© Marcello Casal JrAgência Brasil

A conta de luz vai continuar mais cara no mês de julho. A Agência Nacional de Energia Elétrica manteve a bandeira amarela, o que significa um custo extra de R$1,89 para cada cem quilowatts consumidos.

Esse acréscimo começou a valer em abril. A bandeira amarela fica ativa, geralmente, quando o país passa por um período seco, com redução do nível de reservatórios das hidrelétricas.

Por causa disso, é necessário acionar usinas termelétricas, que têm um custo mais alto. Quando a situação fica muito grave, aí entra a bandeira vermelha, ainda mais cara. A solução para evitar muitos gastos é economizar na energia elétrica dentro de casa.

O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras. Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

Saiba quanto custa cada bandeira

Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:

🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;

🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);

🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);

🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh). G1