 68% da capacidade, quando o normal é operar com 80%".

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17 de Jun // | Economia

Pela segunda semana consecutiva o preço do diesel nos postos do Brasil recuaram, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A queda é resultado do programa de subsídios ao combustível que fez parte do acordo, entre o governo federal e caminhoneiros, que pôs fim à greve de 11 dias da categoria.

 

Ainda segundo a agência reguladora, o valor médio do diesel nos postos brasileiros atingiu uma média de R$ 3,434 por litro nesta semana, queda de 1,4% em relação aos R$ 3,482 registrados na semana anterior. Apesar do recuo, o preço nas bombas dos postos do país ainda não refletiu a redução média de R$ 0,46 por litro realizada nas refinarias.

 

Segundo a ANP, isso ainda é um reflexo de estoques antigos. Além disso, para que o corte chegue ao consumidor final, muitos estados ainda precisam reduzir o preço de referência para a cobrança do ICMS. A gasolina registrou preço médio nos postos de R$ 4,572 nesta semana, queda de 3 centavos, se comparada ao preço da semana anterior, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo e Gás segundo informações da Agência Brasil.

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14 de Jun // | Economia

O Ministério do Planejamento estima que a ampliação do público que poderá sacar recursos das contas do PIS/Pasep vai injetar R$ 39,3 bilhões na economia, o que poderá gerar impacto potencial de 0,55 ponto porcentual no PIB. A ampliação do público que poderá sacar os recursos foi formalizada em cerimônia na quarta-feira (13) no Palácio do Planalto.

 

Todos os trabalhadores, independentemente da idade, que tiveram emprego formal entre 1971 e 1988 poderão sacar recursos das contas do PIS/Pasep até 28 de setembro. A partir dessa data, terão prioridade aqueles com idade superior a 60 anos e todos os que já poderiam retirar os recursos nas condições anteriores.

 

Trabalhadores poderão consultar canais de atendimento do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal que serão criados especialmente para o programa. Estimativa do Ministério do Planejamento indica que, na média, cada conta do PIS/Pasep registra valor médio de R$ 1.000. Segundo o Ministério do Planejamento, as atuais condições do programa de saque do PIS/Pasep já acumulavam saque de R$ 5 bilhões por 3,6 milhões de trabalhadores.

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12 de Jun // | Economia

A greve dos caminhoneiros causou ao país impacto de R$ 15 bilhões, ou 0,2% do PIB (Produto interno Bruto), estima a equipe econômica do governo Temer. De acordo com o Ministério da Fazenda, o número foi discutido na segunda-feira (11) em reunião entre o chefe da pasta, Eduardo Guardia, com economistas do setor privado, em São Paulo.

 

Conforme informações do Estadão Conteúdo, na segunda (11), Guardia admitiu que o governo poderá rever para baixo a previsão oficial para o crescimento da economia neste ano, que está em 2,5%. Ele observou, porém, que essas previsões são reavaliadas a cada dois meses na programação orçamentária e que não faria revisões a cada semana.

 

A aposta do mercado é que o PIB cresça menos do que 2% em 2018. De acordo com o jornal paulista, Guardia chegou a dizer que algumas estimativas sobre o impacto da paralisação estavam exageradas e que os economistas já vinham observando perda de ritmo da economia antes da greve. "Revemos a previsão a cada dois meses, quando divulgamos a programação orçamentária. Então, vamos continuar fazendo isso. Pode ser uma revisão para baixo", afirmou o ministro.

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12 de Jun // | Economia

O Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros (FUP) está reunido, em Curitiba, para definir os próximos passos do movimento de greve, agora por tempo indeterminado. Assim como os empregados da Eletrobras, a categoria também se viu obrigada a suspender uma greve de 72 horas no final de maio por força da Justiça.

 

Em reunião na manhã desta terça-feira (12) a FUP alertou que a greve deste ano, já aprovada em assembleias, pretende reproduzir a paralisação de 1995, a maior greve da categoria, que durou cerca de um mês e trouxe problemas ao abastecimento de combustíveis do País, além de demissões e outras punições aos grevistas.

 

Na reunião desta terça, dirigentes da FUP ressaltaram que a greve visa interromper o que eles classificam como "desmonte da Petrobras". Entre os ativos anunciados à venda estão quatro refinarias da estatal, cujos trabalhadores poderão ser demitidos, segundo a FUP. Entre outras palavras de ordem, os petroleiros afirmaram na reunião que se houver greve de fato, param o Brasil, como ocorreu recentemente na greve dos caminhoneiros.

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12 de Jun // | Economia

As idas e vindas do governo em torno da tabela com o preço mínimo do frete rodoviário cria um 2º capítulo da paralisação dos caminhoneiros. Embora não haja mais bloqueio nas estradas, a indefinição do custo dos transportes está fazendo com que empresas adiem os embarques de mercadorias, com reflexos na exportação e na produção.

 

Os dados do setor privado que chegaram à mesa do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, apontam para um atraso de 11 dias nos embarques do agronegócio. "Deixamos de exportar 450 mil toneladas por dia", disse o ministro ao jornal O Estado de S. Paulo. É o suficiente para carregar 60 navios.

