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Apesar de já terem sido presos os executores, os mandantes e o mentor do assassinato de Marielle Franco, e do seu motorista Anderson Gomes, em março de 2018, há quem garanta que o caso ainda não chegou ao fim. Prova disso é que a irmã da vereadora, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco (PT), foi surpreendida com o pedido de um familiar de um dos acusados pelo crime.

Segundo informações divulgadas pelo colunista Guilherme Amado, do portal Metrópoles, um primo do delegado Rivaldo Barbosa, preso por decisão do ministro Alexandre de Moraes, após ser apontado como mentor dos homicídios, enviou uma carta para Anielle. Na correspondência, Roberto Amorim pede que ela não aceite o caso como concluído.

De acordo com a publicação, ele alega que o delegado é inocente e que não teve encontros com os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, apontados como mandante, conforme delatado por Ronnie Lessa, um dos executores. “O único encontro foi no avião a caminho de Brasília [quando foram presos]”, disse ao revelar que tem pedido para ser ouvido pela Polícia Federal.

Ainda na carta, o primo de Rivaldo teria destacado que não foi revelado qualquer contato entre o delegado e os irmãos Brazão, mesmo eles tendo sido vizinhos em um condomínio na Barra da Tijuca, por três meses. Procurada, Anielle não se pronunciou sobre o assunto. BNews