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O reforço na vacinação para doenças como gripe, tétano, difteria, hepatite e várias outras foi uma das primeiras medidas tomadas no Rio Grande do Sul. O Ministério da Saúde informou ter enviado 300 mil doses de imunizantes, além do repasse de rotina. Outros desafios nos abrigos também demandam atenção das autoridades. “Primeiramente, a gente começou com o tratamento das pessoas com doenças crônicas que perderam tudo, porque as pessoas perderam suas receitas e nós precisávamos repor isso. Depois, as doenças de pele, sarna e piolho, E, agora, nós estamos focados na questão da saúde mental”, explica o secretário de saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter. O doutor Drauzio Varella explica que é importante que a população tome cuidado com a água contaminada, com a higiene dos alimentos e o contato com outras pessoas que tenham sintomas respiratórios. “E uma recomendação que vale para todos os abrigos: se você tiver febre, tosse, diarreia, vômito ou irritações de pele, procure atendimento médico”, diz Drauzio.