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Dez imóveis foram atingidos com a queda de árvore em terreiro de candomblé em Salvador

Três imóveis foram destruídos totalmente e sete parcialmente com a queda de uma árvore centenária, na madrugada desta sexta-feira (2), dentro do Terreiro de Alaketu na região de Brotas. Técnicos da Defesa Civil de Salvador, Secretaria Municipal de Manutenção, Secretaria Municipal de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza e da Limpurb estão no local.  
 
Engenheiros e servidores da Seman auxiliam o Corpo de Bombeiros na delicada operação de retirada dos galhos para que não haja riscos da árvore, que está sustentada por um muro, volte a tombar durante a ação dos órgãos públicos para a retirada da vítima fatal. Toda a área foi isolada.
 
"A preocupação agora é em tirar o corpo da vítima fatal. As possíveis causas e consequências a gente ainda está avaliando", explicou o engenheiro da Codesal, José Carlos Palma. Em nota, a prefeitura informou que a Seman, a pedido dos próprios moradores, já esteve no local para tentar fazer a erradicação do vegetal, mas teria sido impedida pelos proprietários do terreno, que alegaram motivos religiosos.
 
A árvore é sagrada e representa um orixá antigo, o Iroko. Ainda em nota, a prefeitura informou que, como trata-se de uma área privada, não fez a erradicação. "Vale lembrar que a prefeitura auxilia terreiros e outras instituições religiosas, de forma colaborativa e em respeito à importância social dessas entidades, na poda e erradicação de vegetais sempre que solicitada", informa o comunicado.  
 
No caso de árvores em terrenos privados, o procedimento para solicitar a erradicação deve ser feito sempre junto à Secretaria de Urbanismo (Sucom). É a Sucom que concede o alvará para que o proprietário do terreno faça a erradicação, orientado pelos técnicos da prefeitura. 

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