 

Mas, sem carga, eles ficam parados no porto, sujeitos a uma cobrança diária de US$ 25 mil. O quadro foi confirmado pelo diretor-geral da Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes. "O mercado continua completamente parado. Tem 10 milhões de toneladas já vendidas e paradas no interior e 50 navios de soja ao largo dos portos esperando resolver essa situação para poder embarcar", disse o diretor da Anec.

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12 de Jun // | Economia

O desinteresse dos brasileiros com a Copa aumentou às vésperas do início da disputa na Rússia, marcado para esta quinta-feira (14). O primeiro jogo do Brasil será domingo (17), contra a Suíça, às 15h. De acordo com a pesquisa nacional do Datafolha, 53% dos brasileiros afirmam não ter nenhum interesse pelo Mundial.

 

Isso em um ano eleitoral, com a economia fraca e ainda na ressaca de uma manifestação de caminhoneiros que quase paralisou o país. No final de janeiro, o índice de desinteressados era de 42%. Segundo o Datafolha, a marca de agora é a pior às vésperas do torneio desde 1994, quando o instituto fez a pergunta pela primeira vez.

 

O desinteresse pelo Mundial da Rússia se destaca entre as mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%), moradores da região Sul (59%) e aqueles com renda familiar de até dois salários mínimos (54%). O Instituto Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios na quinta-feira (7) e sexta-feira (8), e a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

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11 de Jun // | Economia

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 12 Estados brasileiros na semana passada, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros nove Estados e no Distrito Federal houve queda. A pesquisa da ANP não captou a variação em cinco Estados.

 

São eles: Amapá, Pernambuco, Roraima, Santa Catarina e Tocantins - porque não houve registro de preços na semana anterior, por causa da paralisação de caminhoneiros no País. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, houve alta de 0,98% no preço do etanol na semana passada.

 

Em São Paulo, principal produtor e consumidor, a cotação média do hidratado subiu 1,21% sobre a semana anterior, de R$ 2,801 para R$ 2,835 o litro. No período de um mês, os preços do combustível dispararam 6,74% nos postos paulistas. A maior alta no preço do biocombustível na semana passada, de 8,49%, foi em Goiás. A maior queda semanal, de 10,70%, ocorreu no Distrito Federal. Além de São Paulo, no período de um mês os preços do etanol avançaram em 15 Estados.

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11 de Jun // | Economia

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União desta segunda, (11) resolução que formaliza a anulação da tabela com preços mínimos do frete rodoviário editada na quinta-feira (07), com revisões em relação à primeira, do dia 30 de maio. A tabela foi revisada pelo governo depois de grande pressão do setor produtivo.

 

Eles alegaram que a primeira versão da tabela gerou aumentos de até 150% nos preços do frete e ameaçou até ir à Justiça para barrar o tabelamento. A segunda tabela procurou aliviar o custo ao agronegócio e à indústria, mas contrariou os caminhoneiros, por trazer um corte médio de 20% nos preços.

 

O impasse obrigou o ministro dos Transportes, Valter Casimiro, a revogar a segunda tabela no mesmo dia, poucas horas depois de ter sido divulgada na noite da última quinta-feira. Porém, o ato que anula oficialmente os efeitos da tabela revisada só foi publicado nesta segunda-feira (11). Uma terceira versão dos preços está em discussão desde a semana passada e pode ser elaborada em substituição à primeira, que segue em vigor.

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10 de Jun // | Economia

O trabalhador brasileiro que exerce uma atividade informal hoje ganha em valores reais, já considerada a inflação, até 10% menos do que ganhava há quatro anos, antes do início da crise, de acordo com o cálculos da consultoria LCA com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua segundo o Estadão.

 

O rendimento real caiu para todas as faixas etárias de trabalhadores que estavam fora do mercado formal, na comparação entre o primeiro trimestre de 2014, ano em que o País vivia uma sensação de pleno emprego, e os três primeiros meses deste ano. Sem direitos trabalhistas, esses brasileiros viram a renda diminuir e a vulnerabilidade aumentar.

 

A renda real deles vinha aumentando entre o início de 2012, primeiro ano da Pnad Contínua, até 2014. A partir de 2015, com a recessão e a reversão do emprego, esse rendimento começou a cair. Os números levam em consideração os empregados em empresas privadas sem carteira assinada e os trabalhadores por conta própria. O total de trabalhadores nessa situação aumentou de 35,7 milhões, no primeiro trimestre de 2012 no país.

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10 de Jun // | Economia

As últimas semanas têm sido de turbulência atrás de turbulência no Brasil. Mal saiu de uma greve de caminhoneiros que provocou uma grave crise de abastecimento e colocou as cidades à beira do caos, o País viu uma espécie de pânico tomar conta dos mercados financeiros, com o dólar atingindo patamar próximo de R$ 4 segundo informações do Estadão.

