A primeira-dama Janja Lula da Silva mostrou indignação com a morte de Tainara Souza Santos, de 31 anos, que faleceu na quarta-feira (24), após ser atropelada e arrastada por um homem na Marginal Tietê, em São Paulo.
Em um desabafo nas redes sociais, Janja disse sentir tristeza e vazio diante de um crime tão brutal. “O feminicídio não é um fato isolado, é o retrato cruel de uma violência que se repete quando o silêncio e o medo vencem a indignação”, publicou.
“Não podemos normalizar ameaças, agressões e controles, nem fechar os olhos para pedidos de ajuda. Quando uma mulher é morta apenas por ser mulher, algo que acontece todos os dias em nosso país, falhamos como humanidade e como sociedade. E é justamente por isso que a resposta precisa ser coletiva”, afirmou.
Janja ainda comentou que a luta pelo fim da violência contra a mulher é um compromisso dela e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Um compromisso de não nos calarmos, de protegermos umas às outras e de dizer, em alto e bom som, que nenhuma violência contra nós será tolerada”.

















