Foto: Polícia Civil de São Paulo/Divulgação

A polícia de São Paulo identificou o segundo suspeito da execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes e pediu à Justiça a prisão dos dois, segundo o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite. Ruy, que atuou contra o PCC, foi assassinado a tiros na tarde de segunda-feira (15) em Praia Grande. Os criminosos fizeram ao menos 21 disparos de fuzil.

Segundo o secretário, os criminosos não conseguiram atear fogo em um segundo veículo utilizado no crime, um Renegade, e a Polícia Técnico-Científica conseguiu coletar material para identificação dos envolvidos. Os homens foram identificados por meio de impressões digitais.

Mais cedo, no velório do corpo do delegado Ruy, Derrite afirmou que o primeiro suspeito identificado já foi preso ao menos quatro vezes, sendo duas por tráfico de drogas e duas por roubo. Durante a adolescência, ele também foi apreendido. A identidade dele não foi divulgada. “Todos que participaram desse atentado terrorista, porque é isso que aconteceu contra o doutor Ruy, serão punidos severamente por isso”, afirmou o secretário.

Ele ainda destacou a agilidade da investigação: “Quero registrar publicamente a confiança que nós temos nas instituições do estado de São Paulo, em especial no trabalho investigativo da Polícia Civil, que em poucas horas já conseguiu identificar um dos indivíduos envolvidos nesse crime bárbaro. Assim que soubermos exatamente qual foi a participação dele, vamos relatar para vocês”. Há pelo menos duas linhas de investigação sobre a morte do delegado Ruy. G1