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20 de Ago // | Violência

Uma média de seis mortes por dia neste final de semana. Esse é o balanço dos homicídios em Salvador e na Região Metropolitana (RMS). Segundo os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foram registrados 12 casos entre sábado (18) e este último domingo (19), na capital baiana e municípios vizinhos.

 

A maior parte dos casos ocorreram no sábado, total de oito, com destaque para dois duplos homicídios, nos bairros de Lobato e de Castelo Branco, que vitimou Wellington Santos Silva, 30 anos, assessor do vereador Kiki Bispo. Além disso, dois adolescentes, de 15 e 17 anos, foram mortos em Pojuca e Simões Filho respectivamente.

 

Neste último domingo (19), foram contabilizadas quatro ocorrências. Ainda de acordo com os dados da Secretaria, divulgados através do site oficial do órgão, a metade dos homicídios foram cometidos em Salvador, em diferentes bairros da capital baiana. A outra parte dos casos ocorreram nas cidades de Simões Filho (2), Pojuca (3) e Vera Cruz (1). Além das mortes, o final de semana também registrou outras cinco tentativas de homicídios.

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12 de Ago // Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil | Violência

Os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completam neste domingo (12) 151 dias, mas seguem sem solução. O prazo supera o dobro do levado até o indiciamento dos culpados em dois outros casos. Na morte da juíza Patricia Acioli, em 2011, foram 50 dias entre o crime e o indiciamento dos responsáveis.

 

Já no sumiço do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza (levado por policiais na Rocinha), em julho de  2013, o prazo foi de 75 dias até todos serem formalmente indiciados pela polícia segundo informações da Agência Brasil. A demora nas investigações do caso Marielle preocupa especialistas em segurança pública.

 

Eles argumentam que o avançar do tempo é inimigo da resolução do caso, embora concordem que é preciso haver um trabalho fundamentado, com provas fortes, para prender os verdadeiros culpados. “Estou muito preocupado. Esperava um prazo mais curto. Quanto mais o tempo passar, mais difícil será resolver o caso”, declarou o sociólogo Ignácio Cano, coordenador do Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

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10 de Ago // | Violência

A Bahia foi o quinto estado brasileiro que mais investiu em segurança pública no ano passado. O dado é do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2018, divulgado nesta quinta-feira (9) segundo o Bahia Notícias. De acordo com o estudo feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram R$ 4,1 bilhões aplicados na área pelo estado.

 

À frente da Bahia no ranking das unidades da federação que mais investiram em segurança, aparecem São Paulo (1º lugar, com R$ 11,5 bilhões), Minas Gerais (2º lugar, com R$ 9,1 bilhões), Rio de Janeiro (3º lugar, com R$ 8,5 bilhões) e Paraná (4º lugar, com R$ 4,3 bilhões). 6.247 baianos foram vítimas fatais de crimes.

 

Dos R$ 4,1 bilhões injetados pela Bahia, a rubrica “demais subfunções” foi a que mais recebeu recursos. Foram R$ 3,7 bilhões para esta subárea. Já o quesito policiamento também ganhou atenção mais especial por parte do estado. Nele, foram investidos R$ 357 milhões. Apesar do título de uma das unidades da federação que mais investiu, isso não impediu a Bahia de ganhar, novamente, o ingrato título de estado onde ocorreram mais mortes violentas no Brasil.

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09 de Ago // Foto: Reprodução / Agência Brasil | Violência

A edição de 2018 do Anuário de Segurança Pública apontou que a Bahia teve, em 2017, aproximadamente 9 estupros por dia e pelo menos uma tentativa. Com 3.270 registos pelo estudo, a Bahia concentraria 5% dos casos de violência sexual do país. O estado do Nordeste aparece no ranking em 8° lugar com maior número de atentados.

 

Só acaba perdendo para São Paulo (11.089 casos), Minas Gerais (5.199), Paraná (4.952), Rio de Janeiro (4.952), Rio Grande do Sul (4.373), Santa Catarina (3.993) e Pará (3.334). Para o montante de dados, o anuário classificou como “estupro” a conjunção carnal, foram contabilizados atos libidinosos e atentados violentos ao pudor.

 

Nas tentativas de estupro, passou a valer também tentativas de atentado violento ao pudor. Em relação a 2016, ainda segundo o anuário, a Bahia assistiu a um crescimento no número de estupros. Foram 2.845 contra 3.270 em 2017, o que representa um aumento de 13%. Nas tentativas o aumento foi de 366 casos em 2016 para 416 em 2017, aumento de 14%. Roraima, Acre e Rio Grande do Norte são os estados brasileiros com menos casos de estupro.

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09 de Ago // Bahia Notícias | Violência

A Bahia foi o estado que mais registrou vítimas fatais de crimes violentos em 2017. Segundo o Anuário de Segurança Pública de 2018, a Bahia, sozinha, concentrou 11% de homicídios com intenção de matar (homicídio doloso), assaltos à mão armada (latrocínios) e lesões corporais seguidas de morte. Os crimes, somados, compõem a categoria de crimes violentos.

 

Ao todo, 6.247 baianos foram vítimas fatais desses crimes, também conhecidos como Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). A Bahia tem mais crimes violentos seguidos de morte do que o estado de São Paulo, que concentra 45,34 milhões de pessoas e registrou 3.891 casos de CVLI, segundo o anuário.