 

A Bolsa chegou a desabar 6,5% na tarde de quinta-feira. A quatro meses das eleições, o mercado financeiro parece se dar conta de que o cenário para 2018 é muito mais complicado do que se imaginava. A reforma da Previdência não veio. A recuperação econômica que se esperava não ocorreu. O desemprego não caiu.

 

O quadro externo, no qual sobrava dinheiro para se aplicar mundo afora, começou a mudar com a perspectiva de alta maior dos juros nos EUA e uma ameaça constante de guerra comercial capitaneada pelo presidente americano, Donald Trump. Para a economia, o que se pinta agora é um quadro de crescimento bem menor, já beirando uma estagnação. Na sexta, mais uma série de bancos reviu, para baixo, suas projeções para o PIB deste ano.

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10 de Jun // | Economia

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) voltará a se reunir com representantes dos caminhoneiros na próxima semana para debater a tabela com os preços mínimos de fretes para o transporte rodoviário. "A categoria presente se reunirá durante o fim de semana para aprofundar as conversas sobre os ajustes na tabela de frete mínimo.

 

Na segunda, os representantes voltam a se reunir com a agência", diz nota. A ANTT reforçou que segue empenhada em encontrar "uma solução que harmonize os interesses de produtores, transportadores e sociedade". Na sexta, a agência informou que havia suspendido os efeitos da resolução sobre o frete mínimo publicada na noite de quinta.

 

A tabela cancelada é a segunda a ser publicada pelo governo federal. Com a suspensão do texto, que deve ser ainda publicada no Diário Oficial da União, voltará a vigorar a primeira versão, do dia 30 de maio. O tabelamento do frete foi uma das reivindicações de caminhoneiros atendidas pelo governo no fim do mês passado para tentar terminar com a paralisação que durou 11 dias, afetando amplos setores da economia segundo a Agência Brasil.

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09 de Jun // | Economia

A redução do diesel nos postos em R$ 0,46, como prometido pelo governo para encerrar a greve dos caminhoneiros, não está ocorrendo de fato ao redor do Brasil. Pelo menos é o que um levantamento da ANP, divulgado na sexta (8), aponta. De acordo com o órgão, o preço médio do diesel recuou R$ 0,35. Já o da gasolina ficou praticamente estável.

 

O preço médio do litro do diesel nas bombas caiu de R$ 3,828 para R$ 3,482, uma queda de 9%. Já o da gasolina passou de R$ 4,614 para R$ 4,603 na semana. No acumulado do ano, o preço médio dos dois combustíveis acumula alta: de 4,7% para o diesel e de 12% para a gasolina segundo informações do G1.

 

A Plural, entidade que representa as maiores distribuidoras de combustíveis, criticou o governo federal afirmando que faltou transparência ao anunciar o desconto de R$ 0,46 no litro do diesel nos postos. Segundo a entidade, na prática, o desconto real na ponta, a partir dos subsídios concedidos, é de R$ 0,41 e para se chegar ao total anunciado depende de cada estado reduzir o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias sobre o produto.

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08 de Jun // | Economia

A Caixa Econômica gastou R$ 16,6 milhões para reunir, em maio, 6.000 funcionários no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Encerrado com um micareta do cantor Saulo (ex-banda Eva) e apresentado por artistas de novelas da Globo, o evento foi montado para divulgar as metas da instituição em 2018, algumas bastante austeras.

 

Corte de R$ 2,5 bilhões em custos e fechamento de cem agências. Como noticiou a Folha, o banco levou para a capital federal seus gestores nos 26 estados e os vestiu com a "camiseta 9 da Seleção Caixa", em alusão à Copa e ao lucro operacional líquido de R$ 9 bilhões, almejado para este ano segundo informações da Folha.

 

Para isso, pagou R$ 6,5 milhões por 5.716 passagens aéreas de ida e volta. Como o evento começou de manhã se estendeu pela noite de 16 de maio, uma quarta, foi necessário pagar R$ 2 milhões por 5.868 diárias de hotel. Comida e bebidas servidas no estádio consumiram mais R$ 1 milhão. Outros R$ 6,5 milhões foram destinados à montagem da estrutura e à organização do evento, batizado de "Seleção Caixa: em campo pelo Brasil".

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07 de Jun // | Economia

O Instituto Aço Brasil está decidido a levar à Justiça a disputa quanto ao corte no Reintegra, programa de incentivo a exportações. Como parte de um pacote lançado pelo governo para compensar as perdas geradas com o subsídio ao preço do diesel após a paralisação dos caminhoneiros, o Reintegra teve sua alíquota reduzida de 2% para 0,1%.

 

A mudança é criticada pelas indústrias, que acreditam que o Reintegra não era apenas um benefício, mas uma forma de compensar exportadores de manufaturados por tributos pagos ao longo da cadeia. Entre os exportadores, foi criada uma coalizão de entidades que tem pressionado o governo contra o fim do Reintegra.

 

O grupo, comandado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), tem representantes de setores como calçados, tecidos, máquinas, automóveis, eletroeletrônicos, químico e siderúrgico. Recém-empossado presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho enviou um ofício ao Presidente da República em relação ao Reintegra. "Com as medidas, as empresas estão sofrendo enorme majoração, acima do valor de mercado", diz o presidente da Fiesp.

