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Maia rejeita a ideia de suspender intervenção no Rio de Janeiro para votar reforma

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM), discordou neste último sábado (12), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, da proposta de suspender a intervenção federal na segurança pública do Rio para que o Congresso Nacional possa votar a reforma da Previdência ainda neste ano, logo após as eleições.

 

Pré-candidato à sucessão no Palácio do Planalto, Maia criticou a ideia do presidente Michel Temer. A avaliação do presidente da Câmara é de que a medida provocaria "insegurança" no andamento da intervenção. "Acho que o presidente está tratando de muitas variáveis que não controla", disse Maia.

 

"Ele não controla o nome do novo presidente, não controla a agenda de campanha nem a da Câmara e do Senado", afirmou. Mesmo com críticas à intervenção, Maia afirmou que a ação no Estado é necessária e está com o cronograma atrasado porque falta aprovar um projeto de crédito para a estrutura administrativa sair do papel. "Isso significa que o interventor não conseguiu nem usar aquele R$ 1,2 bilhão liberado para o Rio", comentou.

 

"É preciso primeiro resolver isso para depois votar a reforma da Previdência. Uma coisa de cada vez." Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), as mudanças na aposentadoria só podem ser votadas se a intervenção for revogada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Foto: Daniel Castelo Branco


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