 

A taxa alta pode indicar uma distorção dos dados ou ainda uma máscara posta para diminuir o o número de casos no estado do Sudeste. Além de numeroso, o número de mortes aparece estável no estado. Em 2016, o anuário apresentou a Bahia com 6.635 mil casos, o montante é, apenas, 388 maior que o revelado em 2017. No outra ponta da lista encabeçada pela Bahia, Roraima foi o estado que menos registrou Crimes Violentos Letais Intencionais.

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09 de Ago // Foto: Fernando Frazão / Ag. Brasil | Violência

A taxa de mortes violentas no Brasil atingiu 30,8 para cada 100 mil habitantes no ano passado, quando morreram dessa forma 63.880 pessoas, um avanço de 3% em relação às 61.283 registradas em 2016. O índice de 2017 foi o maior da série histórica, iniciada em 2013. Em 2017, disparou também a quantidade de mortos pela polícia.

 

Foram 5.144 em 2017, uma média de 14 mortos por dia, um avanço de 20% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, o número de policiais mortos recuou 5%. Foram 367 no ano passado. A violência contra a mulher também cresceu. O país registrou 60.018 estupros em 2017, 8% acima do que registrou no ano anterior.

 

Mais mulheres também foram assassinadas: foram 4.539 no ano passado. Todos esses dados aparecem em levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização de pesquisadores da área e que compila estatísticas de secretarias estaduais de segurança e das polícias Civil e Militar de todos os estados do país. O critério para a soma de mortes violentas inclui homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

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08 de Ago // Foto: Jonas Pereira/ Agência Senado | Violência

O Senado aprovou na terça-feira (7) um projeto de lei que cria o crime de importunação sexual. A tipificação pode enquadrar, por exemplo, casos registrados de homens que ejacularam em mulheres no transporte público. A aprovação marca os 12 anos da Lei Maria da Penha, que fortaleceu o combate à violência contra a mulher no Brasil.

 

O texto segue para sanção. A lei foi sancionada em 7 de agosto de 2006. A importunação sexual é a prática de ato libidinoso na presença de alguém, sem que essa pessoa dê consentimento. Após a sanção, esses atos se tornarão crimes sujeitos a punição de um a cinco anos de prisão segundo informações do Folhapress.

 

Também haverá aumento de pena em um terço caso crimes de estupro sejam cometidos em local público e transporte público ou se ocorrer à noite, em lugar ermo, com emprego de arma ou meio que dificulte a defesa da vítima. O texto, que altera o Código Penal, também amplia o rigor das punições para casos de estupro coletivo e divulgação de cena de estupro. Hoje, o crime de estupro gera pena de seis a dez anos de prisão no país.

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31 de Jul // | Violência

Um dos líderes da rebelião que matou quatro pessoas na extinta cadeia pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal, na cidade de Manaus, em janeiro do último ano, comeu o coração de duas vítimas. Segundo informações da TV A Crítica, o detento João Pedro de Oliveira Rosa, conhecido como 'Paulista', chegou a pedir sal para comer o órgão.

 

O Ministério Público do Amazonas denunciou 20 criminosos pela rebelião, incluindo João Pedro. A denúncia aponta que eles mataram, torturaram, esquartejaram e retiraram os órgãos das vítimas. O documento também classifica os crimes como cruéis e macabros. Na denúncia constam detalhes de como começou a rebelião.

 

Conforme a denúncia, além de torturar, matar, degolar, e esquartejar as vítimas, os criminosos também arrancaram os órgãos delas. O detento João Pedro de Oliveira Rosa, o “Paulista”, chegou a comer o coração de duas vítimas. A cadeia pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal havia sido reativada provisoriamente na época da rebelião para receber detentos ameaçados de morte depois do massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim.

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27 de Jul // | Violência

A facção criminosa PCC planeja uma série de ataques a fóruns de todo o país em busca de armas que estão guardadas pela Justiça. A suspeita é da Polícia Civil de São Paulo e foi divulgada nesta quinta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. No Espírito Santo, a Sesp afirma que monitora constantemente as informações ligadas a esses grupos.

 

A suspeita surgiu através de interceptações telefônicas feita pela polícia. Nessas ligações, membros da facção falam de uma ordem dada por comandantes do grupo para a realização de levantamento de fóruns em todo o território nacional que possam ter estoques de “ferramentas”, como os criminosos chamam as armas.

 

Essas orientações, segundo relatório policial a que a Folha teve acesso, teriam partido de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde está presa a cúpula da facção, incluindo Marco Camacho, o Marcola, tido como o principal chefe do PCC. Segundo a ordem, os criminosos deveriam levantar informações sobre prédio e endereço e, em seguida, enviar fotos desses locais para auxiliá-los em futuras ações segundo informações do jornal Folha.

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26 de Jul // | Violência

O jardineiro Marcelo Espírito Santo da Silva, de 30 anos, foi preso em flagrante acusado de estuprar a própria filha, de sete anos, na cidade de Novo Gama, Goiás, na divisa com o Distrito Federal. A denúncia foi feita pela mãe da criança, que, desconfiada dos olhares do marido sobre a menina, escondeu um celular na casa e gravou o crime.

 

No dia anterior à prisão, a mulher camuflou o telefone em um móvel da sala, deixou a câmera ligada e saiu ao quintal para colocar para dormir na rede o outro filho, de dois anos. Constatado o estupro, a mãe recorreu ao Conselho Tutelar no dia seguinte e acionou a polícia, que prendeu o suspeito em flagrante.

