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A Neoenergia Coelba apresentou na quinta-feira (22) o plano especial de operação para o Carnaval de Salvador em 2026. A estratégia reúne ações de reforço da rede elétrica e medidas preventivas voltadas para garantir o fornecimento de energia ao longo da folia.

Em entrevista coletiva, o diretor-presidente da Neoenergia, Thiago Guth, disse que um dos principais focos da companhia será evitar as ligações clandestinas, que acabam gerando prejuízo à população por impactar diretamente na tarifa de energia.

De acordo com Guth, a Neoenergia já investiu aproximadamente R$ 7 bilhões entre 2024 e 2025, dos R$ 13,3 bilhões previstos para o quadriênio 2024–2027. Além disso, o diretor-presidente anunciou um novo ciclo de investimentos de R$ 16 bilhões para o período de 2026 a 2029.

“A empresa segue comprometida em investir no Estado, seja para as áreas turísticas, seja para o Carnaval, mas também para o desenvolvimento econômico de todo o Estado da Bahia”, disse Guth.

Ainda segundo o diretor-presidente, a empresa investiu cerca de R$ 300 milhões em todas as áreas turísticas para garantir o fornecimento de energia durante o Carnaval, não apenas em Salvador, mas também de todo o Estado.

“É um trabalho muito importante que durante o Carnaval teremos uma equipe muito grande mobilizada, serão mais de 200 eletricistas e técnicos distribuídos em todos os circuitos para garantir a segurança e a infraestrutura energética para esse grande evento aqui no Estado da Bahia”, afirmou.

Ainda durante a coletiva, Guth destacou a importância de um diálogo com a população. Ele chamou a atenção para os canais para acionar a empresa. O canal principal é o 116, mas a empresa também pode ser contactada através do aplicativo e do site da NeoEnergia.

A Neoenergia Coelba também lançou a campanha “Seja inimigo do fim”, em parceria com a banda BaianaSystem. A ideia é chamar a atenção para a segurança e passar uma mensagem de conscientização.

“Nossa parceria com a BaianaSystem é no sentido de ter uma campanha que mostre as questões de segurança, principalmente de não uso da serpentina metálica, que pode trazer prejuízos e riscos à vida das pessoas”, disse Guth. Metro1