O ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu nesta terça-feira (24) o direito à prisão domiciliar por 90 dias, cumpriu cerca de 1,2% da pena na cadeia.
Em setembro do ano passado, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar Bolsonaro a 27 anos e 3 meses por golpe de Estado.
Contudo, o ex-presidente só começou a cumprir a pena em 25 de novembro de 2025, após o fim do processo penal da trama golpista.
Ao todo, Bolsonaro ficou preso, após o início do cumprimento da pena, 119 dias — algo em torno de quatro meses. Isso representa 1,2% da pena total (27 anos e três meses ou 327 meses).
Antes mesmo do início oficial do cumprimento da pena, Bolsonaro já estava preso na Superintendência da Polícia Federal, onde foi mantido preso até ser transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, conhecido como Papudinha, em janeiro deste ano.
Em 22 de novembro, o ministro Alexandre de Moraes do STF autorizou a prisão preventiva ao considerar alto risco de fuga e por Bolsonaro ter violado a tornozeleira eletrônica.
Antes disso, Bolsonaro estava preso preventivamente, onde cumpria prisão domiciliar após ter desobedecido medidas impostas por Moraes, que acabou convertida em preventiva após a ordem de Moraes.
Em 4 de agosto de 2025, Moraes determinou a prisão domiciliar, proibiu visitas e mandou apreender celulares na casa do ex-presidente.
Na decisão, o ministro afirmou que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”. G1

