 

O homem foi indiciado por estupro de vulnerável e pode pegar entre oito e 15 anos de prisão. Um vídeo feito por um conselheiro tutelar mostra momentos após a prisão, e Silva nega o crime ao mesmo tempo em que admite ter feito algo errado. "Eu só queria provocar a minha esposa", disse ao ser questionado sobre o porquê de ter abusado da menina. As investigações são conduzidas pela Polícia Civil de Novo Gama segundo informações do Uol.

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22 de Jul // Gildásio Cavalcante | Violência

Uma médica atendeu o próprio pai em um hospital na zona norte do Rio de Janeiro, após ele ter sido atingido por uma bala perdida durante uma troca de tiros entre criminosos na manhã deste domingo.

 

Segundo o jornal O Globo, outras duas pessoas também foi baleadas na mesma ocorrência e foram levadas para o Albert Schweitzer, assim como o pai da médica. 

 

Segundo informações da 34ª DP (Bangu), onde o caso foi registrado, policiais do 14º Batalhão de Polícia Militar (Bangu) informaram que houve uma tentativa de assalto na Rua Bernardo de Vasconcelos, quando foram acionados por volta das 7h10.

 

No entanto, enquanto roubavam o carro de um casal, bandidos de uma comunidade próxima começaram a atirar na direção dos criminosos, que reagiram.

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22 de Jul // Gildásio Cavalcante | Violência

Ronei Guerra dos Santos, apontado pela polícia como traficante, foi preso com uma espingarda, 1kg de drogas e um simulacro de revólver, na cidade de Feira de Santana, a cerca de 116 km de Salvador. Guarnições da 65ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Feira de Santana) apreenderam os materiais no bairro Calumbi, na noite de sábado (21).

 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), equipes do Pelotão Especial Tático Ostensivo (Peto), utilizando motocicletas, realizavam rondas, na Rua do Sossêgo, quando perceberam o nervosismo de um homem.

 

Ronei estava na frente de uma casa onde guardava uma espingarda calibre 28, cerca de 1 kg de maconha e cocaína, duas balanças, um rádio transmissor e um simulacro de revólver.

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17 de Jul // | Violência

Uma mulher de 44 anos e o filho dela, de 22, foram presos em flagrante na cidade de Paulo Afonso, norte da Bahia. De acordo com a Polícia Militar, os dois mataram um homem, que é marido da mulher e pai do jovem. À polícia, mãe e filho confessaram autoria do crime. Os nomes dos suspeitos e da vítima não foram divulgados pela PM.

 

Eles disseram que mataram a vítima porque ele cometia abusos contra a mulher e a ameaçava usando duas espingardas.  O homem foi morto a golpes de machado enquanto dormia. Depois de cometerem o assassinato, mãe e filho enterram o corpo. O crime aconteceu na tarde desta última segunda-feira (16).

 

A polícia chegou aos suspeitos após receber denúncia anônima sobre a localização deles. Após serem presos, mãe e filho contaram à polícia onde o corpo estava enterrado. Na casa onde os três moravam, a polícia encontrou o machado usado no crime e as duas espingardas, que seriam usadas para ameaçar a mulher. Ela e o filho foram levados para a delegacia de Paulo Afonso, onde aguardam decisão judicial. O corpo foi encaminhado para o IML.

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27 de Jun // | Violência

A advogada Sílvia da Silva Carvalho, 56 anos, que morava na Rua Caldense, bairro Baraunas, em Feira de Santana, foi sequestrada e morta a tiros na noite de ontem (26) segundo o Acorda Cidade. Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 20h30 na Estrada do Alecrim Miúdo, na Fazenda Jenipapo II, distrito de Maria Quitéria.

 

Ainda de acordo com a polícia, quatro homens que estavam em um veículo de dados ignorados seguiram a advogada Silvia quando ela saiu do escritório, que fica em frente ao Complexo de Delegacias do Sobradinho, por volta das 19h20. Ela foi morta com cerca de cinco disparos de arma de fogo.

 

O delegado Gustavo Coutinho informou que a secretária da advogada também foi levada na ação dos sequestradores. “Ela saiu do escritório e estava em seu veículo. Após contornar um posto de combustível, os homens em outro carro sinalizaram para que ela parasse, mostraram a arma e pediram que ela sentasse no banco do carona e a secretária no banco do fundo. Próximo ao conjunto Cordeirópolis a secretária passou para outro carro".

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16 de Jun // | Violência

A Polícia Civil de Feira de Santana registrou 10 mortes em 24 horas na cidade neste sábado (16). Quatro pessoas foram assinadas num intervalo de uma hora, entre às 13h e 14h de ontem. O primeiro crime aconteceu às 4h30 da manhã, quando o policial militar Wagner Silva Araújo de 28 anos foi vítima de latrocínio. Todas as vítimas foram homens e mortos a tiros.

 

Policial: O policial militar Wagner Silva Araújo, de 27 anos, lotado na 67ª Companhia Independente de Polícia Militar (67ª CIPM), foi assassinado com um tiro no peito na madrugada desde sábado (16), na Rua Uberlândia, transversal com Rua dos Maias, bairro São João em Feira de Santana.

 

O policial estava dentro do carro, indo para casa, quando viu o assalto e trocou tiros com os criminosos. Praça da Matriz: George Antônio Souza de Jesus, de 28 anos, morador do Jardim da Paquera foi alvejado com cerca de oito tiros na Praça da Matriz. Segundo informações passadas a polícia, um homem ainda não identificado desceu de um veículo celta branco e disparou os tiros. George tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas e roubo.

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15 de Jun // | Violência

Um abismo social, econômico e de infraestrutura separa os dez municípios brasileiros que têm as menores taxas de homicídio do país (6,3 mortes por 100 mil habitantes) das dez cidades que concentram os maiores números de assassinatos  (103 mortes por 100 mil habitantes, em média). É isso o que aponta o relatório do Atlas da Violência 2018.

