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Tratamento alternativo: Paciente com câncer no cérebro usa maconha em hospital paulista

Maria Antonia Goulart, de 68 anos, recorreu à maconha durante tratamento de um câncer no intestino e quando teve fibromialgia no pescoço. Diagnosticada com um novo câncer no cérebro, em janeiro deste ano, a paciente conseguiu uma receita e permissão para inalar a maconha na UTI. Ela contou que o câncer, de certa forma, fez com que ela voltasse ao ativismo pelo tratamento alternativo com a erva. 

 

Segundo Maria Antônia, as dores e enjoos são aliviados, além de sentir apetite e melhorar o sono. A paciente tem defendido que as pessoas possam cultivar a maconha e compartilhar com quem precisa, porém ver como ponto negativo, o fato do cultivo caseiro não gerar imposto para o governo, considerando que, por isso, não seja interessante para o Estado.

 

Maria Antônia até conseguiu autorização para importar o óleo à base de maconha, reconhecido como tratamento alternativo, mas ela argumentou que não tem R$1,200 todo mês para comprá-lo e continua na militância pelo cultivo da erva e inalação para auxiliar no processo de quimioterapia e radioterapia, aliviando os efeitos colaterais e as dores. Informações do Folha de São Paulo


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