Foto: Bruno Dantas/assessoria/ Tribunal de Justiça do RJ

A ex-deputada Flordelis realizava um “ritual sexual” para transar com os adolescentes que levava para casos como filhos afetivos. É o que afirma o escritor Ullisses Campbell, autor do livro: Flordelis: A pastora do diabo.

A informação foi revelada pelo jornalista durante uma entrevista para o “Na Real”, de Bruno Di Simone, e divulgada pela coluna “Fábia Oliveira”, do Metrópoles. De acordo com Ullisses, a ex-parlamentar usava como critérios usados por Flordelis era “dar banho” nos jovens.

“Ela [Flordelis] fez muito isso na década de 90, início da década de 2000, mas parou quando ficou famosa. Um dos critérios que ela usava, para acolher na casa dela, era dar um banho no adolescente, para transar com eles”, disse Campbell em entrevista.

Um dos casos citados pelo jornalista é a adoção de crianças por Flordelis após a chacina da Candelária. “Tiveram três garotos que ficaram com medo de morrer e foram procurar a casa de Flordelis, que sabiam ter vagas. Daí ela olhou pra eles, escolheu e falou que só tinha como um deles ficar. No entanto, eles afirmaram que ficariam os três juntos ou nada”, complementou.

Ullisses frisa que Flordelis só foi “desmascarada” após o crime contra o marido, Anderson do Carmo. “Se não fosse o crime, ela não seria desmascarada. Ela frequentava casa de swing, fazia trisal. Ela estava muito à frente do seu tempo. Ela já tinha um relacionamento aberto com o pastor há muito tempo, porque ele continuava a transar com a Simone [filha biológica de Flordelis] recentemente”, pontua.