 

Documento mapeou as mortes violentas nos municípios com população superior a 100 mil residentes, em 2016, com base nos dados do Sistema sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, e cruzou essas informações com indicadores de educação, pobreza, mercado de trabalho, habitação, gravidez na adolescência e vulnerabilidade juvenil.

 

Se a distância entre as taxas de homicídios (6,3 no primeiro grupo contra 103 no segundo) desses municípios impressiona, a comparação dos demais índices desses locais aponta igualmente para extremos, sugerindo que paz ou violência se alimentam de fatores como escolaridade, saneamento básico e ocupação de jovens adultos. Percentual de crianças pobres? Nas cidades com menos mortes, 6,2% das crianças são pobres, nas cidades violentas, 25,3%.

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15 de Jun // | Violência

Cinco das dez cidades brasileiras com as maiores taxas de mortes violentas, dentre aquelas que têm mais de 100 mil habitantes, estão na Bahia. É o que indica o Atlas da Violência 2018 com dados referentes a 2016, que foram divulgados nesta sexta-feira (15). No ano do estudo, o país tinha 309 municípios com número de habitantes superior a 100 mil.

 

Feita com dados do Ministério da Saúde, a pesquisa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eunápolis, no extremo sul do estado, é a cidade baiana com o segundo pior dado do pais. Segundo o Atlas, o município teve uma taxa de 124,3 mortes violentas para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

Os números só foram piores do que a registrados em Queimados, no Rio de Janeiro, onde a taxa de homicídios, no mesmo período, foi de 134,9. Logo depois de Eunápolis, estão mais três cidades baianas. Segundo o Atlas da Violência 2018, o terceiro município mais violento do país foi Simões Filho, na região metropolitana de Salvador. Por lá, a taxa foi 107,7 mortes violentas para cada cada grupo de 100 mil habitantes segundo informações do G1.

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12 de Jun // | Violência

Jean Carlos tinha apenas 16 anos. Samuel estava saindo de uma mercearia. Genilson tinha ido a um forró. Eliomar era pai de uma garotinha de dois anos segundo o Correio. Evandro estava com a namorada. Gonzaga, o cabo da PM, só queria voltar para casa. A lista continua – e, com ela, cresce a quantidade de histórias interrompidas.

 

A lista sangrenta segue com nomes de 30 pessoas: todos homens, quase todos moradores de bairros periféricos de Salvador e da Região Metropolitana (RMS). A maioria era jovem; tinha idades entre 15 e 29 anos. E, como outros tantos que amargam as estatísticas da violência nos últimos anos, ficaram pelo caminho.

 

Todos morreram entre sábado e domingo – o fim de semana que se tornou o mais violento do ano. Entre uma morte e outra, o intervalo foi apenas de uma hora e 36 minutos. Isso mesmo: praticamente a duração de uma viagem de carro entre Salvador e Feira de Santana e metade do tempo necessário para assistir ao filme Titanic. Só para dar uma ideia, houve um aumento de 50% em relação ao fim de semana que, até então, tinha o maior número de mortes.

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12 de Jun // | Violência

O Atlas da Violência 2018 divulgado nesta última semana, revelou que dos 22.918 casos de estupro registrados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil, cerca de 68% das vítimas eram menores de idade de acordo com os dados divulgados pelo Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

 

Segundo o Atlas, os crimes de estupro cometidos contra crianças de 13 anos de idade correspondem a 50,9%, 17% das vítimas eram adolescentes e 32,1% maiores de idade. Quando se trata de estupro coletivo, o indíce continua alarmante. Do total, 43,7% são crianças, 20,1% adolescentes e 36,2% adultos.

 

Apesar disso, o levantamento ainda não corresponde a realidade da violência cometida contra a mulher no Brasil. Como aparece no estudo, os números de estupros recolhidos pela polícia foi mais que o dobro do que os coletados pelo Sistema Único de Saúde. As polícias brasileiras registraram um total de 49.497 estupros e o orgão de saúde atendeu apenas 22.918 no mesmo período. A pesquisa também apontou a alta taxa de recorrência nos casos.

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11 de Jun // | Violência

A Secretaria da Segurança Pública do Estado investiga se a onda de violência em Salvador e na Região Metropolitana no último fim de semana foi uma retaliação pela morte de dois policiais militares na semana passada. Entre sábado (9) e domingo (10), 29 pessoas foram mortas, incluindo o cabo da PM Gustavo Gonzaga da Silva, 44 anos.

 

De acordo com o titular da pasta, o secretário Maurício Barbosa, a SSP investiga até mesmo a possibilidade de ação de um grupo de extermínio. Em entrevista ao Correio, Barbosa destacou que foi um fim de semana ‘atípico’ – especialmente por sair de uma sexta (8) em que não houve nenhum assassinato para registrar 17 no dia seguinte.

 

“Hoje temos uma reunião técnica para apurar a possibilidade de ação de grupos de extermínio ou possível retaliação à morte do policial, ou até mesmo ação do tráfico. Mas obviamente foi um final de semana atípico. Duas semanas atrás, tivemos um fim de semana com cinco homicídios e chamou a atenção por ser logo após a morte do policial”, explicou. Ele citou, ainda, uma “possível revolta” da tropa, diante da brutalidade com a qual o cabo foi morto.

