Com dois gols de Everaldo e um de Luciano Juba, o Bahia bateu o Athetico por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, o Tricolor balançou as redes duas vezes no primeiro tempo, segurou o rival nos momentos de dificuldade e ainda ampliou nos minutos finais do confronto.
Com o resultado, o Bahia foi a 17 pontos e subiu para a terceira posição na tabela de classificação, a dois do Palmeiras, líder que joga nesta quinta-feira e vai ficar com um jogo a mais. As duas equipes se enfrentam neste domingo, pela décima rodada da Série A. Na entrevista coletiva após o jogo, o técnico Rogério Ceni analisou a situação da equipe na ponta tabela de classificação e valorizar o resultado.
– Palmeiras pode chegar a uma diferença de pontos que não nos permita brigar pela liderança. Importante foi que o time produziu bem, especialmente no começo. Caiu um pouco. Conseguiu se defender bem, numa linha mais baixa. Muitos jogadores retornando, não estão em 100%, e erramos muitos passes em um momento de encaixar contra-ataques. Fica a dedicação de positivo. Competimos muito. Everaldo deu carrinho, Kike correndo muito. Mesmo não sendo um jogo tecnicamente brilhante, nos posicionamos bem, competimos bem, puxamos bons contra-ataques. Segundo gol veio num momento que eles estavam bem. Achei que foi pênalti [em Everaldo, anulado após revisão] no outro lance. Time continuou batalhando no segundo tempo, não desistiu, se defendeu bem, David fez bom jogo. Nico também, muito desgastado, ele e o David. Caio, Jean e Everton construíram e sofreram na marcação. Teremos boas horas para fazer um bom jogo contra o líder do campeonato.
O jogo foi marcado pela estreia do goleiro Léo Vieira, apresentado como reforço do time na manhã desta quarta. Segundo Rogério Ceni, a decisão por promover a entrada do jogador na equipe titular se deveu ao ritmo de jogo, já que Léo era titular da Chapecoense antes de ser contratado.
– Ritmo de jogo. Léo vinha jogando muitos jogos em sequência. Poderia ter ido com o João Paulo, foi uma opção minha. Eu e o Duda [Verjão, preparador de goleiros], que trabalhou mais com o Léo diretamente, três treinamentos. João já tinha visto sete jogos. Foi uma decisão difícil. Trabalhei com o Léo faz 12 anos, vejo pela TV, é um cara tranquilo, calmo. Principal fator foi o ritmo de jogo, João estava sentindo um pouco essa falta de ritmo. Pensei em dar essa chance para o Léo, que fez bom jogo com os pés, calma. Foi uma escolha. Infelizmente a gente tem que tomar decisões e tem que contar que as coisas deem certo. Rogério Ceni recebe o recebe o líder Palmeiras às 19h30 (horário de Brasília) deste domingo, na Arena Fonte Nova. Globoesporte

















