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Polícia retoma investigações para resolver caso de Gabrielly, criança morta em Feira

A Polícia Civil de Feira de Santana vai retomar as investigações do caso de Gabrielly Gomes Santana, a menina de sete anos que desapareceu enquanto brincava na porta da casa da avó no final de janeiro do último ano. A polícia acredita que uma nova análise das provas do crime após dez meses da confirmação da morte da criança pode elucidar o caso.

 

“A gente está analisando novamente o inquérito para averiguar alguns pontos que por ventura foram deixados de investigar", contou o atual coordenador regional de polícia, o delegado Roberto Leal, ao site Acorda Cidade. O crânio de Gabrielly foi encontrado queimado e jogado em um terreno baldio em abril de 2017.

 

"Alguns pontos do caso são contraditórios e vamos verificar a necessidade de alguma quebra de número telefônico ou de algum dado que tenha necessidade de se quebrar", relatou Roberto. "As investigações continuam, principalmente para identificar alguns fatos. Ao ler o inquérito policial eu constatei dúvidas que vieram à tona”, completou o coordenador segundo informações do Acorda Cidade.

 

De acordo com o delegado, o caso é um quebra-cabeças difícil de montar e um crime de grande repercussão que gerou comoção social. Ele relata que alguns parentes da vítima ainda não acreditam que ela esteja morta, apesar do laudo positivo do exame de DNA feito a partir do crânio encontrado.

 

“Um simples papel deu positivo. Para mim isso não significa que minha filha esteja morta. Eu acredito e meu coração de mãe fala o tempo todo que ela está viva. Meu coração fala de fé e de esperança que nunca morre”, declarou a mãe de Gabrielly, Geisa Gomes, na época. Nesta nova etapa das investigações, a polícia do município do portal do Sertão deverá se concentrar na análise das provas técnicas, uma vez que o depoimento das testemunhas não levaram o caso à solução.


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