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11 de Jun // | Violência

No final de semana, entre os dias 9 e 10, a capital baiana e a Região Metropolitana de Salvador (RMS) registraram 29 homicídios. Em nota nesta segunda (11), a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP) classificou o fim de semana como "atípico". No final de semana anterior, 2 e 3 de junho, a RMS e Salvador tiveram 10 mortes.

 

Confira a nota da Secretaria da Segurança sobre os casos violentos: A Secretaria da Segurança Pública informa que este último final de semana (9 e 10 de junho) foi atípico e com um número de morte violentas em Salvador e mais 13 municípios da Região Metropolitana acima da média de 2018, que é de 10 casos.

 

Lembra que recentemente, na semana entre os dias 28 de maio e 3 de junho, em Salvador e região metropolitana, foram contabilizados apenas 10 crimes contra a vida, número mais baixo se igualando a uma semana do ano de 2012. Esclarece que dos 29 casos deste final de semana mais recente, em 11 ocorrências as vítimas tinham passagens pela polícia. Em outros 10 as mortes foram por envolvimento com o tráfico de drogas.

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11 de Jun // | Violência

Para cada jovem de 13 a 25 anos que morre assassinado, o Brasil perde cerca de R$ 550 mil. Em 20 anos, o país teve um prejuízo acumulado de mais de R$ 450 bilhões devido ao elevado número de homicídios. A conclusão é de um estudo inédito da Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo federal, obtido com exclusividade pela Folha.

 

Para calcular o valor que o país desembolsou por causa da violência, o relatório mensurou os gastos do setor público e privado em seis áreas: segurança, seguros e danos materiais, custos judiciais, perda da capacidade produtiva, encarceramento e serviços médicos e terapêuticos segundo o Folha Press.

 

Em 2015, a criminalidade custou 4,38% do PIB brasileiro, o que equivale a aproximadamente R$ 285 bilhões. De 1996 a 2015, os recursos destinados à segurança pública subiram expressivamente. Contudo, o estudo defende que eles não foram aplicados de maneira eficiente. Para se ter uma ideia, no mesmo período, o número de homicídios cresceu 49%, e a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes, 14%, segundo dados do sistema de saúde.

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10 de Jun // | Violência

Entre a 1h42 de sábado (9) e 3h36 deste domingo (10), Salvador registrou 18 homicídios. Na estatística, está a morte do policial militar Gustavo Gonzaga, 44 anos, ocorrida no final de linha de Santa Cruz às 4h03 na madrugada de ontem. A primeira morte do sábado ocorreu por volta de 1h40 na Rua Aristides de Oliveira, no bairro Santa Mônica.

 

A vítima do sexo masculino não foi identificada, conforme informações do boletim de ocorrências da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Ainda na madrugada de ontem, a polícia registrou a morte de Wagner Sapucaia de Oliveira, 24, na pracinha da primeira etapa de Castelo Branco.

 

Mario Souza Santos, 39, foi morto na Fazenda Grande do Retiro, na Primeira Travessa das Pitangueiras, às 15h42. Às 17h50, no bairro de São Cristóvão, foi registrada a morte de Samuel da Cruz Batista, 23, na Rua Leste. No bairro do Uruguai, uma vítima do sexo masculino ainda não identificada foi morta na Rua Professor José Santana às 17h59. Em Periperi, às 19h57, foi morto o menor com iniciais R. L. F. M., 17 anos, na Rua da Glória.

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06 de Jun // | Violência

O número de mortes por arma de fogo na Bahia mais que dobrou entre 2006 e 2016, segundo o Atlas da Violência, pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta última terça-feira (5). Em números absolutos, o estado lidera o ranking nacional nesse tipo de ocorrência.

 

Nos dez anos analisados pela pesquis Atlas da Violência, os registros de mortes por arma de fogo subiram 126,9% no estado. Em 2006, foram contabilizadas 2402 mortes, enquanto que em 2016 o número foi de 5449. As armas foram usadas por criminosos em 76% dos homicídios contabilizados no ano de 2016.

 

No ano de 2016, o estado ficou na frente do Rio de Janeiro (4019 mortes) e de Pernambuco (3475), que aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Caso seja levado em consideração a taxa de homicídio cometido por pessoas que usaram armas de fogo, por 100 mil habitantes, a Bahia cai para o sexto lugar entre os estados do país. Em 2016, o estado ficou com taxa de 35,7 mortes por 100 mil habitantes segundo informações do G1.

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05 de Jun // | Violência

A Bahia é o segundo estado que mais mata mulheres, em números absolutos no país. De acordo com o Atlas da Violência 2018, divulgado nesta terça-feira (5), foram 441 homicídios no ano de 2016, o que equivale a 5,7 mulheres assassinadas a cada 100 mil habitantes do estado. A Bahia perde em número apenas para São Paulo.

 

Foram registrados 507 homicídios de mulheres no mesmo ano (2,2/100 mil) em São Paulo. Produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o levantamento aponta ainda um crescimento de 81,5% no número de homicídios de mulheres na Bahia, entre 2006 e 2016.

 

O número é cinco vezes maior do que o aumento observado no Brasil, de 15,3%. O texto explica que não é possível identificar a parcela que corresponde a vítimas de feminicídio, já que não há informações sobre este tipo específico de crime na base de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade. "No entanto, a mulher que se torna uma vítima fatal muitas vezes já foi vítima de uma série de outras violências de gênero, por exemplo:

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05 de Jun // | Violência

O Atlas da Violência 2018 reforçou um dado já conhecido pela população brasileira: a concentração de homicídios na população negra do país é consideravelmente superior à de não negros. Em 2016, a taxa de homicídios de negros no Brasil foi de 40,2 a cada 100 mil habitantes, enquanto o índice de não negros é de 16, na mesma proporção.