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06 de Jun // | Economia

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse agora que a redução no preço do litro do diesel “não é imediata” para o consumidor. Antes, ele havia dito que o desconto seria perceptível. “Eu continuo falando nos R$ 0,46. Apenas não posso impor a quem tinha estoque ou quem ainda não está no preço de pauta para tributação que seja penalizado”, declarou.

 

Na ocasião, ele explicou que para que essa diminuição se efetive, os postos de combustível precisam primeiro esgotar seus estoques de diesel comprados antes do dia 1ª de junho – data em que a Petrobras reduziu o preço nas refinarias. Além disso, Padilha pontuou que os Estados precisam aplicar o valor na tabela do Imposto sobre o ICMS.

 

“O tempo [para o desconto de R$ 0,46 chegar às bombas] é o das novas aquisições de óleo e também a mudança do preço de pauta para tributação. Esse preço muda de 15 em 15 dias”, afirmou o Chefe da Casa Civil em entrevista ao Jornal da CBN, nesta quarta-feira (6). De acordo com o Blog do Camarotti, no G1, o ministro afirmou ainda que estoques adquiridos a partir de 1º de junho já devem refletir um desconto de, no mínimo, R$ 0,41 para o consumidor.

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06 de Jun // | Economia

Após pressão de produtores rurais, o governo federal recuou e vai rever a tabela de preços mínimos para os fretes rodoviários. A informação foi dad  pelos ministros dos Transportes, Valter Casimiro, e da Agricultura, Blairo Maggi, após reunião com representantes do agronegócio na noite de terça-feira (5) segundo  informações do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Os ruralistas dizem que a tabela, eleva os custos do frete em até 150%. O ministro Blairo Maggi afirmou que a demanda das entidades presentes ao encontro mostra que a tabela de preços mínimos de frete "é extremamente elevada, praticamente inviabiliza o setor produtivo" e, por isso, será revisada.

 

Segundo ele, os cálculos da Agência Nacional de Transportes (ANTT), responsável pela elaboração da tabela, foram "muito corridos" para atender à demanda dos caminhoneiros, e alguns cálculos foram imprecisos. "A ANTT vai trazer para a realidade uma série de coisas e deve propor uma nova tabela de fretes", disse. A reportagem apurou que deve ser retirado da tabela o preço mínimo para o chamado frete de retorno - quando o caminhão volta vazio.

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06 de Jun // | Economia

O porcentual de famílias brasileiras com dívidas alcançou 59,1% em maio, ante 60,2% em abril, mostrou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) segundo informações do Estadão Conteúdo.

 

A inadimplência também caiu, já que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso passou de 25,0% em maio para 24,2% em abril. Os indicadores registraram da pesquisa mostra queda também em relação a 2017. O porcentual de famílias com dívidas caiu 1,6 ponto porcentual ante maio do ano passado.

 

Já a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso recuou 1,3 ponto porcentual. Além disso, a proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, tendem a permanecer inadimplentes, passou de 10,3% em abril para 9,9% em maio de 2018 apresentando queda também em relação aos 10,1% verificados em maio do ano passado.

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05 de Jun // | Economia

Subsidiar o preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha para evitar que os reajustes da Petrobrás sejam repassados totalmente à população custaria R$ 30 bilhões ao Tesouro Nacional, segundo interlocutores do presidente Michel Temer. Esse é um desejo de parte do governo, que teme que a insatisfação popular com a alta dos combustíveis.

 

A ideia em estudo por uma ala do governo é criar um "colchão tributário" para amortecer aumentos elevados no preço dos combustíveis diante de altas expressivas do barril de petróleo e do dólar. Seria algo semelhante ao que foi feito com o diesel: os reajustes passaram a ser mensais e a Petrobrás deixou de repassar ao consumidor todo o aumento.

 

Segundo fontes do Palácio do Planalto, no entanto, não há espaço para cobrir essas despesas remanejando recursos do Orçamento. Do total de R$ 30 bilhões, R$ 13,5 bilhões devem cobrir os subsídios do diesel. Para compensá-los, o governo aumentou o número de setores que voltaram a pagar imposto sobre a folha de pagamento, quase extinguiu incentivos a exportadores e reduziu benefícios tributários à indústria química e de bebidas.

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05 de Jun // | Economia

O Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energia Alternativa e Lojas de Conveniência do Estado da Bahia (Sindicombustíveis Bahia) estimou que os revendedores baianos tiveram prejuízos de R$610 milhões nas vendas de gasolina, álcool e diesel durante a greve dos caminhoneiros. O valor tem como base o cálculo dos preços médios dos combustíveis.

 

Além dos prejuízos com a venda de combustíveis no período da greve, as mudanças na legislação e a alta nos preços fizeram o setor pagar 57,8% a mais de tributos federais nos quatro primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo informações da Receita Federal segundo o Bahia Notícias.

