Diagnosticada com trombose na perna direita desde a última semana, a cantora Anitta usou suas redes sociais para rebater seguidores que afirmam que ela inventou estar doente para realizar novas intervenções plásticas no corpo. “Não paro de receber DM ou então ver nos comentários de pessoas falando: ‘não acredito em nada dessa garota. Ela fingiu uma trombose para fazer plástica. Com certeza, fez uma lipo e inventou esse negócio de trombose’. Gente, uma hora dessa? Para cima de mim? Vocês estão me confundindo”, ironizou.

Então, com uma lingerie rosa, ela tocou em diversas partes do corpo e até dançou para mostrar que não tem pontos. “Não podia nem estar dançando, que minha médica me deu um esporro outro dia que me viu fazendo Tik Tok. Eu não sei a crença de vocês, mas a minha não brinca com doença, não. Porque depois esse negócio volta para mim, se eu estivesse brincando, e essa doença é séria”, lembrou.

Com deboche usual, a funkeira destacou ainda que, quando decidir fazer uma nova plástica, avisará. “Igual quando fiz minha boca e vocês ficaram zoando e agora todo mundo bota boca, né? Igual quando fiz a plástica, a ‘escrota’, e agora todo mundo mostra a plástica”, criticou. No final, ela deu mais provas de que não realizou nenhuma nova intervenção.

“Aí, vai ter um povo que vai falar: ‘deve ter sido no rosto, por que ela não mexeu no rosto?’. Aqui, ó. Inclusive, por causa da trobose, vou ter que ficar um tempo sem fazer isso, de operar. Não pode nem dar na minha telha de fazer uma plástica. Não pode. Mas quando der e eu puder fazer, eu mostro para vocês, tá bom? Minha mãe odeia quando eu começo com essas conversar, ela fala que eu adoro inventar coisa onde não tem”, completou. Vale lembrar que no ínicio da carreira, em 2014, a carioca foi ao prêmio Melhores do Ano do “Domingão do Faustão” recém-operada e com os curativos da plástica no nariz.

A trombose, também conhecida como Trombose Venosa Profunda (TVP), é a formação de um coágulo sanguíneo no interior de uma ou mais veias do corpo. De acordo com especialistas, em 90% dos casos, a condição atinge os membros inferiores e causa grande desconforto, mas há o risco de um fragmento do coágulo se desprender e entrar na corrente sanguínea, em direção aos pulmões, provocando um quadro de embolia pulmonar. por Júnior Moreira Bordalo