O advogado criminalista e influenciador baiano João Neto anunciou que retomou seu relacionamento com Andreina Bernardo dos Santos, de 25 anos, a qual lhe acusou de violência doméstica no início deste ano. Além disso, o influenciador informou que noivou com a mulher após ser “inocentado” por ela. O anúncio foi realizado durante entrevista ao podcast “Podcastro”, na noite deste último sábado (27).
Em trecho da entrevista publicada nas redes sociais, João Neto mostrou um vídeo em que Adreina teria o “inocentado” das acusações de agressão. Na gravação, a mulher afirma que o caso, na verdade, teria sido um acidente e que nunca foi agredida pelo influenciador.
“Eu, Adreina Bernado dos Santos, declaro de forma livre e consciente que meu esposo jamais me agrediu. O fato que originou esse caso foi um acidente. Ambos caímos e no calor do momento, tomada por raiva e nervosismo, acabei afirmando de forma precipitada que havia sido vítima de violência doméstica, o que não condiz com a verdade. Infelizmente as pessoas pegaram essa fala impensada e distorceram para prejudicar meu marido”, diz o vídeo.
No podcast, João Neto afirmou que reatou o relacionamento com Adreina após a publicação do vídeo em que é “inocentado” pela mulher. Na legenda do trecho publicado nas redes sociais, o influenciador declarou que “a verdade foi silenciada pela imprensa” e avaliou que foi condenado por tribunais parciais.
“A verdade, que sempre foi silenciada pela grande imprensa, hoje encontra voz. Durante meu incidente, fui julgado, condenado e rotulado não por tribunais imparciais, mas pelo olhar distorcido de uma mídia que falhou em cumprir o seu verdadeiro papel: o de informar com isenção e responsabilidade. Carreguei o peso de uma condenação forjada pela narrativa jornalística, que me transformou em réu perante a opinião pública antes mesmo que a justiça pudesse falar. Agora, porém, a verdade rompe o véu da manipulação e revela aquilo que muitos tentaram ocultar: eu fui injustiçado, e a imprensa, que deveria ser guardiã da verdade, escolheu ser algoz”, escreveu João Neto.

















