A corregedoria da Procuradora Geral da República (PGR) abriu procedimento interno para analisar os atos dos procuradores da Lava Jato que aprovaram a criação de um fundo de R$ 2,5 bilhões de multas pagas pela Petrobras. As informações são da colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo.

O dinheiro tem origem em um acordo entre a Petrobras e autoridades dos EUA. O procedimento vai investigar o procurador Deltan Dallagnol, uma das grandes lideranças da Lava Jato.

O anúncio da criação do fundo foi criticado por advogados, políticos e até ministros do STF. Apóa a repercussão negativa, o Ministério Público Federal anunciou que interromperia os procedimentos para organizar a fundação que administraria o caixa bilionário.

Ainda de acordo com a publicação, a PGR disse que todos os procedimentos da corregedoria são sigilosos. A procuradora-geral Raquel Dodge chegou a pedir ao STF a nulidade do acordo dos colegas de Curitiba. Foto: Agência Brasil