 

De janeiro a abril, o setor de combustíveis pagou R$ 22,121 bilhões em tributos federais em valores corrigidos pelo IPCA, contra R$ 14,017 no mesmo período do ano passado. “Os revendedores estão amargando prejuízos que têm colocado o negócio em risco. Alguns postos na Bahia já fecharam ou estão à beira da falência. Difícil sobreviver com uma carga tributária tão elevada”, comenta o presidente do Sindicombustíveis Bahia, Walter Tannus.

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04 de Jun // | Economia

A produção de diesel no País nos quatro primeiros meses do ano foi a menor para esse período em 15 anos. Os dados estão no relatório de produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). De janeiro a abril, foram produzidos 12,367 bilhões de litros, 8% menos do que no mesmo período do ano passado.

 

As refinarias da Petrobras, que respondem por 99% da produção de derivados, entregaram 12,224 bilhões de litros. No mesmo período, a produção de gasolina alcançou 7,902 bilhões de litros, 11% menos do que os 8,919 bilhões de litros produzidos no primeiro quadrimestre de 2017 segundo informações do Estadão.

 

Foi a menor produção para o período entre janeiro e abril desde 2011. Nas refinarias da Petrobras, a queda da produção de gasolina no período foi de 6%. A petroleira entregou 32,573 bilhões de litros de gasolina no período. Não à toa, em vídeo distribuído aos funcionários em seus últimos dias no comando da Petrobras, Pedro Parente respondeu às críticas sobre a produção de derivados e sobre o aproveitamento da capacidade de refino.

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04 de Jun // | Economia

Depois de o diesel passar a ter reajuste mensais, a avaliação dentro do governo Temer, com certa concordância da própria Petrobras, é que o preço da gasolina também deve deixar de ter reajustes diários e sofrer aumentos a cada mês. Para assessores de Temer, o reajuste diário ficou "insustentável" num ambiente de turbulências no mercado financeiro.

 

Isso, por causa da instabilidade nos cenários externo e interno. A própria Petrobras já estaria também convencida de que o sistema terá de sofrer modificações. Nesta segunda-feira (4), a equipe econômica, juntamente com o Ministério de Minas e Energia e a Petrobras, devem discutir o assunto segundo informações do G1.

 

A ideia é criar um colchão tributário para amortecer aumentos elevados no preço da gasolina diante de altas expressivas do barril do petróleo e do dólar. Seria algo semelhante ao que foi feito para o diesel, só que, no caso deste combustível, a maior parte da conta será bancada com subsídio. O problema para a gasolina é a falta de espaço fiscal para criação de um colchão tributário. Uma das propostas que serão discutidas é usar a geração de novas receitas.

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03 de Jun // | Economia

Com o fim da greve dos caminhoneiros, que culminou na redução do preço do diesel, o governo federal criou um grupo de trabalho para tentar dar fim aos aumentos quase diários da gasolina. O objetivo é amortecer reajustes para o consumidor na bomba sem interferir nas decisões e nas finanças da Petrobras, segundo informações do jornal O Globo.

 

Apesar da saída de Pedro Parente da presidência da empresa, o presidente Temer ressaltou que não vai interferir na política de preços da Petrobras. Dessa forma, a ideia é criar uma espécie de tributação flutuante, que siga a política de reajuste dos combustíveis baseada na variação do dólar e do preço do petróleo no exterior.

 

De acordo com a publicação, o governo quer botar esse plano em prática até o fim de junho. Uma das conquistas dos caminhoneiros, que pararam rodovias do Brasil por mais de 10 dias, foi o congelamento do preço do diesel por 60 dias. No entanto, paralela a essa medida, o preço da gasolina segue aumentando. Segundo o jornal, o combustível apresentou uma alta de 1,29% em um mês. O último aumento foi de 2,25% nesta última sexta (1º).

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03 de Jun // | Economia

A Universidade Estadual da Bahia (Uneb), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e a Universidade Católica do Salvador (Ucsal), que haviam suspendido as aulas devido aos efeitos da greve dos caminhoneiros, retornam às atividades acadêmicas e administrativas nessa segunda-feira (4) segundo informações do Correio da Bahia.

 

A Uneb informou que na segunda serão divulgadas as atualizações dos cronogramas da instituição em todos os campi - capital e interior. Também em seu site, a Uefs informou que os roteiros de transporte dos servidores que circulam em Feira de Santana e os que trazem servidores de Salvador estarão funcionando regularmente na data de retorno.

 

A Universidade Católica do Salvador estava com as aulas suspensas até este sábado (2) e, também na segunda, volta a funcionar. Em nota, informou que, durante a semana, as alterações do calendário acadêmico serão publicadas. A instituição reiterou que "nenhuma atividade avaliativa será realizada até que a situação seja 100% normalizada". A graduação e a pós-graduação na Universidade Federal da Bahia voltaram desde quarta (30).

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03 de Jun // | Economia

O abastecimento de combustíveis líquidos e de GLP (o gás de cozinha) está sendo normalizado gradativamente em todo o país e, ao longo da próxima semana, a expectativa é que todos os estados estejam com o fornecimento regularizado, avalia a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

Neste último final de semana, a agência divulgou um balanço do abastecimento de combustíveis no país, após a crise gerada ao longo dos 11 dias de paralisação dos caminhoneiros e bloqueios de estradas no país. Em 19 unidades da federação, o fornecimento de GLP e combustível líquido já está totalmente normalizado.

