foto flickr João Roma

O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL Bahia, João Roma, reagiu aos ataques do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL). “Sem ter o que apresentar de seu pífio primeiro ano de governo, quando, de concreto, só aumentou impostos, o governador Jerônimo faz acusações infundadas ao presidente Jair Bolsonaro”. De acordo com Roma, ‘em vez de trabalhar pelo povo da Bahia que enfrenta dificuldades com a seca que atinge o estado e sofre com a desenfreada violência, Jerônimo profere inverdades para desviar a atenção popular de sua gestão que já começa fracassada e inoperante diante dos problemas que afligem de verdade baianas e baianos’.

“O governador precisa mudar o lado do disco e descer do palanque. É o mesmo trololó da campanha, de acusar Bolsonaro de não ter comprado vacinas para o combate à covid. Só não se vacinou quem não quis. Todos os brasileiros tiveram acesso às vacinas no governo passado”, afirma o ex-ministro da Cidadania. João Roma se indignou ao ouvir do governador Jerônimo que o presidente Bolsonaro teria tirado dinheiro do SUS para o tratamento de câncer e hemodiálise com o objetivo de acabar com os pobres, dizendo que os ricos tinham plano de saúde e recursos financeiros para o atendimento particular.

“Só um petista raiz como o governador Jerônimo Rodrigues para tamanha desfaçatez. Apesar da pandemia que tantos males causou à população mundial, o governo Bolsonaro evitou o agravamento da miséria e da pobreza em nosso país. Os dados oficiais do IBGE são provas cabais da redução das desigualdades sociais no governo passado”, pontuou Roma. Criador do Auxílio Brasil durante a gestão Bolsonaro, (antigo Bolsa-família) João Roma lembrou que que o valor do benefício social foi triplicado em conjunto com uma série de medidas para a emancipação do beneficiário, que não tiveram continuidade no governo atual do presidente Lula.

“No tempo de Bolsonaro, o beneficiário do Auxílio Brasil não perdia o benefício de R$ 600 no caso de conseguir um emprego com carteira assinada. Muito pelo contrário. Continuava recebendo-o e ainda tinha um adicional de R$ 200 pelo período de dois anos para estimulá-lo a buscar a sua autonomia, enquanto o PT de Jerônimo quer o povo brasileiro dependente das migalhas que oferece”, acrescenta Roma. O presidente do PL Bahia, João Roma, destaca ainda que a educação é a principal chave para a prosperidade de um povo e não tem até hoje a devida atenção do PT. “O atual governador Jerônimo Rodrigues é o maior exemplo disso. Foi secretário de educação da Bahia e deixou como legado o pior ensino público do Brasil. Será que ele pode ficar jogando pedras nos outros?”. Bahia.Ba