Os partidos União Brasil e Progressistas (PP) pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na quinta-feira (4) o registro de uma federação partidária entre as siglas. Para que o arranjo seja válido já nas eleições de 2026, o TSE terá de aprovar a união até seis meses antes do pleito, marcado para 4 de outubro. A relatora será a ministra Estela Aranha.
As federações partidárias são um modelo de aliança que une duas ou mais siglas. Segundo as regras, os partidos passam a atuar como um só por, no mínimo, quatro anos. Também devem ter alinhamento nas campanhas — ou seja, a federação deve caminhar de forma unificada nas disputas, definindo conjuntamente as candidaturas.
Chamada de União Progressista, a aliança havia sido aprovada pelos partidos em agosto. De lá para cá, uma série de divergências locais atrasaram a formalização junto ao TSE. A federação, se concretizada pelo TSE, será a maior força partidária do país.
A aliança terá a maior bancada de deputados na Câmara, o maior número de prefeitos e as maiores fatias de recursos públicos para campanhas e despesas partidárias. Dirigentes da federação afirmam que a aliança deverá se posicionar de forma crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O manifesto de lançamento da federação afirma que o grupo terá como objetivo a “responsabilidade fiscal e responsabilidade social”. G1

















