A desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Maria do Socorro Barreto Santiago, se tornou alvo de uma nova representação do Ministério Público Federal (MPF) em desdobramento da Operação Faroeste, que investiga esquema de venda de decisões judiciais que estejam relacionadas à grilagem de terras no oeste baiano. A magistrada é apontada como uma das integrantes de um grupo que estaria envolvido em um esquema de fraude imobiliária na Bahia e no estado do Piauí. A denúncia será analisada pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo está sob a responsabilidade do ministro Og Fernandes, que também é o relator das ações relacionadas à Faroeste. Além de Maria do Socorro Barreto Santiago, o Ministério Público Federal também apresentou denúncia contra Adailton Maturino dos Santos (o falso cônsul da Guiné-Bissau), Geciane Souza Maturino dos Santos, Amanda Santiago Andrade Sousa (vocalista da Timbalada e filha da desembargadora do TJ-BA), Márcio Duarte Miranda (advogado e genro da desembargadora), Ricardo Augusto Tres, Sérgio Humberto de Quadros Sampaio (juiz do TJ-BA) e Valdete Aparecida Stresser. Política Livre