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Buscas por desaparecida em Mar Grande continuam; 350 km² foram percorridos

Onze dias após a tragédia com uma lancha, que deixou, ao menos, 19 pessoas mortas na Baía de Todo-os-Santos, a Marinha continua com as buscas por uma adolescente segundo informações do G1. Segundo a polícia, familiares da jovem registraram o desaparecimento dela e afirmaram que ela estava na embarcação.

 

Nesta segunda-feira (4), o trabalho foi retomado pela manhã e concentrado em terra, como tem sido desde o sábado (2). O acidente com a lancha Cavalo Marinho I aconteceu na manhã de 24 de agosto, quando as buscas começaram. Conforme a Marinha, até agora, as buscas foram feitas em uma área de 350 km², no mar, e em 70 km de praias da região.

 

A 19ª vítima foi localizada no dia 27 de agosto, na praia de Barra do Pote. Conforme a Marinha, nesta segunda uma equipe de fuzileiros navais percorrerá novamente as praias ao sul da Ilha de Itaparica, entre a ponta do Curral, no município de Valença, e a ponta do Garcia, no município de Jaguaripe. Ainda segundo a Marinha, a continuidade das buscas é avaliada, diariamente, com base em fatores como a ampliação da área de buscas e condições meteorológicas.

Nesta segunda, o trabalho será quando o sol se pôr e pode ser retomado na terça-feira (5), caso não haja a localização da passageira desaparecida. Moradores de Salvador pediram, em uma manifestação realizada na manhã desta segunda-feira, a suspensão temporária da Travessia entre a capital e Mar Grande, por conta do acidente com a lancha Cavalo Marinho I.


A travessia está suspensa desde o domingo (3), por conta do mau tempo na Baía de Todos-os-Santos. O protesto ocorreu em frente ao Terminal Náutico da Bahia, no Comércio, onde atracam as lanchas saídas de Mar Grande, que também levam passageiros no sentido inverso. Os manifestantes, do "Movimento Comunidades de Salvador", levaram faixas e até caixões, para simbolizar as vítimas do acidente.

 

O protesto foi pacífico e não causou intervenções no trânsito da região. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou à Justiça a suspensão temporária da travessia, no entanto, o pedido foi negado na sexta-feira (1º). O MP disse que vai recorrer da decisão. G1


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