Agência Brasil

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram à morte de João Alberto Silveira Freitas, o homem negro morto por seguranças em um supermercado da rede Carrefour em Porto Alegre. Gilmar Mendes disse que foi um assassinato bárbaro, que racismo é crime e que “vidas negras importam”. O presidente do STF, ministro Luiz Fux, participou no começo da tarde, por videoconferência, do evento de assinatura do acordo de cooperação técnica entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP). Em seu discurso, ele citou a morte de João Alberto e pediu um minuto de silêncio. Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes pregou a necessidade de combater o racismo estrutural, “uma da piores chagas da sociedade”, e também disse que foi um “bárbaro homicídio”.