Foto: SEAUD/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lideram os índices de rejeição entre os potenciais candidatos à Presidência da República. Os dados são da pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (16).

De acordo com o levantamento, o Lula aparece com 47% de rejeição, enquanto Flávio registra 43%. Os números demonstram estabilidade no cenário político em comparação com o levantamento anterior, realizado em abril. Na ocasião, o petista apresentava 48% de veto do eleitorado, e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro marcava 46%.

Segundo o Datafolha, os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) registraram 15% e 13% de rejeição, respectivamente. Outros nomes citados no levantamento aparecem com índices menores de rejeição. Ciro Gomes (PSDB) soma 20%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) tem 14%. Já Rui Costa Pimenta (PCO) registra 12%.

Também aparecem na lista Aldo Rebelo (DC), Samara Martins (UP) e Renan Santos (Missão), todos com 11% de rejeição. Augusto Cury (Avante) tem 10%, enquanto Hertz Dias (PSTU) aparece com 9%.

O levantamento aponta ainda que 2% dos entrevistados disseram rejeitar todos os nomes apresentados ou afirmaram que não votariam em nenhum deles. Outros 2% não souberam responder, enquanto 1% afirmou não rejeitar nenhum candidato.

Além de liderarem os índices de rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também aparecem como os nomes mais conhecidos entre os entrevistados. Apenas 1% afirmou não conhecer Lula, enquanto 5% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro. Já Zema e Caiado são desconhecidos por 54% e 53% dos entrevistados, respectivamente.

O instituto entrevistou 2.004 pessoas em 139 municípios, entre os dias 12 e 13 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-00290/2026.

A maior parte das entrevistas desta rodada foi realizada antes da repercussão envolvendo a divulgação da troca de mensagens entre Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Bahia.ba