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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República aplicou uma censura ética ao ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, por envolvimento no caso das joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A censura ética é um tipo de punição registrada no histórico funcional do servidor e permanece válida por até três anos. Embora não gere sanções legais, é considerada uma mácula na trajetória profissional do punido.

Cabe à Comissão de Ética apurar a conduta de agentes do Executivo. O colegiado pode aplicar advertência a servidores que ainda ocupam cargos e censura ética àqueles que já deixaram a função.

Além de Albuquerque, também foram investigados Marcelo da Silva Vieira, ex-chefe do Gabinete de Documentação Histórica da Presidência, e Júlio César Vieira Gomes, ex-secretário da Receita Federal. Ambos foram absolvidos.

O caso das joias levou ao indiciamento de Jair Bolsonaro pela Polícia Federal, sob a suspeita de desvio ou tentativa de desvio de itens de alto valor recebidos como presentes de autoridades estrangeiras. G1