Notícias

Delegacia abre inquérito para investigar incêndio na Assembleia Legislativa da Bahia

A 11ª Delegacia Territorial (DT/Tancredo Neves) abriu inquérito para investigar o incêndio, na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), ocorrido na tarde de sábado (28). A informação é da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) Segundo o órgão, investigadores estão no local buscando informações sobre o fato.

 

A perícia foi solicitada e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) espera liberação do Corpo de Bombeiros para iniciar o trabalho segundo informações doo Bocõ News. O titular da 11 DT/Tancredo Neves, delegado Thiago Pinto, informou por meio de nota que alguns funcionários prestaram depoimentos preliminares.

 

Os militares autorizarão a entrada dos peritos após diminuição da temperatura interna do local e análise da estrutura física. É só mais um de uma série de incidentes semelhantes nas últimas quatro décadas de história CAB-Centro Administrativo da Bahia. Um levantamento em acervos de jornais aponta que o complexo público, inaugurado no primeiro governo de Antônio Carlos Magalhães, em 1972, tem histórico extenso de ocorrências do tipo.


Erguido em 1974, o Palácio já foi atingido por chamas três vezes em um mesmo ano: 1978. Na terceira vez, o Plenário foi totalmente destruído. Nessa época, as sessões legislativas passaram a ocorrer, até a conclusão dos reparos, em 1980, no auditório da Secretaria Estadual de Agricultura - também no Centro Administrativo.

Nos anos de 1984 e 1993 também ocorreram incêndios que destruíram prédios de secretarias e, consequentemente, boa parte dos seus acervos. Em 84, o fogo atingiu a Secretaria de Agricultura. Em 93, a Secretaria de Recursos Hídricos. Em janeiro de 1999, um incêndio destruiu as sedes dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios que funcionam no mesmo prédio de três andares.

 

O fogo começou no primeiro andar, onde sete pedreiros trocavam o piso de uma das salas. Um dos trabalhadores teve que ser resgatado do terceiro andar pelos bombeiros. Os três andares foram completamente destruídos. Apenas as instalações do Baneb e a recepção do prédio, no térreo, não foram atingidas.

 

Já em outubro de 2003, um incêndio destruiu móveis, equipamentos e documentos da Secretaria de Educação. Somente a estrutura do prédio não foi comprometida pelo fogo que durou quase dois dias. As chamas se iniciaram próximo ao gabinete da secretária Anaci Bispo Paim.

 

Ela e cerca de outros 40 funcionários ainda estavam no prédio, mas conseguiram sair pelas escadas. O fogo se alastrou rapidamente por causa da grande quantidade de material de fácil combustão, como divisórias de madeira e papéis. Mais recentemente, um dos últimos incêndios atingiu a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), em setembro de 2014.

 

O prédio também sedia a da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap). O fogo começou no andar térreo do prédio, ao lado da sala dos Conselhos e chegou ao terceiro pavimento em minutos. O problema teria começado em um ar-condicionado. O acervo de documentos das duas pastas fica no subsolo e, por isso, foi salvo. Informações do Bocão News


Categorias

Acidente




Classificados


Enquete



Mais Lidas