Agência Brasil

A desembargadora Lígia Ramos – do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e já presa na Papuda, em Brasília – não teve o pedido de Habeas Corpus analisado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Em despacho publicado neste último sábado (26), Fux se declarou suspeito para examinar a solicitação e encaminhou o caso para a vice-presidente da Corte, Rosa Weber. Ramos foi presa no dia 20 de dezembro dentro das  6ª e 7ª fases da Operação Faroeste. Inicialmente, a desembargadora ficará em preventiva por 90 dias, que podem ser prorrogados conforme avaliação do ministro relator da operação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes. A Operação Faroeste apura um suposto esquema de venda de sentenças referentes a disputas de terras na região Oeste da Bahia entranhado no Judiciário do estado. (BN)