 

Apesar de não ser o estado com maior discrepância, a Bahia registra uma diferença superior à observada nacionalmente: são 52,4 negros mortos contra 15,6 não negros, a cada 100 mil habitantes. Os maiores índices de homicídios de negros foram registrados em Sergipe (79/100 mil) e Rio Grande do Norte (70,5/100 mil).

 

O levantamento foi produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança. A Bahia está atrás ainda de Alagoas (69,7/100 mil), Pernambuco (60,4/100 mil), Amapá (59,4/100 mil), Pará (57,7/100 mil) e Goiás (55,5/100 mil). "O caso de Alagoas é interessante, o estado teve a terceira maior taxa de homicídios de negros (69,7/100 mil) e a menor taxa de homicídios de não negros do Brasil (4,1/100 mil).

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05 de Jun // | Violência

A Bahia é o estado do país com o maior número de mortes violentas de jovens entre 15 e 29 anos, segundo dados do Atlas da Violência, pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira (5), com base em informações do Ministério da Saúde segundo o G1.

 

Desde 2009, o estado lidera o ranking nacional, em números absolutos de mortes, segundo apontou a pesquisa. Em 2006, 2007 e 2008 quem liderou foi o Rio de Janeiro. Em 2006, conforme o levantamento, o estado contabilizou 1.947 mortes de pessoas entre 15 e 29 anos. Já em 2016, foram contabilizados 4.358 mortes.

 

É um aumento de 123,8% em dez anos. O percentual só fica atrás dos registrados nos estados do Rio Grande do Norte (382,5%), Maranhão (130%) e Acre (128,2%). No ano passado, também em números absolutos, Rio e Minas apareciam na segunda e terceira colocação, respectivamente. Considerando a taxa de homicídios por 100 mil jovens na faixa etária de 15 a 29 anos, a Bahia ficou em quarto lugar no ranking nacional em 2016, com 114,3.

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04 de Jun // | Violência

Ao menos 11.578 pessoas foram assassinadas nos três primeiros meses deste ano no Brasil. Mapa mostra quase 4 mil mortes em março. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. O número de vítimas é ainda maior que esse.

 

Isso porque a estatística não comporta os dados de cinco estados, que não divulgam todos os números. Dois deles não informam os números de nenhum dos três meses. O número consolidado até agora contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

 

Foram cerca d 3.716 casos apenas em março deste ano. O mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Desde o início deste ano, jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo Fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

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04 de Jun // | Violência

Ao menos 30 ônibus e quatro carros foram atacados em Minas Gerais em menos de 24 horas. Desde o domingo (3), criminosos colocaram fogo em pelo menos 34 veículos em 16 cidades do estado segundo o G1. Três ônibus foram atacados e parcialmente queimados do fim da noite deste domingo até a madrugada desta segunda-feira (4).

 

Os ataques foram na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ninguém ficou ferido, conforme a corporação. Ataques a ônibus foram registrados no Triângulo Mineiro. No Sul do estado, nove cidades registraram ataques a coletivos neste domingo. Nove pessoas foram detidas suspeitas de participação nos ataques na região.

 

No Centro-Oeste de Minas Gerais, dois ônibus foram incendiados por criminosos em Lagoa da Prata. Na Região Noroeste da capital mineira, por volta das 4h desta segunda-feira (4), três homens renderam o motorista e o cobrador na Rua Bueno do Prado, localizado no bairro Alto dos Pinheiros, e colocaram fogo no interior de um coletivo que faz a linha 1505 (Altos dos Pinheiros/Tupi). Eles chegaram a disparar tiros, de acordo com a polícia.

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03 de Jun // | Violência

Ao ver o pai ser feito de refém durante um assalto a um mercado, um menino de seis anos atacou um dos ladrões. O caso aconteceu no sábado (2), em Paranavaí, Paraná. Em imagens da câmeras de monitoramento, é possível ver quando três homens - um deles armado - rendem o dono do estabelecimento, que estava no caixa, e fazem um cliente refém.

 

Em seguida, a criança chega e desfere tapas e chutes contra o criminoso. "Só estava preocupado com o meu filho. Quando vi ele chegando, já fui falando para ele e o assaltante ficarem calmos, que estava tudo tranquilo", contou ao G1 Francisco Carlos Alves Silva, que foi feito refém durante a abordagem.

 

Em seguida, os três homens fugiram com dinheiro do caixa e a carteira de Silva. "A reação dele foi a de tentar me defender. E eu, a mesma coisa, só pensava em não acontecer nada com ele. Em casa, já mais calmo, agradeci, falei que estava orgulhoso dele, que foi muito corajoso, mas aconselhei a não fazer mais isso, que é muito perigoso", acrescentou. De acordo com o dono, este foi o quarto assalto ao mercado, o terceiro este ano.

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03 de Jun // | Violência

Uma adolescente de 15 anos foi assassinada dentro de casa, no município de Barra da Estiva, localizado na região sudoeste da Bahia segundo o G1. Segundo relatos de familiares, Rhanna Kevila da Silva Almeida estava sozinha no imóvel, que foi invadido na tarde desta última sexta-feira (1º). A autoria do crime é desconhecida.

 

Uma tia da garota contou que Rhanna morava com os pais e dois irmãos, que tinham saído no momento da invasão. A tia conta ainda que quando o crime aconteceu, a garota estava se arrumando para participar do ensaio da quadrilha junina que ela fazia parte na cidade. O quarto onde o corpo da garota foi achado foi incendiado.

