A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, com câncer colorretal no último domingo (30), fez com que as atenções se voltassem para a doença. Os médicos têm alertado sobre o aumento do tipo de tumor diagnosticado na filha de Gilberto Gil, principalmente em pessoas mais jovens. Na Bahia, entre os anos de 2020 e 2024, mulheres pardas com 60 anos ou mais formam o grupo com maior número de internações por câncer colorretal. Os dados são da Secretaria da Saúde do Estado (Aesab). Além disso, houve um crescimento de 54,6% no número de internações pela doença (total de 1.243 casos entre 2020 e 2024), considerando homens e mulheres. A nível nacional, mais de 45 mil pessoas devem receber o diagnóstico de câncer colorretal em 2025, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Também chamado de câncer de intestino, é o terceiro tipo que mais acomete mulheres e homens no país. Fica atrás do câncer de pele não melanoma e dos de mama e de próstata. O número de mortes pela doença está crescendo. Em 2020 foram pouco mais de 20 mil e ano passado, chegou a quase 26 mil no Brasil. G1

















