Antes de virar notícia nacional, o padre Luciano Braga Simplício, de Nova Maringá (MT), era conhecido nas redes sociais por seu trabalho de evangelização digital. O religioso, flagrado apenas de short na companhia da noiva de um fiel dentro da casa paroquial, mantinha um blog gospel chamado “Alô, Meu Deus”, dedicado à publicação de orações e reflexões diárias.

Com mais de 1,7 mil seguidores, a página reunia mensagens motivacionais, vídeos com leituras bíblicas e trechos de homilias gravadas por ele mesmo. Em tom informal e carismático, Luciano costumava se dirigir ao público com frases de fé e superação, incentivando os fiéis a “começar o dia com Deus no coração”.

Após o escândalo, o perfil foi desativado e todos os conteúdos apagados. Fiéis da Paróquia Nossa Senhora Aparecida afirmaram que o padre vinha ganhando popularidade na internet por unir linguagem simples e mensagens positivas, voltadas especialmente ao público jovem.

O caso, que ocorreu no último sábado (11), segue sob investigação pela Diocese de Diamantino. A Igreja Católica considera o episódio uma possível violação do voto de celibato, e o resultado da apuração deve definir o futuro do religioso dentro da instituição. Correio da Bahia