 

Vizinhos perceberam a fumaça e tentaram apagar as chamas. A casa foi arrombada, e as pessoas encontraram a garota caída no chão. Ela ainda foi socorrida para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A tia relatou que havia marcas de facadas e ela sofreu queimaduras pelo corpo. A família suspeita que a garota também tenha sofrido abuso sexual. Rhanna estudava o primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual de Barra da Estiva. 

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01 de Jun // | Violência

Um jovem de 22 anos foi morto a golpes de faca por homens ainda não identificados, na noite de quinta-feira (31), em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, após ter agredido a própria mãe com golpes de tijolo. A mulher, identificada como Giltania Cardoso dos Santos, de 40 anos, foi socorrida, medicada e passa bem segundo informações do G1.

 

De acordo com o delegado Leornardo Mendes, Mateus Cardoso de Souza já havia agredido a mãe outras vezes. "Ele seria usuário de drogas e costumava ir na casa da mãe para pedir dinheiro. Quando ela não dava, ele a agredia", disse o delegado. Mendes conta que foi o que ocorreu na noite da última quinta-feira.

 

Após agredir Giltania com golpes de tijolo, Mateus saiu da casa localizada no bairro Floraes Léa III, mas foi interceptado no caminho por um grupo de homens que atacou o jovem. Ele foi atingido por mais de 10 golpes de faca e morreu no local. Ainda segundo o delegado Leonardo Mendes, nenhum objeto foi roubado de Mateus. "Não levaram nada. Isso a gente tem claro que foi uma retaliação contra o ato praticado contra a mãe”, disse o delegado.

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31 de Mai // | Violência

Um caminhoneiro foi morto na quarta (30), na cidade de Vilhena, em Rondônia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele foi atingido por uma pedra que teria sido arremessada por um manifestante contra o para-brisa do veículo. A morte será investigadas pela Superintendência da Polícia Federal no Estado, que está se deslocando para o local do crime.

 

Mais cedo, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, anunciou que "novas prisões" estão sendo executadas por causa de atos de violência por "grupos estranhos" à mobilização dos caminhoneiros, em greve há dez dias. O ministro não especificou, no entanto, quantas novas pessoas foram presas, nem onde.

 

Embora não tenha detalhado as novas prisões ocorridas, o ministro informou que foi preso o homem visto em vídeo divulgado pela imprensa agredindo motorista de cegonheira que vestia camisa vermelha e tentava passar por bloqueio. O ministro se referia a um episódio de violência registrado na terça-feira na BR-153 em Miranorte, na região central do Tocantins. Nas imagens, é possível ver que o caminhoneiro teve a roupa rasgada e recebeu socos.

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28 de Mai // | Violência

Os 100 primeiros dias de atuação do Gabinete de Intervenção Federal (GIF), no Rio de Janeiro ainda não conseguiram pacificar o estado. Pelo menos 11 índices de criminalidade cresceram entre fevereiro e o final de abril deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. As informações foram divulgadas pela reportagem do G1.

 

O GIF também não conseguiu ainda utilizar a verba de R$ 1,2 bilhão destinada pelo governo federal para a segurança pública no estado. Isso porque, de acordo com a reportagem, a burocracia obrigou o gabinete a criar uma secretaria administrativa para a intervenção poder gerenciar a verba e os trâmites ainda não permitiram acesso aos recursos.

 

Para trabalhar, o interventor, general Walter Braga Netto, contou com doações de armas e munições feita por empresários e com a estrutura das Forças Armadas para treinar policiais e recuperar viaturas da Polícia Militar carioca. Os homicídios dolosos subiram de 362 em 2017 para 395, este ano; enquanto o número de pessoas desaparecidas teve aumento de 947 para 1.131 casos. Os roubos a mão armada subiram de 16.912 para 22.535.

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22 de Mai // | Violência

O dono de uma funerária em Poções, foi preso por matar com 11 tiros de pistola 380 um servidor público que lhe devia R$ 18 mil. O crime ocorreu na sexta-feira (18) numa área rural da cidade, para onde a vítima foi atraída pelo dono da funerária e por um funcionário, também preso. A Polícia não sabe há quanto tempo a dívida estava pendente.

 

Após matar o servidor Jadson Neves, o próprio empresário Caio Souza Cunha preparou o corpo da vítima e ainda compareceu ao enterro. Segundo a delegada Alessandra Márcia, titular em Poções, a dívida era referente a uma picape S10 comprada pelo servidor por R$ 55 mil. “O empresário disse que falará apenas em juízo”, ela informou.

 

A prisão do empresário e do funcionário Alex Venâncio Sampaio ocorreu na segunda (21). A arma do crime foi encontrada na casa de Sampaio. “Mas o empresário cometeu o crime sozinho, Alex vai responder como partícipe por ter guardado a arma”, comentou a delegada. Devido à descoberta do envolvimento do empresário no crime, familiares da vítima ameaçaram invadir a delegacia de Poções, o que motivou a transferência dele e do funcionário.

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22 de Mai // | Violência

Um empresário suspeito de matar o casal de colombianos Andres Aluan Rey e Diana Paola Zuluaga, que atuava com agiotagem em Ilhéus, sul da Bahia, foi identificado pela Polícia Civil segundo informações do G1. Magno Rodrigues teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e está foragido, segundo informou a delegada Andréa Oliveira.