 

De acordo com a atualização divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, o abastecimento está normalizado em todos os estados da Região Sudeste, tanto em relação aos combustíveis líquidos como em relação ao GLP: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo não apresentam mais problemas decorrentes da falta de combustível. No Nordeste o abastecimento também está restabelecido segundo informações da Agência Brasil.

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03 de Jun // | Economia

A greve dos caminhoneiros, que levou a indústria automobilística a suspender atividades em quase todas as fábricas do país por falta de peças, vai interromper uma sequência de 18 meses de crescimento da produção nacional. A previsão é de uma queda na casa dos 20% em relação a maio do ano passado, a primeira desde outubro de 2016.

 

Projeção com base na média diária de produção de abril, de 12,6 mil unidades, indica que aproximadamente 75 mil veículos deixaram de ser produzidos nos seis dias em que a maioria das fabricantes fechou as portas. O número pode ser conservador, pois grandes marcas, como Ford, General Motors e Volkswagen, começaram a parar antes das demais.

 

Em maio de 2017, foram produzidos 250,7 mil veículos, o segundo melhor resultado mensal do ano passado, atrás apenas de agosto, com 260,8 mil unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Por causa da greve, o volume do mês passado deve ficar abaixo de 200 mil. Algumas marcas já retomaram produção. As fábricas da Fiat em Betim e da Jeep em Goiana retomaram atividades em pleno feriado de quinta-feira.

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03 de Jun // | Economia

Em torno de 122 mil trabalhadores baianos ainda não sacaram o PIS/Pasep ano-base 2016. Segundo o Ministério do Trabalho, em todo o estado, 1,4 milhão de pessoas tinham direito ao abano salarial. Já foram pagos cerca de R$ 1 bilhão, restando agora menos de R$ 94 mil. Esta pendência é relativa a 122.780 pagamentos não efetuados.

 

Quem ainda não sacou o dinheiro tem até o final deste mês para fazê-lo. O dia 29 de junho é a data limite para os saques. Não há previsão de prorrogação do prazo. Ainda segundo o Ministério, em todo o país, mais de dois milhões de pessoas com direito ao benefício ainda não sacaram seus valores segundo o A Tarde.

 

O número representa 10% do total dos que têm direito e R$ 1,75 bilhão. Para receber o Abono Salarial do PIS/Pasep é preciso ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos um mês em 2016, com remuneração média de até dois salários mínimos. O trabalhador também tinha de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais.

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03 de Jun // | Economia

A Petrobras anunciou a elevação de 2,25% no preço da gasolina comercializada nas refinarias. Com a alta, o litro da gasolina nas refinarias passará de R$ 1,9671 para R$ 2,0113, a partir deste último sábado (2), segundo informou a companhia. Trata-se da segunda alta seguida após uma sequência de cinco quedas.

 

Nesta última quarta-feira, a estatal havia anunciado aumento de 0,74% no preço da gasolina. Na terça-feira, os preços tinham sido reduzidos em 2,84%. Desde o início de maio, já foram anunciadas 14 altas e 6 quedas no preço da gasolina. Em 1 mês, o combustível acumula alta de 11,29% nas refinarias.

 

Já o preço do diesel seguirá em R$ 2,0316 o litro nas refinarias até o dia 7 de junho, conforme ficou estabelecido pelo programa de subvenção ao combustível anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no preço do diesel por 60 dias. Com a redução, o preço do combustível recuou 2,69% na comparação com o início de maio. O repasse dos preços cobrados nas refinarias para as bombas depende das distribuidoras e dos donos dos postos.

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01 de Jun // | Economia

O presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes, Paulo Miranda, afirmou após reunião com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, que não acredita em dificuldades para repassar a redução do preço do diesel nas refinarias para o consumidor final, mas acrescentou que não há lei que obrique o setor a fazer isso.

 

De acordo com o G1, hoje deverá ser publicada em uma edição extraordinária do "Diário Oficial da União" uma portaria do Ministério da Justiça com as regras para a fiscalização dos preços nos postos. As punições para os postos que não repassarem o desconto ao consumidor vão de multa a interdição, informou o governo.

 

O preço com desconto de R$ 0,46 no litro do diesel será o valor máximo que os postos poderão praticar nos próximos dois meses. "Não existe lei que me obrigue a fazer esse repasse. É uma boa vontade dessa categoria que é a parte mais competitiva da cadeia do petróleo. Tem 40 mil empresários brigando pelo cliente que tem o maior interesse em ter um preço competitivo, acho que não vamos ter dificuldades em fazer esse repasse", declarou Soares.

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01 de Jun // | Economia

A partir desta sexta-feira (1º), clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passam a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Em abril, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou e padronizou os juros para essa modalidade, regulamentando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

Até a nova regra entrar em vigor, os clientes que não pagavam pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caíam na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares). Em abril, por exemplo, a taxa de juros do rotativo não regular era de 396,9% ao ano.

