Foto: Thuane Maria/GOVBA

A delegada-geral da Polícia Civil, Heloísa Brito, participou na quarta-feira, 6, de um balanço feito pela Secretaria de Segurança Pública sobre o enfrentamento ao crime na Bahia. Ela aproveitou a oportunidade para comentar a respeito de presença de facções criminosas atuando em prefeituras baianas, após matéria veicula pelo jornal Estadão.

Ao ser questionada pelo Portal A TARDE, Brito rebateu a informação e disse que as facções agem de forma mais abrangente, portanto é preciso haver uma investigação. “A gente respeita todo o trabalho jornalístico que é feito e a divulgação, mas ali foram colocados os nomes e dando como facções, que para a gente são algumas situações locais. Quando a polícia entende que tem uma facção, ela entende que tem uma ramificação, que tem uma estrutura de organização e ela age em muitos lugares, não em uma só cidade, mas em uma área mais abrangente”, esclareceu.

“A polícia faz o monitoramento daquilo que entende que realmente é uma facção e o nosso trabalho é esse, como nós demonstramos hoje, foram 10 pessoas presas, sendo elas as principais lideranças do tráfico em Salvador e na Região Metropolitana e mais oito no interior do estado”, acrescentou.

A delegada também chamou a atenção para os casos de estupro que aconteceram no carnaval de Salvador e disse que as investigações estão em andamento. “Uma das denúncias, a vítima não quis fazer o registro e a gente precisa respeitar isso, porque depende dela do momento dela, a outra fez o registro, nós ouvimos, foi feito exame de lesões, procuramos câmaras, mas não foi possível. Então, estamos tentando ouvir testemunhos para avançar nas investigações”, salientou. A Tarde