EC Bahia

O lateral-direito Nino está entre os principais garçons do elenco do Bahia. Somente no Campeonato Brasileiro, ele contribuiu com três passes para gol, desempenho que o faz líder do ranking tricolor na competição. E o bom desempenho ofensivo na Série A tem interferência direta do técnico Roger Machado. Nesta quinta-feira, em entrevista coletiva concedida no Fazendão, o jogador tricolor contou que conversou com o treinador para diminuir as investidas ao ataque, mas subir com mais eficiência.

– Professor conversou comigo para ir menos vezes na linha de fundo, mas ir com mais precisão. Antes, eu ia várias vezes e não acertava muitos cruzamentos. Agora, vou na convicção. Com as pernas mais inteiras, dá para acertar mais cruzamentos – comentou.

A última assistência de Nino foi no jogo contra o Atlético-MG, no Independência. O lateral cruzou para Gilberto desviar a bola para o fundo das redes. Ele lembra que o passe veio com a perna esquerda, que não é a mais certeira. Mas treinos realizados no Fazendão têm contribuído para melhorar o aproveitamento.

– Trabalho um pouco a perna esquerda para, quando precisar, ajudar.

O Bahia enfrenta o Vasco neste sábado, às 11h (de Brasília), em São Januário, pela 18ª rodada da Série A. Nino espera uma partida difícil, apesar da situação do adversário, que ocupa a 15ª posição, com 20 pontos.

– A gente sabe que vai ser um jogo muito difícil, mas a gente quer fazer uma grande partida para trazer um bom resultado.

Para o Bahia, um bom resultado no Rio de Janeiro é fundamental para seguir com o sonho de conquistar uma vaga para a Copa Libertadores da América de 2020. O time baiano ocupa atualmente a 8ª posição, com 27 pontos, mesma pontuação do Internacional, que abre o G-6.

– A equipe está muito bem, e, quando a equipe está bem, o conjunto vive boa fase. A gente pretende manter essa fase, em busca de uma vaga na Libertadores. Com a torcida tanto quer, e a gente também quer – disse Nino.

Para a partida deste sábado, o Bahia não contará com o atacante Artur, que foi convocado para a seleção olímpica. Élber e Arthur Caíke disputam a posição no setor ofensivo. Globoesporte