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Preso, Lula tem direito a 4 assessores e equipe que custa R$ 1 milhão por ano para União

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Joaquim de Lima, irá analisar as estruturas que Luiz Inácio Lula da Silva tem direito como ex-presidente da República. O petista mantém assessores de imprensa, mesmo preso, ainda que em menor número segundo informações do Estadão Conteúdo. A Presidência da República tem hoje 40 assessores.

 

Eles estão a disposição de José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, além de Lula. A lei não prevê interrupção do benefício em caso de prisão do ex-presidente. Porém, um primeiro parecer sobre o caso reduziu de oito para quatro, o número de servidores destacados para atender Lula.

 

Um segundo assegura ao ex-presidente o direito de continuar apenas com dois funcionários que ajudariam nas tarefas do Instituto Lula. A equipe para acompanhar Lula custa, atualmente, R$ 1,1 milhão aos cofres públicos por ano só com salários. As remunerações podem chegar a R$ 13 mil por mês. Despesas com viagens são cobertas pela União. As mordomias a ex-presidentes já custaram R$ 36 milhões aos cofres públicos.

 

As despesas com seguranças, assessores, diárias, passagens, carros oficiais e cartões corporativos de ex-presidentes da República já somam R$ 36 milhões, em valores atualizados pela inflação, desde 1999. O maior gasto em um ano foi feito por Dilma Rousseff (PT) em 2017 – R$ 1,4 milhão.

 

Fernando Collor, atual senador pelo PTC, acumulou o valor que recebeu como ex-presidente durante 11 anos – R$ 8,3 milhões – com os benefícios e mordomias do Senado Federal, que incluem cerca de 80 assessores. Nesse período, ele usou R$ 3,1 milhões da cota para exercício do mandato, o “cotão”.


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