Dentro de campo, Bahia e Fluminense fizeram um amistoso abaixo no Maracanã e o time carioca venceu o jogo por 2×0. No entanto, os lances que chamaram mais atenção no confronto estavam relacionados com decisões da arbitragem, o que gerou revolta do técnico Rogério Ceni. O comandante tricolor também comentou sobre o aproveitamento do time na intertemporada.
“A única coisa que eu pedi para o nosso departamento foi que não fosse um árbitro daqui e botaram o cara que apita o jogo no CT deles. Ele diz primeiro que foi falta do Willian [José], aí você vai olhar o vídeo e ele nem toca. Depois ele fala que foi falta do Nico. Perde a credibilidade, você vem aqui para ser otário, e para ser otário não compensa viajar 2.200km. Perde um pouco o sentido”, protestou o treinador.
Além do pênalti marcado a favor do Fluminense que resultou no gol de Hulk, que abriu o placar, o Bahia ficou na bronca em outros dois lances. O primeiro foi o gol marcado por Erick, anulado por falta de Acevedo, e o segundo foi uma falta não marcada em cima de Ademir. Na opinião de Ceni, os dois lances foram interpretados de forma errada pela arbitragem.
“Como teste foi muito bom. Primeiro tempo a gente jogou, acho que tivemos as melhores chances e podia ter feito 2×0. Segundo tempo a gente tem que corrigir algumas coisas, mudamos um pouquinho a maneira de jogar nesses dois jogos. Como amistoso foi muito válido. A única coisa que pedi foi colocar o juiz de fora, de qualquer lugar do país, para ficar uma coisa séria, porque são dois times sérios”, complementou.
Com a derrota confirmada, o time terá quatro dias para corrigir os erros antes de voltar ao Brasileirão para enfrentar a Chapecoense na próxima sexta-feira (17), em jogo atrasado pelo primeiro turno. Correio da Bahia