 

O casal foi encontrado morto na sexta (18), na BA-001, entre as cidades de Ilhéus e Itacaré. As vítimas haviam se mudado para Ilhéus há pouco mais de seis meses. Segundo a polícia, Magno Rodrigues, que é comerciante e dono de um lava-jato em Ilhéus, teria cometido o crime por conta de uma dívida de R$ 7 mil que tinha com as vítimas.

 

Para matar o casal de colombianos, ele marcou um encontro com os colmbianos, dizendo que iria pagar o empréstimo. No entanto, segundo a Polícia Civil, Magno Rodrigues planejava roubar as vítimas para pagar outra dívida de R$ 50 mil reais, que ele teria contraído com um grupo de ciganos. De acordo com a investigação da polícia, o suspeito ligou para os colombianos nesta última sexta-feira (18) e pediu para eles irem buscar a quantia no lava-jato.

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22 de Mai // | Violência

Duas mulheres, que preferem não se identificar, relataram que foram agredidas por um homem em um bar de Juazeiro, no norte da Bahia, no domingo (20). Segundo contam, um homem desconhecido teria encostado em uma delas, e logo a mulher pediu que ele se afastasse. No entanto, segundo as amigas, ele não gostou do pedido da moça.

 

"A gente foi para um barzinho, senti uma pessoa atrás de mim, nas minhas costas, encostando na minha bunda. Perguntei: 'moço, o que você quer?'. Aí ele: 'não quero nada'. Aí eu disse: 'então desencoste de mim'. Aí ele pegou meu braço. Quando percebi, ele veio com um muro no meu rosto", relatou uma das mulheres agredidas.

 

No rosto de uma da mulheres ficou a marca da agressão, já a outra teve o osso do nariz deslocado. O pior para elas é a cicatriz emocional. "Eu nunca vou esquecer, nunca aconteceu comigo. Eu tenho medo de sair de casa, de sair sozinha", relatou uma das amigas. Depois da agressão, as duas mulheres foram à delegacia para prestar queixa contra o homem que apontaram como agressor. Elas fizeram exame de corpo delito segundo o G1.

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21 de Mai // | Violência

Uma professora municipal de 40 anos da cidade de Mutuípe, foi baleada na cabeça e está internada em estado grave na UTI do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus. O principal suspeito do crime é o marido da vítima. Parentes da vítima contaram à polícia que Rosicleide e Marcelo estavam em processo de separação.

 

De acordo com a delegada Corina Lopes de Oliveira, que investiga o caso, Rosicleide de Jesus Sousa foi baleada na manhã deste último sábado (19), após uma discussão com o companheiro, identificado pelo prenome Marcelo. O casal tem dois filhos, uma menina e um menino segundo informações do G1.

 

A vítima foi até casa onde o casal morava, em Baixa Alegre, localizado na zona rural de Mutuípe, para pegar alguns pertences dela. Marcelo, que estava do lado de fora do imóvel, não gostou da situação, fez ameaças à professora. Rosicleide então entrou em casa, e Marcelo começou a atirar em um matagal próximo à residência. Quando a vítima foi até a janela, para ver o que estava acontecendo, o suspeito atirou na direção dela, atingindo-a na cabeça.

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20 de Mai // | Violência

Uma obstetriz de 27 anos foi assassinada com 16 facadas na madrugada deste sábado (19), no bairro Porto Seguro, em Conchal (SP). O corpo de Nelly Cristina Venite de Souza Maria tinha ferimentos na cabeça, braços e tórax, além de sinais de estrangulamento. O suspeito de cometer o crime fugiu, informou a Guarda Civil Municipal (GCM).

 

Segundo a GCM, que atendeu a ocorrência, um vizinho relatou ter ouvido a vítima pedir socorro por volta das 3h e acionou as autoridades. O homem também contou aos guardas municipais que, quando os gritos cessaram, viu o suposto companheiro da vítima sair da kitnet onde a moça morava e fugir no carro dela, que era dirigido por outra pessoa.

 

Ao chegar ao local, a GCM encontrou a moça toda ensanguentada e sem vida. Ela tinha ferimentos na cabeça, braços e tórax e apresentava sinais de estrangulamento. De acordo com a GCM, o rapaz que saiu da kitnet mora em frente à vítima. Os agentes entraram na casa dele e encontraram 64 pinos de cocaína. O boletim de ocorrência foi registrado pela Polícia Civil de Araras (SP) como homicídio, roubo de veículo e tráfico de drogas.

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20 de Mai // | Violência

A comoção pela morte de Milena Alves, 10 anos, levou centenas de pessoas ao enterro em Camaçari. A mãe da menina, Ana Conceição Alves, teve de ser amparada desde o início do velório. "Me acorda desse pesadelo, eu não sei o que fazer", lamentou a mãe para uma amiga, pedindo em seguida para as pessoas orarem por Milena.

 

A garota foi estuprada e morta na casa onde morava com a mãe e o irmão de 4 anos, no bairro Gleba A segundo o Correio da Bahia. O corpo da vítima foi encontrado pela mãe na quinta-feira (17), por volta das 17h30, com marcas de asfixia. "Eu e ela éramos duas em uma, a gente conversava só no olhar. E agora acabou".

 

De acordo com fontes da Polícia Civil, um adolescente de 17 anos, que morava numa casa próxima à da família, é o principal suspeito do crime. Milena foi descrita por amigos e conhecidos como uma menina tímida e inteligente. "Ela era muito educada, muito responsável e muito madura, até no jeito de falar, a gente percebia. Era a criança mais comportada que ia lá em casa", disse uma vizinha de 16 anos, irmã de uma das amigas de Milena.





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