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Durante participação no 5º Congresso Nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), neste último sábado (16), Michel Temer sugeriu que o movimento, que estimulou o discurso de ódio no país durante o golpe de 2016, liderasse um processo de pacificação do país.

“O MBL poderia, com essa juventude toda, com natural entusiasmo, encabeçar um movimento pela tranquilização do país”, disse Temer.

Questionado sobre se é importante o MDB e o próprio ex-presidente fazerem uma autocrítica, ele afirmou que é “sempre fundamental” e que fazia autocríticas até quando estava na Presidência. “Essa história que não é preciso, é conversa”, disse.

Temer também afirmou que o ex-presidente Lula (PT), que foi solto na sexta-feira (8) após passar 580 dias preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, faria bem se pedisse unidade ao país.

“Eu lamento muito que o ex-presidente Lula tenha se manifestado, nesses dias, aumentando essa radicalização ou, ainda, essa polarização [no país]”, disse.