Valter Campanato/Agência Brasil

Partido que saiu do posto de nanico para uma ascensão meteórica nas últimas eleições, impulsionado pelo nome de Jair Bolsonaro, o PSL vive internamente um clima de embate acirrado nos Estados, com direito a vazamentos de áudios de WhatsApp, bate-boca público em redes sociais e até troca de socos.

Reportagem de João Pedro Pitombo e Paula Sperb, na Folha deste domingo, destaca que os casos de embates de São Paulo e Minas Gerais – onde a deputada Alê Silva acusou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, de comandar um esquema de candidaturas laranjas e ameaçá-la, são os mais conhecidos.

Já em São Paulo, as deputadas federais Joice Hasselmann e Carla Zambelli já trocaram xingamentos na internet e o deputado Alexandre Frota prometeu “colocar fogo” no PSL paulista e defendeu a saída de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, do comando da legenda no Estado.

O PSL tem 271,7 mil filiados, três governadores, quatro senadores e 54 deputados federais. Em 2018, elegeu ainda 76 deputados estaduais, em 21 estados. Os casos de embates de Minas Gerais e São Paulo são os mais conhecidos. Em Minas, conforme revelado pela Folha, a deputada federal Alê Silva acusou o ministro Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) de comandar um esquema de candidaturas laranjas e de ameaçá-la de morte. Ele nega. Folha de S. Paulo