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Apresentado na manifestação, em Salvador, contra a anistia dos responsáveis ​​pela tentativa de golpe às instituições brasileiras e a PEC da blindagem, o secretário Nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, Éden Valadares disse, neste último domingo (21), que uma grande mobilização em todo o Brasil demonstra que a sociedade reprova a retirada das penas e a aprovação do texto. O líder petista ressaltou que as duas manobras têm como principal pretensão dificultar a prosperidade criminosa de políticos, sobretudo a de Jair Bolsonaro.

“Não é uma agenda que é fundamental para o Brasil, não é agenda da impunidade, da anistia, de perdoar quem cometeu o crime, quem especifica o golpe à democracia brasileira e planejou o assassinato do presidente Lula, do seu vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes”, disse Éden.

O secretário de Comunicação Nacional fez questão de enfatizar que a verdadeira agenda do país é combater a desigualdade. “Nosso compromisso é gerar inclusão, forçar privilégios, fazer pelos que mais precisam e, por isso, aqui em Salvador, na Bahia e no Brasil, temos essa mobilização, essa entrega de populares, artistas, cidadãos, ativistas para uma união em torno do grito da democracia, o grito pela soberania. Hoje é a festa da cidadania e da democracia”, destacou.

Sobre a votação da PEC no Senado, Éden Valadares disse que a expectativa é que a proposta não seja aprovada. “Eu penso que houve um constrangimento com a relação à votação da Câmara. O Brasil inteiro, a sociedade civil, tem se mostrado contrário e acho que esse grito é de ‘chega’ e que faz coro no Senado. Acredito que o Senado rejeitará essa proposta porque ela não está de acordo com os anseios, com o sentimento da sociedade brasileira”, disse.

Na manifestação no bairro da Barra, em Salvador, Éden concluiu reafirmando que a população considera inaceitável a aprovação da medida pela Câmara e a aprovação da anistia. “Insisto, o Brasil não quer anistia, o Brasil não quer impunidade. O Brasil quer mais igualdade, menos injustiça e mais inclusão”. Política Livre