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TSE adia para domingo coletiva de imprensa sobre questionamentos nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou a coletiva de imprensa que estava prevista para ocorrer a partir das 16h desta sexta-feira (19), alegando problema na agenda de autoridades. A nova data é domingo, 21, às 14h, na sede do TSE em Brasília. O TSE vem sendo cobrado, principalmente pelo Partido dos Trabalhadores, para tomar providências em relação à propagação de fake news por meio do aplicativo WhatsApp.

 

O Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estadão Conteúdo, havia apurado, antes do adiamento da coletiva de imprensa, que a presidente do Tribunal Superior Eleitoral deve falar de medidas que vêm sendo adotadas para garantir lisura das eleições e responder a questionamentos levantados no primeiro turno do pleito.

 

O Partido dos Trabalhadores, nesta última quinta-feira (18), entrou com uma ação de investigação contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e empresas apontadas como responsáveis por bancar a disseminação de mensagens contra a campanha do PT pelas redes sociais. Por outro lado, ao longo da campanha eleitoral, o candidato Jair Bolsonaro lançou suspeitas sobre as urnas eletrônicas alegando possibilidade de fraude.

 

A última entrevista concedida por Rosa, que tem perfil reservado e não costuma falar com a imprensa, ocorreu no último dia 7, após os resultados do primeiro turno. Em relação à temática das fake news, o Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições do TSE se reuniu na terça-feira, 16, por teleconferência, com representantes do WhatsApp, para discutir a proliferação de notícias falsas no aplicativo.

 

A reunião ocorreu cerca de uma semana depois do conselho se reunir pela primeira vez durante a campanha eleitoral. A coletiva foi convocada ontem para esta sexta-feira. Ao lado da presidente do TSE, Rosa Weber, também participarão da coletiva o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), general Sérgio Etchegoyen, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

 

 


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