 

Já a regular era, 238,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras transferem a dívida para o crédito parcelado. Pela nova regra, a taxa de juros do rotativo passa a ser única, tanto para inadimplentes quanto para adimplentes segundo a Agência Brasil.

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01 de Jun // | Economia

O Ministério da Justiça vai publicar uma portaria estabelecendo os critérios de fiscalização para garantir que os R$ 0,46 de desconto dados pelo governo federal para o óleo diesel, em todo o País, chegue aos postos de gasolina e ao tanque do consumidor. O preço base a ser usado para comparação é do dia 21 de maio.

 

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, avisou que esse efeito poderá ser sentido em dois ou três dias, mas ressalvou que o governo “não está fazendo congelamento, não está fazendo tabelamento”. E explicou: “o que estamos dizendo é que, obrigatoriamente, o desconto que está sendo concedido é de R$ 0,46”.

 

“Esses efeitos positivos da redução tem que chegar à sociedade. Obrigatoriamente tem de chegar” e o governo tem como impedir que haja apropriação indébita desse valor de R$ 0,46 para que ele saia da refinaria e chegue na bomba”. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, disse que “o governo exigirá com muita energia o cumprimento do acordo com os caminhoneiros” segundo informações do  Estadão Conteúdo.

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31 de Mai // Gildásio Cavalcante | Economia

Para bancar o bolsa caminhoneiro, o governo informou que decidiu quase eliminar incentivos para exportadores e acabar com benefícios para a indústria química, além de cancelar despesas com programas nas áreas de saúde, educação, saneamento básico e moradia.

 

O presidente Michel Temer sancionou na quarta-feira a lei que prevê a chamada reoneração de setores da economia, que deixarão de pagar imposto sobre o faturamento para contribuir sobre a folha de pagamento. Temer vetou o trecho que eliminava a cobrança do PIS/Cofins sobre o óleo diesel até o fim deste ano, o que já era esperado.

 

No entanto, ele editou três medidas provisórias para garantir o acordo com os caminhoneiros, que paralisaram as atividades e provocaram uma crise de abastecimento no País. Como o Estadão/Broadcast antecipou, o bolsa caminhoneiro terá um custo de R$ 13,5 bilhões aos cofres públicos.

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31 de Mai // | Economia

O Ministério do Trabalho informou nesta quinta-feira (31), que os trabalhadores que ainda não sacaram o abono salarial ano-base 2016 têm até o próximo dia 29 de junho para procurar uma agência bancária e retirar o dinheiro. Na Bahia, o benefício ainda não foi pago a 122.780 pessoas, que têm à disposição R$ 93.782.014,07.

 

O órgão destacou que não há previsão de prorrogação do prazo para saque do benefício. Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro na Caixa. Para os funcionários públicos, a referência é o Banco do Brasil. Em todo o país, mais de 2 milhões de pessoas com direito ao abono ainda não resgataram o recurso.

 

Elas representam cerca de 10% do total e a quantia disponível chega a R$ 1,75 bilhão. O abono salarial ano-base 2016 começou a ser pago em 27 de julho de 2017. Desde então, já foram pagos 22,14 milhões de trabalhadores de todo o Brasil, o que representa 90,29% do total. Os valores sacados até o último dia 30 de abril (última atualização) somam R$ 16,38 bilhões segundo o G1. Na Bahia, 1.322.094 já sacaram o benefício (91,50% do total).

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31 de Mai // | Economia

Em entrevista à imprensa nesta quinta (31), o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que o governo federal vai reduzir incentivos fiscais para exportadores e as indústrias química e de refrigerantes para conseguir compensar as perda de receita com o acordo firmado com os caminhoneiros para o fim da paralisação da categoria.

 

As medidas devem representar R$ 4 bilhões para os cofres públicos. Um das medidas prevê mudanças na tributação para a indústria química, o que significará uma economia de R$ 170 milhões aos cofres públicos. O setor tinha um crédito de PIS/Cofins quando importava produtos que poderia ser usado para abater em outros impostos.

 

O benefício será extinto dentro de 90 dias. Outra medida é a queda da alíquota de devolução, de 2% para 0,1%, do Reintegra (Regime Especial de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras), que representará mais R$ 2,2 bilhões até o fim do ano. O programa devolve aos exportadores parte dos impostos cobrados na cadeia de produção. O governo deicidiu reduzir o valor (percentual) da devolução segundo informações da Agência Brasil.

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31 de Mai // | Economia

O setor do comércio na Bahia alega que teve prejuízo de mais de R$ 1 bilhão de reais em decorrência da paralisação dos caminhoneiros no estado. A estimativa do rombo foi divulgada pela Federação do Comércio (Fecomércio) na quarta (30). O setor começou o mês de maio comemorando o aumento das vendas durante o Dia das Mães.

 

Só que acabou amargando perdas de R$ 150 milhões por cada dia de greve, segundo o órgão. Conforme a Fecomércio, os setores mais afetados com a paralisação foram os de combustível, remédios e alimentos. A gerente de um restaurante de Salvador disse que ficou vazio durante quase uma semana durante a greve.

