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A CPI dos Atos Golpistas aprovou nesta quinta-feira (3) a quebra de sigilos de várias pessoas, entre as quais Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal. Tenente-coronel do Exército, Mauro Cid já compareceu à CPI dos Atos Golpistas, mas ficou em silêncio e não respondeu às perguntas dos parlamentares. No caso dele, a CPI aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (de mensagens). Anderson Torres, que exerceu o cargo de ministro da Justiça no governo Bolsonaro, ocupava a função de secretário de Segurança Pública do Distrito Federal no dia 8 de janeiro, data dos atos golpistas. Torres chegou a ser preso suspeito de omissão, mas já foi solto. A CPI decidiu quebrar os sigilos telefônico e de mensagens de Torres. Ele será ouvido pela comissão na próxima terça-feira (8). G1