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Excesso de velocidade cresceu 677% em rodovias federais da Bahia em 2017, diz PRF

De acordo com um balanço divulgado nesta terça-feira (6) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) da Bahia, do total de 641.380 multas aplicadas no ano, 436.737 foram destinadas a motoristas que infligiram os limites de velocidade nas estradas. O excesso de velocidade nas rodovias federais foi a infração mais registrada na Bahia em 2017.

 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o número de 2017 é 677% maior que o de 2016, quando apenas 56.200 condutores foram flagrados cometendo a infração. A PRF aponta aumento da fiscalização como principal motivador do crescimento de casos segundo informações do G1.

 

Conforme a Polícia Rodoviária Federal, operações diárias foram montadas em todas as dez delegacias da corporação no estado, com o intuíto de reduzir o número de acidentes. O que rendeu um aumento de 205,82% no número de autuações, em comparação com 2016, quando apenas 209.724 multas foram aplicadas. O balanço de acidentes nas estradas, que foi divulgado no final de janeiro, aponta resultados positivos.

 

O número de acidentes teve redução de 16% em 2017, na comparação com o ano anterior. De acordo com a PRF, em 2017 foram contabilizados 4.549 acidentes. Já em 2016, foram 5.408 situações. A quantidade de mortes teve redução de 6%. Foram 580 mortos em 2017, contra 640 em 2016.

 

Outras infrações
Após o excesso de velocidade, que corresponde a 80% dos casos, o farol apagado é a segunda causa de multa mais registrada no estado, com 10%. A lei que obriga os motoristas a manter os faróis acesos em rodovias federais e estaduais, seja ela simples ou dupla, entrou em vigor no ano passado.

 

Em seguida, no ranking de infrações, vêm as ultrapassagens em locais proibidos, com 6%; falta de licenciamento dos veículos, com 2%; e falta de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), com 2%.

 

Aumento
Além do crescimento no número de multas por velocidade, houve aumento também nos casos de excesso de peso (de 755 em 2016 para 1.324 em 2017), ultrapassagens irregulares (de 33.872 para 39.818 em 2017), transporte de crianças sem cadeirinhas (aumento de 44,96%, com 1.257 casos) e motociclistas irregulares (de 25.731 em 2016 para 60.807 em 2017).


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