 

A gerente ainda disse que teve que fazer promoção para não ter perda total da comida. "Baixamos para praticamente a metade do preço para poder ter cliente. Funcionou devagar, mas está funcionando", diz Girlene Almeida segundo informações do G1. O comerciante Altemário Barbosa, que tem uma loja de roupas na Baixa do Sapateiros, também na capital, diz que teve queda de 50% nas vendas. "Perdemos isso tudo num período já de crise".

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31 de Mai // | Economia

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou que o "Diário Oficial" deverá publicar, nesta quinta-feira (31), as regras que o governo adotará para assegurar que o preço do litro do diesel nos postos, a partir de sexta (1º), seja R$ 0,46 menor que o praticado em 21 de maio, quando começou a greve dos caminhoneiros.

 

"O desconto será obrigatoriamente repassado. Se no dia 21 de maio, no posto de combustíveis, o caminhoneiro abasteceu um litro de diesel por R$ 3,46, por exemplo, obrigatoriamente, a partir do momento que o posto for abastecido, [o litro] terá de ser R$ 3,00. Terá que haver o desconto", disse Carlos Marun.

 

Marun deu a informação após uma reunião que monitora a greve da categoria e o reabastecimento de produtos. Segundo o ministro, o desconto valerá a partir do momento em que o posto for abastecido. "Os postos de abastecimento de combustíveis terão que aficcionar uma placa onde constará o valor praticado em 21 de maio, o desconto e o preço atual. O desconto pode até ser maior que R$ 0,46, mas, no mínimo, terá que ser de R$ 0,46", acrescentou.

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30 de Mai // | Economia

Uma pesquisa do Datafolha divulgada hoje (30), mostra que 87% dos brasileiros apoiam a paralisação dos caminhoneiros, mas o mesmo percentual rejeita cortes no orçamento e aumento de imposto para atender às reivindicações da categoria. O levantamento com 1,5 mil pessoas aponta que apenas 10% são contra a paralisação dos caminhoneiros.

 

Já 2% são indiferentes e 1% não soube opinar. Sobre a continuidade da paralisação, porém, o apoio diminui: 56% acham que ela deve continuar enquanto 42% defendem o seu fim. A pesquisa telefônica foi feita na terça (29), dia em que os bloqueios diminuíram e os caminhões começaram a circular com mais frequência nas estradas do país.

 

A margem de erro do levantamento da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos. Contra aumento de impostos: Embora seja solidário às reivindicações dos caminhoneiros, 87% dos entrevistados não concorda com as medidas encontradas pelo governo para atender os caminhoneiros. Apenas 10% aprovaram o aumento de impostos e o corte dos gastos federais, dentro de uma paleta bastante variada de opões segundo informações do G1.

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30 de Mai // | Economia

Depois de cinco quedas consecutivas, o preço da gasolina voltará a aumentar nas refinarias. A partir de quinta (31), o preço subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro — atualmente está em R$ 1,9526. Em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobrás acumula alta de 9,42%, já que em 28 de abril o litro custava R$ 1,7977.

 

Congelado por 60 dias, o preço médio nacional do litro do diesel permanece em R$ 2,1016. O reajuste será mensal, de 30 em 30 dias. Para tentar pôr fim à greve dos caminhoneiros, o presidente Temer anunciou, além do congelamento do diesel, a redução em R$ 0,46 o seu valor, com corte em tributos como a Cide e o PIS/Cofins.

 

As variações vêm de preços da Petrobras que prevê mudanças até diárias das cotações, em um momento em que a companhia tem prometido praticar preços alinhados ao mercado internacional e ao mesmo tempo se esforça para evitar perda de participação no mercado doméstico de combustíveis. Desde que alterou sua política de preços, em julho do ano passado, a estatal passou a promover reajustes quase diários dos combustíveis.

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30 de Mai // | Economia

Agricultores que produzem frutas na região do Vale do São Francisco, no norte da Bahia, afirmam já ter perdido cerca de 50% da safra com a greve dos caminhoneiros, que chega ao 10º dia nesta quarta-feira (30). Somente uma fazenda do município de Juazeiro que exporta uvas e mangas já contabiliza mais de R$ 2 milhões em prejuízo.

 

Com a falta de caminhões para escoar a produção, os produtores precisam reduzir a colheita e muitas frutas acabam apodrecendo ainda no pé. Do Distrito Irrigado de Maniçoba, em Juazeiro, saem cerca de 300 toneladas de manga por dia para todo o país, mas parte da produção está sendo perdida.

 

O agricultor Valdimiro Pereira, que a cada safra colhe 30 toneladas da fruta, não esconde a preocupação. Ele já perdeu 50% da plantação e fala em prejuízo de R$ 30 mil. "Há preocupação para a gente vender, porque não tem caminhão, não tem comprador, não tem ninguém. Aí como vamos fazer para vender essa manga? O jeito é esperar a greve acabar", destaca. Outro problema enfrentado pelos produtores é com relação à distribuição da água.





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