A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro negou na sexta-feira (8) que a cozinheira responsável pela alimentação do ex-presidente Bolsonaro seja custeada pelo Partido Liberal (PL). Em publicação nas redes sociais, Michelle afirmou que a profissional, identificada como Rainê dos Santos, trabalha para a legenda, mas presta auxílio particular ao casal fora do expediente.
“Ela vem me ajudar depois do seu horário de expediente e, assim como sempre fiz toda vez que faço a contratação, pago a diária de serviço e o transporte dela com o meu dinheiro”, declarou.
A presidente do PL Mulher também afirmou que decidiu recorrer à ajuda da cozinheira porque está com a mão direita imobilizada. Segundo ela, a profissional é uma pessoa de confiança da família desde o período em que moravam no Rio de Janeiro. “A segurança alimentar de um ex-presidente que é perseguido e que já sofreu uma tentativa de assassinato deve ser observada”, disse.
A manifestação ocorreu após a divulgação de informações sobre pagamentos feitos pelo PL à cozinheira. De acordo com a prestação de contas do partido, Rainê dos Santos recebeu R$ 7,3 mil da sigla em 2026. Em 2025, os valores pagos somaram cerca de R$ 69,4 mil.


















