A Jegada 2025, evento tradicional e já consagrado no calendário festivo do interior da Bahia, terminou envolta em polêmicas e denúncias graves nos bastidores. Produzida pela Du Neto Produções, a edição deste ano ficou muito aquém do que o público e os profissionais da área estavam acostumados.
Relatos apontam que o evento não entregou o que foi prometido em estrutura, organização e experiência, marcando uma queda brusca de qualidade em comparação com edições anteriores, historicamente reconhecidas pela seriedade e pelo cumprimento de compromissos.
O cenário se agrava com informações de que a produtora responsável deixou diversos pagamentos pendentes em Elísio Medrado. Produtores locais, prestadores de serviço e pequenos fornecedores afirmam que, mesmo após o encerramento do evento, seguem sem receber pelos serviços prestados. O que se desenha é um verdadeiro rastro de dívidas, afetando diretamente trabalhadores da cadeia cultural e de eventos da região.
A situação gerou ainda mais revolta ao se tornar público que, mesmo sem regularizar as pendências da Jegada, a Du Neto Produções já anunciou e lançou outro evento em São Sebastião do Passé. Enquanto novas produções são divulgadas, quem atuou na Jegada 2025 continua no prejuízo.
Outro ponto que chama atenção é a ausência total de mídia e divulgação nesta edição. Não houve cartazes, outdoors, panfletagem ou qualquer estratégia visível de comunicação, algo incomum para um evento desse porte e tradição.
Fontes locais afirmam que profissionais afetados já estão se organizando para tornar pública a situação, cobrar explicações e exigir o pagamento das dívidas. A expectativa é de que a exposição do caso leve a providências concretas.
A reportagem segue acompanhando o caso. Diante dos fatos relatados, a história da Jegada 2025 ainda promete novos desdobramentos.

















