Foto: TV Clube

Um cuidador de 36 anos da rede municipal de ensino de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia, foi preso suspeito de estuprar uma aluna de 7 anos. O caso ocorreu na terça-feira (10), em uma unidade escolar no centro da cidade.

De acordo com a delegada Clécia Vasconcelos, da Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), a mãe da criança acionou a polícia após a filha relatar que teria sido levada ao banheiro da escola pelo cuidador, onde ocorreu o abuso. A delegada informou ainda que a mulher percebeu manchas de sangue na roupa íntima da criança, o que motivou o chamado imediato à Polícia Militar (PM).

Segundo a PM, equipes da 64ª Companhia Independente (CIPM) foram acionadas após as denúncias e, o chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima e a encaminharam, acompanhada da mãe, à Delegacia para o registro da ocorrência.

Ainda conforme a delegada, a criança foi levada ao Hospital Estadual da Criança (HEC), onde passou por atendimento médico. O relatório médico apontou indícios de lesão na região íntima. A menina ficou internada por 24 horas e recebeu alta hospitalar no início da tarde desta quarta-feira (11).

A Polícia Civil informou que o suspeito foi encontrado na própria unidade escolar e foi autuado em flagrante por crime contra criança. Ainda de acordo com a PC, ele se aproveitou da condição de cuidador para cometer o crime.

Após a prisão, ele negou as acusações, mas foi levado à Central de Flagrantes do bairro Sobradinho, passou por exames de praxe e permanece custodiado à disposição da Justiça.

Ainda segundo a delegada Clécia, a diretora da escola, professores e monitoras estão sendo ouvidos para esclarecer a dinâmica do caso. A audiência de custódia deve ocorrer em até 24 horas.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (Seduc) de Feira de Santana informou que tomou conhecimento do caso na noite de terça-feira (10) e que acompanha todas as providências necessárias em articulação com as autoridades competentes.

A pasta destacou que a Polícia Civil instaurou investigação para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos. A Seduc informou ainda que entrou em contato com a família da criança, oferecendo apoio institucional e disponibilizando serviços de assistência psicossocial. G1