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Aliados do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), buscam alternativas para afastar a imagem de “antinordestino” do político após a declaração dele para o jornal O Estado de São Paulo. De acordo com a coluna Painel, da Folha de São Paulo, um dos argumentos usados é de que o Grupo Zema, empresa voltada para venda de móveis e eletrodomésticos, possui uma grande operação no Nordeste.

Segundo a coluna, a companhia está presente, principalmente, no estado da Bahia com 32 lojas e 303 funcionários. Aliados destacam ainda o alto volumes da gestão de Zema no vale do Vale do Jequitinhonha, região norte de Minas, que reúne características socioeconômicas parecidas com as da região nordeste do país.

Os aliados avaliam ainda que Zema precisa focar na administração de Minas Gerais, evitando envolvimento em temas nacionais. A avaliação feita por apoiadores do governador é que entrar com antecedência em debates eleitorais pode prejudicar a aspiração do gestor mineiro para a eleição presidencial de 2026.

Em 5 de agosto, Zema comentou ao jornal Estado de São Paulo sobre a criança de uma frente parlamentar no Congresso Nacional, composta por representantes do Sul e Sudeste. Em entrevista, o governador afirmou que o objetivo da iniciativa era unificar interesses e obter mais protagonismo em relação ao Norte de Nordeste.

Em junho, durante a abertura da 8ª Edição do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), Zema afirmou que nos estados que compõem o bloco “há uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo de auxílio emergencial”. Bahia.Ba